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Afinal, para que servem as sanções e o que irão gerar?

28 Março, 2022 by suporte

Uma sanção é uma medida de coação cujo objetivo é aplicar punições a recriminar um tipo de comportamento nesfasto. As sanções económicas, tal como avança artigo do World Economic Forum, têm sido usadas como ferramenta de guerra por procuração, também conhecida por “proxy wars”, evitando combate direto.

Nos séculos XVII e XVIII, estas sanções eram implementadas por países em conflito, e iam das proibições ao comércio, ao encerramento de fronteiras e portos. Na atualidade, são ainda uma ferramenta crucial para combater o terrorismo, os conflitos militares bem como crises políticas.

O conflito entre a Ucrânia e a Rússia não é recente. Já no ano de 2014, a 23 de fevereiro, grupos pró-russos apoderam-se de dois aeroportos e outros edifícios importantes da Crimeia, iniciando o que conhecemos como Crise da Crimeia. Já nessa altura, os Estados Unidos impunham sansões à Rússia com o fim de enfraquecer a economia, mas ainda assim não foi o suficiente para impedir o que atualmente constatamos.

O efeito das sanções acaba por ser sentido a longo prazo, e trará consequências devastadoras para a economia. Segundo Jonathan Hackenbroich, Policy Fellow do European Council on Foreign Relations, “Podemos ver precisamente esta preferência por ferramentas económicas para evitar a guerra nuclear nas relações da maioria das grandes potências com a Rússia”, e que esta “guerra económica” incluirá acordos comerciais, restrições às importações, entre outras.

Uma tendência que o Policy Fellow aponta é a de um comércio mundial que se tornará baseado no poder, em vez das regras, e que a Rússia terá de lidar com as futuras dificuldades resultantes da desconexão imposta com o sistema financeiro internacional.

Jonathan Hackenbroich revela ainda que estas sanções conduzem a duas lições que devem ser tomadas em conta: a primeira, a inegável influência e poder que os Estados Unidos da América tem na economia mundial, a segunda, a vulnerabilidade da dependência energética da Europa.

O efeito das sanções é sentido a nível global. Será nos países em desenvolvimento que será mais sentido o impacto, com a subida dos preços dos alimentos e a sua escassez, que irá, por sua vez, impactar diretamente as populações. Os países mais capacitados conseguirão, de melhor forma, substituir as importações. Países em desenvolvimento que beneficiem de uma localização geográfica privilegiada, ou seja, próximos de economias desenvolvidas poderão “beneficiar dos esforços de quase escoamento à medida que a ordem comercial global se torna mais polarizada”.

A médio e longo prazo, empresas e formuladores de políticas precisarão de enriquecer o seu conhecimento geopolítico de forma a poderem tomar decisões de investimento mais consciencializadas, no que será um “desafio particular para as Pequenas e Médias Empresas”, acrescentando que corporações maiores poderão precisar de mais competências políticas, e que verificar-se-á maior necessidade de diálogo geoeconómico entre formuladores de políticas e empresas privadas.

“Em geral, as políticas estatais e as políticas corporativas estarão mais entrelaçadas num mundo em que a geopolítica e o comércio estão muito mais entrelaçados”, revela Hackenbroich ao World Economic Forum, afirmando que estas deverão desenvolver novas e inovadoras formas de se lidarem entre si, num mundo comercial cada vez mais dividido entre poder e regras, democracias e autocracias.

Arquivado em:Academia, Notícias

Plástico. De que forma a pandemia afetou o seu uso e desperdício?

25 Março, 2022 by suporte

Ao longo das próximas semanas, e com base no relatório “Global Plastics Outlook: Economic Drivers, Environmental Impacts and Policy” da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, iremos desvendar, aqui na Líder, os fatores que dão origem aos volumes excessivos do uso e desperdício de plástico, perceber os impactos que isso tem no ambiente, e apresentar tendências e inovações que estimam um mundo mais sustentável.

As medidas de contingência impostas no ano de 2020, trouxeram impactos significativos na utilização, produção e resíduos de plásticos, principalmente nos setores de utilização de plásticos em grande escala, como é o caso do setor automóvel, construção e comércio, indo ao encontro com a redução da procura. O uso global nesse mesmo ano terá diminuído em cerca de dez milhões de toneladas, ficando 4,5% abaixo da projeção pré-covid.

Embora tenha sido sentida, esta redução foi substancialmente inferior à queda da atividade económica global, sendo que a taxa de crescimento anual do PIB (Produto Interno Bruto) desceu para -3,5% em 2020.

