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Home Liderança Notícias Xadrez e Liderança: antecipar com a cabeça e agir com o coração

Liderança

Xadrez e Liderança: antecipar com a cabeça e agir com o coração

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21 Julho, 2025 | 7 minutos de leitura

I. O xadrez como mapa de liderança Num mundo dominado por estímulos imediatos, onde a liderança muitas vezes se confunde com carisma ou presença digital, o xadrez propõe outra coisa: paciência, profundidade e visão estratégica. É fácil comandar quando se grita. Difícil é liderar quando se ouve. Difícil é antecipar, calcular riscos, sacrificar hoje para […]

I. O xadrez como mapa de liderança

Num mundo dominado por estímulos imediatos, onde a liderança muitas vezes se confunde com carisma ou presença digital, o xadrez propõe outra coisa: paciência, profundidade e visão estratégica.

É fácil comandar quando se grita. Difícil é liderar quando se ouve. Difícil é antecipar, calcular riscos, sacrificar hoje para ganhar depois de amanhã. No xadrez, como na liderança verdadeira, nem sempre quem avança ganha. Nem sempre quem manda sabe porquê. E, talvez o mais importante: nenhuma peça vale por si só. Sem os peões, o rei vai nu.

Empresas, escolas e até clínicas de reabilitação usam hoje o xadrez como ferramenta de treino cognitivo e emocional. Ensina-se a reconhecer padrões, a prever reações, a compreender o que está do lado de lá do tabuleiro — como pensa o outro? Por onde vai atacar? E, no fim, mesmo depois de perder, há que estender a mão, aceitar, refletir.

O jogo ensina algo cada vez mais raro: humildade.

Ontem foi Dia Mundial do Xadrez.

II. A longa viagem das 64 casas

O xadrez não nasceu nobre. Veio da Índia, no século VI, como chaturanga, reflexo das estruturas militares do império Gupta: infantaria, cavalaria, elefantes e carros de guerra. Migrou para a Pérsia, onde passou a chamar-se shatranj e ganhou o ritual da contemplação — dizia-se que um bom jogador podia ver sete jogadas à frente, mesmo sem tocar nas peças.

Com as conquistas islâmicas, o jogo viajou para o Norte de África, depois para a Península Ibérica e dali para o resto da Europa. No século XV, em Itália e Espanha, o jogo transforma-se: surgem novas regras, o movimento da rainha expande-se, a torre aprende a rocar. A dama passa de figura passiva a peça mais poderosa do jogo. Mudança simbólica, num tempo em que o poder feminino começava, timidamente, a romper muralhas.

No século XIX, com a Revolução Industrial e a imprensa popular, o xadrez torna-se fenómeno de massas. Em 1924, nasce a FIDE (Federação Internacional de Xadrez). Surge a figura do Grande Mestre e o xadrez transforma-se num campo de batalha geopolítico. Mais do que jogo — instrumento de soft power.

III. Heróis, génios e adversários invisíveis

Paul Morphy, nascido em Nova Orleães, foi o primeiro génio global do xadrez. Aos 12 anos derrotava adultos. A sua carreira foi curta e brilhante — e a sua mente, frágil. Bobby Fischer, obsessivo e genial, levou o xadrez para a frente das câmaras durante a Guerra Fria. Em 1972, ao vencer o soviético Spassky, tornou-se símbolo da supremacia americana… e também do preço da genialidade. Morreu isolado, num quarto sem espelhos.

Nos anos 80 e 90, Garry Kasparov reinou como o maior. A sua mente era uma máquina — até perder contra uma verdadeira: o Deep Blue da IBM, em 1997. A derrota não foi apenas dele. Foi de todos nós. A partir daí, as máquinas passaram a pensar melhor. Mais rápido. Sem hesitação.

Hoje, Magnus Carlsen representa a nova geração. Mistura talento inato, treino digital e uma elegância quase felina nas jogadas. Joga rápido, com confiança brutal, mas não é arrogante. É humano. E sabe que um dia — talvez já amanhã — será ultrapassado por um algoritmo que joga sem sono nem medo.

O ano passado, o prodígio indiano Gukesh, com apenas 18 anos, tornou-se o mais jovem campeão mundial. O seu estilo calmo e letal lembra-nos que o xadrez moderno já não pertence apenas à Europa — pertence ao mundo.

