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Denise Calado

Agitação nas escolas: será um problema de liderança?

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Organizava uns ficheiros e deparei-me com este quadro, que utilizei numa sessão de desenvolvimento de uma equipa que operava em contexto industrial. Talvez pela espuma dos dias, dei por mim a relacionar estes itens com o que tem vindo a acontecer no setor da Educação em Portugal.

Costuma dizer-se que é bom aprender! Aprendamos com os melhores! A Google tem desenvolvido múltiplos estudos relacionados com Gestão de Equipas e Liderança, tendo em vista não só capacitar as suas equipas como também partilhar conhecimento com o mundo exterior.

Fonte: re:Work – Creating A High-Trust, High-Performance Culture

De acordo com esses estudos, a consolidação de uma equipa passa pelos itens referidos na gravura aqui patente. Em primeiro lugar, uma equipa é constituída por pessoas, pelo que é fundamental apostar na construção de relações humanas sólidas. Esta é uma questão que assenta em aspetos como reconhecer e valorizar a excelência, assim como na criação de oportunidades de crescimento e desenvolvimento dos elementos das equipas. Para tudo isto é essencial que a liderança comunique com qualidade, até para que a delegação de tarefas seja concretizada com a consistência necessária. Importa também dizer que mecanismos de comunicação sólidos permitem a partilha de informação, algo essencial para que todos saibam o que deles se espera, assim como a cada momento compreendam o rumo da sua equipa.

Para liderarmos pessoas é fundamental conhecer como funciona o seu pensamento e o que as pessoas procuram atingir. Não podendo atender à questão financeira, um líder pode e deve compreender que o ser humano necessita sentir-se seguro e integrado com pessoas com as quais se identifique; atente-se nos conceitos de Segurança Psicológica e na velha Hierarquia das Necessidades Humanas. Tudo isso é mais facilmente concretizado se quem lidera souber comunicar de forma consistente, para partilhar informação e reforçar o sentimento de pertença dos elementos da organização. Tenhamos presente também o modelo “Herman Brain Dominance Instrument”, que nos indica que a parte mais imediata do cérebro é a que regula as relações humanas e nós seguimos de forma mais consistente a quem conhecemos, de quem nos sentimos próximos e nos identificamos. Tudo isto se concretiza mais facilmente se quem lidera for transparente, presente e autêntico!

Transpondo isto para o contexto da Escola enquanto organização, rapidamente compreendemos o sarilho em que estamos metidos! Experimentem visitar o gabinete de uma Direção para presenciarem como quem ali trabalha passa o tempo a inserir informação em plataformas e a solicitar mais informação aos líderes intermédios. Será também fácil aferir como a liderança de topo de uma estrutura escolar pouco pode apostar na construção de relações humanas sólidas e no reforço da sua presença. Desta forma, será impossível que a globalidade dos elementos que integram essa comunidade contactem regularmente e se sinta próxima de quem lidera a estrutura. Se é relevante que isto aconteça numa escola, imagine-se quão importante será que aconteça na liderança “macro” do sistema.

Tenhamos presente que o foco do líder é a cada momento desenvolver e inspirar os elementos da sua equipa. Porque como dizia Michael Jordan, “talento ganha jogos, mas trabalho em equipa ganha campeonatos”. Afinal “it’s all about people” e nós seguimos mais facilmente de quem nos sentimos próximos e a quem reconhecemos consistência, credibilidade e humanismo!

Arquivado em:Opinião

HR Connect: Change Work for Good

24 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Está de regresso o encontro da comunidade SAP SuccessFactors em Portugal que, após um interregno de três anos, vai reunir-se no próximo dia 1 de março em Cascais, no Hotel Onyria Quinta da Marinha.

Perante a conjuntura atual de mudanças globais, entre a escassez de mão de obra e o aumento dos custos, o evento “HR Connect: Change Work for Good” é uma oportunidade para alterar a forma de pensar e mudar o trabalho, para sempre e para melhor.

