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Rita Saldanha

Leadership Summit Portugal – Last Call

11 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

É já amanhã que se vai realizar a 6ª edição da Leadership Summit Portugal no Casino Estoril, com a participação de figuras nacionais e internacionais como David Simas, Presidente da Fundação Obama e Alex Edmans, considerado o melhor professor de MBA do mundo em 2021.

Dois momentos especialmente aguardados serão a entrevista em palco ao Presidente do CEO Club da Ucrânia, Serhiy Haydaychuk, sob a temática “A guerra que colocou as lideranças da Ucrânia à prova” e o encerramento da Cimeira com o momento “Act Now – Seremos todos heróis?” com a vídeo talk de Philip Zimbardo, psicólogo e professor Emérito da Universidade de Stanford, Mariana Reis Barbosa, coordenadora do Heroic Implementation Project em Portugal e Gustavo Carona, médico anestesista e intensivista.

Sob o tema: “Time’s Up – Act Now For Digital, Sustainability, Human Health and Peace”, a Leadership Summit Portugal volta a realizar-se no Salão Preto e Prata, com o objetivo de debater os desafios que se colocam às lideranças no mundo pós-pandemia, e perante o atual estado de guerra, em que se encontra o leste da Europa.

Estarão em palco grandes nomes nacionais e internacionais como Christian Rôças, Ex-CEO da Porta dos Fundos, Gregoire Verdeaux, Senior Vice-President External Affairs da Philip Morris International, Diana Dayub, Co-Fundadora da SupportUkraineNOW, Miguel Pinto Luz, Vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Saraiva, Presidente da CIP, Rita Fontinha, Professora na Henley Business School, Ana Gomes, Diplomata, Cristina Rodrigues, Managing Director da Capgemini Portugal, Abel Aguiar, Administrador da Microsoft, Manuel Curado, Filósofo, Felipe Pathé Duarte, Investigador e Professor na Nova School of Law, Helena Ferro de Gouveia, Professora Universitária e analista de assuntos internacionais na CNN, Vera Rodrigues, Head of People da Sonae MC, Carlos Santos, CTO da Zome, Pedro Duarte, Presidente do Conselho Estratégico Para a Economia Digital da CIP, José Miguel Leonardo, CEO da Randstad, João Mestre, Head of Sustainability da Fidelidade, Aline de Beuvink, Professora, Sara Oom Sousa, Curadora Lisbon Hub Global Shapers Fórum Económico Mundial, Luís Almeida Capão, Presidente do Conselho de Administração da Cascais Ambiente, Tiago Correia, Professor de Saúde Pública do IHMT-Nova e Ana Loureiro, Diretora de comunicação da EG, Mota Engil Group. A apresentação estará a cargo do jornalista João Póvoa Marinheiro e as moderações de debates a cargo das jornalistas Catarina Canelas e Catarina Rodrigues.

 

 

A Leadership Summit Portugal é uma iniciativa da Tema Central, do Lisbon Hub dos Global Shapers do Fórum Económico Mundial e da Câmara Municipal de Cascais, que tem o Alto Patrocínio do Presidente da República e a parceria institucional da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, UNRIC-Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental, UN Global Compact Network Portugal, International Club of Portugal, APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas e World Trade Center Lisboa.

O evento conta com o apoio da Capgemini, Axians, Tabaqueira, MC, Zome, Fidelidade, Randstad, Peugeot, Janssen, Asus, Edenred, Cipher, Noesis, Nova SBE, Jaba Recordati, Casino Estoril, DeltaQ, Lift, Made2web, Holmes Place, Cartuxa, Super Bock, Knower Brands, Cision, Fingeste, Nutrium, Michael Page, Dimep e Turismo de Portugal.

O evento ficará disponível on demand na Líder TV em www.lidertv.pt na posição 165 do MEO e 560 da NOS, a partir do dia 14 de outubro.

 

Últimos bilhetes disponíveis:

https://leadershipsummitportugal.com/lsp/tickets/

Mais informações disponíveis no site:

www.leadershipsummitportugal.com

 

Arquivado em:Liderança, Notícias

Nem só de código vive a Programação: as soft skills mais procuradas

11 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

Nem só de código vive a Programação e, muito além dos conhecimentos técnicos, cada vez mais as empresas procuram profissionais que dominem certas soft skills essenciais para alcançarem os melhores resultados. A consultora de tecnologia Zühlke destaca as 7 competências interpessoais mais relevantes para o sucesso dos especialistas

Coaching mindset

As novidades constantes exigem que os profissionais estejam disponíveis para aprender mais com todos os colegas, mas também para transmitirem conhecimento e ajudarem outros colaboradores no seu processo de evolução.