Por outro lado, essa redução não foi sentida em todos os setores. No caso do setor da saúde, o uso de plásticos aumentou de forma significativa, tanto no uso como no fabrico de máscaras faciais e outros equipamentos de proteção individual. O uso do plástico para estes fins terá sido, aproximadamente, de 300 quilotoneladas. Em outros setores, como é caso o da restauração, a pandemia veio moldar a natureza da sua atividade económica, forçando-os a adaptar para modelos de takeaway, e no caso das lojas de retalho o reforço dos serviços online, resultando num aumento claro dos plásticos de uso único.

Por muito que a sua redução geral, tanto no uso como na produção, tenha sido sentida e aparente ser benéfica, a pandemia veio também perturbar de forma crítica a reciclagem de plásticos, que se deve à paragem temporária de recolha em alguns municípios, bem como veio trazer a maior adoção aos plásticos de uso único. Os plásticos reciclados deixaram também de ser tão competitivos, dado o preço mais reduzido do petróleo e dos plásticos primários. Embora o relatório não evidencie em concreto, estima que no ano de 2020 os resíduos de plástico urbano tenham aumentado, e prevê que muitos dos efeitos destes resíduos venham apenas a ser adiados para os anos vindouros, dada a sua longevidade.

O relatório vem também evidenciar a irresponsabilidade humana e o aumento considerável de lixo de equipamentos de proteção individual no meio ambiente, tanto em terra como em ambientes marinhos. A perda deste tipo de equipamentos plásticos, como são caso as luvas, toalhetes e máscaras faciais, provocam variados problemas económicos e ambientais, como foi exemplo a praia de Tai A Chau das ilhas Soko, na China, onde uma organização de conservação marinha encontrou 70 máscaras espalhadas ao longo de 100 metros, só em fevereiro de 2020. Também na Indonésia, cerca de 15% do lixo recolhido em dois rios entre março e abril eram equipamentos de proteção individual.

Em terra, os desperdícios acabam por ser mais evidentes, e embora sejam mais acessíveis de combater, nem todos os países têm condições económicas para o fazer. Países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) estão mais propensos a disponibilizar fundos adicionais para recolher o lixo das cidades, mas países em desenvolvimento, por outro, onde não existe essa manutenção, enfrentam o risco de o lixo plástico infiltrar-se e conduzir a uma degradação ambiental.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Regresso aos escritórios – Lisboa e Porto em força

25 Março, 2022 by suporte

O mercado de escritórios em Lisboa registou-se positivo no final de fevereiro de 2022, com um volume de absorção de 45.507 m2, revela uma análise da agência imobiliária Savills, que vem evidenciar o regresso aos escritórios e a instalação de novas empresas em Lisboa e no Porto.

Entre outros dados, avança que este resultado em Lisboa se deve, principalmente, à operação de arrendamento de 28.000 m2 pela companhia de seguros Fidelidade, no edifício Álvaro Pais, na zona de Entrecampos. Alexandra Portugal Gomes, Head of Research da Savills, aponta que “os resultados deste início de ano confirmam a tendência de recuperação já sentida nos últimos meses do ano de 2021”, acrescentando que as empresas estão à procura de novos espaços adaptados às novas necessidades e bem-estar dos colaboradores que começam agora a regressar aos escritórios, apontando ser também uma forma de reter talentos.

Nos dois primeiros meses do ano fecharam-se 26 operações, sendo que a zona Prime CBD, que alberga as zonas da Avenida da Liberdade, Avenida Fontes Pereira de Melo, Marquês de Pombal e Saldanha, regista 31% dessas mesmas operações. Frederico Leitão de Sousa, Head of Corporate Solutions da Savills em Portugal, acredita que a recuperação após a pandemia e os dois anos de trabalho remoto é evidente, sendo que “o principal ponto de destaque é o volume de absorção em edifícios novos no ano de 2021”, 44,4% superior ao ano de 2019.

No caso do Porto, o volume de absorção total nos dois primeiros meses de 2022 situou-se nos 2.982, superior em relação ao mesmo período do ano anterior, mas ainda assim 34% abaixo do de 2020. Desta forma, registaram-se apenas sete operações que, embora demonstrem um crescimento tímido, indicam também a intenção de crescimento com sinais positivos. “Outro sinal positivo é que algumas operações provêm do estabelecimento de novas empresas do setor das tecnologias e telecomunicações da região, atestando a atratividade do Porto”, atesta Alexandra Portugal Gomes.

