• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

A Boneca Despida

3 Maio, 2023 by Denise Calado

Julieta – a protagonista deste romance – até podia ser uma mulher anónima, não fosse o facto de ter vivido cem anos. Cresceu sem mãe e longe do pai, junto de uma avó violenta que a escravizou. Não a deixaram prosseguir os estudos. Não lhe ensinaram os factos da vida. Casou sem paixão, teve filhos que amou e por quem sofreu de insondáveis maneiras. Acabou num lar, sozinha, como tantas outras.

Do seu nascimento na ilha do Faial à pequena infância passada em Macau; dos tempos num colégio interno em Hong Kong ao regresso definitivo a Lisboa; da obediência à avó à sujeição ao papel de esposa e mãe; a história fascinante de Julieta (e a da sua boneca de bisque) é também a da mulher portuguesa ao lon­go dos anos cinzentos da ditadura, sempre contando os centavos, abdicando dos sonhos em favor da família, calando dúvidas e frustrações e passando por cima de sucessivos desgostos.

A Boneca Despida é também o registo absolutamente notável da história da vida privada de um país que, no lapso de um século, participou em guerras e con­flitos, viu partir a sua gente, instalou-se nos subúrbios, virou do avesso regimes políticos, fez-se europeu, esqueceu os seus velhos, conheceu momentos de luz e sombra.

Arquivado em:Livros e Revistas

Os 12 Desafios do Empreendedor

3 Maio, 2023 by Denise Calado

Ser empreendedor é aceitar que esse é um caminho com inúmeros desafios. Mas, como em tudo, não há desafio que não tenha solução.

Paulo de Vilhena, gestor de empresas e coach, irá guiá-lo pelos 12 principais desafios que todos os empreendedores, empresários, gestores e aspirantes a tal enfrentam, para que assim possa alavancar os seus resultados.

Arquivado em:Livros e Revistas

Parlamento Europeu adota novas regras para a transparência salarial

17 Abril, 2023 by Denise Calado

A nova legislação vai exigir que as empresas da União Europeia divulguem informações que tornem mais fácil para os colaboradores comparar salários e expor as disparidades salariais existentes entre homens e mulheres.

Segundo as novas regras aprovadas pelo plenário do Parlamento, as estruturas para comparar os níveis salariais terão de se basear em critérios neutros de género e incluir sistemas de avaliação e classificação de cargos neutros, e os processos de recrutamento terão de ser conduzidos de forma não discriminatória.

Se os relatórios salariais mostrarem uma diferença salarial de pelo menos 5% entre homens e mulheres, os empregadores terão de realizar uma avaliação salarial conjunta em cooperação com os representantes dos trabalhadores.

Os Estados-Membros terão de aplicar sanções eficazes, proporcionadas e dissuasivas, como multas, para os empregadores que infringirem as regras.

Um trabalhador que tenha sofrido danos como resultado de uma infração terá o direito de reclamar uma indemnização. Pela primeira vez, a discriminação interseccional e os direitos das pessoas não binárias foram incluídos nas novas regras.

Proibir sigilo salarial

As regras estipulam que os trabalhadores e os representantes dos trabalhadores terão o direito de receber informações claras e completas sobre os níveis salariais individuais e médios, discriminados por género.

O sigilo salarial será banido; não deve haver cláusulas contratuais que restrinjam os trabalhadores de divulgar seu salário ou de procurar informações sobre a mesma ou outras categorias de remuneração dos trabalhadores.

Mudança do ónus da prova

Em questões relacionadas com o pagamento, o ónus da prova passará do trabalhador para o empregador. Nos casos em que um trabalhador considera que o princípio da igualdade de remuneração não foi aplicado e leva o caso a tribunal, a legislação nacional deve obrigar o empregador a provar que não houve discriminação.

“A minha prioridade era garantir medidas de transparência salarial mais inclusivas e impactantes para os trabalhadores. Não só temos finalmente medidas vinculativas para combater as disparidades salariais entre homens e mulheres, mas também todos os cidadãos da UE são empoderados, reconhecidos e protegidos contra a discriminação salarial. Pessoas não binárias têm o mesmo direito à informação que homens e mulheres. Tenho orgulho de, com esta Diretiva, definirmos a discriminação interseccional pela primeira vez na legislação europeia e incluí-la como circunstância agravante na determinação de penalidades.”

