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Denise Calado

Leonor Beleza é a vencedora do Prémio Universidade de Coimbra 2023

27 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud, é a vencedora do Prémio Universidade de Coimbra 2023, galardão que será entregue no dia 1 de março, a propósito da comemoração do 733.º aniversário da instituição académica. Leonor Beleza sucede a António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, que ganhou o Prémio em 2022.

Leonor Beleza foi escolhida pelo júri do prémio, que conta com a presidência do Reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão – e a vice-presidência da presidente da Fundação Santander Portugal, Inês Oom de Sousa. A premiada distinguiu-se pelo seu contributo nas áreas da saúde, mas também na responsabilidade social, educação, cultura, ciência e inovação.

O prémio, que conta com o apoio da Fundação Santander Portugal foi criado em 2004, e tem o valor de 25 mil euros – 10 mil euros para o vencedor e 15 mil euros para a atribuição de uma Bolsa de Investigação Santander no apoio ao desenvolvimento de um trabalho numa área a definir pelo premiado.

A distinção é atribuída anualmente a uma personalidade de nacionalidade portuguesa de inequívoco valor percebido na sua área profissional – das áreas da cultura, da economia e da gestão e/ou ciência e inovação, que se tenha distinguido no ano transato no apoio incondicional ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das empresas e das comunidades, promovendo um crescimento inclusivo e sustentável da sociedade.

O perfil de Leonor Beleza

Nascida no Porto a 23 de novembro de 1948, Leonor Beleza é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde foi Professora Assistente, tendo exercido o cargo de Presidente do Conselho Geral da Universidade de Lisboa entre 2013 e 2021. Foi secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros (1982-1983), depois da Segurança Social (1983-1985) e ministra da Saúde (1985-1990).

Eleita deputada no Parlamento em diversas ocasiões, foi Vice-Presidente da Assembleia da República entre 1991-1994 e 2002-2005 – e é atualmente membro do Conselho de Estado. É presidente da Fundação Champalimaud desde a sua criação, em 2004, por desígnio do seu fundador, António de Sommer Champalimaud. Entre outras funções, é presidente da EPIS – Empresários pela Inclusão Social.

Com uma carreira invulgar, Leonor Beleza é um exemplo de constante superação e transversalidade, tendo exercido cargos e desempenhado funções em todas as áreas contempladas no Prémio: cultura, economia e gestão, ciência e inovação. Distinguiu-se, de forma inequívoca, num dos principais fundamentos da atribuição do prémio, o apoio ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das empresas e das comunidades. São razões mais do que suficientes para receber o Prémio Universidade de Coimbra, o Diploma e a Bolsa de Investigação Santander

Inês Oom de Sousa, Presidente da Fundação Santander Portugal

 

É com muito gosto que anuncio que a doutora Leonor Beleza é a vencedora do Prémio Universidade de Coimbra 2023. Notável servidora da causa pública por mais de quatro décadas, a nossa premiada deste ano é um exemplo ímpar de dedicação a causas tão estimadas pela UC como a saúde, a investigação científica e a transferência de conhecimento para a sociedade. Sendo igualmente um modelo de empenho em prol da inclusão e da igualdade, capaz de olhar para além da linha do Horizonte (tão apropriadamente o tema da Semana Cultural da UC este ano), Leonor Beleza enquadra-se justamente na lista de ilustres figuras que venceram este galardão desde 2004

Amílcar Falcão, Reitor da Universidade de Coimbra

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Podcast “People First”: a influência do espaço na produtividade e criatividade

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Para as empresas que optam, preferencialmente, pelo trabalho presencial, é cada vez mais considerada a influência do espaço físico na satisfação e produtividade dos seus colaboradores.

No 6º episódio da segunda temporada do “People F1rst”, o podcast da Fidelidade, sobre a gestão do ativo mais importante das empresas – as suas pessoas, Nilton conversa com Tânia Martins, arquiteta e fundadora da Home Stories.

Será que um espaço amplo, bem iluminado, humanizado, acessível a todos e dinâmico pode gerar mais criatividade e produtividade?

Episódio disponível aqui.

Arquivado em:Notícias

Será Peter Obi a esperança da Nigéria?

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Nos últimos anos a Nigéria tem sido avassalada por governos desafiantes. Um regime militar abriu as portas à democracia em 1999, mas desde então as eleições oferecem um leque de candidatos reduzido.

Os nigerianos vão às urnas amanhã (25 de fevereiro) e Peter Obi, candidato presidencial de um partido sem grande representação, promete lutar contra a corrupção, oferecendo uma última esperança ao país.

O The Economist partilha o que se pode esperar nestas próximas eleições.