IV. Rainhas no meio da batalha

Durante séculos, o xadrez feminino foi ignorado, marginalizado ou tratado com condescendência. As mulheres eram «boas para o xadrez de salão», diziam os manuais do século XIX. Judit Polgár destruiu esse preconceito com oito anos. A sua família húngara decidiu que ela, como as irmãs, seria criada como génio — não como menina.

Recusou jogar em torneios exclusivamente femininos e enfrentou, com sucesso, os maiores nomes do mundo: Kasparov, Karpov, Anand. Entrou no top 10 mundial — feito único entre mulheres. Nunca quis ser a melhor jogadora. Quis ser, pura e simplesmente, a melhor.

Hoje, nomes como Hou Yifan, Koneru Humpy, Anna Muzychuk ou Pia Cramling seguem o caminho aberto por Judit. Mas ainda há muito a fazer. Em 2024, menos de 3% dos Grandes Mestres eram mulheres. A disparidade começa cedo: menos acesso, menos incentivo, menos visibilidade.

O tabuleiro pode ser neutro. Mas o mundo que o rodeia, não.

V. O jogo em si: abertura, meio-jogo e final

Jogar xadrez é escrever um poema em silêncio. Cada abertura tem uma história: a Ruy López é clássica, ocupando o centro com elegância. A Siciliana é agressiva, ideal para quem quer desequilibrar cedo. O Gambito da Rainha oferece uma peça por iniciativa. Já a Defesa Francesa aposta na contra-ataque paciente. Como num romance, cada jogador tem o seu estilo — e o seu carácter.

O meio-jogo é um campo de tensão. Avaliam-se trocas, ameaças, potenciais. É aqui que se perdem os nervos. Ou se ganham partidas. E o final… o final é outra arte. A precisão torna-se tudo. Saber quando avançar um peão, quando sacrificar a torre, quando aceitar o empate.

Há uma beleza moral no xadrez: o erro é irreversível, mas raramente fatal. Aprende-se que recuar pode ser nobre. Que o sacrifício é muitas vezes o único caminho para a vitória. Que nem sempre vale a pena ganhar, se isso significa trair o plano. E que, acima de tudo, há sempre uma próxima partida. Um novo começo. Uma nova hipótese de fazer melhor.

VI. Entre humanos e máquinas: o novo tabuleiro digital

Desde a derrota de Kasparov, o xadrez nunca mais foi o mesmo. Hoje, qualquer adolescente com um smartphone pode jogar contra motores como Stockfish ou LeelaZero, aprender variantes em vídeos de YouTube e desafiar desconhecidos de todo o mundo. O jogo democratizou-se. Popularizou-se. E, surpreendentemente, resistiu.

Jogadores como Hikaru Nakamura tornaram-se celebridades no Twitch. A série The Queen’s Gambit pôs milhões a pesquisar aberturas. E o TikTok está cheio de finais espetaculares comentados com entusiasmo pop.

Mas há quem se preocupe: será que estamos a deixar de pensar? A copiar jogadas de máquinas? A jogar sem emoção? Talvez. Mas o xadrez sempre foi mutante. E se sobreviveu a imperadores, padres, censuras e algoritmos, sobreviverá a esta era também.

VII. O que ainda nos ensina o xadrez?

No fim, talvez o mais importante não seja ganhar. Mas pensar. Refletir. Voltar atrás e perceber onde errámos. O xadrez é mais do que um jogo. É uma metáfora completa para o mundo: liderança, sacrifício, visão, paciência, humildade.

Num tempo em que tudo é ruído e pressa, o xadrez obriga ao silêncio. A parar. A ver. A considerar o outro. Ensina que um peão pode chegar ao fim e tornar-se dama. E que o rei, mesmo protegido, está sempre vulnerável. Como nós.

A respeito do Dia Mundial do Xadrez, talvez devêssemos todos abrir um tabuleiro — real ou digital — e mover a primeira peça. Não para ganhar. Mas para lembrar que, enquanto houver jogo, há pensamento. E enquanto houver pensamento, há esperança.

Marcelo M. Teixeira,
Jornalista

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