Esta transformação requer das lideranças ir para além das ferramentas tradicionais de RH e gestão de capital humano, para ultrapassar as relações transacionais empregador-empregado e estabelecer parcerias que levem a uma experiência de trabalho com base no compromisso, produtividade, sustentabilidade e rentabilidade.

Entre as intervenções e as sessões de debate, destaque para a talk “10 desafios para a gestão de pessoas” de Miguel Pina e Cunha, professor na NOVA SBE.

O evento é de carácter restrito, exclusivo a convidados e com um número limitado de lugares.

Tenha mais informações aqui.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Cidade da Praia acolhe a maior Cimeira de liderança de Cabo Verde

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

No próximo dia 23 de março de 2023 acontece na Cidade da Praia a primeira Leadership Summit Cabo Verde a ter lugar na Assembleia Nacional, sob o tema “Nova liderança digital”.

O evento conta com oradores nacionais e internacionais para o debate dos desafios da transformação digital, cibersegurança, o digital como acelerador do empreendedorismo e a integração das ciências humanas com a tecnologia e será apresentado por Marco Rocha, jornalista e pivot principal da Televisão de Cabo Verde (TCV).

A Leadership Summit Cabo Verde será o primeiro evento integrado na internacionalização do projeto Leadership Summit Portugal que desde 2017 produz conhecimento relevante nas áreas da Liderança. Com o objetivo de potenciar Cabo Verde com um Hub de negócios de África para o mundo, esta é uma iniciativa conjunta da Tema Central e da The Office, agência cabo-verdiana de Public Affairs.

https://lidermagazine.sapo.pt/wp-content/uploads/Promo_LSCV23_V02.mp4

 

Destaque para a presença de José Maria das Neves, Presidente da República de Cabo Verde e Ulisses Correia e Silva, Primeiro-ministro, para além de Pedro Lopes, Secretário de Estado para a Inovação e Formação Profissional.

 

William Jorgensen, Professor da Universidade de Yale, Ayumi Moore Aoki, Presidente da Women in Tech Global e António Gameiro Marques, Diretor Geral do Gabinete de Segurança Nacional de Portugal estão entre o painel de oradores que irão marcar presença na maior Cimeira de liderança a acontecer em Cabo Verde.

Master classes e side events

Para além da Cimeira, irão realizar-se no dia 24, 6ªfeira, Master Classes e outros eventos paralelos. Sob a temática do “Empreendedorismo Jovem”, a Universidade de Cabo Verde irá acolher nas salas do Campus Universitário um conjunto de Master classes, sujeitas a inscrição prévia e limitadas à lotação do espaço.

Também no dia 24, às 19h00, a Livraria Nho Eugénio promove uma Tertúlia sobre Liderança, com a inauguração de um “Espaço Líder”, local onde vai ser possível encontrar livros e novidades sobre o tema.

A arte irá estar presente com a iniciativa Leadership & Art Cabo Verde que prevê a realização de uma exposição com a participação de cinco artistas contemporâneos cabo verdianos, um leilão de obras de arte e a realização de uma intervenção de arte urbana, num espaço público na Cidade da Praia.

Helder Cardoso, Tutu Sousa, Edson Garcia, Simone Spencer e Sidney Cerqueira fazem parte do núcleo de artistas convidados, numa curadoria conjunta, tendo como mote a arte como instrumento de mudança social e de colaboração entre as pessoas.

Leadership Summit Cabo Verde

Pretende-se que o evento em Cabo Verde seja também anual, reunindo os principais líderes nacionais e internacionais, líderes de organizações públicas e privadas, empreendedores, professores, estudantes, jornalistas, opinion leaders, entre outros.

Para garantir a relevância desta iniciativa, foi constituído recentemente um Conselho Estratégico, com figuras que apresentam funções de destaque, representando os mais variados setores de atividade a fim de aportar conhecimento e conteúdo de relevância à Leadership Summit Cabo Verde.

