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Rita Saldanha

O Bing pode ser o novo motor de busca de eleição?

2 Março, 2023 by Rita Saldanha

A Microsoft lançou o novo Bing, o motor de busca agora complementado pelo software de Inteligência Artificial (IA) da OpenAI, criadora do popular chatbot, o ChatGPT.

Numa tentativa de consolidar o Bing como o motor de busca de eleição, em competição com o Google, a Microsoft incorporou a tecnologia de IA para responder a perguntas de utilizadores e ter uma conversa sobre qualquer assunto, revela o The New York Times.

Apesar de a Microsoft não ter afirmado ainda qual a versão do software da OpenAI que está a ser utilizada no Bing, o mais provável é que seja o GPT-4, o modelo de linguagem que ainda não foi lançado.

Google pode estar a ficar para trás 

A Microsoft, que investiu pela primeira vez na OpenAI em 2019 e este ano reforçou com 10 mil milhões de dólares, está a capitalizar uma onda de progresso recente em recursos de IA para tentar competir com o Google, que há muito tempo detém uma posição dominante no mercado de buscas.

A Microsoft eventualmente planeia incorporar a tecnologia da OpenAI em muitos dos seus produtos; mas o relançamento do Bing é especialmente importante para a Microsoft, que tem lutado para se estabelecer nos mercado dos motores de buscas há anos. Se funcionar, poderá reduzir o domínio do Google e parte dos mais de 100 mil milhões de dólares em receitas anuais de publicidade em pesquisas que acarreta.

O Google está também a investir na sua própria ferramenta de Inteligência Artificial, o Bard, mas perdeu milhões de dólares quando, no seu lançamento, este deu uma resposta errada.

Como é o novo Bing? O que traz de novo a IA? 

O novo Bing, que está agora disponível apenas para um pequeno grupo de testers, parece uma versão híbrida de um motor de busca padrão e um chatbot no estilo GPT. Por enquanto, o Bing funciona apenas em computadores que usem o Edge, o browser da Microsoft, mas será disponibilizado nos restantes brevemente.

Se pedirmos “Escreve um menu para um jantar vegetariano”, o lado esquerdo da janela será preenchido com os resultados da pesquisa, com anúncios e links para sites de receita; do lado direito, estará alocado a Inteligência Artificial do Bing.

Começará a redigir uma resposta em frases completas, geralmente com links incorporados para os sites dos quais está a retirar a informação.

Para complementar a pergunta, ou ir mais a detalhe, pode perguntar “Escreve uma lista de compras para esse menu, classificada por corredor, com as quantidades necessárias para fazer comida suficiente para oito pessoas”: a IA dará a resposta completa.

Os jornalistas do The New York Times tiveram a possibilidade de testar este novo motor de busca e notaram uma melhoria significativa em relação à Google, e até ao próprio ChatGPT que, apesar dos seus recursos, nunca foi projetado para ser usado como um motor de busca.

O ChatGPT atualmente não cita as fontes e tem problemas em incorporar informações ou eventos recentes. Portanto, embora o chatbot possa escrever um poema ou redigir um e-mail, é menos adequado para relatar o que aconteceu na Ucrânia na semana passada.

A Microsoft contornou algumas das limitações do ChatGPT ao conjugar os recursos de linguagem da OpenAI com a função de pesquisa do Bing, usando uma ferramenta proprietária chamada Prometheus.

Essa tecnologia consegue extrair termos de pesquisa das solicitações dos utilizadores, executar essas consultas no índice de pesquisa do Bing e, de seguida, usar esses resultados de pesquisa em combinação com seu próprio modelo de linguagem para formular uma resposta.

Nas demonstrações da Microsoft e nos testes que têm sido feitos, o Bing tem tido sucesso, e consegue realizar uma ampla variedade de tarefas relacionadas com pesquisa, incluindo a criação de itinerários de viagem, brainstorming de ideias para presentes e resumo de livros e enredos de filmes.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Francisco Matias é o novo Diretor de Recursos Humanos da DPD Portugal

2 Março, 2023 by Rita Saldanha

Francisco Matias Diretor é o novo responsável pela Direção de Recursos Humanos da DPD, assumindo a gestão das políticas de recursos humanos de 1.200 colaboradores.

Licenciado em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Lusíada, conta com mais de 10 anos de experiência em gestão de Recursos Humanos, tendo sido durante quatro anos Responsável Industrial de People & Culture da Sovena, empresa na qual desempenhava funções desde 2015.

