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Denise Calado

Dois anos de Pandemia: o mundo tornou-se um lugar mais perigoso

17 Maio, 2022 by Denise Calado

Após dois anos de Pandemia, e enfrentando as mais diversas adversidades, um novo estudo global revela que a população mostrou mais confiança nos governos que aplicaram restrições em prol de um bem maior, um sentimento que se demonstrou generalizado em todos os países. Contudo, em 2021, cerca de 82% das pessoas responderam que o mundo tornou-se um lugar mais perigoso. Hoje, os cidadãos contam com a ajuda tanto por parte do Estado, como por parte de empresas para recuperar a economia. No entanto, vive-se ainda com medo e em risco constante: desde lockdowns, a reaberturas, a passos atrás nas restrições, as pessoas hoje dão mais valor à sua saúde e segurança.

Estes são os dados de um recente estudo da IPSOS, “Two years on: lessons from covid times”, que procurou avaliar o estado global da população, aferindo indicadores como saúde mental, confiança, riscos e receios, sustentabilidade, adaptação, declínio da população entre outros.

Levantadas as restrições após dois anos de Pandemia de Covid-19, parece que se está cada vez mais a voltar ao que era o normal. Dados da Organização Mundial de Saúde fizeram um balanço de aproximadamente 14,9 milhões de mortes em excesso (a diferença entre o número de mortes que aconteceram com a Pandemia e o número de mortes expectáveis sem a Pandemia). Este número inclui as mortes diretas por Covid-19, mas também as mortes que foram afetadas indiretamente pelo vírus, como por falta de acesso a cuidados de saúde vitais que outrora teriam.

Não só a mortalidade aumentou mais do que seria esperado, como também a natalidade baixou. Em dois anos de incertezas e imprevisibilidades, a vontade de ter filhos foi menor, especialmente por medo da Pandemia, e, mais recentemente, dos acontecimentos geopolíticos e da inflação, reporta o relatório.

Por outro lado, problemas que não eram tão evidentes, apesar de presentes, tornaram-se impossíveis de não notar: o aumento das desigualdades foi exponencial, visto que em fases de crise estas evidenciam-se mais que nunca, desde desigualdades de género a etnias e geografia.

A saúde mental importa agora mais que nunca. Se anteriormente sintomas de depressão, burnout e stress eram postos de parte e desvalorizados, com a pandemia tornaram-se difíceis de ignorar. Deixou-se de socializar presencialmente para nos isolarmos para prevenir o contágio, com receio de prejudicar a saúde física, mas a saúde mental piorou, refere o mesmo relatório. Isto levou a que se passasse a dar prioridade ao bem-estar pessoal, sendo que 79% das pessoas afirmam agora que a sua saúde mental é tão importante como a física.

Estes dois anos de Pandemia revelaram que as pessoas ganharam mais interesse sobre o tema da Sustentabilidade e o impacto das ações que se tomam no dia-a-dia sobre o meio-ambiente. Perante uma mudança tão dramática no estilo de vida que se experienciou, porque não mudar para melhor em certos aspetos? O relatório evidenciou que 83% das pessoas consideram que um desastre ambiental está iminente. Nesse sentido, abordagens sustentáveis de negócios a longo prazo estão a ser cada vez mais consideradas, e presta-se mais atenção ao impacto que podem ter no meio ambiente.

 

Arquivado em:COVID-19, Notícias

“A evolução da inflação está envolta em elevada incerteza”, Mário Centeno, Governador Banco de Portugal

17 Maio, 2022 by Denise Calado

“Boa informação e boa comunicação são essenciais para enquadrar a evolução da inflação que está envolta em elevada incerteza”, afirma Mário Centeno, Governador do Banco de Portugal, a que acrescenta que fatores como o aumento de casos Covid na Ásia e o conflito na Ucrânia “vieram contrariar as expetativas de que as pressões inflacionistas externas se dissipariam a breve trecho”.