 

Veja o programa completo aqui.

Programa dos side events podem ser encontrados neste link.

Os bilhetes que dão acesso à Leadership Summit Cabo Verde podem ser adquiridos através da bilheteira oficial online Ticketline.

 

Arquivado em:Notícias

Estas são as inovações que não pode perder

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

As inovações tecnológicas que estão hoje a acontecer abrem portas a oportunidades como nunca vistas. Organizações e gestores de projeto que estão mais preparados para este momento de mudança serão mais resilientes. A Harvard Business Review apresenta seis áreas afetadas na gestão de projeto.

Melhor seleção e priorização

A seleção e priorização são um tipo de previsão: que projetos trarão mais valor para a organização? Quando os dados corretos estão disponíveis, o Machine Learning (ML) pode detetar padrões que não podem ser discernidos por outros meios, e podem exceder amplamente a precisão humana ao fazer previsões.

A priorização baseada em ML em breve resultará:

  • Numa identificação mais rápida de projetos prontos para lançamento que têm os fundamentos corretos;
  • Numa seleção de projetos com maiores probabilidades de sucesso e de entrega dos maiores benefícios;
  • Um melhor equilíbrio no portfólio de projetos e visão geral do risco na organização;
  • Numa remoção de preconceitos humanos na tomada de decisões.

Apoio ao Project Management Office

As start-ups de análise de dados e automação estão agora a ajudar as organizações a simplificar e otimizar a função Project Management Office (PMO).

O caso mais famoso é o uso da tecnologia mais recente pelo presidente Emmanuel Macron para manter informações atualizadas sobre todos os projetos do setor público francês.

Essas novas ferramentas inteligentes transformarão radicalmente a maneira como os PMOs operam e atuam com:

  • Uma melhor monitorização do progresso do projeto;
  • A capacidade de antecipar potenciais problemas e resolver alguns automaticamente;
  • A preparação e distribuição automatizadas de relatórios de projeto e recolha de feedback;
  • Uma maior sofisticação na seleção da melhor metodologia de gestão de projetos, para cada projeto;
  • Automação, por meio de assistentes virtuais, de funções de apoio, como atualizações de status, avaliação de riscos e análise dos stakeholders.

Definição, planeamento e relatórios de projetos mais eficientes, e mais rápidos

Uma das áreas mais desenvolvidas na automação da gestão de projetos é a gestão de riscos. Novas aplicações usam big data e ML para ajudar líderes e gestores de projeto a antecipar riscos que, de outra forma, poderiam passar despercebidos.

Essas ferramentas já podem propor ações mitigadoras e, em breve, poderão ajustar os planos automaticamente para evitar determinados tipos de riscos.

Assistentes de projeto virtuais

Da noite para o dia o ChatGPT mudou a perceção mundial de como a Inteligência Artificial pode analisar grandes conjuntos de dados e gerar insights novos e imediatos em texto simples.

Na gestão de projetos, ferramentas como o ChatGPT capacitarão “bots” ou “assistentes virtuais”. A Oracle anunciou recentemente um novo assistente digital de gestão de projetos, que fornece atualizações instantâneas de estados e ajuda os utilizadores a atualizar o tempo e o progresso da tarefa por meio de texto, voz ou chat.

Sistemas e software de teste avançado

O teste é outra tarefa essencial na maioria dos projetos, e os gestores de projeto precisam de testar com antecedência e com frequência.

Hoje é raro encontrar um grande projeto sem vários sistemas e tipos de software que devem ser testados antes de o projeto entrar em operação. Em breve, sistemas de teste avançados que agora só são viáveis ​​para determinados megaprojetos estarão amplamente disponíveis.

Soluções de teste de sistema avançadas e automatizadas para projetos de software permitirão em breve a deteção precoce de defeitos e processos de autocorreção. Consequentemente, reduzir-se-á significativamente o tempo gasto em atividades de teste pesadas e fornecerá soluções fáceis de usar e sem erros.

