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Denise Calado

Gerard Allison é o novo Senior Vice President of Sales EMEA da Sophos

13 Dezembro, 2022 by Denise Calado

A empresa de cibersegurança Sophos, anunciou Gerard Allison como novo Senior Vice President of Sales para a Europa, Oriente Médio e África (EMEA), com base em Essex, Reino Unido. O profissional conta com mais de 30 anos de experiência no setor e junta-se à Sophos vindo da Exclusive Networks, e anteriormente trabalhou também na Gigamon e na Juniper Networks.

 

Estamos muito entusiasmados por Gerard se juntar à Sophos para liderar e ajudar a acelerar os esforços de crescimento na EMEA, uma das regiões com maior relevância para a empresa. Gerard tem um profundo conhecimento do canal de distribuição e revenda, e também de como estabelecer com sucesso o acesso ao mercado. Com uma trajetória impressionante, supervisionará a nossa região EMEA e será um valioso e importante líder de vendas, particularmente quando entramos em 2023 com o nosso serviço renovado Sophos Managed Detection and Response. A necessidade de soluções modernas de cibersegurança tornou-se imperativa, incluindo serviços de MDR por parte de uma equipa de especialistas treinados para detetar invasões ‘mesmo debaixo dos nossos olhos’ ao longo da cadeia de ataque, conforme o que nos indica o Sophos Threat Report 2023.

Michael Valentine, Chief Revenue Officer da Sophos

A Sophos é líder do setor e pioneira num novo tipo de serviços MDR do qual todas as organizações podem beneficiar, por isso estou encantado por me juntar à empresa neste momento e liderar a sua impressionante equipa de vendas na região EMEA. Também estou entusiasmado para trabalhar em estreita colaboração com a nossa extensa rede de parceiros de forma a desenvolver novos fluxos de receitas e garantir que os clientes dispõem da segurança necessária para se defenderem contra os invasores persistentes de hoje em dia

Gerard Allison, Senior Vice President of Sales EMEA da Sophos

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Livros para o Natal

12 Dezembro, 2022 by Denise Calado

O trimestre final de 2022 trouxe numerosas edições literárias que desejamos ler com urgência. O tempo nem sempre deixa mas a proximidade do Natal oferece novas oportunidades e ilusões: podemos pedir ao Pai Natal alguns livros que nos aguçam a imaginação e acreditar que os vamos ler durante este período. Não receberemos todos nem conseguiremos ler os que recebermos, mas esse não é o ponto. Corações ao alto e sigam lá os pedidos ao Pai Natal. Eis uma lista de boas possibilidades para diferentes gostos e preferências.

Um livro otimista para esta quadra é A Jornada da Humanidade, de Oded Galor, um economista Estando nós rodeados de previsões catastrofistas, sabe bem ler um livro como este. Não para esconder a cabeça na areia, mas para ter um horizonte de esperança. Eis o ponto: se continuarmos a investir nas forças subjacentes à jornada da humanidade (educação, tolerância, igualdade entre géneros) poderemos continuar a florescer. O Financial Times chamava em abril deste ano à teoria unificada do crescimento de Galor uma “teoria unificada do otimismo”. A ler, nomeadamente por quem ainda não compreendeu como ligar ambientalismo e capitalismo.

Mas como nem só de grandes temas vivemos, em particular no período de fim de ano, porque não revisitar, os Beatles, esses clássicos que, no meu caso, remetem para a infância? Acaba de sair Love me do: A Ascensão dos Beatles, de Michael Braun um livro já antigo (1964) que nos envia de volta a esse período fértil da música popular. Natal com os Beatles é um Natal mais clássico. Este livro ajuda a compreender melhor a “ilha coesa” que foi este quarteto.

Outra forma de abordar o mundo mágico do Natal consiste em voltar à infância, neste caso pela mão de Nicholas Jubber e de Os Contadores de Histórias. Com o subtítulo “A história secreta dos contos de fadas e dos seus autores”, fica tudo dito sobre o plano desta obra. Como um Natal sem magia não é a mesma coisa, esta é uma boa maneira de entrar no espírito da estação.