Responsabilização pelo próprio crescimento

Alcançar objetivos ambiciosos é possível se os especialistas tomarem as rédeas do seu crescimento. A autonomia para desenhar o seu percurso traz também a responsabilidade pelos resultados e evolução, desafiando, por isso, os especialistas a ter um papel ativo no seu crescimento a nível de skills e carreira.

Flexibilidade e adaptação à mudança

A rápida adaptação é fundamental num mercado que se transforma a um ritmo acelerado. A abertura à mudança e a novos processos, mas também a novas tecnologias e métodos de trabalho, é uma competência fundamental para conseguir evoluir.

Abraçar a diferença

Com a globalização crescente do mercado e possibilidade de trabalhar com equipas oriundas de todo o mundo, saber acolher e promover a diversidade emerge como uma das soft skills mais valorizadas pelas organizações. A multiculturalidade deve mesmo ser celebrada, permitindo que os profissionais beneficiem de um ambiente diverso e inclusivo.

Espírito de equipa

Independentemente do local de trabalho ou do modelo implementado, os resultados da equipa são alcançados pelo que cada profissional envolvido desenvolve. Assim, é fundamental que os colaboradores aprofundem o espírito de equipa, fomentando um trabalho de cooperação entre elementos de diferentes senioridades, backgrounds e funções.

Mentalidade People First

A postura e mentalidade de qualquer profissional deve ser orientada por e para as pessoas, uma vez que todo o seu trabalho se desenrola na interação com quem o rodeia. Dos clientes aos colegas de equipa, é fundamental investir na capacidade de estabelecer boas relações com todos os players, investindo assim na criação de networking com sentido, impacto e significado.

Comunicação e feedback

Na gestão do trabalho em equipa, revela-se fulcral o modo como se comunica com todos os envolvidos. Além da importância de transmitir as mensagens de forma clara, saber comunicar permite partilhar ideias e opiniões com espírito construtivo, assim como dar e receber feedback sobre o desempenho também promove a transparência, fortalece a confiança entre colaboradores e promove otimização de resultados.

 

O cenário atual no mercado tecnológico destaca a importância de os profissionais desenvolverem um mindset realmente orientado para Pessoas. É o aprofundamento das soft skills que melhor permite aos profissionais trabalhar num ambiente de crescente diversidade, mais global e multicultural

Ana Correia, Diretora de RH da Zühlke Portugal

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Credit Suisse – novo Lehman Brothers

11 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

O crescente nervosismo sobre as acções do Credit Suisse devido à reestruturação em curso desde finais de Julho e a deterioração dos resultados financeiros pode indicar que os investidores receiam uma repetição do cenário negro que marcou a falência do Lehman Brothers.

Temos razões para estarmos preocupados?

A capitalização bolsista actual do Credit Suisse é ligeiramente superior a 10 mil milhões de francos suíços, um mínimo histórico. O desempenho do banco tem vindo a deteriorar-se constantemente de trimestre para trimestre. A 27 de Outubro, o Credit Suisse publicará os seus resultados referentes ao 3º trimestre de 2022 e revelará um plano de reestruturação. Ulrich Körner, CEO do Credit Suisse, comparou o banco a uma fênix que está prestes a renascer das cinzas. Fundamentalmente, os últimos três trimestres mostram o fraco desempenho do banco tanto no crescimento das receitas como na rentabilidade dos lucros operacionais. As fontes dos problemas do banco são principalmente investimentos mal orientados em fundos e um caso que envolve a origem dos depósitos detidos no banco, que remontam à década de 1940.

O investimento Greenfield custou ao Credit Suisse cerca de 2 mil milhões de dólares em perdas mais custos de reestruturação e legais. Em contraste, o banco perdeu (dependendo das fontes) entre 4,7 mil milhões e 5,1 mil milhões de dólares no seu investimento em Archegos. Em comparação, a Morgan Stanley reportou um prejuízo de quase mil milhões de dólares; o UBS Group AG sofreu prejuízos de 773 milhões de dólares.

