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Denise Calado

Como reduzir e incentivar a redução do desperdício nesta época?

16 Dezembro, 2022 by Denise Calado

O Natal é uma época tipicamente associada ao desperdício, tanto para consumidores, como para as empresas de retalho. Os jantares de família e amigos, associados a inúmeras refeições partilhadas, aumentam a procura de alimentos e, consequentemente, a produção e o desperdício também aumentam.

A empresa de combate ao desperdício, Phenix partilha quatro dicas para as empresas de retalho sobre como diminuir e incentivar a diminuição do desperdício nesta época:

Fazer uma seleção dos produtos mais vendidos no Natal 

Existe produtos alimentares que são tradicionalmente, ou mesmo unicamente, comercializados nesta época. Desta forma, constituir o foco nesta seleção de produtos, ao invés de promover uma grande diversidade dos mesmos, ajuda a uma gestão mais eficiente dos recursos e do desperdício, havendo uma maior garantia de escoamento e, consequentemente, uma quebra mais reduzida;

Criar um livro de receitas antidesperdício 

Muitas empresas de retalho têm revistas de marca própria com receitas incluídas. Este suporte pode servir para a partilha de sugestões e dicas, direcionadas ao consumidor, com produtos típicos do Natal e que permitam reinventar aquilo que é o menu, maioritariamente constituído por sobras, nos dias seguintes aos festejos.

Adotar técnicas de recuperação das perdas e do desperdício alimentar 

O desperdício deve ser sempre considerado um dado adquirido e, neste sentido, deve ser sempre preparado um plano de contingência, de forma a reduzir, ou mesmo mitigar, este problema. A contratação de empresas que giram o excedente, o escoamento de produtos para ração animal, ou a doação do desperdício a fábricas de recuperação energética, são algumas das soluções que podem ser adotadas neste período.

Monitorizar

Monitorizar e avaliar o processo é uma parte essencial da redução do desperdício nas empresas de retalho. A sua experiência e o seu know-how permitem prever resultados, identificar e antecipar percentagens de desperdício e pensar em soluções que permitam lidar com o excedente. Assim, monitorizar a estratégia estabelecida aumenta as hipóteses de eficácia e de sucesso.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Liderar por influência e exemplo

16 Dezembro, 2022 by Denise Calado

De Harvard à LSE, do Insead ao IMD, passando pela nossa Nova SBE e congéneres de alto valor de ensino em Portugal, todas as escolas dizem que liderar é conduzir a sua gente na persecução de um objectivo comum e partilhável, conseguindo que cada um contribua com o melhor de si, tornando, assim, o todo maior do que as partes, como disse Aristóteles.

Três tarefas cabem ao líder, a cada momento: definir a situação como ela é, e não como gostaria que fosse; estabelecer a visão onde quer chegar e explicar as mudanças necessárias para a atingir. Numa comunicação eficaz, fundada nos três pilares da clareza, credibilidade e consistência que suportam as três regras de ouro: explicitar situação, com empatia, explicando as alterações necessárias para se lá chegar.

Em crise, ou à espera dela, a única unidade de valor, moeda de troca de um líder é a confiança. Construída a três níveis. Primeiro, escutar. Nada produz maior confiança do que se ser ouvido. O sentido de pertença. Os acabamentos desse edifício da confiança. Segundo, cumprir o prometido. A estrutura do edifício. Requer acção. Estar lá, àquela hora, fazer aquele contacto, entregar o prometido. Terceiro, as fundações, com três alicerces: carácter, fazer o que diz; competência, fazer bem feito; consistência, nas outras duas. O mais poderoso dos três níveis. Define até onde o edifício pode subir e que ventos, tempestades e intempéries consegue aguentar.

Construir, manter e fazer crescer este, sem ser de uma posição de autoridade formal, é a forma mais sublime de liderança. A exercida pelo exemplo. O Líder Servo, eternizado por Robert Greenleaf e James Hunt, a liderança que Warren Bennis define como carácter em acção. Consegui-lo em períodos longos, é obra. Durante sete décadas, difícil replicar.