Um clássico diferente é o inspetor Jaime Ramos, criado por Francisco José Viegas, que agora regressa com Melancholia. É fácil gostar destes policiais muito cá de casa, que nos permitem revisitar paisagens conhecidas com uma lente diferente sobre a realidade. Neste caso tendo por fundo a cidade do Porto e a paisagem da melancolia portuguesa.

                                                             

Esta é também boa altura para escapar até a Roma antiga, outro mundo extraordinário que até hoje nos fascina. Acabam de sair Doze Césares, de Mary Beard e A guerra que fundou o império romano, de Barry Strauss. Trata-se de dois autores prestigiados. Strauss analisa a batalha que, em 31 a.C., resultou na fundação do império romano, a batalha de Áccio, a maior batalha naval do mundo antigo. Mary Beard, importante classicista, conduz-nos, com abundante informação visual, pelo uso do poder nas autocracias do mundo romano.

Para os apaixonados da matemática chega A matemática e a sua história, de John Stillwell. Trata-se de uma cuidadíssima edição de capa dura que divulga o percurso das ideias e dos conceitos matemáticos. À boleia deste livro, permito-me sugerir aos nossos leitores uma exploração do catálogo que a IUL está a criar, com pouco ruído e muita qualidade.

Para os leitores da LIDER que não queiram deixar de fora a liderança, eis uma possibilidade pouco convencional, entre o sério e o género “com a verdade me enganas”: O Elogio da Sabujice, de Rui Teixeira da Mota. Como refere o autor “é certo e sabido que vivemos rodeados de sabujos” e que, não tendo o tema merecido a devida atenção, era necessário explorá-lo convenientemente. Está feito, neste volume que cobre a fauna, desde o bajulador ao graxista passando por muitos outros tipos, incluindo o manteigueiro. Suspeito que há tipos suficientes para todos percebermos qual é o nosso.

Ou seja, o que não falta são boas opções. Este Natal, se oferecer livros estará a proteger um negócio que também é um serviço à cultura. Bom Natal!

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

O fim da política ‘Zero Covid’ pode, mesmo assim, levar à queda de Xi Jinping?

12 Dezembro, 2022 by Denise Calado

A China foi pioneira no que toca aos confinamentos com o deflagrar da pandemia por Covid-19. Durante as primeiras semanas, o governo de Xi Jinping bloqueou a saída de milhões de pessoas para impedir que a doença se propagasse fora de Wuhan. Quase três anos depois, os confinamentos levaram a China a uma crise social, económica e política, de acordo com o The Economist.

Apesar do fim da política “Zero Covid” instaurada pelo regime, que alivia as restrições e põe fim às testagens em massa e confinamentos excessivos, a China enfrenta ainda assim um dilema: lidar com a doença como nunca antes.

Os próximos meses vão representar a maior ameaça governo de Xi desde que este chegou ao poder em 2012, e a maior ameaça à autoridade do Partido Comunista desde os protestos na praça de Tiananmen em 1989.

O país foi avassalado por manifestações depois de pelo menos dez pessoas terem morrido num incêndio em Urumqi, capital de Xinjiang, onde os moradores tinham sido trancados dentro de um prédio devido ao Covid.  Em Pequim, os manifestantes pediram “liberdade”; em Shanghai, exigiram que Xi renunciasse. As manifestações foram pequenas, mas num país tão fortemente policiado como a China, é notável que tenham sequer chegado a acontecer.

Se as manifestações fossem a única oposição, as forças de segurança poderiam restaurar a ordem. Mas Xi Jinping enfrenta também um vírus implacável.

A política de Zero Covid

Inicialmente, menos infeções implicava também menos danos económicos.  No entanto, as políticas do presidente chinês deixaram a China desprotegida contra um vírus endémico que se está a tornar difícil de controlar.

Quase 90% da população tomou duas doses da vacina, o que segundo taxas de previsão, resultarão em 680 mil mortes por dia, e 410 mil casos de doença grave, levando os hospitais a um ponto de rutura.