Atualmente, a DPD conta com 1.200 colaboradores, um número que a empresa prevê aumentar a médio prazo, no seguimento do recente investimento de €28 milhões no desenvolvimento de um novo hub de distribuição de encomendas em Loures, de 12.000 metros quadrados, que tem previsão de conclusão em junho de 2023. Este hub contará com as equipas que trabalham de momento em duas operações da zona de Lisboa: São João da Talha e Olivais

É com entusiasmo que abraço este novo desafio, no qual pretendo trazer valor acrescentado à prática de gestão de pessoas e gerar novas formas de engagement numa empresa onde a cultura de proximidade e união entre colegas é um dos fortes ativos. Somos pessoas que trabalhamos para pessoas, e satisfazer os nossos “clientes internos” é causa de um efeito que será a satisfação de quem recebe as nossas encomendas

Francisco Matias, Diretor de Recursos Humanos da DPP Portugal

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Mulheres na tecnologia podem fazer aumentar o PIB na Europa até 600 mil milhões de euros

1 Março, 2023 by Rita Saldanha

O PIB na UE poderia aumentar até 600 mil milhões de euros se a percentagem de mulheres em empregos tecnológicos duplicasse até 2027. Atualmente, apenas 22% dos cargos tech europeus são ocupados por mulheres.

Uma nova análise revela ainda que 13 milhões de mulheres europeias, cerca de 18,5% do total da população feminina, estão fora da força de trabalho. Reintegrar estas mulheres, com idades entre os 25 e os 54 anos, seria uma oportunidade de aumentar a representatividade de mulheres. Aproximadamente 46% deste grupo cita as responsabilidades familiares como a principal razão pela qual não podem trabalhar.

Women in Tech 

De acordo com o estudo “Women in tech: the best bet to solve Europe’s talent shortage”, elaborado pela McKinsey & Company e que recolheu dados de mais de 60 milhões de trabalhadores na Europa, apenas 22% das mulheres ocupam cargos tecnológicos em empresas. O desenvolvimento e gestão de produto (46%), a engenharia, ciência e análise de dados (30%) são as áreas com maior representação feminina. Por outro lado, os cargos com maior procura atualmente, que estão relacionados com DevOps e Cloud, são também os que têm o menor número de trabalhadoras, com apenas 8%. Seguem-se a área de sistemas (15%) e de engenharia core (18%).

A presença de mulheres em empresas tecnológicas ou empresas ligadas ao setor tecnológico é de 37%, com a maior representatividade feminina no domínio das redes sociais (50%) e do comércio eletrónico (46%), sendo estas as únicas atividades em que se verifica paridade; em sentido inverso, este valor diminui consideravelmente quando olhamos para as empresas de semicondutores (24%). No mundo das empresas adjacentes, a área com menor presença feminina é a engenharia e produção com 31%, em comparação com 39% verificados nas áreas de telecomunicações e consultoria de TI.

Esta lacuna está diretamente relacionada com a percentagem de mulheres no ensino superior nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Segundo o relatório, a média europeia de mulheres licenciadas em cursos STEM é de 32%, no caso de Portugal, o País fecha o top 10 europeu com valores na ordem dos 35%.

O estudo desmistifica a ideia de que a falta de mulheres em áreas STEM se deve a uma menor predisposição das mesmas para o tema. Globalmente, em todos os países europeus, as alunas e os alunos pré-adolescentes não mostram diferenças nas competências científicas e matemáticas, tal como refletido no teste TMMS, realizado aos 9 anos de idade, e no teste PISA, realizado aos 15 anos de idade.

Chaves para o regresso das mulheres ao setor da tecnologia 

A análise indica que, para colmatar esta lacuna, a Europa deve aumentar o seu talento tecnológico feminino em mais de 1,6 milhões e alcançar um equilíbrio de 40/60 até 2027. Para que tal aconteça tem de atuar com base em quatro pilares-chave:

  • Redistribuição, impulsionando a formação STEM e recrutando mulheres com potencial em papéis não tecnológicos que tenham competências indiretamente relacionadas com a tecnologia;
  • Remodelação, eliminando preconceitos no processo de contratação que facilite o equilíbrio entre a vida profissional e familiar;
  • Retenção de talentos, criando oportunidades de liderança feminina, eliminando disparidades salariais e abordando as razões culturais para o abandono do talento feminino do setor;
  • Redimensionamento, aumentando a taxa de mulheres inscritas e licenciadas em cursos STEM.