Um país com potencial, mas corrupto

A corrupção está profundamente enraizada no país, com governos sucessivos a desviar fundos. Desde candidatos antigos até, recentemente, um ex-ditador militar, muitos deles procuram o poder para obter parte da riqueza petrolífera do território.

O país mais populoso de África precisa mais que nunca desse tipo do governo: a economia, a maior do continente, tem muito talento jovem (metade do país tem 18 anos ou menos). Uma Nigéria próspera seria o necessário para impulsionar todo o continente.

Em vez disso, os nigerianos estão mais pobres agora do que em 2015, quando o antigo presidente, Muhammadu Buhari, tomou posse. Pelo menos 60 milhões de pessoas sobrevivem com menos do que o equivalente a dois euros por dia, e as políticas de Buhari pioraram a situação.

Além disso, o país é assolado pela violência. O Boko Haram e as suas ramificações jihadistas lançaram mais ataques no nordeste no ano passado do que nunca.

No noroeste, gangues criminosos assassinam e sequestram cidadãos comuns, incluindo crianças em idade escolar. No total, dez mil nigerianos foram mortos em conflitos no ano passado. E uma reforma monetária mal empregue pouco antes da eleição provocaram manifestações violentas, já que os bancos locais ficaram sem dinheiro.

Para acabar com esta cadeia de conflitos, a Nigéria precisa de uma folha em branco. A manipulação direta das eleições é mais difícil, mas o corpo eleitoral e a polícia devem condenar e reprimir ainda mais a intimidação e a compra de votos que ainda acontecem.

Conheça os candidatos

Além disso, muito dependerá de quem vencer. Bola Tinubu, que pertence ao All Progressives Congress, é um político da velha guarda que, aos 70 anos, dificilmente mudará a situação do país.

O seu manifesto varia: desde o fantasioso (enfrentar os jihadistas encher com água o Lago Chade) ao incoerente (afirmando apoiar tanto a substituição de importações como a Área de Livre Comércio Continental Africana).

Na década de 1990, o governo americano congelou alguns dos seus bens, acusando-o de lucrar com o narcotráfico. Tinubu nega irregularidades e chegou a um acordo com as autoridades americanas.

Atiku Abubakar do Partido Democrático Popular, a principal oposição, não é melhor. Ex-vice-presidente, está na sua sexta candidatura à presidência. Tem ideias grandiosas para a industrialização e um milhão de novos polícias, mas nenhum plano de como pagar por eles.

Olusegun Obasanjo, o presidente a quem serviu, acusou-o de desviar 145 milhões de dólares. Em 2010, um relatório do Senado dos Estados Unidos alegou que estava envolvido na transferência de 40 milhões de dólares em “fundos suspeitos” para a América. Também nega irregularidades.

A alternativa

Peter Obi, um ex-governador de 61 anos que lidera as sondagens, oferece uma alternativa. Apelou ao voto não por etnia ou religião, mas sim pela competência dos candidatos. Se assim fosse, dar-se-ia uma mudança radical na política nigeriana.

Alertou também os seus apoiantes de que não devem esperar dinheiro em troca de votos.

Obi afirma que irá apoiar negócios, promover um comércio mais livre e controlar as crescentes dívidas da Nigéria. Diagnostica as falhas do país com mais precisão que os seus rivais, embora não seja muito melhor em explicar como resolvê-las.

As suas promessas de acabar com o subsídio da gasolina e racionalizar as muitas taxas de câmbio do banco central são repetidas pelos restantes candidatos.

Obi não é propriamente um novato na política e governo nigeriano: candidatou-se para vice-presidente de Abubakar em 2019, antes de trocar de partido. Foi também acusado de ter ativos offshore não declarados, mas diz que ganhou o dinheiro em questão antes de assumir o cargo de governador.

Mesmo que vença, é improvável que o seu Partido Trabalhista obtenha a maioria na Assembleia Nacional, o que tornará o governo do país difícil.

No entanto, neste momento Peter Obi é o único candidato a oferecer aos nigerianos esperança de mudança. Num país negligenciado pelas suas lideranças, é facilmente a melhor escolha para presidente.

Arquivado em:África, Notícias, Política

Cibercrime: Portugal no topo dos países europeus mais afetados em 2022

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Do volume total de ciberataques detetados em contexto europeu, Portugal foi o terceiro país com mais ocorrências, com 9% do total, a seguir ao Reino Unido (43%) e à Alemanha (14%). Em 2022, os dois impactos mais comuns foram o roubo e a fuga de dados, seguidos da extorsão e botnets.

Os dados fazem parte do relatório anual “X-Force Threat Intelligence Index 2023”, da IBM, que ainda revela terem sido os serviços profissionais, empresariais e de consumo os mais atingidos em Portugal, com cerca de 60% dos casos. Os restantes 40% dos ataques dividiram-se entre o setor industrial e os serviços financeiros e seguros.