No topo de preferências dos ocupantes do Porto está a Zona CBD Boavista que, no início deste ano, registou o total de 1.705 m2 de espaços ocupados. Francisco Megre, Offices Consultant da Savills Portugal da divisão do Porto, acrescenta que “as empresas procuram expandir área e as novas empresas representam uma percentagem cada vez maior dos novos ocupantes” e que, embora a falta de oferta limite a tomada de decisão das grandes empresas, os novos projetos que se avizinham e que estão em curso irão exibir um “aumento substancial do mercado de escritórios com a respetiva qualidade de construção e sustentabilidade associada”.

Arquivado em:Notícias

A Guerra traz uma nova conjuntura macroeconómica para Portugal e para a Europa

24 Março, 2022 by suporte

Refletindo sobre os desafios da economia portuguesa e com o objetivo de construir uma referência para avaliar a recuperação económica, a Ordem dos Economistas lançou recentemente o relatório “Conjuntura Macroeconómica Portuguesa – março 2022”, que vem abordar os impactos do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, sintetizar os principais indicadores de performance económica, fazer uma análise comparativa de Portugal em relação aos restantes países da União Europeia e Zona Euro, e lançar previsões.

Eis algumas das conclusões do relatório:

Conflito irá reduzir o PIB da zona Euro

Philip Laneand, Economista Chefe do Banco Central Europeu, revelou à Reuters que o PIB poderá reduzir entre 0,3% a 0,4% na zona Euro devido ao conflito na Ucrânia, perante um cenário intermédio. Caso o cenário se assevere, a redução chegaria, aproximadamente, a 1%.

Preços irão continuar a aumentar

Verificou-se um aumento significativo dos preços logo no início do ano, de 5.1%. No mês de fevereiro atingiu os 5.8%.

O crescimento do PIB irá abrandar

Num estudo de impacto, cujo cenário seria de um conflito que perdurará até 2023, com sanções acrescidas do ocidente e uma restrição de exportação de gás por parte da Rússia, o crescimento do PIB da zona Euro irá abrandar para 2.2% em 2022 e para 0.9% em 2023. Em termos mundiais, o crescimento decresceria para cerca de 3% nesses mesmos anos.

Rússia será grandemente prejudicada

Devido às sanções a penalizarem o crescimento de 2023 em sete pontos percentuais, a Rússia será dos maiores países prejudicados em termos económicos, porém o cenário pode agravar-se à medida que o conflito evolui e se perde a confiança dos mercados e consumidores.

Em Portugal, o peso do PIB manteve-se similar

Entre 2015 a 2019, o peso das componentes do PIB (exportações, consumo público, formação bruta de capital, consumo privado e importações) manteve-se relativamente idêntico.

Estima-se que, a partir de 2022, as exportações comecem a crescer a um ritmo superior em relação às importações, sendo que 12.7% é o valor percentual contributivo das exportações para a alteração do PIB, e 9.3% o das importações.

Portugal é o 18º País da União Europeia com maior PIB per capita em paridade de poder de compra

Em 2021, Portugal registava um PIB per capita de 21 milhões, ficando abaixo da média da Zona Euro e da União Europeia. Luxemburgo lidera entre os 27 países, seguido da Irlanda e da Dinamarca.

Crescimento do PIB português abaixo da União Europeia, mas superior em 2022

Em 2021 registava-se nos 4.9%, e estima-se que em 2022 chegue aos 5.5%, e que diminua para 2.6% no ano seguinte. Desta forma, Portugal apresenta o 4º pior crescimento médio entre 2020 e 2023. No topo da lista de países com melhor taxa de crescimento estão a Irlanda, a Polónia e Luxemburgo.

Dívida pública da União Europeia aumenta

A dívida pública da União Europeia chegou, em 2021, aos 92.1%. A dívida pública de Portugal continua a superar a média, tanto da União Europeia como da Zona Euro, estando muito acima dos 100%.

Arquivado em:Economia, Notícias

Porque é que as startups estão a ganhar a batalha do talento?

24 Março, 2022 by suporte

Nos últimos 12 meses registou-se um grande aumento no crescimento do número de trabalhadores nas startups, com mais 50% dos trabalhadores a prometerem fazer o seu próximo passo de carreira para uma startup.

À medida que a competição pelo talento se trava – com aproximadamente três vezes o número de postos de trabalho colocados vs talento disponível – François-Pierre Puech, Diretor da Robert Walters Portugal – partilha os seus pensamentos sobre o porquê das startups estarem lentamente mas seguramente a ganhar a batalha pelo talento.

O Acelerador de Carreira

Com estruturas relativamente planas e “Hands-on Founders & CEO’s” – os novos empregados podem encontrar-se alinhados na equipa de liderança sénior desde o primeiro dia.

