• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Ageas Cooljazz traz edição focada na acessibilidade e talento nacional. Conheça o cartaz completo

      Portugal entrou ontem em défice ecológico: gastámos os recursos naturais de 2026 em apenas 127 dias

      Futuro da liderança vai marcar presença no Rock in Rio Lisboa’26 com a Nova SBE Executive Education

      «Se a marca não lidera, o consumidor escolhe outra»: sustentabilidade já é condição para a continuidade das marcas

      Estamos a entrar numa bolha de liderança sem accountability — e Portugal não é exceção

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      «Se a marca não lidera, o consumidor escolhe outra»: sustentabilidade já é condição para a continuidade das marcas

      Luísa Jacinto: «O excesso desvirtua o fim, despista-nos»

      Filipa Castanheira: «O tecnostress pode manifestar-se como tecnoinvasão, quando o trabalho entra pela casa adentro»

      Tiago Roxo: «Não é fácil encontrar calma num ambiente de crescimento tão acelerado»

      Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bruno Sambado: «O áudio prospera porque está dotado da eficiência tecnológica aliado à intimidade humana»

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      (Entrevista) O que o 25 de Abril não resolveu na vida das mulheres

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      7 livros para ler agora: da IA à política global, passando pelas lendas japonesas

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Ageas Cooljazz traz edição focada na acessibilidade e talento nacional. Conheça o cartaz completo

      Portugal entrou ontem em défice ecológico: gastámos os recursos naturais de 2026 em apenas 127 dias

      Futuro da liderança vai marcar presença no Rock in Rio Lisboa’26 com a Nova SBE Executive Education

      «Se a marca não lidera, o consumidor escolhe outra»: sustentabilidade já é condição para a continuidade das marcas

      Estamos a entrar numa bolha de liderança sem accountability — e Portugal não é exceção

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      «Se a marca não lidera, o consumidor escolhe outra»: sustentabilidade já é condição para a continuidade das marcas

      Luísa Jacinto: «O excesso desvirtua o fim, despista-nos»

      Filipa Castanheira: «O tecnostress pode manifestar-se como tecnoinvasão, quando o trabalho entra pela casa adentro»

      Tiago Roxo: «Não é fácil encontrar calma num ambiente de crescimento tão acelerado»

      Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bruno Sambado: «O áudio prospera porque está dotado da eficiência tecnológica aliado à intimidade humana»

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      (Entrevista) O que o 25 de Abril não resolveu na vida das mulheres

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      7 livros para ler agora: da IA à política global, passando pelas lendas japonesas

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Artigos Leadership Conheça a origem do termo Woke

Leadership

Conheça a origem do termo Woke

Link copiado

Partilhe este conteúdo

13 Dezembro, 2023 | 7 minutos de leitura

O termo era desconhecido em França até 2020, mas tende hoje para se impor. Se o utilizamos, é porque indica a dupla origem do movimento, uma mais próxima e outra mais remota. Woke significa, antes de mais, «desperto» na linguagem popular afro-americana, e foi recuperado, por sua vez, pelo movimento Black Lives Matter (As Vidas […]

O termo era desconhecido em França até 2020, mas tende hoje para se impor. Se o utilizamos, é porque indica a dupla origem do movimento, uma mais próxima e outra mais remota. Woke significa, antes de mais, «desperto» na linguagem popular afro-americana, e foi recuperado, por sua vez, pelo movimento Black Lives Matter (As Vidas Negras Importam). Mas este termo remete igualmente para a noção de «iluminação», tão importante na história religiosa dos Estados Unidos, assinalada por toda uma série de «despertares religiosos» protestantes.

O termo woke é mais ajustado do que a expressão «politicamente correto», usada nos anos 1980 para descrever as correntes de pensamento que anunciavam estas ideologias. Contudo, «politicamente correto» era uma expressão essencialmente pejorativa, a que recorriam aqueles que se opunham às tentativas dos progressistas de então de controlar a linguagem e evitar expressões «discriminatórias». Por conseguinte, nunca ninguém se apresentava como «politicamente correto». Pelo contrário, o termo woke tem a vantagem de não ter sido inicialmente depreciativo, pelo contrário.