A Europa foi a segunda região mais atacada do mundo, com 28% de todos os ataques contabilizados na análise, face a 24% em 2021. A partir de março de 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, os ataques blackdoors aumentaram significativamente e representaram 21% das ocorrências detetadas na Europa. O ransomware representou 11%. A Ásia foi a região que mais sofreu ciberataques em todo o mundo.

Métodos e tipos de crimes mais praticados a nível global

  • A extorsão é o método preferido pelos atacantes. O tipo de golpe mais comum utilizado nos ciberataques em 2022 foi a extorsão, levada a cabo principalmente a partir de ataques de ransomware e ataques contra emails empresariais. A Europa foi a região mais visada por este método, representando 44% dos casos de extorsão detetados, tendo os atacantes procurado explorar as atuais tensões geopolíticas.
  • Os cibercriminosos utilizam conversas de e-mail como arma. O sequestro de emails registou um aumento significativo em 2022, com os atacantes a usarem contas de e-mail comprometidas para responder a conversas em curso, fazendo-se passar pelo interlocutor original.  A taxa de tentativas mensais de ataque com esta tática aumentou 100% comparativamente com 2021.
  • Os exploits de sistemas antigos continuam a causar danos.  A proporção de exploits conhecidos que intervieram em ataques diminuiu 10 pontos percentuais entre 2018 e 2022, em grande medida devido ao facto de o número de vulnerabilidades ter atingido um novo máximo histórico em 2022.  Ainda assim, o estudo indica que essas exploits permitiram que infeções por malware mais antigas, tais como WannaCry e Conficker, continuassem a existir e a espalhar-se.
  • Os Phishers “renunciam” aos dados dos cartões de crédito. O número de cibercriminosos interessados em atacar a informação dos cartões de crédito através de técnicas de phishing caiu 52% num ano, indicando que os atacantes estão a priorizar a obtenção de dados de identificação pessoal, como nomes, e-mails e moradas, já que estes dados podem vender-se por um preço mais alto na dark web ou ser usados para levar a cabo outras ações.

Setor industrial foi o mais extorquido

Segundo a análise, globalmente o setor industrial foi o mais extorquido em 2022, sendo novamente o mais atacado pelo segundo ano consecutivo. As empresas deste setor são um alvo atraente para a extorsão, dada a tolerância extremamente baixa ao tempo de inatividade devido às caraterísticas dos seus negócios.

Uma das últimas táticas detetadas de extorsão consiste em dar visibilidade do roubo de dados às possíveis vítimas colaterais. Ao incluir os clientes e parceiros de negócio nesta situação, aumentam a pressão sobre a organização atacada alargando a ameaça a essas vítimas colaterais mediante notificações.

Desta forma, os cibercriminosos aumentam os custos potenciais e o impacto psicológico de uma intrusão, o que torna necessário haver um plano de resposta a incidentes por parte das empresas.

Aumenta o sequestro de emails

De acordo com o relatório, o sequestro de e-mails aumentou no ano passado, tendo o número de tentativas mensais de ataques com este objetivo duplicado em comparação com os dados de 2021. Ao longo do ano de 2022, os atacantes usaram esta tática para distribuir Emotet, Qakbot e IcedID, um software malicioso que muitas vezes resulta em infeções de ransomware.

Com o phishing a ser a principal causa de ciberataques no ano passado e dada a subida acentuada do sequestro de emails, é evidente que os atacantes estão a explorar a confiança que as vítimas depositam no e-mail.

 

Arquivado em:Cibersegurança, Notícias

Instagram: Zara é a marca mais popular, conheça as restantes

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

O marketing de influenciadores nas redes sociais tornou-se essencial para várias marcas nos últimos anos. De acordo com os números apresentados pelo SafeBettingSites.com, a marca de moda espanhola Zara foi a mais popular entre os influenciadores do Instagram em 2022.

No geral, a Zara foi mencionada por 664 mil influenciadores do Instagram no ano passado. A própria plataforma do Instagram recebeu menções de 85.500 influenciadores, de acordo com o Statista.com.

Shein e outras marcas mais populares

Depois do Instagram e da Zara, a marca de moda Shein foi a mais popular na plataforma, com 57 mil influenciadores a menciona-la no Instagram.

A H&M também goza de popularidade: de acordo com os dados, 46 mil influenciadores do Instagram mencionaram-na nas suas publicações em 2022. Seguiu-se a Nike com menções de 40 mil influenciadores.

