• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Preparar o impensável: empresas reforçam resposta a raptos e violência dirigida

      A última torre da Sagrada Família ergue-se perante uma audiência global no TikTok

      Desperdício de recursos custa 25,4 biliões de euros por ano à economia mundial

      Ter a melhor app não basta para liderar a experiência do cliente

      Mercado de trabalho abranda no arranque de 2026. Emprego cai e desemprego volta a subir

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Jovens políticos reunidos: «A primeira coisa que cai são as barreiras pessoais do preconceito», nota o professor José Tavares

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Preparar o impensável: empresas reforçam resposta a raptos e violência dirigida

      A última torre da Sagrada Família ergue-se perante uma audiência global no TikTok

      Desperdício de recursos custa 25,4 biliões de euros por ano à economia mundial

      Ter a melhor app não basta para liderar a experiência do cliente

      Mercado de trabalho abranda no arranque de 2026. Emprego cai e desemprego volta a subir

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Jovens políticos reunidos: «A primeira coisa que cai são as barreiras pessoais do preconceito», nota o professor José Tavares

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

E agora, como vai ser o futuro do trabalho?

15 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Afinal o que queremos nas organizações? Não queremos líderes e colaboradores responsáveis, mas sim verdadeiros “franchisados” da organização que mantenham a motivação (dedicação voluntária persistente) sempre em níveis máximos, durante um longo período de tempo (o que não é fácil). E muito menos possível de “comprar” com altos salários ou “fringe benefits” fantásticos.

Construir núcleos organizacionais comprometidos, motivados, justos, eco responsáveis, socialmente integrados, educados, focados em objectivos comuns, respeitando a herança cultural, mas desenvolvendo padrões mais elevados.  E em suma que atingem resultados (baseados nos KPIs fundamentais para as organizações.)

Mas se sabemos o que queremos, também sabemos que a forma de atingir este objectivo num mundo em mudança, não será fácil. Como iremos atingir e como vai ser o futuro a partir de agora?

Será uma conquista, diária e ganha de forma genuína baseada num acrónimo – T.A.R.A. Ou seja, estimulando a confiança dos colaboradores e exigindo lealdade (“Trustability”). Sendo responsável de forma intensa e esperar responsabilidade dos outros que o rodeiam (nunca ouvindo desculpas, apenas problemas e propostas de soluções). Ou seja, “Accountability”.  E finalmente sendo respeitável (“Respect”), respeitando as boas práticas de ESG (“environment & social & governance”) e exigindo o mesmo dos outros respeitando as suas competências e conhecimento (“Respect ability”).

Por outro lado, queremos colaboradores que valorizem a auto (e não apenas a hétero) motivação, pois não vale a pena tentar motivar colaboradores que não querem ser motivados.

No futuro, os trabalhadores terão várias carreiras, aprendendo ao longo da vida com competências fluídas (Liquid Skills), cruciais para reforçar a sua empregabilidade. Colaboradores que potenciem e integrem as novas tecnologias (IA, robótica, machine learning). Até porque a OCDE estima que apenas 10% dos trabalhadores serão substituídos pelas máquinas (pois apenas 25% estão em funções 30% automatizáveis), o que significa que tem de existir um “diálogo” com a tecnologia baseado numa literacia digital que tem de ser desenvolvida pelas organizações.

Outro ponto fundamental que iremos ver nas organizações, e que se relaciona com o princípio T.A.R.A., tem a ver com o aumento da humanização do trabalho, o aumento da motivação para o mesmo, pela existência de um propósito (dever do empregador), e do enfoque no bem-estar organizacional. O salário já está a perder a força no processo de retenção de talentos e a tendência é que essa prática se fortaleça. Não se trata de um fator higiénico, mas não é o único fator a ser fundamental para a manutenção do talento.

O compromisso das equipas será por uma causa, e não por um valor. Todos deverão acreditar na missão da empresa e envolver-se nela. Acrescido pelo facto de as funções serem cada vez mais complexas e menos mecânicas (tais como resolução de problemas com as novas tecnologias), pelo que se necessita de uma forte literacia tecnológica.

Outro ponto relevante tem a ver com as estruturas hierárquicas e o modelo de decisão organizacional: as hierarquias vão ser alternadas pela gestão de projectos utilizando as melhores competências disponíveis. Sendo fundamental a autonomia, competências de coordenação e colaboração que vão complementar as competências específicas do projecto.