Sim, estamos a falar dessa Grande Senhora, Grande Rainha, Grande Mulher, Isabel II que partiu. Outros grandes líderes passaram sob o seu, certamente, atento olhar, como Gandhi, Mandela, Churchill, Gorbachev, Thatcher, Reagan, Helmut Kohl.

Mas a Rainha, ah, a Rainha, tal como os dois primeiros, mas suplantando-os em anos de acção, fê-lo não de uma posição de autoridade formal, mas moral e cultural. Os 900 anos de história que precederam o seu reinado, incluído os 800 pós Magna Carta, edificaram a estrutura que lhe permitiu essa liderança por influência, por exemplo, já que a autoridade para mais não dava. Neste caso durante 70 anos. Caso de estudo.

Perguntei um dia à minha Avó, o que era isto da educação. Levantarmo-nos se alguém mais velho entra, precedência à passagem da porta, disponibilizar lugar, no autocarro cheio, a alguém mais frágil. Respeito, respondeu. Educação é respeito. Contou uma história, como só as avós sabem.

Num jantar de 200 pessoas, recepção de um chefe de estado da Commonwealth, Buckingham Palace, no fim, à inglesa, foi apresentada uma taça de prata, com água e limão para cada convidado passar as pontas dos dedos. Não era costume na sua terra. Vendo o apetecível líquido, bebeu-o, para estupefacção dos 198 comensais que olhando, em descrédito para o mesmo, em uníssono, qual seguindo a bola num corte de ténis, olharam depois para a Rainha, perguntando, em silêncio: e agora?

De rogada não se fez a monarca. Seguindo o convidado, a mesma água bebeu, da sua taça. Aliviados, repetiram. Respeito.

A Rainha morreu, longa vida ao Rei.

A bem da humanidade, do caracter, competência e consistência.

Arquivado em:Opinião

E as smart cities, como estão?

15 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Numa altura em que a inovação tecnológica invadiu o espaço urbano, a mobilidade é um dos aspetos fulcrais para tornar as cidades mais inteligentes. Lisboa, e as principais cidades europeias, têm vários desafios e as lideranças municipais devem encontrar soluções acessíveis, inclusivas, seguras e sustentáveis para a mobilidade.

Uma nova análise da PwC com a Strategy+Business realça os pontos críticos:

– Trânsito;

– Custo dos transportes públicos;

– Sustentabilidade ambiental;

– Segurança Rodoviária

– Infraestruturas insuficientes para a mobilidade ativa.

O relatório “Smart Cities: mobility ecosystems for a more sustainable future”, mostra como em Londres e Paris, uma ida para o trabalho demora mais de 40 minutos, em média, e o problema da falta de estacionamento é crítico. Na capital francesa há um milhão de espaços para estacionar, apesar de todos os dias mais de 1,5 milhões de veículos circularem no centro da cidade. Isto resulta em estacionamentos ilegais em ruas estreitas, aumentando o trânsito na metrópole.

Como é a capital portuguesa? 

Em Lisboa a situação do trânsito é também problemática, e parece que agora que se está a voltar ao escritório a congestão da cidade é ainda mais notória. Uma pessoa que se desloque para o trabalho na capital gasta duas ou três horas do seu dia, e se a cidade estivesse preparada para isso esse número seria no máximo uma hora.

Apesar de haver planos para uma melhoria das infraestruturas, e para encurtar as distâncias, através do Plano Ferroviário Nacional, essa meta é estabelecida para 2050, havendo muito trabalho pela frente até lá.

Para dar resposta ao problema do estacionamento na cidade, a proposta de orçamento municipal para 2023 inclui a construção de cinco parques dissuasores de estacionamento da EMEL, o que constitui um investimento de 17 milhões de euros, na zona da Pontinha Norte, Pontinha Sul, Lumiar/Azinhaga, Braço de Prata e Cidade Universitária.