 

A falta de talento no setor tecnológico pode colocar a capacidade de crescimento da Europa e das suas empresas em risco, e os líderes estão conscientes desse problema. 77% dos executivos citaram o défice de competências como um obstáculo à implementação da transformação digital, e apenas 16% dos líderes afirmaram que as suas empresas estão preparadas para colmatar esta lacuna. Se as empresas tiverem presentes estes pilares, poderemos ter uma presença feminina de 33% a 45% em cargos tecnológicos nos próximos anos. A atual falta de diversidade na tecnologia europeia resulta em desvantagens significativas para a Europa em toda a força de trabalho, na sociedade e mesmo ao nível da inovação. Neste sentido, é de particular importância aumentar a presença de mulheres nos cargos de topo: por exemplo, empresas em que a presença de mulheres nos conselhos de administração ultrapassa os 30% têm em média um investimento em I&D quatro vezes superior ao resto da economia. Assumindo que a taxa de sucesso das mulheres que reentram no mercado de trabalho tecnológico se situa entre 15% e 20%, com as empresas a oferecer políticas de conciliação e flexibilidade, tais como cuidados infantis e apoio familiar no trabalho, estamos a falar de 140.000 a 200.000 talentos tecnológicos que poderiam ser incorporados nesta indústria a nível Europeu

André Osório, Diretor de Client Capabilities da McKinsey em Portugal e Espanha

 

Tenha acesso ao estudo completo aqui.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

“Generous listening”: isto é o que é preciso para reter talento

1 Março, 2023 by Rita Saldanha

Se o “Quiet quitting” e a “Great Resignation” nos ensinou alguma coisa, é que hoje é importante, mais do que nunca, ouvir os colaboradores ativamente, e com generosidade – “generous listening”. As lideranças devem ativamente trabalhar esta soft-skill essencial para reter talento na organização, e que pode melhorar as relações, não só no trabalho, como também na vida pessoal.

O World Economic Forum partilha quatro dicas para praticar o generous listening, e tornar-se um líder consciente.

Estar mesmo presente

Ao ouvir a outra pessoa, primeiro tente organizar a sua cabeça. Esteja consciente de qualquer sentimento e frustrações que possa estar a sentir e deixe-os de lado. De seguida, concentre-se inteiramente no que a outra pessoa está a dizer.

Não tente formular as suas respostas enquanto os outros falam, nem tente fazer multitasking ou vaguear nos seus pensamentos. Esteja presente e atento. Afaste possíveis distrações que provavelmente se tornarão obstáculos para ouvir ativamente e generosamente.

Guarde o telefone. Se estiver na secretária, feche o portátil ou vire a cadeira para a pessoa que está a ouvir.

Deixar de lado preconceitos

Ouvir generosamente é uma prática empática e repleta de compaixão. Quando ouve de forma generosa, faz um esforço ativo para ver o mundo pela perspetiva do outro, e para entender o seus pensamentos e sentimentos.

Isso nunca será totalmente possível se trouxer preconceitos pessoais para a mesa. Assim, as conversas tendem a levar a que o outro lado fique na defensiva, e faz com que as pessoas se fechem.

Em vez disso, por que não começar a conversa do zero e oferecer coragem, compaixão, abertura e compreensão? Provavelmente ficará surpreendido pela positiva ao descobrir que todos nós vivemos uma experiência comum e que há traços de cada um de nós no outro.

Ouvir para aprender 

Todos somos únicos. Trazemos as nossas experiências para o local de trabalho, cada um com diferentes formações, backgrounds e conhecimento. Nunca se sabe o que pode vir a aprender com o outro. Seja curioso.

Quando conhece uma pessoa, tente pensar em ouvir como uma oportunidade de aprendizagem gratuita. Estar envolvido com o assunto e com a pessoa vai ajudar a criar relações genuínas mais profundas.

Não interromper 

Os líderes devem respeitar os seus colegas e ser genuinamente curiosos sobre o que os outros partilham, em vez de interromper o fluxo da conversa e quebrar o ritmo com membros da equipa.

As lideranças devem esforçar-se para estar atentos, ser atenciosos e estar em sintonia com os ritmos e humores subjacentes da equipa, ouvindo generosamente muito além das palavras e captando dicas nas entrelinhas.

Fazendo isso, podem liderar dando o exemplo, mas, mais importante, podem estabelecer as bases para construir um cultura mais ampla de escuta generosa no local de trabalho.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

A sua carreira está estagnada? Saiba porquê

1 Março, 2023 by Rita Saldanha

A estagnação da carreira leva os colaboradores a culpar as chefias de falhar no reconhecimento do seu trabalho e respetiva promoção, ou a política corporativa que dificultou a sua progressão.

O desafio é pensar nessa estagnação sobre o comportamento do próprio colaborador, e a Korn Ferry partilha quatro indicadores mais frequentes que impedem a progressão de carreira.

Dependência excessiva de uma só skill 

A excelência num só nicho pode ser um calcanhar de Aquiles à medida que progride numa organização. “Isso realmente limita o que alguém pode fazer em funções de liderança mais complexas”, diz Sarah Hezlett, vice-presidente de avaliação científica para a América do Norte no Korn Ferry Institute.

Um exemplo comum é o excesso de confiança em skills técnicas. Em funções de gestão, onde habilidades como a comunicação eficaz e capacidade de equilibrar interesses em conflito são essenciais para supervisionar o trabalho dos outros, o brilhantismo técnico torna-se um fator secundário.

