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O seu próximo colega de trabalho não é humano. Estão as lideranças prontas?

O seu próximo colega de trabalho não é humano. Estão as lideranças prontas?

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11 Março, 2026 | 6 minutos de leitura

A inteligência artificial já transformou o recrutamento, mas há novos desafios no horizonte: equipas híbridas, pensamento crítico e lideranças ainda pouco preparadas.

A IA entrou definitivamente para a agenda das empresas e o recrutamento não é exceção. De facto, 84% dos líderes de talento planeiam utilizá-la nos próximos anos, mas uma adoção pouco estratégica pode revelar-se pouco profícua.

O relatório TA Trends 2026, levado a cabo pela Korn Ferry, põe a nu esta verdade inconveniente: a IA é indissociável do recrutamento e gestão de pessoas, mas não é perfeita. O sucesso desta integração depende de formação, estatégia e coesão de competências na força de trabalho. A investigação reuniu a opinião de mais de 1.600 líderes de talento e especialistas em recursos humanos.

 

Equipas híbridas entre humanos e IA onde não existe o perfeito

Uma das mudanças mais profundas tem sido a chegada dos chamados ‘agentes de IA’ às equipas de trabalho. Ao contrário das ferramentas de inteligência artificial atuais, estes sistemas conseguem executar tarefas de forma autónoma, com pouca intervenção humana.

De acordo com o estudo, 52% dos líderes de talento planeiam integrar agentes de IA nas suas equipas já em 2026. Na prática, isto significa que o recrutamento poderá passar a envolver não apenas pessoas, mas também tecnologias capazes de assumir responsabilidades dentro das organizações. Algumas empresas já começam a criar registos internos para agentes de IA, atribuindo-lhes permissões, funções e métricas de desempenho.

Para as lideranças, o desafio será aprender a gerir equipas mistas, onde humanos e sistemas autónomos trabalham lado a lado. Também é importante não esperar por agentes de IA perfeitos. Os trabalhadores devem ser dotados de ferramentas e formação específica para lidar com estes novos agentes, passo a passo.

Pensamento crítico torna-se a competência mais valiosa

Embora muitas empresas estejam focadas em contratar profissionais com competências técnicas em inteligência artificial, os líderes de talento apontam para uma prioridade diferente. Segundo o estudo, 73% consideram que o pensamento crítico e a resolução de problemas são as competências mais importantes para 2026, ultrapassando mesmo as competências técnicas em IA.

A razão é simples: à medida que as ferramentas de inteligência artificial se tornam mais acessíveis, o verdadeiro valor estará na capacidade humana de interpretar resultados, identificar erros e tomar decisões informadas.

Profissionais capazes de questionar dados, validar informação e compreender os limites da tecnologia serão essenciais para que as organizações consigam tirar verdadeiro partido da IA. Isto pode significar um certo atraso ou ponderação na adoção de certas ferramentas.

Cortar empregos de entrada pode criar crises de liderança

Outro risco identificado pela Korn Ferry está relacionado com a eliminação de funções de entrada nas empresas. Muitas organizações estão a substituir posições operacionais ou administrativas por tecnologia, numa tentativa de reduzir custos.

No entanto, estas funções são frequentemente o ponto de partida para futuros líderes. Analistas juniores tornam-se gestores. Coordenadores evoluem para líderes de equipa. Ao eliminar estes degraus iniciais, as empresas podem estar a comprometer o desenvolvimento das suas futuras lideranças.

Além disso, profissionais em início de carreira são frequentemente os mais rápidos a adaptar-se a novas tecnologias, tornando-se aliados importantes na adoção de inteligência artificial.

Embora a substituição de funções de entrada por IA possa representar poupanças imediatas nos orçamentos das empresas, a médio prazo pode gerar um problema estrutural. Estas posições são frequentemente o primeiro passo na formação de futuros líderes, permitindo que os profissionais compreendam a cultura, os processos e o funcionamento interno das organizações.

Sem esses percursos, as empresas podem vir a depender cada vez mais de contratações externas para posições de liderança, perdendo conhecimento institucional. Paradoxalmente, são também estes profissionais em início de carreira que tendem a adaptar-se mais rapidamente às novas tecnologias, podendo tornar-se aliados importantes na integração eficaz da IA nas organizações. De momento, apenas 22% das empresas estão a planear a sucessão da liderança tendo em mente a preparação para a IA. Este é o caminho para equipas híbridas de sucesso.

Liderança ainda não está preparada para a transição da IA

Embora as empresas estejam a investir massivamente em inteligência artificial, muitas ainda não estão preparadas para gerir a transformação organizacional que essa tecnologia implica. De acordo com o estudo, apenas 22% dos líderes de talento acreditam que as suas organizações têm lideranças capazes de gerir equipas compostas por humanos e agentes de IA.

O problema não está apenas na adoção tecnológica, mas na falta de uma estratégia clara e de comunicação interna eficaz. Em muitas empresas, os colaboradores continuam sem compreender qual é a posição da organização relativamente à inteligência artificial, o que gera resistência, incerteza e dificuldade na implementação de novos processos.

Neste contexto, as organizações precisam de desenvolver não só a força de trabalho, mas também lideranças preparadas para a era da IA, capazes de orientar equipas durante períodos de mudança, comunicar com transparência e alinhar tecnologia, pessoas e estratégia. Sem esse investimento em liderança, mesmo as iniciativas tecnológicas mais avançadas correm o risco de falhar.

‘Talent acquisition’ ganha peso estratégico nas empresas

Tradicionalmente vista como uma função operacional, a aquisição de talento está a assumir um papel cada vez mais estratégico. Apesar de 83% dos líderes de talento afirmarem ter hoje maior influência junto da gestão, muitos continuam afastados das decisões estratégicas.

Contudo, à medida que a inteligência artificial transforma o trabalho, os especialistas em recrutamento passam a ter uma visão privilegiada sobre competências emergentes, novas formas de trabalho e necessidades futuras das organizações. Essa experiência poderá posicioná-los como conselheiros estratégicos na transformação das empresas.

O futuro do recrutamento passa pela integração entre pessoas e tecnologia

Em suma, o futuro da aquisição de talento não passará apenas por preencher vagas. O verdadeiro desafio será orquestrar ecossistemas de talento, onde colaboradores, freelancers, parceiros externos e agentes de inteligência artificial trabalham de forma integrada.

Num cenário em que as organizações terão menos pessoas, mas mais tecnologia, cada contratação terá um impacto maior no desempenho das empresas. A capacidade de identificar as competências certas e de equilibrar talento humano com tecnologia é o fator chave para o sucesso nesta nova era.

Redação,
Equipa editorial Líder

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