Mobilidade reduzida recebe apoio 

Para já, a Câmara Municipal de Lisboa investiu em 1,2 milhões de euros em projetos de apoio à mobilidade reduzida, pretendendo assim tornar a cidade mais inclusiva e um espaço para todos, com foco na inovação digital: “para a criação de soluções digitais que ajudem a melhorar a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada”.

Menos bicicletas particulares, mais GIRA 

O Fundo Ambiental, criado pelo Ministério do Ambiente e da Ação Climática reforçou este ano os apoios à compra de bicicletas convencionais e elétrica, bem como de trotinetes e skates.

No entanto, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, no final de 2021 decidiu não assumir o compromisso de dar continuidade ao programa. No orçamento municipal de 2022, não existe verba para qualquer incentivo de apoio à aquisição destes veículos na capital.

Moedas planeia, contudo, o reforço da rede GIRA, apostando em mais 20 estações na cidade em 2023, um investimento de três milhões de euros, para que a infraestrutura esteja acessível em todas as freguesias.

Para o primeiro trimestre de 2023 está previsto entrar em vigor a gratuitidade das Gira para os estudantes até aos 23 anos e os maiores de 65 anos, que já têm acesso ao passe de transportes grátis.

Arquivado em:Notícias, Sociedade, Tecnologia

Saiba como a Inteligência Artificial pode ajudar a migração climática

15 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Até mil milhões de pessoas vão tornar-se migrantes climáticos nas próximas três décadas e o uso responsável de Inteligência Artificial (IA) pode oferecer uma perspetiva única sob este fenómeno.

Os dados são da Organização Internacional para a Migração das Nações Unidas e o World Economic Forum partilha como a IA pode ajudar na crise.

A problemática dos migrantes climáticos

Enquanto em 1951 na UN Refugee Convention se definiu claramente o que é um refugiado (alguém forçado a sair do seu país devido a um risco iminente de violação dos direitos humanos), e se estabeleceu quais são os seus direitos legais no que toca à proteção internacional, os migrantes climáticos encontravam-se numa zona cinzenta.

No termo migrante cabem várias categorias, como os migrantes económicos, que saem dos seus países para encontrar melhores oportunidades económicas ou para estudar. Porém, os migrantes forçados são levados a abandonar o seu país de origem devido a circunstâncias extremas, como instabilidade política, violência e desastres naturais. Muitos deles, ao regressarem ao seu país de origem, estarão em perigo iminente, mas ainda assim não são considerados refugiados.

As organizações internacionais continuam a hesitar em atribuir proteções especiais a migrantes, e particularmente a migrantes do clima. Apesar de as Nações Unidas e alguns governos estarem a dar passos para dar proteções especiais a estes migrantes, a Inteligência Artificial pode ser a resposta para lidar com a situação.

IA e a migração climática

O uso da IA enquanto mecanismo preditivo e preventivo permite que pessoas e governos façam os preparativos necessários antes que ocorra um desastre natural. Ao recolher dados que refletem os desastres naturais que estão a ocorrer, a Inteligência Artificial pode fornecer insights sobre as consequências desses eventos.

Através de imagens de satélite e informações específicas de cada região, como o histórico de desastres naturais e as condições climáticas, a IA pode prever uma variedade de diferentes situações ambientais com precisão, tal como quando e onde vai chover.

Aproveitar a Inteligência Artificial nesse sentido permitirá que Estados estejam cientes do deslocamento significativo da população com antecedência, permitindo que aloquem os recursos adequados para ajudar as pessoas sempre que possível.

Arquivado em:Notícias, Sociedade, Tecnologia

Planos de saúde: subida de custos com prioridade na saúde mental

15 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Os custos com planos de saúde deverão aumentar nas empresas portuguesas cerca de 7% e no top cinco das condições clínicas com maior impacto, encontram-se as patologias relacionadas a saúde mental.

As coberturas dos planos de saúde mais procurados em Portugal são as de hospitalização, serviços clínicos de laboratório e análises clínicas, estomatologia e oftalmologia.