Samira Rafaela, Comité de Direitos da Mulher e Igualdade de Género

“Esta legislação deixa bem claro que não aceitamos nenhum tipo de discriminação salarial de género na UE. Historicamente, o trabalho das mulheres tem sido subvalorizado e mal pago, e com esta diretiva damos um passo importante para garantir remuneração igual para trabalho de igual valor. Estou muito orgulhosa pelo facto de o Parlamento ter conseguido alargar o âmbito, reforçar o papel dos parceiros sociais e garantir direitos individuais e coletivos fortes.”

Kira Marie Peter-Hansen, Comité de Emprego e Assuntos Sociais

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Reescrever a História: Índia versus Modi

17 Abril, 2023 by Denise Calado

O ano letivo na Índia começou este mês de forma conturbada: os alunos do 12º ano de História e Política regressaram à escola e encontraram o currículo e os livros escolares com alterações significativas.

O Conselho Nacional de Pesquisa e Formação Educacional reflete agora a visão do nativismo, conhecido como Hindutva, do Partido Bharatiya Janata (Bjp) que está no governo, e do seu líder, Narendra Modi, que ignora a heterogeneidade do país, e encara-o como uma terra puramente hindu, relata o The Economist.

O papel fundamental dos muçulmanos

É impossível entender a História indiana sem mencionar o papel dos imperadores mogóis. Invasores da Ásia Central, essas dinastias muçulmanas governaram grande parte da Índia — muitas vezes de forma ilustre, às vezes com fanatismo — dos séculos XVI a XVIII.

A herança construída da Índia é densa com o trabalho de Mughal – veja-se o Taj Mahal e o túmulo de Humayun em Delhi. As administrações Mughal empregaram hindus em posições eminentes. O facto de um sétimo da população de 1,4 mil milhões da Índia ser muçulmana hoje é um legado mogol. No entanto, nos novos manuais escolares de Modi, os capítulos sobre os mongóis foram encurtados ou descartados.

A História de Gandhi de cara lavada

Os livros na escola costumavam ensinar que “a busca constante de Gandhi pela unidade hindu-muçulmana provocou tanto os extremistas hindus que fizeram várias vezes o tentaram assassinar”; essa parte foi cortada.

O mesmo aconteceu com a descrição do assassino de Gandhi, Nathuram Godse, como pertencente à casta brâmane (um importante eleitorado do Bjp). Os manuais escolares já não dizem que Gandhi “era particularmente odiado por aqueles que queriam que a Índia se tornasse um país para os hindus, assim como o Paquistão era para os muçulmanos”. Desapareceu também o facto de que o Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), o braço paramilitar de Hindutva, foi banido após a morte de Gandhi.

A História Contemporânea não escapa

Em 2002, em Gujarat, mais de mil pessoas morreram, a maioria delas muçulmanas, por violência sectária. Modi era o ministro-chefe do estado na época – e permaneceu notavelmente silencioso sobre as atividades dos linchamentos hindus. Os alunos aprenderam anteriormente que “instâncias, como em Gujarat, alertam-nos para os perigos envolvidos no uso de sentimentos religiosos para fins políticos. Isso representa uma ameaça à política democrática”; agora, foi retirado da última edição.

O chefe do conselho educacional diz que as mudanças são um ato de bondade: reduzir a “carga de conteúdo” para crianças que passaram por momentos difíceis durante a pandemia. os partidários do Bjp não receberam esse memorando. Um deles, Kapil Mishra, twittou triunfantemente que os imperadores mogóis “não estão nos livros de história, estão no caixote do lixo”.

Este ataque politizado à História da Índia é uma imagem espelhada, observa Mukul Kesavan, um escritor, da tentativa do vizinho Paquistão de adaptar o seu passado para corresponder a um presente excludente.

Expurgar os não-hindus da história indiana e oprimi-los na realidade são consequências relacionadas a esse credo de exclusão. É lamentável que milhões de estudantes não aprendam a entender a Índia como a grande e inspiradora história de diversidade, contestação e acomodação que ela é. O aumento da perseguição aos não-hindus que a história distorcida de Modi provocará é ainda mais preocupante.

Arquivado em:Notícias, Política

Portugal é o 4.º país do mundo com maior escassez de talento

17 Abril, 2023 by Denise Calado

Cerca de 84% dos empregadores nacionais têm dificuldade em preencher as vagas que lançam para o mercado, com os setores da Energia e Utilities, Indústria Pesada e Materiais e Tecnologias de Informação a ser os mais afetados. As funções de TI e Data são as mais procuradas pelas empresas portuguesas.