Irão ser delegadas tarefas, mas também responsabilidade. Se temos uma geração preparada para a evolução tecnológica, então deve ser esta a liderar os projetos relacionados com este tema. Este modelo de gestão e decisão irá tornar as carreiras em formato “Z” e não verticais ou horizontais como no passado. Para isso vai ser fundamental que cada colaborador se torne um Coach, que vai surgir dentro da empresa, de forma a evitar os choques geracionais e potenciar as melhores competências para cada projecto específico.

A Remuneração vai mudar, portanto, vai ser cada vez mais variável e menos fixa, potenciando a “accountability” individual e participação dos colaboradores nos resultados da empresa. O que significa que os rendimentos vão aumentar, mas não em todos os colaboradores, apenas para aqueles mais produtivos e, portanto, o fosso salarial vai ser aumentado.

O Auto-emprego e auto-gestão vai aumentar (pelo que temos de pensar em novos modelos de reforma), sendo que os vínculos laborais serão flexíveis e aparecerão novas formas de contrato plural.

Formas como o “Free lancer”, trabalho temporário, entre outros; que permitirá uma maior flexibilidade e amplitude de carreiras e desafios. Algo que não se coaduna com a legislação laboral Portuguesa, rígida, pouco flexível, desadaptada do modelo económico, que leva os empregadores muitas vezes a preferir não recrutar novos trabalhadores.

Portanto será o fim dos sindicatos como os conhecemos, nomeadamente aqueles que apenas defendem uma das partes da equação (a dos trabalhadores). Terão de se adaptar e defender os trabalhadores, mas também as organizações e sua produtividade, pois apenas se podem distribuir resultados se estes existirem. Portanto apenas sobreviverão os sindicatos que participam na gestão e otimização dos resultados (como alguns sindicatos alemães), com a divisão dos resultados entre acionistas e trabalhadores.

Veremos situações de “Blocalização laboral” e “Trustability” em empresas e blocos ESG e com práticas objectivamente avaliadas, pelo que a emigração não será feita para países com os quais culturalmente não nos identificamos ou que não defendam os direitos humanos. Não podemos emigrar para países que promovam o trabalho infantil ou não promovam a igualdade de género, por exemplo.

Outra variável que irá mudar é a visão sobre o desenvolvimento de competências. Os empregadores precisam de suportar a educação e o desenvolvimento do conhecimento, pois o valor da educação formal já não reside na aquisição de conhecimentos, mas no desenvolvimento de uma capacidade de aprendizagem (ou seja, desenvolver a “capacidade de aprender todos os dias” face às evoluções diárias a que assistimos).

As empresas têm de continuar a olhar para os colaboradores internos como “clientes internos” e desenvolver a “Employer journey” dentro da organização, assim como fazemos com os nossos clientes externos. Assim conseguiremos ver pontos fracos e fortes da manutenção do talento e otimização da eficiência. Pelo que os departamentos de recursos humanos terão cada vez mais um papel relevante nas organizações.

Até porque o bem-estar (não gosto de índice da felicidade pois é uma variável mais pessoal que organizacional) será uma medida de sucesso (como o valor da marca o é), pois permite aumentar a eficiência, inovação, “accountability” e os resultados. Mas infelizmente a “liquidez” do emprego vai aumentar o turnover devido á menor lealdade organizacional que vemos. Já não há empregos para a vida toda!

Finalmente, defendo o Individualismo corporativo e não modelos novos híbridos de trabalho. Trabalho remoto de forma transversal julgo que é uma “moda” inútil e que apenas gera baixa produtividade. O individualismo corporativo permite adaptar a cada colaborador a solução para a sua necessidade, seja trabalham em modo remoto em determinada percentagem do seu tempo, modelo de trabalho em part-time, modelo de trabalho presencial (até porque há colaboradores que não querem trabalhar remotamente). Relembremos que as funções com elevado potencial para trabalho remoto representam apenas 30% da população empregada em Portugal (fonte: Deloitte).

O modelo deve ser personalizado, maximizar a eficiência, a moral, eliminando o burnout, e aumentando a moral de grupo e sensação e segurança dos colaboradores. Portanto defendo o individualismo corporativo que seja Hiperlocal e não Híbrido e Remoto.

Em suma, será certamente um “admirável mundo novo” em que importa lembrar uma célebre frase sobre quem queremos ter ao nosso lado: “E quem estará ao meu lado nas trincheiras? E isso interessa-te? Mais do que apropria guerra!”