Estas são parte das principais conclusões do relatório “2023 Global Medical Trend Rates Report”, elaborado pela seguradora Aon, cujas estimativas apontam para que a taxa média global dos custos com planos de saúde seja de 9,2%, a mais alta desde 2015.

Aumento dos custos com os planos de saúde 

A análise das tendências dos custos associados a planos de saúde disponibilizados pelas empresas aos seus colaboradores, mostra um aumento, com um crescimento bruto de 3% face ao ano anterior (previsão de 7% em 2023 face a 4% em 2022).

Em termos globais, a tendência mundial é também de crescimento, com a previsão dos custos de saúde das empresas de 9,2%, em 2023, comparativamente com os 7,4%, em 2022, registando-se assim a taxa mais alta desde 2015.

A previsão desse aumento resulta da incerteza e da antecipação de que a pressão inflacionista irá incrementar o custo dos serviços de saúde, assim como a recuperação de níveis de utilização pré-pandemia. Os fatores que vão marcar a subida são o declínio geral da saúde resultado da ausência de diagnóstico clínico antecipado, envelhecimento da população, estilos de vida pouco saudáveis e o aumento de doenças crónicas.

Saúde mental no top cinco das patologias

Em Portugal, as patologias que mais contribuem para os custos dos planos de saúde empresariais são: doenças cancerígenas, cardiovasculares, musculoesqueléticas e de costas, diabetes e a saúde mental, que este ano integra, pela primeira vez, esta análise.

No sentido de mitigar o aumento dos custos dos planos de saúde, tem-se registado um aumento do número de empresas a desenvolver programas ligados à promoção da saúde e do bem-estar dos colaboradores.

A nível global as medidas mais prevalentes são o investimento em programas de bem-estar numa perspetiva de prevenção, evitando custos mais avultados com tratamentos numa fase mais avançada dos processos.

Portugal também regista estes programas no top cinco, sendo que as iniciativas de wellbeing mais prevalentes procuram dar suporte a todo o espectro do circuito de promoção de bem-estar, desde deteção precoce, educação e tratamento.

Quando analisadas as tendências por região, a Europa e o Médio Oriente e África destacam-se com o maior aumento dos custos de saúde face ao ano anterior, de 5,6% para 9.1%, e de 11,1% para 14,5%, respetivamente.

Também as regiões de Ásia-Pacífico e a América Latina e Caraíbas registam aumentos, embora mais moderados, com 8.2% para 9,2%, e 10,6% para 11.6%, respetivamente. Apenas a América do Norte mantém os custos com planos de saúde, a registar 6,6%.

A inflação está a atingir níveis elevadíssimos em quase todo o mundo e nesta edição do estudo esse impacto está refletido. Devido aos acontecimentos recentes, a pandemia e os tempos de volatilidade que vivemos, há uma necessidade acrescida de as empresas apoiarem os colaboradores, o que se traduz em maior custo para as organizações, seja pelo aumento do investimento em áreas de apoio à Saúde dos colaboradores, seja pelo aumento dos custos com os planos já implementados. As políticas de bem-estar reforçam-se como prioridade estratégica para as organizações e começamos a assistir ao desenvolvimento dos vários programas de wellbeing, físico e psicológico, no sentido de proporcionar um impacto positivo nas vidas dos seus colaboradores

Rita Silva, Senior Associate em HR Solutions da Aon Portugal

Arquivado em:Notícias, Saúde

Três estratégias para garantir o compromisso e a produtividade dos colaboradores

15 Dezembro, 2022 by Denise Calado

Os níveis de produtividade em Portugal continuam muito abaixo da média europeia, segundo o relatório “Estado da Nação 2022”, da Fundação José Neves, o que revela que os processos tecnológicos não são, por si só, a solução ideal para o sucesso.

