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Home Opinião No Edge da Web 3.0, do Blockchain ao Metaverso

Opinião

No Edge da Web 3.0, do Blockchain ao Metaverso

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2 Fevereiro, 2023 | 10 minutos de leitura

(Parte 1 aqui) Passamos rapidamente pela história e já estamos na transição para a Web 3.0. Não perdemos o fio da história, voltamos a 2008 onde o termo Blockchain surge difundido e a 2009 onde no dia 3 de janeiro é minerado o primeiro bloco Bitcoin denominado Genesis com a seguinte mensagem “The Times 03/Jan/2009 […]

(Parte 1 aqui)

Passamos rapidamente pela história e já estamos na transição para a Web 3.0. Não perdemos o fio da história, voltamos a 2008 onde o termo Blockchain surge difundido e a 2009 onde no dia 3 de janeiro é minerado o primeiro bloco Bitcoin denominado Genesis com a seguinte mensagem “The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks”.

A bitcoin foi descrita por Satoshi Nakamoto, como “um sistema para transações eletrónicas sem depender da confiança de terceiros”. Em plena crise económica, a bitcoin foi criada para prevenir o gasto duplo dos valores, aumentar a confiança e credibilidade das transações financeiras. As criptomoedas são um exemplo da utilização da tecnologia blockchain. No início, era esperado que a bitcoin e outras criptomoedas fossem utilizadas como de dinheiro normal se tratasse, para comprar bens e serviços. Apesar de ser possível realizar transações de compra e venda, não são utilizadas para esse fim. São utilizadas como alternativas de investimento, com a diferença de não estarem sob a supervisão de uma autoridade financeira central, no entanto são impactadas pela lei da procura e oferta. Para muitas pessoas que não confiam na centralização do poder num número muito reduzido de pessoas, empresas e instituições, é sinónimo de autonomia, segurança e liberdade.

A base core do funcionamento da Web 3.0, também conhecida como “Web Semântica”, é uma evolução da WWW, cujo objetivo é facilitar o tratamento e processamento de dados na internet, recorrendo à descentralização e à tecnologia Blockchain, que serve como base de dados descentralizada. Isto permite que os utilizadores de vários serviços de aplicações Web 3.0, realizem operações que são registadas na blockchain, ou seja, aquisições, transmissões, criação ou modificação na aplicação é realizada com segurança criptográfica, na Blockchain onde consta o histórico das operações da pseudo-identidade associada ao utilizador. Nestas interações e integração entre a Web e a Blockchain, utilizadas linguagem de programação, algumas conhecidas e maduras como C++, Java Script, Python, Ruby, e outras mais recentes como, Kotlin, Go, Solidity que permitem ações entre diferentes Blockchain e aplicações, lógicas (Smart Contracts) e interfaces gráficas com o utilizador. E não nos podemos esquecer das linguagens de Markup Semântica que permitem que os dados sejam anotados com significado atribuídos, facilitando por parte computadores entender e interpretar os mesmos, como RDF (Resource Description Framework) e OWL (Web Ontology Language). Por último e não em último, o processamento de linguagem natural recorrendo à Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning, que se concentram nas máquinas simularem e replicarem o comportamento humano, na sua aplicação e nos parâmetros de treino dos algoritmos desenvolvidos que podem entender e interpretar a linguagem humana. A pesquisa Semântica permite fazer uma pergunta a pesquisadores e assistentes de voz e ouvir uma resposta do dispositivo, como se tratasse de uma conversa entre homem e máquina. Recorrendo à pesquisa semântica, dá-se a combinação de conteúdos de várias fontes que se encontram disponíveis para construir uma resposta com melhor precisão.

Os Smart Contracts são um tipo especial de instruções que são armazenados na Blockchain. Estes possuem a capacidade de se autoexecutar, de acordo com uma série de parâmetros pré-definidos e programados. Isto ocorre de uma aforma imutável, transparente e totalmente segura. O que permite automatizar a execução de um acordo de forma que todos os stakeholders possam ter a certeza do resultado, sem envolvimento de terceiras partes, e podemos incluir aqui tudo, apostas, jogos, logística, aplicações de finanças descentralizadas. No entanto desde que o RGPD (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) entrou em vigor as empresas e organizações adaptam os seus processos e desenvolvem soluções mais seguras para cumprir o mesmo e garantirem segurança dos dados, na Web 3.0 este problema pode ser mitigado com descentralização do armazenamento dos dados e criptografia, proporcionados pela Blockchain. Por outro lado, como nos vamos apercebendo cada vez mais, podemos ser um elemento mais ativo no que se refere à Web, produzindo conteúdos, criando aplicações com Low-Code, ou mesmo sem programação envolvida, interagir e colocar a Inteligência Artificial a trabalhar e colaborar, participar em eventos virtuais, jogos, etc… A Web 3.0 tende a ser mais horizontal e menos hierarquizada, permitindo um maior poder de decisão e autonomia, e o desenvolvimento das plataformas e ambiente no Metaverso e realidade virtual, explicados adiante. O que origina transformações nas relações e interações pessoais e profissionais. Percebemos que a descentralização é palavra de ordem na Web 3.0, o Blockchain público permite descentralizar a infraestrutura e distribuir o controlo da mesma por todos os participantes e em várias localizações, não controladas por uma entidade especifica. no entanto de forma segura. Atualmente a maioria dos dados estão armazenados em servidores e cloud controlados por um grupo restrito de empresas e com poder, como a Amazon, Google e Meta, que têm em seu poder e controlo dados de todo os cantos e pessoas do mundo.