Aprendizagem pessoal bloqueada 

Este é um ponto fraco comum entre grandes empreendedores, que geralmente são muito bem-sucedidos com as suas próprias skills e métodos e, portanto, não são proativos em aprender novos comportamentos e estratégias.

“Pode até colocá-los em novas experiências, mas não vão aprender com elas e, portanto, não estão realmente a ganhar terreno”, diz Hezlett.

À medida que progridem na carreira, isso torna-se um problema maior, porque a falta de aprendizagem com experiências correlaciona-se negativamente com a liderança da equipa, onde a aprendizagem constante e a flexibilidade são cruciais.

Incapacidade de construir equipas de forma eficaz 

“Pessoas solitárias não se dão bem na maioria dos ambientes corporativos”, diz Ron Porter, Senior Client Partner na Korn Ferry. Embora possa imaginar como é um colaborador que não se dá bem com os outros, na prática esses trabalhadores podem ser grandes mais valias.

No entanto, se abordam os colegas de equipa como uma coleção de pessoas, delegam em parte para que os funcionários não se apropriem de projetos e sucessos ou para que não compartilhem o crédito pelas vitórias.

A pesquisa da Korn Ferry sugere que esses hábitos se tornam mais prejudiciais à medida que as pessoas sobem na empresa. “Se você chegar ao topo de quase qualquer organização, não há lugar para esse tipo de liderança”, diz Porter.

 

Pensamento não estratégico

Geralmente, esta é a falha dos profissionais de alto desempenho que tendem a concentrar-se nos detalhes. “Não conseguem lidar com as tarefas que exigem pensamento estratégico”, comenta Paula Kerr, diretora no Korn Ferry Institute.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

De Israel para Lisboa: escola de formação prevê uma taxa de empregabilidade de 100%

1 Março, 2023 by Rita Saldanha

Com o objetivo de formar 500 alunos e com uma taxa de empregabilidade de 100% no primeiro ano de atividade, o Centro de Formação e Especialização Tecnológica TechOf vai abrir este mês de março em Lisboa com a previsão de um segundo centro no Porto, no início de 2024.

Através do método de ensino da Wawiwa, importada da start-up israelita nation, a TechOf pretende transformar os formandos, com ou sem competências na área tecnológica, em talentos tech eficazes, capazes de integrar o mundo profissional entre seis meses a nove meses.

O método, que em Portugal é exclusivo da TechOf, foi desenvolvido na estrutura militar israelita que já graduou mais de 50 mil alunos. O início da atividade no País prevê o lançamento de cinco programas, cujas formações estão em processo de acreditação pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).

O perfil de alunos é amplo, desde estudantes das áreas de engenharia, que satisfeitos ou não com o curso superior, pretendam ingressar por uma carreira mais acertada e oferta formativa mais prática, ou profissionais da mesma área que pretendam dar um boost à sua carreira através da programação.

Cursos de formação 

Mensalmente, a partir de março, estão previstas a abertura de novas turmas, com início em dois programas: Front-End Developer e Full-Stack Developer, considerados os que têm menor oferta formativa em Portugal e, simultaneamente, mais procura por parte das empresas.

De seguida abre o programa de UX/UI Designer e o programa para Digital Marketing Specialist. Nesta primeira fase está planeado o curso para Data Analyst, com enfoque em business intelligence. Numa segunda fase, estão previstos novos programas, nomeadamente na área da cibersegurança.

A forte procura de profissionais especializados nas áreas tecnológicas é transversal, tanto nos Estados Unidos como na Europa. Um estudo da RH Robert Half, de maio de 2022, realizado junto de mais de 750 Tech Managers no Reino Unido identificou que 72% das empresas têm falta de recursos especializados em tecnologia. As áreas com maior escassez de profissionais são desenvolvimento de software e cibersegurança. Do total de contratações destas empresas, mais de 50% estão relacionadas com segurança, programação e análise de dados. Existe uma procura significativa e uma oferta deficitária, tanto em quantidade como em qualidade. E em Portugal, de acordo com as nossas pesquisas o cenário é idêntico

Nuno Rosado, CEO da TechOf

 

Esta será a escola de referência para reskilling e upskilling to Tech. Os melhores e mais eficientes programas pós-laborais que permitem a pessoas de todos os backgrounds, estudar durante um (relativamente) curto período para rapidamente mudarem o rumo da sua carreira e da sua vida profissional – um investimento seguro para um nível salarial superior e promissor num sector em crescimento evidente. O complemento perfeito para estar a par num mercado de trabalho em rápida mutação, garantindo um futuro melhor, empoderado e global

Diogo Pereira, Chief Marketing Officer

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

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