Uma nova função para o gestor de projeto

Para muitos gestores de projeto, automatizar uma parte significativa de suas tarefas atuais pode parecer assustador, mas os bem-sucedidos aprenderão a usar essas ferramentas a seu favor.

Os gestores de projeto não se vão extinguir, mas vão precisar de aceitar e implementar essas mudanças, e aproveitar as novas tecnologias. Atualmente, pensamos em equipas de projeto multifuncionais como um grupo de indivíduos, mas brevemente poderemos pensar nelas como um grupo de humanos e robots.

 

Arquivado em:Inovação, Notícias

Life Sciences: crescente aposta internacional no talento português

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Portugal tem-se revelado um país atrativo quanto ao recrutamento de perfis na área das Life Sciences pela elevada qualificação dos profissionais e pela componente salarial competitiva. Em destaque estão as funções técnico-científicas, nas áreas regulamentar, farmacovigilância e qualidade.

Os dados revelados pelo Guia Hays 2023, indicam que o setor de Life Sciences registou, uma vez mais, um ano positivo. Após a Pandemia, a saúde tornou-se um tema central, e por isso, dinamizou o setor. Também se verificou, desde então, o interesse das empresas internacionais em apostar no talento português, recorrendo ao trabalho remoto.

A maioria das empresas está a implementar uma estratégia omnichannel nas várias áreas de negócio, nomeadamente na comunicação dos produtos para o seu público-alvo (Key Opinion Leaders ou Consumidor Final).

As conclusões do Guia revelam ainda que o atual contexto socioeconómico já está a ter repercussões na inflação e a tendência poderá ser de agravamento, principalmente em empresas de dispositivos médicos, em que a cadeia de fornecimento está condicionada, devido ao aumento do custo e à escassez das matérias-primas.

Desde a pandemia que a saúde passou a ser um tema central, o que contribui de forma significativa para o dinamismo deste setor. A procura por parte das empresas internacionais tem gerado impacto no recrutamento de perfis técnico-cientificos, uma vez que surgem vagas em empresas com sede em Portugal, sendo difícil encontrar talento disponível com salários competitivos. Além disso, estes profissionais valorizam o trabalho remoto, o que nem sempre é proporcionado a tempo inteiro pelas empresas implementadas em Portugal. Aliando inflação à escassez de talento, prevê-se um aumento dos salários, sobretudo nas funções técnico-científicas, como é o caso da indústria farmacêutica.

Andreia Fernando, Section Manager na Hays

Arquivado em:Ciência, Notícias

Maioria dos líderes europeus está confiante no crescimento das suas empresas apesar da recessão

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Cerca de 77% dos executivos europeus está confiante na capacidade das suas organizações para acelerar o crescimento numa recessão económica, embora 65% dos executivos concorde que enfrentam o ambiente operacional mais incerto da história.

Atualmente, o principal desafio é o aumento dos custos energéticos que afeta as margens das empresas, de acordo com 19% dos inquiridos, seguido de ruturas na cadeia de abastecimento (14%).

Estas são parte das principais conclusões de uma nova análise, “Accelerating Europe’s path to reinvention”, elaborada pela Accenture, que ainda conclui que a maioria dos executivos europeus (81%) acreditam que as suas organizações estão bem posicionadas para captar o crescimento futuro, tendo superado a pandemia.

O estudo foi baseado nas respostas a um inquérito a 2000 líderes empresariais na Europa (1450), Estados Unidos (300) e China (250), em 12 indústrias.

O crescimento europeu tem um défice no investimento tecnológico

Segundo o estudo, embora as empresas europeias apresentem uma forte rentabilidade, as suas receitas estão a crescer mais lentamente em comparação com os seus concorrentes na América do Norte e Ásia-Pacífico.