Na fase Web 3.0, surgem novas soluções e evoluções de Machine Learning. O avanço da inteligência artificial significa uma realidade, em que cada vez mais processos são criados, executados e concluídos sem qualquer interferência humana. Os sistemas de computação aprenderem com as suas próprias experiências. Atualmente a sua principal aplicação é em software de processamento de dados que, quanto mais informações processam, mais eficientes se tornam para encontrar padrões e organizar os dados.

Uma das tendências da cibermoda é o Metaverso, que inclui ambientes de realidade virtual e multidimensional, onde o utilizador é imerso num conjunto de estímulos visuais e sensoriais, e é possível interagir com esse mundo virtual por intermédio de um avatar, que pode representar o utilizador. Estes Metaversos podem ser explorados em modo 2D ou 3D, por vezes estas realidades são paralelas ao mundo físico ou analógico, com o mercado do NFTs e jogos como o Fortnite onde os jogadores podem ter acesso a experiências 3 D. NFT quer dizer Non-Fungible Token, ou Token não fungível, um tipo de ativo que, assim como as criptomoedas, é criado com a tecnologia blockchain. O NFT serve para certificar a autenticidade e exclusividade de um item que se tornaram populares no contexto do Metaverso, com os Tokens representando produtos virtuais como artes digitais, recursos de jogos, viaturas, roupas e acessórios que podem ser incorporados a avatares. Ainda no contexto, assistimos durante vários anos ao desenvolvimento de tecnologias de Big Data e processamento de linguagem natural que permitiram o surgimento e aperfeiçoamento de assistentes de voz como Alexa (da Amazon) e Siri (da Apple). Com um dispositivo especial (óculos de realidade virtual), o utilizador tem uma experiência de imersão no ambiente projetado digitalmente por meio de gráficos tridimensionais. Isso é utilizado, principalmente em videojogos, no entanto num futuro próximo que é hoje, teremos empresas a utilizar gráficos tridimensionais para proporcionar novas experiências de venda, uma oportunidade especialmente para empresas do mercado imobiliário.

Para os que defendem uma internet completamente livre, é um cenário desejável. o momento é de caos imprevisível da internet que é um dos desafios para a consolidação da web 3.0. Mesmo que faça sentido recorrer ao blockchain para descentralizar o controlo dos dados, para que possa ocorrer, não depende da nossa vontade ou de um decreto, mas sim da evolução e aceitação. A descentralização disseminar-se-á de fato, um dos desafios da web 3.0, é o combate ao cibercrime. Podem existir desafios relativamente à desinformação e contrainformação, com o partilha premeditado de fakes, discursos de ódio, golpes virtuais e consolidação dos grupos de cibercriminosos e ciberterroristas. No entanto as dificuldades na regulamentação, controlo e fiscalização podem trazer efeitos colaterais nocivos à sociedade em geral. Um enorme desafio é como descentralizar as decisões que podem impactar massivamente os utilizadores, hoje dependentes em grande parte dos principais investidores, um pequeno grupo de pessoas!

Umas das principais transformações suportadas web 3.0 é o protagonismo do utilizador na definição de como seus dados são vistos e tratados.  Um dos impactos que a nova realidade terá nas empresas, está no modelo utilizado para conduzir a sua estratégia de marketing. O segredo da Google e do Meta encontra-se na utilização dos dados que recolhem dos seus utilizadores O sistema beneficia o monopólio dessas duas gigantes da tecnologia e também facilita o marketing das empresas em geral, pois permite-lhes difundir a sua mensagem altamente segmentada, com um baixo custo e um alto benefício.Com a descentralização dos dados e maior poder de decisão do utilizador sobre os seus dados, obriga a uma transformação do ecossistema do marketing digital, procurando maior confiança e ligação ao utilizador / consumidor. O novo cenário obrigará as empresas uma estratégia baseada na confiança e maior conexão com o utilizador, oferecendo conteúdo cada vez mais relevante de acordo com as demandas dos clientes em potencial.

Em resumo a Web 3.0 é a nova fase da evolução da WWW, com uma descentralização dos dados dos utilizadores suportada por blockchain e aumento experiências do, uma fase de maior Independência, mais privacidade, menos monopólios e uma descentralização do poder.

Takeways

Vantagens: Melhoria da segurança a ataques DDoS (negação de serviço) e ataques de cibercriminosos.

Aumento de privacidade, resistência à censura, Integridade da informação que é guardada no bloco do Blockchain.

Computação confiável e verificável. No caso dos Smart Contracts estes podem ser analisados e verificados de forma livre e são executados em ambiente protegidos.

No final do dia permitem ou obedecem à CIA ou IAC (Do inglês: confidentiality, integrity and availability) – confidencialidade, Integridade e disponibilidade

Melhoria na pesquisa da internet e personalização dos aplicações e sítios de internet.

Automação e Interoperabilidade entre diferentes sistemas de forma partilharem e interpretarem informações.

Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning de forma a melhorar a performance e a precisão das informações disponibilizadas aso utilizadores já temos um exemplo badalado mundialmente é o ChatGPT.

Pontos a melhorar: Protocolos de consenso de forma melhorar a escalabilidade do Blockchain

Adoção em massa, ainda é necessária uma curva de aprendizagem e de evangelização.

Pagamento de comissões para realizar operações no blockchain.

No caso dos smart contract’s, estes não podem ser alterados diretamente. É necessário criar um novo que pode consumir tempo. Mesmo que seja um problema de segurança.

Aumento de ciberataques, recorrendo a Automação IA, Machine Leaning, e Deep Learning

 

João Paulino,
Especialista em cibersegurança e Ethical Hacker

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