O Partido estava disposto a confinar milhões de pessoas por semanas a fio, mas não conseguiu lidar com o ceticismo relativo à vacina entre a população idosa. O governo inicialmente licenciou vacinas para menores de 60 anos, o que levantou dúvidas sobre a segurança das vacinas estrangeiras.

A China ainda não começou a reforçar a população com a terceira e quarta dose. Se a cobertura fosse de 90%, e 90% dos casos tivessem o melhor tratamento antiviral, as estimativas apontam que as mortes cairiam para 68 mil por dia, mesmo que o vírus se espalhasse livremente, sem restrições, como se verá nos próximos meses.

Numa altura em que as vacinas estão já acreditadas e distribuídas globalmente, os benefícios da política de Zero Covid de Xi já não fazem sentido, e os custos económicos e sociais continuavam a aumentar: o número de voos domésticos na China caiu 45% em relação ao ano anterior e o desemprego dos jovens urbanos está nos 18%, quase o dobro do que era em 2018. Com o recente levantar de restrições, a plataforma de viagens chinesa Trip.com relatou um aumento de 600% na procura de voos para o Ano Novo chinês.

O dilema de Xi Jinping

E assim o presidente chinês enfrenta um dilema: manter a doença sob controlo tornou-se social e economicamente caro, mas ao aliviar as medidas corre o risco de causar uma epidemia. Pior ainda, o meio-termo estável entre a doença descontrolada e confinamentos intoleráveis ​​parece estar a diminuir, se é que ainda existe.

O fim da política “Zero Covid” para mitigar uma crise política?

Ao transformar a política de “Zero Covid” num teste de lealdade, Xi transformou uma crise de saúde pública numa crise política. Ao impor o aparato diário de deteção e fiscalização, eliminou da cabeça da população a ideia de que coloca “as pessoas em primeiro lugar” e, em vez disso, trouxe um estado autoritário inflexível para cada lar.

O presidente chinês não terá um caminho fácil a percorrer para se livrar da epidemia. O partido disse que se vai esforçar para vacinar os idosos. Mas a administração da vacina e a aquisição de antivirais podem levar meses.

Os confinamentos têm sido duros e, mesmo assim, a doença pode surgir independentemente disso. Agora, com o fim da política “Zero Covid”, no melhor cenário possível, a China passará por uma onda de mortes e doença, e perturbações económicas.

Arquivado em:Notícias, Política

Crise migratória: mais de cinco mil mortos em embarcações

12 Dezembro, 2022 by Denise Calado

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) revelou o registado de pelo menos cinco mil mortes em rotas de migração na Europa desde o início de 2021, de um total de 29 mil desde 2014.

A rota África Ocidental-Atlântica para as Ilhas Canárias espanholas e a do Mediterrâneo Central são as mais perigosas e onde desaparecem mais pessoas, e os números podem ser muito superiores aos registados, devido aos naufrágios “invisíveis” – os casos em que barcos são perdidos no mar sem qualquer busca e salvamento em andamento.

Desde 2021, houve um aumento no número de mortos em muitas outras rotas europeias em comparação com anos anteriores. Principalmente na fronteira terrestre da Turquia com a Grécia, com 126 mortes, na rota dos Balcãs Ocidentais, com 69, na travessia do Canal da Mancha, com 53, nas fronteiras Bielorrússia-União Europeia, com 23, e 17 mortes documentadas de ucranianos que fogem da guerra, segundo a UN News.

Expulsões forçadas aumentam o risco

Além do risco acrescido das rotas percorridas, o Projeto Missing Migrants indica que muitas das mortes das pessoas com destino à Europa poderiam ter sido evitadas por assistência imediata e eficaz aos migrantes em perigo.

Relatos de sobreviventes à OIM garantem que pelo menos 252 pessoas morreram durante expulsões forçadas por autoridades europeias desde 2021. O número real de mortes deverá ser muito superior ao documentado, já que as registadas no Mediterrâneo Central, Oriental e Ocidental, na fronteira terrestre turco-grega, e na fronteira da Bielorrússia com a Polónia são quase impossíveis de verificar na íntegra devido à “falta de transparência, falta de acesso e a natureza altamente politizada dos acontecimentos”, relata a Organização.