“Política monetária e inflação: o que esperar?” foi o mote para a apresentação do ex-Ministro das Finanças, durante o encontro em Lisboa, do International  Club of Portugal, onde deixou a mensagem de que a inflação na área do Euro deverá “manter-se elevada ao longo de 2022, ainda que se espere uma redução gradual e sustentada a partir de meados deste ano”. E não é de esperar uma espiral inflacionista vinda dos salários.

Para Mário Centeno, “a economia funciona com um todo, está aos mesmos níveis de 2019, mas é uma economia diferente”. Há “menos serviços, mais indústria e é necessário garantir condições de financiamento para rodos os setores”. E na área do Euro existem “preocupações de fragmentação financeira a tomar em linha de conta.”

As previsões do Banco Central Europeu (BCE) apontam para uma redução da inflação na zona Euro para níveis próximos de 2%, já em 2023/24. Contudo, o balanço dos riscos está em alta, pela possibilidade de extensão do conflito na Ucrânia e a aplicação de sansões sobre a Rússia, como na importação da energia.

Dos receios de um longo período de inflação baixa, os novos desafios da política monetária são agora de uma inflação excessiva, o que desencadeou um debate sobre qual a resposta a dar aos “choques inéditos” dos últimos dois anos, com efeitos contrários na inflação e na atividade económica.

Esta situação de feitos contrários, num contexto de desaceleração de crescimento económico, deve fazer-nos pensar. “É preciso ter calma e cautela quando analisamos esta situação”, diz Mário Centeno, a política monetária deve reagir, o que tem vindo a acontecer desde final 2021, entrando em processo normalização. “Paciência e gradualismo na política monetária são necessários, hoje como sempre, e devem ser proporcionais os choques que enfrentamos”.

Vivendo hoje um momento da história europeia que não seria possível antecipar, entre a recuperação de uma Pandemia e a invasão da Ucrânia pela Rússia, o impacto económico, social e geopolítico é de “elevada imprevisibilidade”. Hoje, a economia europeia enfrenta dois choques exógenos de grande dimensão, “sem precedentes” e ainda sobrepostos.

A raiz do processo inflacionista é bem identificada nestas duas dimensões. No entanto, a subida da inflação não se cingiu aos bens alimentares ou energéticos, ou seja, ela foi generalizada em todos os preços, o que Mário Centeno descreve como “processo de transmissão”. “Quanto menos temporário for o fenómeno inflacionista na sua origem, mais provável é que ele seja transmitido a outras componentes da inflação”, afirma relembrando o “animado debate” da inflação ser temporária ou permanente, assumindo a sua posição no “clube dos temporários”.

Segundo um recente inquérito global feito a líderes empresariais, partilhado pelo orador, o maior receio levantado sobre a condução da política monetária do BCE, no futuro próximo, é o de poder existir uma sobre reação que penalize a recuperação económica. “Os custos de uma política monetária agressiva fora do tempo, ou mesmo de uma normalização muito rápida, superam os benefícios”, alerta Mário Centeno, reforçando a importância do acesso a informação e dados atuais e fidedignos.

“Existe um risco de inação evidente, e esse risco está associado com a perda de credibilidade da capacidade do BCE em garantir a ancoragem da inflação no médio prazo”, realça. Há que garantir que essa reação permita o retorno da inflação ao objetivo de 2%, no médio prazo, algo que o BCE não conseguiu fazer durante muitos anos no passado recente, adverte.

Nas perspetivas partilhadas pelo Governador Banco de Portugal, o consumo privado na zona Euro está abaixo dos níveis pré-pandemia, mas o mercado de trabalho está mais alargado do que antes da Pandemia, o que é “absolutamente notável”. Mantem-se a tendência de crescimento contínuo nos salários, que segundo os últimos números disponíveis, até março de 2022, apresentavam valores médios, na zona euro, inferiores a 2%.

Para o Governador do Banco de Portugal, é importante ir seguindo a evolução das expetativas de inflação, ancoragem e indicadores salariais para obter dados mais seguros de forma a compreender estes processos que não são simples para a condução politica monetária a que acresce a coordenação com outras políticas.

