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Home Opinião Envelhecimento 4.0

Opinião

Envelhecimento 4.0

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24 Junho, 2024 | 6 minutos de leitura

Vivemos mais e melhor. No triénio 2021-2023, a esperança de vida à nascença segundo o INE, foi estimada em 81,17 anos; sendo 78,37 anos para os homens e 83,67 anos para as mulheres. Em 1960, as mulheres viviam 66,7 anos e os homens 61,1. São quase 20 anos de ganho de esperança de vida média […]

Vivemos mais e melhor. No triénio 2021-2023, a esperança de vida à nascença segundo o INE, foi estimada em 81,17 anos; sendo 78,37 anos para os homens e 83,67 anos para as mulheres. Em 1960, as mulheres viviam 66,7 anos e os homens 61,1. São quase 20 anos de ganho de esperança de vida média em apenas 63 anos. Devido a melhor conhecimento médico, melhores meios de diagnóstico, medicamentos mais eficientes e estilos de vida mais saudáveis. Desde 1990, apenas os medicamentos contribuíram para o aumento de 10 anos de esperança de vida, segundo a McKinsey. Doenças fatais tornaram-se crónicas como o HIV ou a hepatite, sem falar dos sucessos da vacinação.

As notícias são ótimas, mas colocam-nos desafios gigantescos: como financiar este modelo de acesso à saúde? Como colocar o cidadão no centro do sistema e responsabilizá-lo pelos seus estilos de vida? Como promover um envelhecimento ativo e útil? Como diferenciar a idade cronológica da idade do real envelhecimento? Como equilibrar a inversão da pirâmide demográfica com a redução da natalidade nos países desenvolvidos? Como sustentar, em termos alimentares, 8.1 biliões de pessoas existentes no mundo? Como garantir equidade entre continentes na qualidade e esperança de vida (não apenas nos países desenvolvidos)? Como promover a literacia social para a prevenção e um envelhecimento com saúde? Como promover o acompanhamento e integração dos idosos, quando a família não o faz?

São tantas dúvidas e desafios que a sociedade, política e economia ainda não estão preparados para responder. Nem existe um modelo ideológico que solucione estes problemas, pois todos eles foram originados quando a “segurança social” ainda não era um problema. Daí o paradigma de intervenção das políticas públicas, concebidas para tratar doenças, pagar reformas baixas, distribuir subsídios… uma verdadeira estratégia de envelhecimento ativo não é apenas pública, mas social, privada, comunitária e individual. O interesse é de todos, mesmo dos mais jovens que um dia também vão envelhecer.

São certamente 4 os pilares sociais para uma prática dum envelhecimento ativo: o pilar da saúde, da educação, da segurança e da garantia de participação e integração de todos na sociedade. Estes pilares conduzem à exploração de estratégias específicas que promovem um envelhecimento ativo e saudável dos “Baby boomers” (nascidos entre 1945 e 1964) e da “geração X” mais antiga (nascidos entre 1965 e 1981). Foram as gerações que construíram o mundo e a sociedade como a conhecemos hoje. Temos uma dívida elevada para com ambas as gerações.

O conceito de “Envelhecimento Activo” foi adoptado pela Organização Mundial da Saúde no final dos anos 90. E é um conceito transversal que não se foca apenas no pilar da saúde, e neste, nem sequer apenas no critério da doença. Mas também da prevenção e da integração das pessoas com incapacidade. Nem sequer apenas no indivíduo ou sua família, mas na comunidade e na sociedade.

No pilar da saúde pretendemos retardar declínios funcionais, envelhecendo com saúde. Tudo tem de começar na prevenção: ao nível individual, a adoção de estilos de vida saudáveis, particularmente através de uma alimentação equilibrada e de exercício físico regular e adequado. Nas sociedades desenvolvidas a promoção da atividade física, nas menos desenvolvidas muito assentes em trabalho físico, a sua prática de forma correta para evitar lesões e doenças consequentes. O equilíbrio biopsicossocial e mental é também fundamental. Na doença, o acompanhamento prioritário dos grupos de risco como fundamental (grávidas, crianças, idosos, doentes oncológicos) e muito educativo nas doenças crónicas, eventualmente incapacitantes. Levando os doentes a participar ativamente no seu tratamento. Importa, portanto, definir o “customer journey” dos nossos cidadãos antes, durante e depois de entrarem no sistema de saúde.

Outro fator fundamental diferenciador tem a ver com as determinantes relacionadas com as condições de habitabilidade, acessibilidade, integração funcional (permitir por exemplo trabalhar para além da idade da reforma; ou antecipar a mesma sem penalizações graves; caso um destes seja o desejo do cidadão) e amigabilidade. Ou seja, erradicar o seu isolamento familiar e social. Trata-se da prática de atividades diversificadas de formação ao longo da vida, de prática desportiva e recreativa, de lazer e animação e de aquisição e transmissão de conhecimentos, que concorram para a promoção de uma melhor qualidade de vida de todas as gerações.

Mas também garantir a existência de suportes formais e informais de convívio e proximidade com vizinhos, amigos ou familiares, assim como o acesso facilitado a supermercados e outros locais utilizados diariamente, através de modelos arquitectónicos pensados para tal.

O equilíbrio da pirâmide etária através da imigração controlada e planeada, assim como de estímulos ao aumento da natalidade como fator integrador mas também de segurança e de saúde. Ainda ao nível da segurança, importa criar ambientes seguros e adequados ao envelhecimento, de proximidade e fácil acesso, também utilizando as tecnologias de apoio disponíveis no contexto de um envelhecimento ativo e saudável.

Ao nível da educação, talvez o mais importante para o médio-longo prazo, fornecer princípios e valores da importância do envelhecimento ativo. Mas também educação e formação para cuidadores ; educação e oportunidade de aprendizagem ao longo da vida; ou tentar fazer com que o “elevador social” volte a funcionar de forma a poder criar condições de envelhecimento melhores ao longo das gerações.

Poderíamos tentar criar aqui uma estratégia de longo prazo, mas o envelhecimento ativo será com saúde, se as estratégias locais, nacionais e globais se estiverem alinhadas com as estratégias intersectoriais e multigeracionais. Talvez pensar um modelo P.O.L.C.I. estratégico de liderança de processos, em que se Planeie, Organize, Lidere, Controle e Integre os recursos e as pessoas.

Nelson Pires,
Diretor-Geral da Jaba Recordati

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