 

Arquivado em:Opinião

Mulheres são menos promovidas a cargos de liderança

14 Dezembro, 2022 by Denise Calado

As desigualdades de género no trabalho permanecem. Por cada 100 homens que ascendem a manager, 87 mulheres são promovidas para a mesma posição. Nos cargos de topo (C-suite), apenas um em cada quatro lugares é ocupado por uma mulher.

A nova análise “Women in the Workplace 2022″, revela também que para além das oportunidades de promoção, a flexibilidade, o bem-estar e a igualdade ganham peso na decisão das mulheres de permanecer ou mudar de emprego.

Obstáculos no caminho para a liderança 

No estudo elaborado pela McKinsey & Company e a Associação LeanIn.Org foram inquiridos cerca de 400 mil trabalhadores de 333 organizações que, no seu conjunto, empregam mais de 12 milhões de pessoas.

As conclusões destacam que o género, ou o facto de serem mães, influenciam de forma negativa na hora de progredir profissionalmente, numa promoção ou aumento salarial.

Da mesma forma, no último ano, 29% das mulheres pensaram em reduzir o seu horário de trabalho, aceitar um cargo menos exigente ou até mesmo deixar de trabalhar, contra 22% dos homens. Além disso, 37% das executivas afirmam ter tido um colega de trabalho que conseguiu obter algum reconhecimento profissional, contra 27% dos executivos que afirmam ter vivido a mesma situação, mas ao contrário.

Líderes mais inclusivas, mas pouco reconhecidas 

Em comparação com os homens do seu nível profissional, as executivas fazem mais por apoiar o bem-estar dos colaboradores e promover a diversidade, a equidade e a inclusão.  O compromisso das empresas com estes valores é muitas vezes decisivo quando se pensa em mudar de emprego e, nesse sentido, as executivas têm 1,5 vezes mais probabilidades do que os homens de mudar de emprego por esta razão.

Ao mesmo tempo, 40% das executivas afirmam que o seu trabalho para promover a diversidade, igualdade e inclusão não é reconhecido nas suas avaliações de desempenho. Como resultado, 43% das mulheres sentem-se sobrecarregadas, em comparação com 31% dos homens com o mesmo cargo que reconhecem sentirem-se esgotados.

O trabalho flexível alterou as regras do jogo

Outro aspeto destacado pelo estudo é a flexibilidade. Para uma em cada duas mulheres (49%) é um dos três aspetos mais importantes quando decidem mudar ou permanecer numa empresa, em comparação com 34% dos líderes masculinos. Além disso, dois terços das mulheres com menos de 30 anos dizem que estariam mais interessadas em ascender na carreira, se vissem os seus líderes a ter um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

A maioria dos trabalhadores prefere trabalhar à distância, pelo menos uma parte do tempo. No caso das mulheres, apenas 1 em cada 10 quer trabalhar a maior parte do tempo no formato presencial. Contudo, a razão vai para além da flexibilidade, as mulheres que trabalham remotamente, pelo menos uma parte do tempo, relatam sofrer menos micro agressões e ter uma maior segurança psicológica. Isto é especialmente pronunciado para mulheres de cor, LGBTQ+ e mulheres com deficiências.

O estudo afirma a importância de oferecer a oportunidade de escolher o formato em que os funcionários desejam trabalhar – seja remoto ou presencial. Os profissionais que têm essa escolha geralmente ficam menos esgotados, mais felizes nos seus trabalhos e muito menos propensos a deixar as suas empresas.

Também a maioria dos responsáveis de RH afirma que oferecer opções de trabalho flexíveis ajudou a diversificar e a reter os seus talentos. Ainda assim, apontam que estas novas formas de trabalho podem também trazer inconvenientes.

Um dos aspetos que gera preocupação, por exemplo, é o facto de os colaboradores que trabalham remotamente poderem sentir-se menos conectados com as suas equipas. Além disso, a distância impõe maiores exigências de gestão aos diretores. Por outro lado, é possível que os colaboradores que trabalham maioritariamente a partir de casa, com maior probabilidade de serem mulheres, tenham menos oportunidades de reconhecimento e promoção.

Assim, o trabalho remoto ou híbrido, que são as modalidades preferidas pelas mulheres, pode dar uma trégua aos preconceitos, mas não pode ser considerado um substituto para a mudança substancial que deve ocorrer no ambiente de trabalho.