 

Por Rita Saldanha

Arquivado em:Economia, Notícias

Ser Fidelidade é estar no mundo de forma especial

16 Maio, 2022 by Denise Calado

A Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., é a terceira seguradora mais antiga do mundo. O seu nome e a sua identidade agregam a história, a força e os valores de muitas marcas e seguradoras anteriores. Desde 1808 que a Fidelidade protege o futuro das famílias, das empresas e de Portugal.

Líder de mercado, nos ramos Vida e Não Vida, a Fidelidade tem no seu ADN valores como experiência, proximidade, inovação e superação. A estes acrescenta, a cada dia que passa, a essência de uma marca humana. Que acredita na vida, que está ao lado de quem precisa, quando assim é necessário, e consegue inspirar pessoas.

Ambicionando a verdadeira proteção das pessoas, através de um constante acompanhamento, aconselhamento personalizado e cuidado nos momentos mais difíceis, desenvolve produtos inovadores, adequados às reais necessidades das famílias e das empresas, e procura a melhoria constante dos serviços prestados. Mais do que responder de forma eficiente, tenta superar-se diariamente para bem servir os mais de 2 milhões de clientes que em si confiam. A Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., assume uma estratégia multicanal na distribuição dos seus produtos, o que lhe permite responder de forma eficaz às exigências do mercado em que opera. Tem a maior rede comercial do país e marca já presença em países como Espanha, França, Luxemburgo, Cabo Verde, Angola, Moçambique e Macau. A pertença ao FOSUN International Limited alargou os horizontes de crescimento e trouxe uma oportunidade única para reinventar os seguros em Portugal e levar mais longe a sua missão.

Redes sociais
Instagram Facebook LinkedIn

 

  • Missão
    Apoiar o desenvolvimento e a construção de uma sociedade sustentável é a missão da Fidelidade. Compromete-se a educar, servir, acompanhar e cuidar das pessoas ao longo da vida com produtos e serviços inovadores que protegem efetivamente as pessoas para que a vida não pare.

 

  • Visão
    Ser um exemplo para os outros, nunca deixando ninguém sem uma resposta e apoio, mesmo que para isso tenha que ir para além das suas obrigações.

 

  • Valores

 

  • Podcast People F1rst
    PEOPLE F1RST – Dá Prioridade Ao Que ImportaAs pessoas são o ativo mais importante das organizações. É com base neste princípio que temos vindo a repensar o futuro da gestão de pessoas na Fidelidade. Falar de Pessoas e não de Recursos Humanos coloca a conversa no sítio certo. E foi exatamente isso que quisemos trazer para o debate, desta vez em formato podcast. O PEOPLE F1RST, de forma informal e fluída, pretende transmitir a todos os ouvintes que o seu desenvolvimento pessoal é uma prioridade, o que implica também para as organizações colocar as pessoas em primeiro lugar. Esta linha editorial foi inicialmente pensada para o universo de aproximadamente 3.500 colaboradores do Grupo Fidelidade, contudo, dada a relevância dos temas, disponibilizámos igualmente o podcast publicamente.Este projeto surge de um processo de reflexão estratégica sobre como queremos interagir com as nossas Pessoas. Nos últimos anos, não só porque a pandemia nos obrigou a adotar o teletrabalho, estamos cada vez mais a diversificar as idades dos nossos colaboradores e tivemos que repensar a forma como comunicamos e interagimos. Para isso, apostámos no desenvolvimento de conteúdos e na exploração de novas plataformas.O podcast PEOPLE F1RST é um conjunto de 10 conversas entre Fátima Lopes e vários convidados, sobre temas relacionados com o desenvolvimento pessoal, posicionando o Grupo Fidelidade como um dos principais players na gestão de Pessoas.

    Estas conversas incluem sempre um ou dois convidados, que durante cerca de 20 minutos abordam assuntos que vão desde a comunicação, aos novos métodos de trabalho, feedback e feedforward, passando pelo papel da aprendizagem contínua, saúde mental, bem-estar, ansiedade e stress, empatia e inteligência emocional, entre outros temas.