Foi por vezes usada uma outra denominação para designar estes militantes identitários, a de «guerreiros da justiça social» (SJW, social justice warriors). Esta reflete o carácter militante dos wokes e o facto de, para estes, que maioritariamente começaram por ser estudantes, as universidades não deverem visar a procura da verdade, mas sim estabelecer uma verdadeira «justiça social», inclusivamente com recurso a meios coercitivos. É, contudo, evidente que a expressão «justiça social» não está adaptada ao papel central que os militantes woke atribuem às noções de género e de raça, ao passo que a questão social é substancialmente deixada de lado.

Uma terceira expressão por vezes utilizada para designar a doutrina destes militantes woke é cancel culture, «cultura de anulação» ou de «cancelamento». Faz referência, neste caso também pejorativamente, não ao conteúdo, mas ao seu método de ação. Este hábito de «cancelar» os adversários é efetivamente um dos aspetos mais característicos e mais detestáveis deste movimento. Esta vontade de aniquilar e de eliminar os adversários evoca necessariamente a forma como os «inimigos do povo» iam sendo gradualmente apagados das fotografias soviéticas. Além do método, esta noção de cancel culture não permite saber que ideias os wokes querem verdadeiramente promover.

 

Um termo emprestado da cultura popular negra 

O termo woke foi inventado pelos militantes negros americanos e recuperado na cultura dos campus universitários desde aproximadamente os anos 2010, primeiro em torno da teoria crítica da raça, mas, em seguida, mais genericamente, para designar o conjunto das correntes universitárias militantes, do género à interseccionalidade. Woke, na linguagem popular afro-americana, foi criado a partir de woken, o particípio passado do verbo wake, despertar. Esta ideia do despertar ganhou muito rapidamente um sentido político. Nos anos 1920, o profeta rastafári e militante negro de origem jamaicana Marcus Garvey tinha adoptado o slogan «Wake up Africa! Wake up Ethiopia!» para apelar a uma maior consciência política dos negros americanos. A exortação a «serem despertos» permanecerá presente na cultura reggae. O termo woke significa igualmente, nesta mesma linguagem popular afro-americana, estar «à escuta de novidades», também «ser cool», como no artigo do escritor negro William Melvin Kelley, que faz em 1962 uma lista das palavras de origem afro-americana recuperadas pelos beatniks da época. Nesse mesmo artigo, Kelley apela aos negros americanos para que conservem o domínio da sua própria língua.

O termo woke acabará por assumir um sentido mais político com o êxito musical da rapper Erykah Badu, «Master Teacher», em 2008: «Mesmo quando o pregador te mente […] tu ficas sempre desperto / Mesmo que passes por dificuldades e conflitos / Para manteres uma vida sã, fico sempre desperto.» Poderíamos então traduzir o termo woke mais precisamente por «consciente», «informado» acerca dos assuntos políticos e sociais, ou até, numa linguagem mais militante, «conscientizado». Em 2012, a mesma Erykah Badu usa novamente a expressão stay woke num tweet de apoio às cantoras da banda punk Pussy Riot, detidas na Rússia: «A verdade não precisa de crenças. Mantenham-se woke. Observem com atenção o que se passa #FreePussyRiot.» O movimento woke aponta então para o despertar para uma visão global do Mundo em que todas as injustiças poderão ser assinaladas e combatidas. É no seio do movimento Black Lives Matter que a expressão stay woke se tornará, no final dos anos 2010, num grito de chamamento para toda uma juventude indignada com a morte de jovens negros às mãos da polícia.

Esta expressão é o título da curta-metragem que apresenta, em 2016, o movimento Black Lives Matter e relata a sua história. Além dos militantes afro-americanos, o termo será depois utilizado pelos jovens militantes brancos para designar aqueles que estão «conscientes» das injustiças feitas aos membros de todas as minorias oprimidas, não apenas a minoria negra, quer se trate de opressão associada à raça, ao género ou a qualquer outra pertença comunitária e vitimária. Em 2017, a palavra entra no Oxford English Dictionary, que o define assim: «Originalmente: bem informado, atualizado. Na atualidade, principalmente: atento à discriminação e à injustiça raciais ou sociais; usado frequentemente na expressão “mantém-te woke”.» Em França, o termo só se tornou corrente no final de 2020, e na maioria das vezes num sentido pejorativo: a eco-feminista Sandrine Rousseau forneceu inúmeros exemplos daquilo que pode ser um pensamento woke.