É positivo que as mulheres sofram menos microagressões quando trabalham remotamente, mas, por outro lado, de acordo com o relatório, o facto de sofrerem essas agressões é problemático. As empresas não devem fazer do teletrabalho ou do trabalho híbrido uma solução, mas antes investir na criação de uma cultura verdadeiramente inclusiva.

Como podemos observar nas opiniões recolhidas neste estudo, as mulheres são, em média, melhores líderes. Tanto os homens como as mulheres sentem-se mais satisfeitos quando o seu superior é uma mulher, precisamente porque priorizam comportamentos e valores de inclusão, igualdade e diversidade. Contar com mais mulheres em cargos de chefia pode ter um efeito muito positivo na retenção dos colaboradores – tanto homens como mulheres –, um dos pontos fundamentais nestes anos de Grande Demissão

Gloria Macías Lizaso, sócia da McKinsey & Company

Se as empresas não agirem, não vão perder apenas as suas gestoras, mas correm também o risco de perder a próxima geração de talentos, tanto homens como mulheres. Os jovens dão cada vez mais importância ao trabalho inserido numa cultura equitativa, inclusiva e solidária

 Amaia Noguera, sócia da McKinsey & Company

Arquivado em:Liderança, Notícias

Guerra e inflação abrandam planos de sustentabilidade

14 Dezembro, 2022 by Denise Calado

A maioria dos líderes (87%) defende o investimento em metas e práticas de ESG, com benefícios económicos a longo prazo, mas a guerra e a inflação podem impactar os esforços de sustentabilidade das empresas.

As metas do Acordo de Paris saíram reforçadas pela COP27 e 45% dos líderes organizacionais pretendem reavaliar os seus investimentos na área do clima, segundo o novo estudo “Climate Check: Business views on climate action ahead of COP27”.

Travão na sustentabilidade e combate ao greenwashing 

A análise elaborada pela Deloitte realçou que a grande parte de os inquiridos admite desacelerar as suas estratégias de sustentabilidade nos próximos 12 meses. Os fatores externos que têm vindo a desafiar a economia mundial, como a guerra na Ucrânia e a inflação, deverão impactar as estratégias de sustentabilidade das organizações. Contudo, cerca de 37% dos executivos do C-Level sublinham que mantêm a vontade de acelerar o investimento em práticas de sustentabilidade.

Acerca dos temas que mais preocupam os líderes, encontram-se os riscos de segurança associados às alterações climáticas (55%), ou transição climática justa (41%), para além do greenwashing (41%) e transparência e responsabilização das empresas (34%).

Para 66% dos líderes, o greenwashing (prática que pretende branquear os esforços de sustentabilidade), está a afetar negativamente o mercado. Quando questionados sobre eventuais medidas globais, a maioria (63%) aponta o combate a esta prática como prioritária.

Cooperação e Estratégia 

Para combater as alterações climáticas a cooperação é apontada como um aspeto essencial. A maioria dos executivos indicam estar a colaborar ativamente com organizações não governamentais (62%), instituições académicas (50%) e grupos de ação climática (44%) para definir estratégias de I&D e de financiamento orientadas para a concretização de medidas de mitigação e adaptação.

Os resultados do estudo realçam a necessidade de alteração da cultura organizacional das empresas, no que diz respeito ao valor acrescentado das estratégias de sustentabilidade. A distância entre sentimento e ação está relacionado com o facto de muitos ainda tomarem a estratégia de sustentabilidade como um fim em si próprio, e não como um meio de ultrapassar esse desfasamento entre ambição e ação.

Durante a COP27, mitigação e adaptação foram palavras-chave numa agenda marcada pelo Fundo de Loss & Damages e pelos avanços da adaptação territorial aos principais impactos das alterações climáticas. Neste contexto, a Estratégia de Adaptação lançada pela Comissão Europeia durante a presidência portuguesa no ano passado assume particular relevância. Soluções de base natural e regeneração serão conceitos fortes no curto prazo em termos de investimento dos países, mas também das empresas, como tal, será necessário desbloquear o papel do investimento privado nos esforços de sustentabilidade.