    «As pessoas são o ativo mais importante das organizações e, na Fidelidade, é com base neste princípio que temos vindo a repensar o futuro da gestão de Pessoas. E falar de Pessoas em vez de falarmos em recursos humanos coloca a conversa no sítio certo e foi exatamente isso que quisemos trazer para o debate, desta vez em formato podcast. O PEOPLE F1RST pretende ser um podcast disruptivo que aborda temas que interessam a todos. Com esta iniciativa, reforçamos o compromisso do Grupo Fidelidade para com o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um, ao mesmo tempo que posicionamos o bem-estar como um elemento fundamental para o sucesso das pessoas, das equipas e das organizações», Joana Queiroz Ribeiro, diretora de Pessoas e Organização do Grupo Fidelidade.

    É essencial que as organizações falem sobre as suas Pessoas. Aliás, no Grupo assumimos o compromisso que devem ser os líderes a gerir as suas Pessoas e não uma direção central. Ao focarmo-nos nas Pessoas, iremos garantir que, estas se foquem nos nossos Clientes. Ou seja, pôr o foco nas nossas Pessoas é também garantir o melhor para a sustentabilidade do negócio e a melhor solução e experiência para os nossos clientes. Dar prioridade às nossas Pessoas é dar prioridade aos Clientes.

    Assim, o PEOPLE F1RST fortalece a imagem e perceção do Grupo Fidelidade enquanto empresa disponível e preparada para a mudança, e contribui para o seu posicionamento enquanto empregador de referência em Portugal e na gestão de Pessoas.

    Estes episódios estão disponíveis no YouTube, Spotify, Soundcloud e Apple Podcasts.

 

Tenha acesso às plataformas digitais aqui.
Veja este e outros conteúdos em fidelidadestudio.pt

 

  • Programa Boomerang

O Programa Boomerang é uma experiência de 10 meses onde cada trainee vai conquistar uma experiência profissional relevante numa função transformadora e imprimir a sua marca na Fidelidade.

As diferentes rotações ao longo do Programa vão ajudar cada trainee a conhecer as várias áreas core da empresa em 5 potenciais percursos (analytics, negócio, corporate, transformação ou comercial), ao mesmo tempo que participam num processo de transformação, à escala.

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Aos nossos enfermeiros

16 Maio, 2022 by Denise Calado

Um susto atirou este vosso criado, há umas semanas, para as urgências do Hospital de Cascais. Enquanto lá estive vi um grupo de profissionais dedicados a trabalhar em condições duras: rodeados de gente doente, amedrontada, impaciente, demente. Vi familiares a reclamar sem fazerem ideia da dureza do trabalho e das condições. Vistas de fora, as razões de queixa são atendíveis. Visto o que vi, compreendo as falhas. Tudo o que a natureza humana nos pode trazer de mais difícil podemos encontrar no serviço de urgência.

Todo este coro de desgraças foi gerido com humanidade e competência. Pessoas dedicadas medicaram, limparam, acarinharam uma quantidade excessiva de pessoas para aquele espaço e para as condições disponíveis. Fizeram-no com graciosidade e compreensão. O que fazem vale ouro.

É por isso que venho agradecer a estes enfermeiros e médicos e auxiliares e bombeiros, o que fazem por nós. O anúncio que passou nas televisões a celebrar o dia do enfermeiro (12 de maio) mostra quão injustos podemos ser com aqueles que nos servem. Por isso, hoje, até por razões pessoais, aqui deixo o meu obrigado. Creio que todos, mesmo quando nos queixamos, caros profissionais, reconhecemos e apreciamos o vosso serviço.

PS: A Coreia do Norte acaba de admitir os primeiros casos de covid-19. Só me ocorre uma palavra: extraordinário!

 

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Myriam Tejada é a nova Country Manager da Hotmart para Portugal e Espanha

16 Maio, 2022 by Denise Calado

A empresa de tecnologia e produtos digitais anuncia a nomeação da Myriam Tejada como a sua nova Country Manager para Portugal e Espanha. Nas suas novas funções, a profissional ficará encarregue de direcionar as estratégias de negócio da Hotmart em ambos os territórios, bem como de reforçar as suas equipas e recursos para prestar o melhor apoio aos criadores e empreendedores digitais locais.