Esta origem do termo na música negra leva a que o movimento Black Lives Matter seja o que mais bem encarna o movimento woke. Um militante woke negro é, de certa forma, mais legítimo do que qualquer militante branco. É o que exprime a música negra Georgia Anne Muldrow, que participou na canção de Erykah Badu. Segundo ela, a apropriação do termo pelos brancos é ilegítima, porque «ser woke é definitivamente uma experiência negra»: permite «compreender aquilo por que passaram os [nossos] antepassados» e também o facto de que «lutamos desde o dia em que aqui desembarcámos». Os wokes genuínos poderiam então ser unicamente os militantes negros.

Só mais tarde o termo woke será utilizado para ridiculizar este novo conformismo. O maior êxito neste domínio é o livro do comediante inglês Andrew Doyle, Woke. A Guide to Social Justice. Apresenta-se como um manual para se ser woke, redigido por uma «poeta interseccional radical empenhada no feminismo e na justiça social», na verdade uma estudante burguesa, Titania McGrath, muito ativa nas redes sociais e insuportável distribuidora de lições. As contas de Titania nas redes sociais, criadas por Doyle, são igualmente hilariantes. Por exemplo, a propósito da covid, Titania explica: «Estamos demasiadas vezes dispostos a julgar e a diabolizar aqueles que não compreendemos. Como vegetariana e humanitária, recebo refugiados de todo o tipo. E, sim, isso inclui o coronavírus.» Os absurdos de Titania anunciam geralmente os delírios woke com alguns dias ou alguns meses de antecedência. Com frequência, as suas fórmulas são interpretadas à letra por militantes woke. Rokhaya Diallo tratou assim de acompanhar um dos seus tweets, que dizia: «Se alguém vos pedir provas de racismo, basta responder que pedir provas de racismo é, por si só, uma prova de racismo. A bola está do vosso lado, fanáticos.» Há que dizer que este é um resumo preciso do pensamento de Robin DiAngelo, autora de proa da «teoria crítica da raça».

 

Este excerto do livro A Religião Woke, de Jean-François Braunstein, é publicado com o consentimento da Editora Guerra e Paz.

Este artigo foi publicado na edição de outono da revista Líder, que tem como tema Reborn from Chaos: The Path for a New Renaissance.

Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já

Opinião

O futuro das organizações é humano, ético e assente em cloud cognitiva 

Ler artigo

O design hostil como falência da ética

Ler artigo

IA como bem comum: a oportunidade de Portugal

Ler artigo

O regresso ao humano 

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Artigos

Mai 04, 2026

Luísa Jacinto: «O excesso desvirtua o fim, despista-nos»

Ler Artigo

Artigos

Abr 27, 2026

Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

Ler Artigo

Sociedade

Abr 27, 2026

«Precisamos de um ócio livre do scroll infinito», afirma David Erlich

Ler Artigo

Artigos

Abr 24, 2026

Conceição Zagalo: «A maturidade não deve significar retirada» 

Ler Artigo

Artigos

Abr 23, 2026

«O ChatGPT não é um psicólogo»: a fronteira entre a terapia humana e a inteligência artificial

Ler Artigo

Artigos

Abr 22, 2026

Maria José Tonelli: «O imaginário masculino em relação à idade das mulheres é, muitas vezes, cruel»

Ler Artigo

Artigos

Abr 21, 2026

Coronel Carlos Mendes Dias: «A paz dos homens é sempre circunstancial»

Ler Artigo

Leadership

Abr 21, 2026

O que sabemos sobre o que ainda não vivemos 

Ler Artigo

Artigos

Abr 17, 2026

Leadership Next Gen: «A consistência é o ingrediente essencial para chegar ao topo», realça Duba Barradas

Ler Artigo
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.