Ao assumir várias responsabilidades diferentes e trabalhar em estreita colaboração com os membros seniores da equipa, os ambientes de start-up permitem-lhe provar o seu valor desde cedo, bem como uma oportunidade para o seu trabalho ser reconhecido se tiver tido um impacto direto no negócio.

Ao contrário das estruturas corporativas, os líderes poderão ver claramente o seu envolvimento nas fases iniciais de um projeto até à conclusão, e como resultado, a taxa de avanço nas startups tende a ser muito mais rápida.

Não é, portanto, surpreendente constatar que mais de metade dos profissionais (52%) estariam dispostos a aceitar um corte salarial e a aderir a uma start-up, se vissem uma oportunidade de progredir muito mais rapidamente do que fariam dentro de uma configuração corporativa.

Mentalidade de Escala 

As startups são projetadas para ter um elevado potencial de crescimento – e por isso não é surpreendente ver que, em média, as decisões são processadas 4x mais rapidamente numa startup do que dentro de uma grande empresa (250+).

A mudança e o ritmo acelerado de uma startup manterão os colaboradores em alerta, encorajando-os a desenvolver novas competências à medida que vão avançando, e empurrando limites para além da descrição inicial do trabalho.

Ao trabalhar para uma startup, vai entender como toda a empresa funciona e desenvolver a perspicácia comercial não esperada de si quando baixa em estruturas corporativas.

Alguns líderes de startup argumentam que estas lições de negócio no trabalho são, de facto, melhores do que um MBA. O nosso inquérito revelou que 33% dos profissionais estão a deixar os seus empregos corporativos para “experimentar algo novo”, com mais 15% a procurar requalificar.

Cultura

Ser membro da equipa de uma startup vem com grandes responsabilidades. Não importa qual seja o seu título, o seu trabalho terá impacto no crescimento e sucesso da empresa – por sua vez, isso vai fazer com que sinta que o trabalho que está a fazer tem um propósito real e é uma enorme motivação.

De facto, um terço dos profissionais (34%) afirma que a razão pela qual se mudam para uma startup é para um trabalho desafiante e interessante – com muitos a afirmarem que as competências que adotam na autogestão e na prioridade de tarefas passam depois para a sua vida pessoal.

Trabalhar para uma startup de crescimento rápido pode ser uma experiência intensa, por isso vai inevitavelmente tornar-se mais proativo e ambicioso fora do trabalho também. Estará constantemente a pensar em como melhorar as coisas, estar mais atento aos problemas e como resolvê-los, e tornar-se mais aberto a novas culturas e formas de pensar. Também vai aprender a amar desafios e até mesmo a procura deles!

Espírito de Equipa

Quase metade dos profissionais (42%) afirma que o valor mais importante quando se procura um futuro local de trabalho são “colegas e cultura que os inspiram a dar o seu melhor” – é por isso que a cultura da empresa em startups é algo a ser valorizado.

Devido ao seu tamanho menor, as startups tendem a fomentar um ambiente próximo e colaborativo, que encoraja as pessoas a ajudarem onde podem em tarefas fora das suas atribuições originais.

Estará rodeado de pessoas altamente trabalhadoras, talentosas e ambiciosas dispostas a fazer o impossível. Há uma enorme motivação para aprender com os outros e contribuir com o seu próprio conhecimento e experiência.

As startups muitas vezes favorecem uma estrutura fluida sobre uma rígida hierarquia de inspiração corporativa, permitindo uma discussão aberta e cooperação entre todos os membros da equipa. Não é de estranhar, então, que 30% dos profissionais afirmam que a coisa mais apelativa numa start-up é a estrutura de gestão aberta e eficaz.

Diversidade em Todos os Sentidos

As startups têm um foco central em encontrar os melhores talentos que podem ajudar a alcançar os seus objetivos ambiciosos, e como resultado remover qualquer tipo de barreiras socioeconómicas ou geográficas para encontrar as suas estrelas.

Como resultado de uma startup, não é de estranhar que se depara com todo o tipo de colegas de trabalho, desde todo o tipo de nacionalidades, origens e ideologias – e devido à pequena natureza das equipas haverá naturalmente um amplo cross-over a trabalhar com colegas com diferentes conjuntos de competências ou estilos de trabalho. Este forte ambiente multicultural pode abrir a sua mente para além do trabalho e das tarefas.

Também leva os colaboradores a terem uma visão global. E a diversidade não repousa apenas com as pessoas, é seguro dizer que quase dois dias são os mesmos dentro de uma startup. Normalmente, a maioria dos membros da equipa tem de ‘fazer malabarismos com muitos chapéus’ e assumir funções fora do seu papel específico para contribuir para o sucesso do negócio mais vasto.