Identificação de migrantes

As taxas de identificação daqueles que morrem em rotas migratórias para e dentro da Europa são mais baixas do que em outras regiões do mundo: no Mediterrâneo Central foram estabelecidas as nacionalidades de apenas 7% das pessoas que morreram na costa europeia 2021, de acordo com o projeto Missing Migrants.

A identificação é essencial para evidenciar a perda não resolvida de inúmeras famílias à procura de entes queridos desaparecidos em viagens de migração.

Já no passado dia cinco de dezembro um navio operado pelos Médicos Sem Fronteiras resgatou 74 pessoas em perigo de morte, a bordo de um barco instável, proveniente da Líbia.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Sustentabilidade é vista como uma obrigação dispendiosa e não como um investimento

12 Dezembro, 2022 by Denise Calado

A maioria dos quadros superiores tem consciência da urgência da ação climática, mas, apenas um em cada cinco executivos (21%) considerou que o retorno do investimento para o seu negócio é claro. No que diz respeito a iniciativas ambientais, em empresas com mais de 20 mil milhões de dólares em receitas, o nível médio de investimento representa apenas 0,41% do seu volume total.

Uma nova análise realizada pelo Research Institute da Capgemini, revela como a sustentabilidade é frequentemente vista como um centro de custos, em vez de um centro de valor, particularmente no contexto do panorama macroeconómico global. E apesar de as empresas já terem anunciado os seus objetivos relativos à neutralidade carbónica, há um fosso entre as ações de curto prazo e os planos e as ambições de longo prazo. Cerca de 49% referiu ter uma lista definida de prioridades para os próximos três anos, e pouco mais de um terço (37%) disse que a sua empresa está a repensar o seu modelo de funcionamento à luz destes temas.

O estudo “A World in Balance – Why sustainability ambition is not translating to action”  inquiriu 2.004 quadros superiores de 668 grandes grupos empresariais (com um volume de receitas anuais superior a mil milhões de dólares) nos principais setores de atividade em 12 países.

Expectativas dos colaboradores e regulamentação 

Neste momento, os principais impulsionadores das iniciativas de sustentabilidade são a pressão dos atuais e dos futuros trabalhadores (para 60% dos gestores inquiridos) e a necessidade de antecipar uma regulamentação futura mais rigorosa (57%). Já 52% dos inquiridos espera que estas iniciativas venham a repercutir-se num aumento das suas receitas no futuro. A maioria das empresas coloca reservas nesta matéria, porque receia as implicações financeiras que estas iniciativas possam ter no curto prazo nos custos.

Para 53% o custo destas iniciativas supera o seu potencial benefício. No entanto, e justamente ao contrário, o estudo prova que que as organizações que deram prioridade aos investimentos em sustentabilidade já apresentam melhores resultados do que aquelas que não o fizeram.

Investimento em tecnologia para limitar impacto ambiental

As empresas estão mais conscientes da pegada ambiental das suas TI e estão a recorrer a novas ferramentas para atingir os seus objetivos. Mais de metade (55%) dos gestores inquiridos dizem que a sua empresa sabe qual a é a emissão de carbono das suas TI, apps, sistemas de TI e centros de dados.

Este valor aumenta para os 63% no setor da indústria e situa-se nos 61% no setor dos produtos de consumo e energia. Para atingirem os seus objetivos de sustentabilidade 58% das organizações afirmaram que já estão a usar a IA e a automação (em particular no setor energético (72%), e mais de metade (54%) das organizações a nível global estão a investir em tecnologias digitais como a AR/VR, ou em ferramentas de colaboração para reduzir as viagens dos colaboradores.

Muitas empresas compreendem os desafios da sustentabilidade, mas as organizações precisam de alinhar estratégias clara e objetivos de curto prazo para poderem alcançar resultados concretos que permitam que a sociedade não ultrapasse os limites. É agora ou nunca, se quisermos limitar o aquecimento global a 1,5°C. A mudança tem de vir do topo. Precisamos de ver as empresas a dinamizarem os seus modelos de negócio para desenvolverem produtos e serviços sustentáveis. Este é um investimento no futuro. Com o aumento da regulação e da pressão da sociedade civil, resultando num maior escrutínio por parte dos consumidores e dos investidores, as empresas que tardam em concretizar as suas ambições, arriscam-se a que os seus atuais económicos se tornem obsoletos nos próximos anos. E quem quererá gerir uma empresa que não seja sustentável?