Conheça as principais conclusões do “Talent Shortage Survey 2023”, cujo inquérito considerou cerca de 38.000 empregadores em 41 países e territórios.

 

Falta de trabalhadores qualificados mantém-se em níveis historicamente altos 

O estudo elaborado pelo ManpowerGroup revela que 62% dos empregadores portugueses têm alguma dificuldade em encontrar os candidatos com as competências desejadas e 22% sentem muita dificuldade. Cerca de 12% afirmam não ter qualquer desafio em encontrar o talento de que necessitam.

Estes dados traduzem uma escassez de talento de 84%, mantendo-se a tendência registada em 2022, quando este valor era de 85%. O resultado posiciona Portugal acima da média global, que se encontra nos 77%, mas também como o quarto país do mundo com maior dificuldade na contratação, abaixo de Taiwan (90%), Alemanha (86%) e Hong Kong (85%).


Setores mais afetados 

Entre os empregadores dos nove setores analisados no estudo, há uma dificuldade generalizada em encontrar as competências necessárias, mas é nos setores de Energia e Utilities e da Indústria Pesada e Materiais que o valor da escassez de talento é mais acentuado, com 89% das empresas de ambos os setores a revelarem dificuldades na contratação.

Seguem-se os setores das Tecnologias da Informação (TI), com 87%, o de Bens e Serviços de Consumo, que contempla as atividades de Retalho, Distribuição, Hotelaria e Indústria de Bens de Consumo, com um valor de 86%, e o de Transportes, Logística e Automoção, com uma escassez de talento situada nos 86%.

Com valores menos acentuados, surgem os setores da Saúde e Ciências da Vida, com 78% dos seus empregadores a revelarem dificuldades em recrutar os profissionais certos, dos Serviços de Comunicação, que incluem telecomunicações e media, com um valor de 74% e, por último, o de Finanças e Imobiliário, cuja escassez se situa nos 70%.

No que respeita à análise regional, é na Região Norte e Grande Porto que a escassez de talento se encontra nos níveis mais elevados, com valores a situarem-se nos 89% e 87%, respetivamente. A estes, segue-se a Região Centro e a Grande Lisboa, ambas com 83% dos seus empregadores a revelarem dificuldades na contratação de profissionais. Por fim, 81% das empresas da Região Sul assumem estes desafios.

Cargos mais procurados pelos empregadores nacionais

Questionados sobre as competências técnicas que mais procuram, 30% dos empregadores portugueses colocaram as relacionadas com TI e Data no topo das suas necessidades, tendência que já se registava em 2022, com um crescimento de 4 pontos percentuais.
Segue-se a necessidade de profissionais com competências em Operações e Logística, relatada por 23% dos empregadores inquiridos, e para funções de Recursos Humanos, apontada por 21% das empresas. As competências de Engenharia são identificadas por 20% dos inquiridos, e de Indústria e Produção, referidas por 19%.

Competências humanas mais desejadas

Quando questionados sobre as competências humanas que mais valorizam, mas que consideram difíceis de encontrar, a Resiliência e Adaptabilidade surgem como a escolha de 31% dos empregadores nacionais. Segue-se a Capacidade de Iniciativa, referida por 30% das empresas.
No topo desta lista de soft skills está também a Fiabilidade e Autodisciplina dos profissionais, escolhida por 29% dos inquiridos, enquanto 26% dos empregadores identificaram o Trabalho em Equipa e Colaboração como prioritário, bem como a Resolução de Problemas.

Segundo o estudo, o investimento na formação das equipas é a principal medida na resposta à escassez de competências e a oferta de maior flexibilidade sobre quando e onde o trabalho é realizado, é a estratégia mais aplicada para contornar as dificuldades na contratação

Para responderem ao atual desencontro de competências, as organizações planeiam investir mais nas suas pessoas:

76% dos empregadores planeiam investir na formação das suas equipas;

47% avançam com uma maior contratação de recursos permanentes;

27% apostam numa maior adoção de talento temporário.