O serviço de streaming Spotify foi a próxima marca famosa no Instagram. Se não se considerar o próprio Instagram, o Spotify é a marca não relacionada ao setor da moda mais popular entre os influenciadores do Instagram, com cerca de 35 mil e 500 menções.  Atrás ficou a Amazon com menções de 35 mil influenciadores em 2022.

Além do Spotify e da Amazon, a plataforma de streaming de vídeo YouTube é outra marca de tecnologia mais reconhecida no Instagram. O YouTube somou menções de 33 mil influenciadores em 2022.

A popular retalhista norte-americana Target foi a próxima marca popular, com menções de 31 mil influenciadores.

A popular plataforma de streaming Netflix foi a décima marca mais popular entre os influenciadores do Instagram em 2022, com 28 mil menções.

Arquivado em:Marketing, Notícias

Saiba como reduzir os encargos dos créditos

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Ter vários créditos não é incomum, o que acontece é que com vários créditos e a subida dos juros, a taxa de esforço tem aumentado significativamente.

O especialista em finanças pessoais e familiares, Doutor Finanças, deixa algumas soluções para conseguir reduzir os encargos com os empréstimos.

Crédito multiopções 

Se tiver um imóvel, associado ou não a um crédito habitação, pode recorrer a um crédito multiopções (ou crédito multifunções) para liquidar um ou mais créditos. Se tiver mais de dois créditos pessoais, pode consolidar estes créditos e ficar a pagar uma única prestação com uma taxa mais baixa.

O crédito multiopções é semelhante ao crédito hipotecário, com prazos de financiamento e taxas de juro mais atrativas do que outro tipo de empréstimos, estando associado a um imóvel, que pode ter já associado um crédito habitação, ou estar livre de ónus.

No caso de já ter um crédito habitação, o multiopções permite fazer uma segunda hipoteca sobre o imóvel. O valor da hipoteca vai servir, na prática, para obter um valor extra de financiamento, que pode ser usado para liquidar outros empréstimos e, com isso, reduzir os encargos.

A sua aprovação depende de dois fatores:

  • LTV (Loan to Value) atual – Na aquisição de uma habitação própria e permanente, o LTV (rácio entre o valor total emprestado e a avaliação do imóvel) tem de ser igual ou inferior a 90%. Num crédito habitação com garantia hipotecária ou equivalente, no máximo, o LTV pode atingir os 80%. Algumas instituições aceitam fazer uma segunda hipoteca apenas se tiver um LTV entre os 60% e os 70%. Quanto menor for o LTV, maior é a probabilidade de ter o crédito multiopções aprovado.
  • Taxa de esforço – A taxa de esforço pode ser um impeditivo para avançar com este novo crédito. Na hora de os bancos calcularem a taxa de esforço vão incluir todos os créditos que estão a decorrer. E mesmo que o objetivo seja liquidar um ou mais créditos com este financiamento, o banco pode não ter garantias que vai liquidá-los.

Ainda, e tal como acontece em todos os financiamentos, um crédito multiopções tem as suas vantagens e desvantagens. Por um lado, é um crédito que permite liquidar outros empréstimos com taxas de juros mais reduzidas em comparação a outros tipos de financiamento.  

No entanto, ainda que o crédito multiopções esteja indexado à Euribor a 3, 6 ou 12 meses, os valores dos spreads são mais elevados do que os do crédito habitação para uma habitação própria e permanente.

Ao mesmo tempo, a constituição de uma segunda hipoteca implica o pagamento de alguns encargos semelhantes aos de um crédito habitação, como comissões bancárias e despesas relativas à aquisição de um novo financiamento. Assim, se quiser recorrer a esta opção, deve olhar para as condições contratuais e o valor da TAEG e do MTIC associado ao crédito multiopções.

Crédito consolidado

A consolidação de créditos funciona de forma diferente do crédito multiopções. Em primeiro lugar, não se está a fazer uma hipoteca sobre o imóvel para obter o financiamento. Quando se consolidam os créditos, passa a dever-se a uma entidade todo o capital em dívida e juntam-se todas as prestações em dívida numa única. 

De acordo com os valores em dívida, prazos desses empréstimos, risco e garantias de financiamento, o banco fixa uma taxa de juro. Na maioria dos casos, esta taxa de juro é mais baixa comparativamente a outros créditos, como as taxas aplicadas aos cartões de crédito. No entanto, o prazo deste financiamento pode estender-se até aos sete anos, permitindo, em alguns casos uma redução de até 60% dos encargos com as prestações.

Com essa folga financeira, que pode chegar a centenas de euros por mês, pode-se combater o aumento da inflação, amortizar o crédito habitação ou reforçar o fundo de emergência para aumentar a estabilidade financeira.

Arquivado em:Economia, Notícias

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