Os líderes estão frequentemente mais focados em tecnologias e metodologias do que na aprendizagem e desenvolvimento das suas equipas. Nesse sentido, a Emergn partilha três estratégias que os líderes podem adotar para aumentar a confiança, respeito e performance com impacto, no local de trabalho.

Criar um ambiente de trabalho focado no colaborador

O ambiente de trabalho deve ser centrado nos colaboradores, não centrado na tecnologia. De acordo com o relatório “Realizing the Human-Machine Relationship”, em 2021, 64% dos líderes tecnológicos afirmou que os seus processos de trabalho eram “inteligentes”, mas apenas 32% se descreveu enquanto “especialista” na área da tecnologia. O que realça que mais do que aplicar tecnologia de ponta, as empresas devem educar as suas equipas para que consigam lidar com a transformação digital.

Para potenciar o desempenho e aumentar a produtividade, os líderes devem garantir que as suas equipas estão preparadas para perceber como utilizar a tecnologia a implementar. Ouvir e compreender o feedback das equipas é essencial para garantir eficiência no trabalho, bem como educar os colaboradores sobre o processo de tomada de decisão por detrás de novos softwares ou operações que estão a ser implementados e aumentar o seu compromisso.

Apoiar o crescimento e progressão de carreira dos colaboradores 

Após meses ou mesmo anos de trabalho remoto, muitos colaboradores preferem continuar a trabalhar de casa. A flexibilidade e acessibilidade permitiu aos profissionais ter horários mais flexíveis, um maior conforto e muitas vezes, uma maior qualidade de vida. Estas vantagens levaram muitos a acreditar que empresas a pedir às suas equipas para voltarem ao escritório, de forma parcial ou total, fizeram-no apenas para seu próprio benefício. Porém, voltar ao escritório tem várias vantagens, especialmente no que diz respeito ao bem-estar do colaborador e ao seu crescimento profissional.

Ainda que as ferramentas digitais tenham permitido reunir pessoas fisicamente distantes, os colaboradores continuam a precisar de interações presenciais para combater a solidão e melhorar características sociais com os seus colegas. Além disso, estes momentos mais sociais fomentam o crescimento e a motivação dos profissionais, bem como a sua produtividade. Ao estarem juntos de forma regular, os colaboradores sentir-se-ão mais colaborativos e prontos para, em equipa, criar impacto nos seus projetos.

Repensar o papel do líder e cultivar a autonomia dos colaboradores 

As técnicas mais antiquadas de gestão de topo-para-baixo não vão sobreviver num mercado de trabalho de ritmo intenso e interligado. Os líderes precisam que os seus colaboradores consigam pensar e reagir de forma rápida a situações únicas e potencialmente críticas. Hoje, as empresas devem redefinir os papéis de liderança, onde os líderes são mais comprometidos e práticos com as suas equipas – este tipo de liderança é conhecido como servant leadership.

A liderança servidora é um modelo alternativo à liderança tradicional que pressupõe que o líder esteja presente no negócio de forma ativa, prática e colaborativa, colocando as necessidades e interesses dos colaboradores no centro do negócio. O objetivo deste tipo de liderança é partilhar o poder, trabalhar em conjunto e comunicar e liderar pelo exemplo. Os colaboradores sentem-se comprometidos e motivados para aumentar a sua performance quando observam que também os seus líderes o fazem. Ao sentirem-se ouvidos, os colaboradores irão confiar mais nas suas empresas e líderes e atingir níveis de desempenho de excelência, passando a atuar ainda como “embaixadores” da marca.

Desta forma, ao readaptarem o seu papel, os líderes conseguem fortalecer a inclusão e relações de confiança, levando a que os colaboradores se sintam mais conectados à empresa e negócio. Esta sensação de conexão é potenciada quando se oferece liberdade de escolha – ou autonomia – às equipas e direções claras sobre o caminho a seguir. Ao confiarem nas suas equipas e permitirem flexibilidade nas suas decisões, os líderes conseguem criar um local de trabalho saudável, onde o bem-estar e as escolhas feitas com convicção são prioridade, e realidade.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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