A diversidade de tarefas ajuda-o a desenvolver novas competências muito rapidamente, além de que muitas vezes estará a aprender diretamente com o fundador da empresa e/ou colaboradores seniores.

Esta é uma oportunidade inestimável quando se está na fase inicial da sua carreira. Isto não só o vai manter estimulado no seu papel do dia a dia, como também lhe dará a oportunidade de descobrir o que mais lhe interessa e descobrir no que é melhor.

Inovação

As startups são diferentes das empresas tradicionais, principalmente porque se baseiam numa inovação disruptiva, criada para resolver um “problema” percebido no mercado.

Juntar-se a uma startup significa adotar uma mentalidade “fora da caixa” – uma capacidade de pensar com os pés e ser criativo com pequenos orçamentos e menos recursos. A autonomia não é considerada uma regalia dentro de uma startup, mas um dado adquirido – na verdade, é a razão pela qual 28% dos profissionais deixam um emprego empresarial para se juntarem a um negócio recém-estabelecido.

No entanto, nem tudo é “pequeno”, de forma a ajudar a sua criatividade, vai encontrar-se a aprender e a utilizar diariamente as ferramentas e plataformas mais modernas e inovadoras – enquanto tremia para começar, em breve começará a abraçar e falar a “linguagem de startup” num instante!

Estratégia de Saída

Muitas startups têm em mente uma “estratégia de saída”, o que significa que trabalhará para um prazo ambicioso desde o início. As metas de crescimento serão ambiciosas, mas se forem alcançadas pela equipa, poderão receber dinheiro de rondas significativas de financiamento, uma vez que as ações são muitas vezes oferecidas como parte dos pacotes de emprego como forma de competir com os salários das empresas.

Numa startup, o seu trabalho árduo pode pagar às vezes 10x o valor que obteria em bónus corporativos anuais dentro de 5-7 anos após se juntar a uma startup de crescimento rápido. A chave aqui é juntar-se a um negócio cujo produto e visão realmente acreditam.

Se um plano de carreira de 10 anos é o que procura, então as startups podem não ser para si, no entanto, se fizesse parte de uma empresa que conseguiu escalar e sair com sucesso, então o mundo será realmente a sua ostra em oportunidades de emprego!

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Como lidar com a ansiedade provocada pela guerra? Esta App pode ajudar.

24 Março, 2022 by suporte

A situação na Ucrânia tem vindo a impactar “negativamente todas as pessoas que, direta ou indiretamente, são afetadas pelo triste desenrolar de acontecimentos naquela região, com repercussões em toda a Europa e no mundo”, declarou Carlos Oliveira, Presidente Executivo da Fundação José Neves.

Foi precisamente no contexto de dar resposta ao agravamento da situação na Ucrânia que a Fundação José Neves, em parceria com a fundação sueca sem fins lucrativos 29K, lançaram o curso “Lidar com as crises” na App 29k FJN, que poderá ser descarregada gratuitamente para Android e iOS. O curso disponibiliza apoio para os que procurem lutar contra a ansiedade e preocupações provocadas pela guerra, e inclui exercícios e meditações validadas cientificamente por psicólogos e cientistas da Universidade de Harvard, Universidade de Londres, o Instituto Karolinska da Suécia e da Escola de Medicina da Universidade do Minho.

Está disponível Portugal nas línguas ucraniana, inglesa e russa, e irá “ajudar todos aqueles que se encontram no nosso país e que, nestes tempos de incerteza, necessitam de apoio para lidar com situações de ansiedade, preocupação e medo provocadas pela guerra”, continuou o Presidente Executivo.

Combinando ciência, psicologia e tecnologia, a aplicação 29k FJN fornece também outros conteúdos que visam o equilíbrio emocional e mental dos portugueses, baseados na terapia cognitivo-comportamental. Vem promover a partilha de experiências e fortificar a conexão entre as pessoas. Entre os embaixadores que orientam os cursos estão Fátima Lopes, Catarina Furtado, Carlos Oliveira e Luís Portela da Fundação Bial, e participam em temas como o stress, amor próprio, valores e relações, ansiedade e resiliência.

O conteúdo está disponível em formato de áudio, vídeo, meditação ou exercícios, e o programa 29k FJN está enquadrado no pilar dedicado ao Desenvolvimento Pessoal da Fundação José Neves, pretendendo impactar a vida de pelo menos um milhão de portugueses.

O vídeo promocional do curso “Lidar com as crises” está disponível no Youtube e no website da Fundação José Neves.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

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