 

Quanto às estratégias para atrair o talento:

54% dos inquiridos refere a maior flexibilidade sobre quando e onde é realizado o trabalho, como resposta a uma crescente preferência dos trabalhadores por modelos híbridos;

40% refere o aumento dos salários;

35% aponta a diversificação das suas bases de talento, recorrendo, por exemplo, a talento sénior.

Os primeiros meses do ano permitiram à economia nacional manter-se em terreno positivo e observamos hoje um maior dinamismo nas perspetivas de contratação para o próximo trimestre, com os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey a apontarem para uma Projeção a Criação Líquida de Emprego de +16%, em alta de 4 pontos percentuais face ao trimestre anterior. Apesar deste maior otimismo, a escassez de talento mantém-se em níveis máximos históricos, com os empregadores nacionais a reportar muita dificuldade nos seus esforços de contratação. Um cenário que é, em grande medida, resultado do atual desencontro entre o perfil de competências disponíveis no mercado e as necessidades de talento das empresas, muito vinculadas à transformação digital, à descarbonização e ao desenvolvimento de novos modelos de negócios assentes numa maior incorporação de valor. É, assim, cada vez mais urgente resolver este desequilíbrio, apostando definitivamente na capacitação dos nossos profissionais, tanto dentro das empresas, como em situação de desemprego. Só mediante uma atuação conjunta de empresas, academias e organismos públicos, com vista à requalificação das nossas bases de talento, poderemos dotar as empresas das competências que necessitam, ao mesmo tempo que fomentamos a empregabilidade atual e futura desses trabalhadores

Rui Teixeira, Country Manager do ManpowerGroup Portugal

 

 

O estudo completo pode ser consultado aqui.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Novo programa quer prevenir o risco de demência na população portuguesa

17 Abril, 2023 by Denise Calado

O “Reminder” quer prevenir o risco de demência em pessoas com 60 ou mais anos de idade e neste momento, qualquer cidadão, dentro desse grupo etário, sem problemas cognitivos significativos, mas com algum tipo de queixas de memória, pode participar no programa, ainda em fase de teste.

O programa desenvolvido por uma equipa de investigação multidisciplinar, coordenada pela Universidade de Coimbra (UC) é composto por 20 sessões em grupo (grupos de cerca de 8 pessoas), que decorrem ao longo de 10 semanas.

O “Reminder” contempla atividades desenvolvidas com base em cinco estratégias: 1) aprender sobre a saúde do cérebro; 2) exercitar a memória e outras funções mentais vitais; 3) modificar as rotinas diárias com a utilização de métodos compensatórios (agendas, lembretes, etc.); 4) melhorar as interações sociais com significado (com atividades que promovam a socialização e o sentido de pertença); 5) adotar estilos de vida protetores e a flexibilidade cognitiva e emocional, para uma vida mais saudável, física e mentalmente.

Ana Rita Silva, coordenadora do projeto, explica que o programa considera “não apenas a monitorização de fatores de risco (controlo da hipertensão, diabetes, estímulo à prática de atividade física, ou treino cognitivo), mas também a prevenção de fatores de risco psicossociais, como são a depressão, a ansiedade ou o isolamento social”.

A investigadora do Centro de Investigação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), adianta ainda que a abordagem integrada do programa vai potenciar o treino de competências pessoais e sociais, de mindfulness para a regulação emocional e foco atencional, o treino cognitivo e de desenvolvimento pessoal, a gestão de objetivos e a terapia de reminiscência (com a recuperação guiada de memórias positivas).

Ainda em fase de viabilidade, os níveis de adesão têm sido acima da média face a estudos similares noutros países, e o interesse em aprender estratégias para promover a saúde do cérebro e prevenir o esquecimento e a perda de funcionalidade têm sido destacados pela maioria dos participantes como os principais motivos para a participação no programa, revela Ana Rita Silva.

Depois desta etapa, que tem envolvido maioritariamente população de Coimbra, a equipa de investigação pretende alargar a implementação a outras regiões do país, com características importantes do ponto de vista do risco acrescido para a demência (como, por exemplo, zonas predominantemente rurais e zonas com predominância de população sénior, com escolaridade inferior ao 9.º ano, etc.).

 

A inscrição pode ser feita em www.remindereomeucerebro.pt/join

Mais informações sobre o “REMINDER” estão disponíveis em www.remindereomeucerebro.pt/

 

 

Arquivado em:Notícias, Saúde

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 26
  • Página 27
  • Página 28
  • Página 29
  • Página 30
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.