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Home Opinião Sete competências de liderança eficazes para um futuro com IA

Opinião

Sete competências de liderança eficazes para um futuro com IA

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3 Setembro, 2024 | 6 minutos de leitura

À medida que a Inteligência Artificial (IA) se torna uma força motriz nas organizações modernas, a natureza da liderança está a evoluir. Gosto de dizer que a IA tem o poder de tornar os líderes mais humanos, e não o contrário, tornando-os mais empáticos, visionários e eficazes. No entanto, para navegar com sucesso neste novo […]

À medida que a Inteligência Artificial (IA) se torna uma força motriz nas organizações modernas, a natureza da liderança está a evoluir. Gosto de dizer que a IA tem o poder de tornar os líderes mais humanos, e não o contrário, tornando-os mais empáticos, visionários e eficazes. No entanto, para navegar com sucesso neste novo paradigma é crucial que os líderes desenvolvam competências específicas.

Deixo-vos sete competências que considero essenciais para capacitar os líderes para que enfrentem os desafios e aproveitem as oportunidades deste futuro tecnológico alimentado por AI:

  1. Ser um ouvinte recetivo

Os seres humanos, criaturas sociais, dependem fortemente da comunicação, que é para todos uma tecnologia fundamental. A escuta genuína – caracterizada pela atenção, interesse, absorção e empatia – é uma característica rara. Nas culturas individualistas, onde a tónica é frequentemente colocada na assertividade e na auto-expressão, a escuta passa para segundo plano em relação à fala. As conversas transformam-se em competições, onde impera a voz mais alta e com mais ideias.

Esta cultura centrada na conversação estende-se aos ambientes empresariais, onde a liderança é equiparada à capacidade de falar. Os líderes que dão prioridade a ouvir em vez de falar podem estar melhor posicionados para enfrentar o intrincado panorama atual.

  1. Ter consideração pelos outros

É fundamental tratar as pessoas com decência e respeito, reconhecendo o seu valor, independentemente do seu estatuto ou origem. Num mundo consumido por objetivos individuais e interesses próprios, é fácil ignorar a humanidade dos outros. Esta tendência é generalizada nos ambientes empresariais, e os líderes negligenciam frequentemente o aspeto pessoal da vida dos membros da sua equipa por entre as exigências das tarefas e dos objetivos.

Pesquisas indicam que a praticar a bondade e a consideração traz inúmeros benefícios, incluindo a promoção do bem-estar, do empenho e da produtividade dos colaboradores.

  1. Cultivar o desapego

Os seres humanos possuem convicções e certezas inerentes, essenciais para navegar pelas incertezas e perigos da vida. No entanto, o nosso forte apego a estas crenças pode impedir que nos adaptemos ao mundo complexo e em rápida mudança dos dias de hoje. Cultivar o desapego não significa abandonar as nossas convicções, mas sim estar aberto a diferentes perspetivas e ideias. Se abandonarmos gradualmente o apego às nossas convicções, será possível construirmos um ciclo virtuoso de melhores contribuições, liderança adaptativa e realização profunda – e os líderes vão evoluir e ser capazes de assumir as complexidades do mundo moderno com agilidade e eficácia.

  1. Encontrar um propósito

O discurso generalizado sobre “estar em busca de um propósito” tornou-se opressor e, na maioria dos casos, carece de autenticidade. A transição da imposição de um objetivo para a criação de um significado pessoal para algo reflete um reconhecimento mais amplo do que a pura retórica, em especial após a pandemia. As pessoas procuram um significado ou propósito genuíno para o seu trabalho, e não apenas o objetivo declarado pela empresa.

  1. Desbloquear o potencial

A pandemia desencadeou mudanças significativas no local de trabalho, levando a reflexões sobre as práticas anteriores e à oportunidade de redefinir o trabalho para melhor. À medida que a IA simplifica o processo de encontrar profissionais que façam ‘match’ com as descrições das funções pretendidas, bem como com as culturas empresariais, surgem novas expectativas de que os profissionais contribuam para o tecido organizacional e também o moldem.

Este afastamento da noção tradicional de que os colaboradores deveriam encaixar-se nas estruturas existentes, passando para uma ideia mais ampla de construção coletiva, marca uma evolução fundamental na dinâmica dos locais de trabalho, desafiando as empresas e os líderes a adaptar-se em conformidade. À medida que as organizações se esforçam por se tornarem ambientes orientados para a aprendizagem e para o crescimento, os líderes devem dar prioridade à empatia, ao espírito aberto e ao interesse genuíno no desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos.

  1. Ser um recurso

As pessoas procuram cada vez mais líderes com quem trabalhar, e não para quem trabalhar, o que reflete uma mudança profunda nas suas expectativas e dinâmicas. A pandemia catalisou esta transformação, levando as pessoas a reavaliar as suas prioridades e a procurar ambientes onde possam prosperar.

Para além disso, com o aparecimento da IA e a sua crescente complexidade, o papel dos líderes está a evoluir da direção para a orquestração – uma mudança, pois devem agora servir como recursos e não como figuras de autoridade. Abraçar esta mudança é imperativo para permanecerem relevantes e promoverem um ambiente próspero e inovador. Reger-se por paradigmas de liderança ultrapassados conduzirá à mediocridade e à irrelevância num mundo complexo como o de hoje.

  1. Conceder autonomia

Segundo a McKinsey, a liderança centra-se em comportamentos destinados a alinhar a direção coletiva, executar planos estratégicos e renovar continuamente as organizações. No entanto, a sua essência não está no que a liderança é, mas sim em como se manifesta.

Tradicionalmente, a liderança girava em torno de numa abordagem inspiradora, mas isto está a mudar. As pessoas já não se entusiasmam por cumprir a agenda de outra pessoa; em vez disso, procuram autonomia e significado no seu trabalho.

Em contraste com os líderes tradicionais, é importante trabalhar para capacitar os colaboradores, dando-lhes espaço, ouvindo-os e ajudando-os a encontrar um significado pessoal. Esta abordagem ajuda a fomentar laços mais fortes e culturas empresariais duradouras, dando ênfase à colaboração e à capacitação individual em detrimento do controlo ‘de cima para baixo’.

Em suma, estes são os sete fatores que conduzem a que os líderes atuais se tornem “Orquestradores” – alguém que, no meu parecer, incorpora melhores qualidades de liderança, e também mais conducentes a prosperar neste mundo pós-pandemia impulsionado pela IA. Quanto mais os líderes abraçarem a sua humanidade, mais bem preparados vão estar para ultrapassarem incertezas e emergirem como líderes disruptivos.

 

Bob Wollheim,
Partner, EVP of Growth & People da CI&T

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