Além disso, no início deste ano, estalou um escândalo devido a uma fuga maciça de dados envolvendo cerca de 18.000 contas de clientes de todo o mundo, com um total de fundos depositados superior a 100 mil milhões de francos suíços. E poderia não ter havido nada de errado com isto, se não se tivesse descoberto que uma parte significativa destes fundos eram fortunas de ditadores e pessoas ligadas ao mundo do crime. Acontece que este procedimento estava em curso desde os anos 40 e o banco não estava particularmente preocupado com a origem dos fundos depositados nas contas.

Fonte: Bloomberg

Dois investimentos falhados, um escândalo de imagem, a deterioração dos resultados financeiros, a demissão do CEO e a reestruturação. Não surpreendentemente, os observadores do mercado falam cada vez mais alto sobre a possibilidade de o banco declarar falência. Acrescentar combustível ao incêndio é o facto de as avaliações recentes dos chamados credit default swaps terem aumentado significativamente. Estes são os chamados CDS, ou derivados, utilizados para cobrir o risco de incumprimento do mutuário. Em 30 de Setembro de 2022, a avaliação dos CDS do Credit Suisse foi a mesma que em 2009, logo após o colapso do Lehman Brothers e a eclosão da crise financeira global. Por conseguinte, isto pode significar que o fiscus parece estar a descontar o risco potencial de falência dos bancos.

 

 

Credit Suisse disparo nos CDS 

Fonte: Bloomberg

A questão é: irá o governo suíço permitir a insolvência do banco? A partir de hoje, as hipóteses são escassas. É provável que seja semelhante ao caso do UBS, o maior banco suíço, que também se deparou com problemas durante a crise financeira. O governo suíço recapitalizou-o, o banco passou por uma reestruturação, e agora as suas operações não sofrem flutuações tais como o Credit Suisse. No entanto, é de esperar que a reestruturação do banco seja dolorosa e árdua, como o CEO do Credit Suisse já comunicou. Isto pode significar, antes de mais, cortes significativos nos custos de pessoal.

Os meios de comunicação estão a comparar os problemas do Credit Suisse com os do banco Lehman Brothers, que entrou em insolvência em 2009. A eclosão da crise financeira em 2008 não foi causada pelo colapso do Lehman, mas a falência desse banco foi a faísca que caiu sobre o barril de pólvora. A causa foi a existência de obrigações tóxicas baseadas em hipotecas. Para ser mais preciso, os bancos emitiram hipotecas em grande escala a pessoas que não puderam pagá-las. Depois, com base nestes empréstimos, criaram títulos garantidos por estes empréstimos e venderam-nos uns aos outros. Isto pode ser comparado a brincar com uma batata quente. Acontece que o último banco a segurá-lo foi o Lehman Brothers. Quando esse banco entrou em colapso, verificou-se que os títulos não valiam nada. Hoje em dia a situação é diferente. A condição financeira e a situação do Credit Suisse é, em grande parte, da responsabilidade do próprio banco.

Na situação actual, a eclosão de outra crise financeira global como consequência do potencial colapso deste banco parece improvável, mas mesmo assim as consequências locais e a curto prazo do futuro questionável do Credit Suisse devem ser tidas em conta.

 

Arquivado em:Opinião

Prémio Nobel da Economia 2022 – o que precisa saber

10 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

Os laureados deste ano foram quem estabeleceu a maneira como os economistas hoje pensam acerca do papel dos bancos, de como torná-los mais resilientes a crises e de como eles desempenham um papel central nas crises financeiras.

Por um lado, Ben Bernanke, que, mostrou como a crise de 1929 nos EUA começou com uma pequena recessão e que por causa do pânico que se instalou, desencadeou uma crise financeira que levou aquilo que hoje conhecemos como a Grande Depressão. Nem a propósito, foi durante o seu mandato como presidente da reserva federal, que os EUA se viram novamente a braços com uma crise financeira que só teve paralelo precisamente com a grande depressão.

John Hassler, membro do comité do prémio para as ciências económicas em memória de Alfred Nobel, referiu que o prémio não é uma avaliação do seu mandato enquanto presidente da reserva federal, mas não deixou de dizer que foi precisamente o seu trabalho sobre as crises financeiras que serviu de base às políticas que levou a cabo. Hoje a leitura consensual que se faz da crise de 2008 é que houve um contributo semelhante ao da crise de 1929 no que diz respeito ao pânico que se instalou no sistema devido à opacidade de instrumentos financeiros que inundavam o sistema à data.