Cyril Garcia, CEO da Capgemini Invent e Executive Board Member do Grupo Capgemini



Mais informações aqui.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Cinco dicas para tornar as empresas resilientes a ameaças

12 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Entre janeiro e abril de 2022 houve um aumento de 42% da incidência de ataques cibernéticos nas organizações. Perante este cenário e a importância cada vez mais crescente dos dados, a marca de tecnologia do ManpowerGroup, Experis, partilha cinco boas práticas que contribuem para a segurança dos sistemas das empresas:

Fazer cópias de segurança 

Duplicar dados relevantes por via da sua cópia de um dispositivo de armazenamento para outro permite que possam ser restaurados em caso de perda dos originais – seja por eliminação acidental, decorrentes de um problema técnico, ou da sua corrupção maliciosa. Ao salvaguardarem disrupções na atividade produtiva das empresas, as cópias de segurança evitam perdas em muito superiores ao valor das informações seguras. E porque ter cópias de segurança permite uma restauração rápida, mas não evita todos os riscos, o backup na cloud apresenta-se como uma alternativa segura.

Usar tecnologia baseada na cloud 

Aspetos como agilidade e escalabilidade estão entre as principais vantagens da cloud, mas não são as únicas. Ao usarem tecnologia alojada na nuvem, as empresas garantem que, por exemplo, todas as configurações de segurança são aplicadas de forma rápida e transversal, o que lhes reduz custos e favorece formas de trabalho mais “blindadas”. Seja através de clouds públicas, privadas ou híbridas, a computação na nuvem deixou de ser uma tendência para passar a ser a regra, flexibilizando-se para responder aos requisitos dos diferentes negócios.

Formação em cibersegurança 

A transformação digital veio acentuar a dependência crescente da sociedade em relação às novas tecnologias, facilitando ataques de sucesso. Qualquer colaborador está, diariamente, exposto a ameaças, sendo a melhor prevenção assegurar que todos sabem reconhecer ataques maliciosos e reagir adequadamente. Torna-se, por isso, cada vez mais importante investir na formação das equipas para a deteção e prevenção dos vários tipos de ataques cibernéticos, enquanto parte da estratégia interna das empresas para se manterem resilientes contra as ameaças digitais que, cada vez mais, exploram o fator humano.

Cumprir as atualizações de software

Na maioria dos casos, versões não-atualizadas dos sistemas operativos e navegadores/browsers não comprometem o seu funcionamento. Contudo, exatamente por essa razão, a tentação de adiar as atualizações poderá gerar vulnerabilidades que funcionam como pontos de entrada para hackers. Algumas atualizações incluem resoluções recentes para ameaças de segurança previamente não-diagnosticadas, razão pela qual é fundamental as empresas manterem sempre o software atualizado.

Testar a segurança regularmente 

Conhecer o grau de vulnerabilidade e o nível de exposição ao risco de um ciberataque permite realizar um diagnóstico que alerta as empresas para a eventualidade de uma falha de segurança. Repetir, com regularidade, a verificação de pontos fracos é uma boa prática que não deve ser descurada. Neste âmbito, a Experis apoia as empresas na proteção dos negócios em contexto digital, com uma oferta de serviços que inclui a monitorização, identificação e o tratamento de ameaças cibernéticas nas infraestruturas, sistemas e aplicativos, com especialistas em cibersegurança. Além disso, promove testes de penetração – ferramenta fundamental para analisar os riscos e mapear falhas de cibersegurança em ativos como aplicações web, servidores, sistemas e redes. Este processo simula ataques por entidades externas não autorizadas ou utilizadores internos maliciosos e é conduzido com recurso a ferramentas de acesso remoto.

Arquivado em:Cibersegurança, Notícias

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