• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      A mesma Euribor que tira dinheiro da carteira pode devolvê-lo nas poupanças

      Sul da Europa conquista investidores e reforça peso no imobiliário europeu

      Consumidores em Portugal preferem marcas que compreendem as suas necessidades, revela estudo

      «O cyberbullying acontece 24 horas por dia, sete dias por semana», explica Tito de Morais

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Longevidade e seus desafios: as consequências do envelhecimento

      Coronel Carlos Mendes Dias: «A paz dos homens é sempre circunstancial»

      O que sabemos sobre o que ainda não vivemos 

      Leadership Next Gen: «A consistência é o ingrediente essencial para chegar ao topo», realça Duba Barradas

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      «O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

      «A maior bolha que temos de rebentar é mental», realça João Maria Botelho

      Branding como força estratégica: a visão de Cristina Amaro para o The Branding & Business Summit

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      A mesma Euribor que tira dinheiro da carteira pode devolvê-lo nas poupanças

      Sul da Europa conquista investidores e reforça peso no imobiliário europeu

      Consumidores em Portugal preferem marcas que compreendem as suas necessidades, revela estudo

      «O cyberbullying acontece 24 horas por dia, sete dias por semana», explica Tito de Morais

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Longevidade e seus desafios: as consequências do envelhecimento

      Coronel Carlos Mendes Dias: «A paz dos homens é sempre circunstancial»

      O que sabemos sobre o que ainda não vivemos 

      Leadership Next Gen: «A consistência é o ingrediente essencial para chegar ao topo», realça Duba Barradas

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      «O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

      «A maior bolha que temos de rebentar é mental», realça João Maria Botelho

      Branding como força estratégica: a visão de Cristina Amaro para o The Branding & Business Summit

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Leading Opinion Opinião Sorte e Discernimento

Opinião

Sorte e Discernimento

Link copiado

Partilhe este conteúdo

14 Abril, 2021 | 5 minutos de leitura

A sorte dá muito trabalho. Mas também pode ser simplesmente isso – sorte. No percurso de empresas hoje entronizadas, como a Tesla ou a Amazon, a sorte exerceu papel importante. Por sorte entendo a emergência de condições (fora do controlo da liderança) que, se não tivessem ocorrido, poderiam ter resultado na destruição da empresa. Brad […]

A sorte dá muito trabalho. Mas também pode ser simplesmente isso – sorte. No percurso de empresas hoje entronizadas, como a Tesla ou a Amazon, a sorte exerceu papel importante. Por sorte entendo a emergência de condições (fora do controlo da liderança) que, se não tivessem ocorrido, poderiam ter resultado na destruição da empresa. Brad Stone, que escreveu sobre a Amazon e Jeff Bezos, ilustrou essa realidade. Não fora o sucesso da emissão de obrigações convertíveis, no mercado europeu, em 2000, a uma supertaxa de 6.9% – a empresa teria provavelmente sucumbido no ano seguinte, após o crash da bolha dot.com. Sem a sorte gerada pelo balão de 672 milhões de dólares, a Amazon poderia ter definhado – e não teria tido a oportunidade de fazer o que veio a alcandorá-la ao trono em que agora é colocada.

A tese da sorte é incompatível com a crença no mérito. Para quem lidera, pode ser difícil reconhecer que o sucesso também assenta na sorte. Afirmar o papel da mesma pode ser interpretado como sinal de fraqueza e pouca autoconfiança. Mas há quem tenha essa coragem. Numa entrevista recente, Paulo Rosado, fundador e líder do unicórnio luso Outsystems, enfatizou a importância da ambição e do trabalho árduo. Mas também afirmou, pelo menos 13 vezes, que ele e a empresa tiveram sorte. Não conheço Paulo Rosado, nem disponho de evidência suficiente para fazer uma avaliação realista da sua liderança. Mas isso não me impede de sublinhar o ato humilde. Estando na mó de cima, Paulo Rosado poderia simplesmente ter jogado para a mesa das explicações do sucesso da empresa a parafernália de estratégias e esforços que adotou. Ao reconhecer o papel da sorte, demonstrou discernimento.