Bernanke marcou uma viragem relativamente à tendência de desregulação do sistema financeiro que se observou até 2008 e que terá contribuído para que, apesar de estarmos a passar por uma das maiores crises económicas da história, o sistema financeiro mostrar uma resiliência ímpar na história.

Douglas Diamond e Philip Dybvig, co-autores, são também laureados por terem produzido um conjunto de trabalhos académicos que são hoje usados como base para o estudo do sistema financeiro. Mostraram como o papel dos bancos e da regulação é fundamental para oferecer a uma solução a uma fragilidade fundamental de qualquer sistema financeiro: a tensão entre quem empresta – depositantes que têm uma preferência por liquidez no curto prazo – e quem pede emprestado – empresas que usam esses fundos para investir e que precisam de prazos mais alargados para recuperar os investimentos e pagar os seus empréstimos.

Regulação essa que visa evitar o pânico que foi observado quer durante a Grande Depressão, quer durante a crise financeira de 2008, e cujo trabalho serviu de base para que hoje tenhamos um sistema financeiro muito mais resiliente.

Arquivado em:Opinião

Gestão de Pessoas nos países lusófonos

7 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

Pelo segundo ano consecutivo a comunicaRH organiza a o 2º INTERcomunicaRH – Cimeira da Gestão de Pessoas Lusófona 2022, a decorrer entre os dias 26 e 27 de outubro, com a curadoria de Pedro M. Martins.

O evento, em modo híbrido, conta com a presença de mais de 40 palestrantes de 7 países, que irão abordar diversos temas, incluindo:

– O ESG nas empresas com propósito

– Employer branding – empresas que marcam

– Liderança ambidestra e inovação

– Transformação da gestão de pessoas

– Como a transformação digital está transformando a gestão de pessoas

 

Local: Auditório do ISCAP – R. Jaime Lopes Amorim s/n, 4465-004 São Mamede de Infesta

Tenha mais informações aqui.

Inscreva-se aqui.

 

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Tabaqueira anuncia grande salto tecnológico

6 Outubro, 2022 by Rita Saldanha

A Tabaqueira acaba de lançar a nova geração IQOS, naquela que é mais uma etapa de transformação para um mundo sem fumo. O produto IQOS Iluma com tecnologia Smartcore Induction System, aquece o tabaco por indução, sem lâmina nem necessidade de limpeza.

Um sistema que, segundo a subsidiária da Philip Morris International (PMI) em Portugal, é o maior salto tecnológico da marca.

“A nossa missão é criar uma alternativa ao cigarro baseada em Ciência e Tecnologia. Onde o cigarro como o conhecemos vai deixar de existir. O melhor a fazer é deixar de fumar, mas caso não seja possível é procurar alternativas sem fumo”, afirmou Marcelo Nico, Diretor-Geral da Tabaqueira, no lançamento do novo produto, no Le Chat e na Garagem, em Lisboa.

“Next Level” 

O responsável lembrou que a PMI já investiu mais de 9 mil milhões de dólares em tecnologia de produtos sem combustão, com o objetivo de criar um mundo sem fumo.

“Temos a ambição de ter um mundo sem combustão e estamos a construir esse caminho de forma muito sólida para que o cigarro seja uma coisa do passado”, esclareceu Marcelo Nico no mesmo evento sob o mote “Next Level”.

“O IQOS Iluma é o maior upgrade da marca. Estamos a repensar a tecnologia por completo, não é apenas mais uma máquina. É uma nova tecnologia de indução, em que não temos lâmina e o utilizador não precisa de limpar o dispositivo, tendo assim uma experiência muito mais consistente. Este novo sistema é mais inteligente, mistura tecnologia, simplicidade e conveniência na utilização”, explicou ainda.

Portugal é o sexto mercado mundial a receber o sistema, depois do Japão, Suíça, Espanha, Grécia e Chipre. Em Portugal são já aproximadamente 400 mil os utilizadores de IQOS.

A nível global, a empresa estima que, atualmente, existam 19 milhões de utilizadores IQOS, dos quais aproximadamente 13,2 milhões de fumadores adultos já mudaram completamente para o sistema IQOS e deixaram de fumar cigarros.

 

 

Arquivado em:Inovação, Notícias

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