O estudo “Climate Check” foi conduzido em conjunto com a Oxford Economics, entre agosto e setembro de 2022, e partiu de um inquérito realizado a 700 líderes do C-Level em catorze países – Austrália, Brasil, Canadá, China, Egipto, França, Alemanha, Índia, Japão, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, e Estados Unidos.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Quiet firing: saiba quais são os sinais

14 Dezembro, 2022 by Denise Calado

O Quiet Firing é a tendência que descreve uma gestão negligente por parte das lideranças. Pode ser difícil gerir pessoas, e desconfortável dizer-lhes que não estão a fazer um bom trabalho, por isso muitos managers acabam por deixar os colaboradores sem feedback.

À semelhança do Quiet Quitting, também o Quiet Firing ganhou maior atenção no TikTok, através de um vídeo feito pelo utilizador DeAndre Brown, no qual este descreve a atitude passivo-agressiva que, não sendo necessariamente nova, pode levar os colaboradores a desistirem dos seus empregos e, desta forma, beneficiarem os empregadores que desistiram deles.

Como saber se está num possível quiet firing? 

É importante os colaboradores estarem atentos aos sinais – tanto claros como discretos – das suas chefias e analisarem se estão a ser ‘silenciosamente despedidos’. A consultora de RH Kelly lista seis sinais a ter em conta:

  1. Temas ‘tabu’: Apesar do bom desempenho, temas como promoções internas ou aumentos salariais são constantemente evitados ou adiados sem qualquer justificação, enquanto os pares vão evoluindo nas respetivas carreiras;
  2. A falta de feedback: As tarefas concluídas com sucesso não são reconhecidas e, perante os erros, a chefia não apresenta críticas construtivas perante o esforço do colaborador;
  3. As tarefas diferem da competência: O colaborador só recebe tarefas que já não se adequam ao nível das suas competências e conhecimento da profissão e que facilmente seriam atribuídas a colaboradores mais juniores ou estagiários;
  4. A falta de informação: O colaborador não recebe a informação que é necessária para ser bem-sucedido, sejam briefings para as novas tarefas ou contexto das mesmas, informações ou atualizações sobre a empresa ou da equipa; entre outro tipo de informações que normalmente são comunicadas;
  5. Não existem momentos one-on-one: A chefia diz-se constantemente indisponível para se pôr a par das necessidades e frustrações do colaborador, não demonstrando interesse no crescimento profissional do mesmo;
  6. As críticas nas reuniões de equipa: O colaborador é posto em cheque nas reuniões de equipa, sendo alvo de críticas e, quando intervém, as suas opiniões são menosprezadas ou não são tidas em conta.

O que fazer?

A Business Insider deixa duas dicas:

Pedir feedback

Muitas organizações estão a trazer de volta as revisões de performance, e se não está a recebê-las enquanto parte do ciclo anual de avaliação, será benéfico pedir uma revisão informal. Receber feedback específico, construtivo ou negativo é de extrema relevância.

Assim, é crucial estar preparado para essa conversa, e planear com antecedência o que dizer, e evidenciar o que já trouxe de bom à organização. Ser proativo e propor tarefas que estejam por fazer, ou perguntar o que pode fazer melhor, pode ser o que é preciso para obter um feedback genuíno.

Plano de melhoria de performance

Quando se é posto num programa deste tipo, pode ser desmotivador para o colaborador, e pode até surgir a tentação de se despedir. No entanto, é importante focar no que realmente é necessário nesta altura – se é necessário ficar empregado, concentrar-se no que é preciso para manter o emprego pode ajudar, mas é importante que se comece, paralelamente, uma pesquisa por um novo emprego, já que é mais confortável fazê-lo enquanto ainda tem trabalho.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

10 tendências estratégicas na tecnologia para 2023

14 Dezembro, 2022 by Denise Calado

“Top Strategic Tecnology Trends 2023” é o ranking de tendências da Gartner com as 10 tecnologias de maior impacto no mundo dos negócios para os próximos três anos. Até ao final do ano, vamos publicar todas as semanas, na Líder, duas tendências.

Super apps

Uma superapp é uma aplicação que fornece aos clientes, parceiros ou colaboradores, um conjunto de funcionalidades e acessos a miniapps criadas de maneira independente. É construída enquanto plataforma para dar experiências de apps consistentes e personalizáveis.

Mas é mais do que uma aplicação complexa ou um portal que agrega serviços e funcionalidades numa única interface. A superapp representa a manifestação máxima da combinação de aplicações com arquitetura.

Os utilizadores podem descobrir e ativar o seu próprio conjunto de apps, ganhando uma experiência digital contextualizada e personalizada dentro de uma só aplicação.

Como pôr em prática?