Com mais de 17 anos de experiência na área digital, Myriam Tejada é licenciada em Jornalismo e Comunicação Audiovisual pela Universidade Ramon Llull. Ao longo da sua carreira profissional acumulou uma grande experiência na gestão de negócios digitais e na liderança do empreendedorismo digital, conhecimentos que irão contribuir para o universo dos atuais e futuros criadores digitais da Hotmart.

“A nova Economia Criativa que permite que as pessoas vivam das suas paixões, está a ter um crescimento global exponencial e está a contagiar rapidamente o mercado português. No nosso país há muitas pessoas que ainda não sabem que têm um talento que podem transformar na sua profissão e o meu principal objetivo será ajudá-los a transformar esse conhecimento num negócio digital de sucesso e com alcance internacional”, afirma a nova Country Manager.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Três pistas para os líderes garantirem a inclusão dos profissionais remotos

16 Maio, 2022 by Denise Calado

“Adeus” ao espartilho da semana de 40h/5 dias e “Olá” à flexibilidade no trabalho. Em nome da produtividade e bem-estar das pessoas, no novo paradigma do trabalho, estamos realmente prontos para o trabalho remoto? E como podem os líderes evitar desconexões e atender às necessidades dos seus colaboradores à distância? A Adecco Portugal enumera as três vias a seguir para que o trabalho remoto seja um ganho para ambas as partes.

#1 Os líderes precisam de tempo de qualidade com as suas equipas

Nos tempos em que todos partilhávamos um escritório a toda a hora, as interações informais permitiam a partilha de informação e as relações desenvolviam-se de forma orgânica. Com o trabalho remoto, os líderes têm de organizar o seu tempo para conversas de “um para um” com cada membro da sua equipa, para debater questões relacionadas com as suas carreiras e até com questões físicas e psicológicas. Estas conversas “cara a cara” são essenciais para assegurar que cada membro tem tempo semelhante com os seus líderes.

Devem ainda ser consideradas mais parcerias entre colaboradores, ou seja, os líderes devem juntar mais do que uma pessoa num projeto específico de forma a potenciar as relações interequipas.

#2 As empresas devem reinventar os seus escritórios e a forma como os colaboradores usam o espaço

Apesar de muitos empregadores terem incentivado o regresso ao escritório dos seus colaboradores, assim que as condições restritivas geradas pela pandemia acalmaram, aspiram agora a acordos híbridos de trabalho. Os mais dinâmicos já estão a mudar o layout e a localização dos seus escritórios de forma a atender às necessidades do trabalho à distância.

É também extremamente importante que as organizações capacitem as suas equipas de forma a estabelecer um modelo híbrido que funcione bem para eles. A maioria dos trabalhadores querem passar pelo menos algum tempo num escritório. Os líderes têm, então, de encontrar a melhor forma de colocar as suas equipas juntas fisicamente, tendo em conta as eventuais diferentes necessidades das outras equipas.

#3 Um bónus pela resiliência

A maior parte dos líderes está consciente do enorme esforço dos seus colaboradores desde o início da pandemia. Pessoas que se mantiveram firmes com as suas empresas, fizeram trabalho extra quando foi preciso e que se adaptam ao trabalho à distância sem interrupções. Se há uma altura ideal para reconhecer o seu contributo, é agora.

Tal como todos os programas de reconhecimento, os prémios, ou compensações, não têm de ser monetários. As pessoas ainda se sentem desligadas, mais do que antes da pandemia. É muito fácil que este sentimento se torne em medo de que os seus sacrifícios não estejam a ser suficientemente valorizados.

Ter tempo para conhecer e reconhecer estes esforços poderá ser uma forma de reter talento num mercado favorável ao “vendedor”. O futuro é incerto, mas também muito promissor para líderes e organizações que sabem reconhecer os impactos negativos do desafio da proximidade e tomar medidas de mitigação do seu impacto nas relações internas nas suas empresas.

É, assim certo, que as “velhas” oito horas por dia, cinco dias por semana são coisa do passado. As organizações que reconhecem esta tendência e que tomam medidas para manter as relações fortalecidas conseguem ser recompensadas em termos de produtividade.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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