De acordo com a avaliação do desempenho relativamente aos concorrentes na América do Norte e Ásia-Pacífico em seis áreas (talento, tecnologia, cadeia de abastecimento e operações, vendas e clientes, liquidez e custos, e sustentabilidade), as empresas europeias estão a superar os seus concorrentes em sustentabilidade, talento, liquidez e gestão de custos.

Contudo, estão significativamente atrasados no aumento das vendas e na utilização de tecnologia para impulsionar o crescimento das receitas brutas. As empresas europeias são também menos propensas a inovar utilizando tecnologias emergentes, a mudar para um modelo de negócios orientado para a tecnologia e a ter uma liderança digital em comparação com as empresas da América do Norte e da Ásia-Pacífico.

Tempos sem precedentes exigem respostas proporcionais

O relatório sugere medidas estratégicas que as empresas europeias devem tomar para responder aos novos tempos que se avizinham:

  • Desenvolver rapidamente o core digital para permitir a reinvenção dos modelos de negócio. Gerir uma transformação contínua, comprimida e em escala, inclusive estabelecendo metas digitais com utilização de cloud, dados e Inteligência Artificial para chegar a novos processos, inovações e soluções para toda a empresa. Este é um esforço contínuo para construir uma plataforma onde a reinvenção terá lugar com programas de transformação que se financiam através do valor que criam.
  • Acelerar a transição energética. Trabalhar através dos ecossistemas para centrar a economia europeia em torno de princípios como zero emissões líquidas e economia circular, permitindo enfrentar a competitividade global. Defender uma forte cooperação governamental e industrial, políticas e incentivos para nivelar o campo de ação global e acelerar a implementação. Acelerar as parcerias de descarbonização intersectorial e encorajar a adoção de soluções a montante. Melhorar a eficiência energética, não apenas para contornar a crise atual, mas como uma solução a longo prazo para reduzir as emissões e os custos.
  • Alinhar-se com as novas necessidades dos clientes. Ver os clientes no seu contexto de vida, utilizando a inteligência humana e artificial para os compreender, bem como às suas motivações de uma forma holística e dinâmica. Satisfazer as suas novas necessidades substituindo ofertas pontuais por produtos e serviços mais personalizados e acordos alargados que pressupõe repensar talentos, tecnologia e processos para criar valor e lealdade.
  • Tornar o talento numa prioridade na estratégia empresarial. Colocar as pessoas no centro da reinvenção empresarial e nomear chefes de talento como os catalisadores da mudança. Assegurar fortes ligações e colaboração entre a equipa de liderança e envolver todas as pessoas no processo de reinvenção, criando novas formas de trabalho. Aceder e criar talento de formas inovadoras, utilizando tecnologia e dados para obter uma compreensão profunda e dissipar as necessidades de competências atuais e da próxima geração. Incitar à criação de uma cultura de inclusão em toda a organização, para que as pessoas a todos os níveis possam contribuir para o seu pleno potencial, sustentada por um forte sentido de pertença e de propósito.

 

A resiliência que os líderes empresariais demonstraram pode explicar a sua confiança em resistir aos atuais desafios, incluindo a crise energética que está a atingir a Europa de forma particularmente preocupante. O que está em risco para as empresas europeias é a sua competitividade a longo prazo. O ambiente macroeconómico cada vez mais volátil, combinado com o ritmo da inovação tecnológica e a necessidade de acelerar a transição energética exige que as empresas adotem uma estratégia centrada na reinvenção contínua dos seus negócios. É através da total reinvenção empresarial que as empresas europeias podem aumentar a competitividade e prosperar a longo prazo. Estes tempos sem precedentes exigem uma resposta ágil por parte das empresas, com base numa abordagem de transformação ousada e visionária que possibilite o alcance de uma nova meta de desempenho. É um momento fulcral para uma Europa mais forte

Jean-Marc Ollagnier, CEO da Accenture na Europa

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