– Aumentar a eficácia do modelo da superapp ao desenhá-la para produtos que sejam centrados nas pessoas, processos e serviços;

– Identificar funcionalidades chave, com grande taxa de envolvimento, na superapp, o que levará a uma utilização em massa da mesma;

– Atrair e apoiar parceiros de desenvolvimento, assegurar um modelo de negócio que beneficie ambos;

– Oferecer uma experiência acessível para developers, e ferramentas convenientes para parceiros criarem, testarem e registarem miniapps para possível monetização;

– Definir requisitos de segurança e proteção de dados para as miniapps ao estabelecer uma governança de ecossistemas reforçado com recursos de plataformas partilhadas.

Um caso prático

O Paypal é uma empresa de pagamentos online com quase 50 milhões de utilizadores. Uma parte essencial do seu crescimento foi a integração a compra de produtos e serviços de terceiros dentro da sua superapp, e fornecendo já miniapps de parceiros para comprar bilhetes de cinema, encomendar comida, além das suas próprias apps de gestão de serviços financeiros e compras, entre outros.

Inteligência Artificial Adaptativa

O valor da Inteligência Artificial (IA) operacionalizada é a capacidade de rapidamente conseguir desenvolver, implementar, adaptar e manter IA em vários ambientes na organização. Tendo em consideração a complexidade da engenharia e a demanda para a aceleração no mercado, é essencial desenvolver pipelines de engenharia de IA menos rígido, ou construir modelos de IA que consigam adaptar-se na produção.

Assim, acelera-se a criação de valor, e garante-se que a Inteligência Artificial está alinhada com os objetivos da organização em tempo real.

Como pôr em prática?

– Criar as fundações para sistemas de Inteligência Artificial adaptiva ao complementar as implementações já existentes de IA com os padrões de design de inteligência continua e eventos de capacidades de stream.

– Facilitar a adoção de IA e contribuir para a gestão de sistemas adaptativos incorporando negócios explícitos e indicadores mensuráveis através de sistemas operacionalizados.

– Maximizar o valor comercial de iniciativas contínuas de Inteligência Artificial ao estabelecer práticas de engenharia de IA que simplifiquem dados, modelos e a implementação de pipelines para padronizar os processos de entrega de IA.

Um caso prático

A Cerego, um software de formação baseado em Inteligência Artificial usado pelo exército dos Estados Unidos da América que permite a aprendizagem adaptativa. A solução sabe o que ensinar, como medir o progresso e quando testar, adaptando as suas lições para o progresso de aprendizagem de cada um.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Benedita Miranda é a nova General Manager Multilingual Region da Sitel

14 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Até agora General Manager para Portugal, Itália, Grécia e Espanha, Benedita Miranda passa a liderar mais quatro países do grupo Sitel, na região multilingue da Bulgária, Egito, Roménia e Hungria.

A nova General Manager Multilingual Region fica responsável por um total de oito mercados integrados em 19 Multilingual Hubs de suporte ao cliente, com mais de 10.000 trabalhadores.

Benedita Miranda tem um percurso profissional na área do Customer Experience Management há mais de 20 anos, tendo sido nomeada General Manager da Sitel, no início de 2021, onde ingressou em 2010.  É licenciada em Psicologia, pela Universidade Lusíada, tem um Executive Master em Marketing pela Católica Porto Business School e um MBA pelo ESADE, em Barcelona.

É com grande satisfação e entusiasmo que abraço este novo desafio profissional. Os resultados conquistados ao longo do meu percurso na Sitel, com o apoio das equipas com quem tenho o privilégio de trabalhar, estimulam-me a querer continuar a contribuir para que a empresa seja uma referência como empregador, inovadora nos seus processos e formas de trabalhar, onde os colaboradores são valorizados e onde as suas competências são potenciadas. Acreditamos que, no mundo global em que vivemos, estar mais próximo da cultura dos clientes, falando a sua língua e conhecendo os seus hábitos é fundamental para o sucesso e crescimento. Estes hubs multilingues foram impulsionados pela nossa experiência comprovada em atrair, desenvolver e reter os melhores talentos nativos, de forma a podermos oferecer aos clientes soluções eficientes em termos de custos e com elevada qualidade, para consolidar a sua experiência global de Customer Experience

Benedita Miranda, General Manager Multilingual Region da Sitel

Arquivado em:Notícias, Pessoas

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 100
  • Página 101
  • Página 102
  • Página 103
  • Página 104
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.