A realidade é demasiado complexa para se abrir a explicações simplistas. Muitas organizações bem geridas fracassam. E muitas organizações mal geridas florescem. A liderança, embora importante, é apenas um dos fatores explicativos do sucesso. Num livro sobre os autoenganos dos gestores, Phil Rosenzweig, professor no IMD, ajuda a compreender a natureza dessas ilusões. O sucesso de uma organização depende de muitos fatores, e a liderança é apenas um entre eles. O facto de uma organização ser bem-sucedida não significa, necessariamente, que o sucesso provém de uma liderança eficaz ou recomendável. Frequentemente, o processo é inverso: usamos o sucesso da organização para atribuir qualidades excecionais à sua liderança. Porque a equipa ganha, o treinador tem que ser bom – supomos nós. Mas veja-se a quantidade de “bestiais” treinadores que, num ápice, passam a “bestas”. O que muda, nesse curto período, não é a qualidade do treinador – é o resultado alcançado pela equipa, dependendo este do treinador e de numerosos outros fatores. Rosenzweig acaba por argumentar que os melhores gestores têm consciência de duas coisas. Primeira: a fórmula do sucesso duradouro é wishful thinking. Segunda: embora o trabalho árduo e a competência sejam cruciais, a sorte e o azar jogam um papel importante nos resultados da organização. Esses gestores não se desculpam com o azar, nem sacodem a água do capote, quando o insucesso bate à porta. Mas são suficientemente sábios para reconhecer que a vida organizacional é complexa e não assenta apenas na sapiência de quem lidera.

A liderança heroica, suprema responsável pelos grandes feitos das organizações, dos países e da humanidade, é uma ideia apelativa. Permite-nos simplificar a interpretação da realidade. Perante a diversidade e a complexidade de fatores, é cognitivamente económico lançar mão do alegado fator-chave: a liderança. A realidade, a mais sombria ou a mais solar, é bastante mais complexa. As tragédias hitleriana e estalinista foram o resultado de uma teia de fatores, entre os quais a situação política (nacional e internacional) e económica dos dois países, assim como o apoio, mais ativo ou mais passivo, de milhões e milhões de pessoas. A realidade mais solar também emerge da interação de numerosos fatores. Eu próprio me deslumbro com a ação firme e compassiva de Jacinda Ardern, a primeira-ministra da Nova Zelândia que se tem destacado pelo sucesso no combate à COVID-19. Mas não posso ignorar que o trabalho de Jacinda tem sido facilitado pelo facto de o país ser uma ilha e de a cultura neozelandesa valorizar o seu estilo de liderança. Jacinda tem, pois, “sorte” com o país que tem!

Daqui não decorre que devamos subestimar a liderança. O que proponho é que nos esforcemos mais quando analisamos a realidade. Atribuir todos os males e sucessos de um coletivo organizacional à liderança é tão preguiçoso quanto desvalorizar a importância da mesma. O que é preocupante não é que um/a líder reconheça o papel da sorte – inquietante é que atribua todo o sucesso a si mesmo/a e o insucesso ao azar. Igualmente problemático é que fique à espera da sorte.


Por Arménio Rego, LEAD.Lab, Católica Porto Business School

Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já

Opinião

Liderar com inteligência emocional

Ler artigo

Gestão humanizada e kpis: paradoxo ou equilíbrio? 

Ler artigo

Os líderes da Europa

Ler artigo

A Liderança Invisível: porque a cultura da sua empresa perde sempre para o software

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Opinião

Abr 22, 2026

Liderar com inteligência emocional

Ler notícia

Opinião

Abr 21, 2026

Gestão humanizada e kpis: paradoxo ou equilíbrio? 

Ler notícia

Opinião

Abr 20, 2026

Os líderes da Europa

Ler notícia

Opinião

Abr 17, 2026

A Liderança Invisível: porque a cultura da sua empresa perde sempre para o software

Ler notícia

Opinião

Abr 16, 2026

A normalização do desvio: o veneno silencioso que corrói a liderança

Ler notícia

Opinião

Abr 15, 2026

O equívoco persistente: tratar a saúde como despesa

Ler notícia

Opinião

Abr 14, 2026

O custo invisível de uma má contratação

Ler notícia

Opinião

Abr 13, 2026

Pessoas que detestam os seus países

Ler notícia

Opinião

Abr 13, 2026

A felicidade é uma construção social? Ninguém te ensinou a ser feliz, ensinaram-te a parecer?

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.