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Denise Calado

Natália Casimiro é a nova Diretora de Património e Relações Institucionais da JCDecaux Portugal

7 Março, 2023 by Denise Calado

Natália Casimiro é a nova responsável pelo Departamento de Património e Relações Institucionais (DPRI) da JCDecaux em Portugal.

A nova Diretora iniciou o seu percurso na JCDecaux em 1993, quando integrou a Direção de Património. Após dois anos, assumiu a função de Assistente do Diretor-Geral, que lhe permitiu trabalhar em estreito contacto com a sede em França e obter uma visão mais alargada do Grupo. No ano 2000 regressou ao Departamento de Património e Relações Institucionais, onde, até agora, detinha a responsabilidade da gestão dos contratos com os Municípios.

 

É com enorme orgulho, gratidão e espírito de missão que assumo esta nova responsabilidade que agora me é atribuída. No momento em que a JCDecaux protagoniza uma transformação no mobiliário urbano, com a implementação de novos contratos, como Lisboa e Porto, e novos projetos se avizinham, este é sem dúvida um enorme desafio a que dedicarei toda a minha energia e empenho, contando com todos para alcançar novas vitórias e reforçar a liderança da JCDecaux em Portugal

Natália Casimiro, Diretora de Património e Relações Institucionais da JCDecaux Portugal

 

Esta nomeação é o reflexo do reconhecimento do talento acompanhado por um percurso rico na JCDecaux, que se iniciou há 30 anos. Estou convencido de que a competência, empenho, entusiasmo e, acima de tudo, capacidade de liderança da Natália continuarão a ser características chave para o sucesso desta Direção e, claro, da JCDecaux Portugal

Philippe Infante, Diretor Geral da JCDecaux em Portugal

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Dá-me o que eu preciso, dar-te-ei o que tu precisas

2 Março, 2023 by Denise Calado

No âmbito de uma formação que estou a preparar para o programa Youth da PWN –  Professional Women Network – sobre Get Time for Networking, tenho estruturado e perspetivado o assunto com olhos “académicos”. Não tanto o conceito em si – Networking é construir uma rede de contatos para trocar experiências e informações e potencializar oportunidades através de relacionamentos – mas o querer reforçar que esta carteira de “conhecidos” é totalmente essencial para o futuro de cada profissional. Todos temos várias redes de conhecidos e amigos, poucos as trabalhamos a sério, e os que o fazem não assumem – há um certo tabu neste tema.

Para se ter uma ideia,  um estudo feito pela The Adler Group afirma que 85% das oportunidades de trabalho são preenchidas por meio de indicações da rede de contatos. Diria que como em tudo na vida, confiamos muito mais na opinião que as pessoas que conhecemos têm de determinada pessoa/marca/serviço, do que no melhor “anúncio”/CV dessa pessoa/marca/serviço. É certo que ficamos mais confiantes em deixar os nossos filhos com a babysitter de um dos nossos amigos/conhecidos ou ficarmos num hotel que alguém que conhecemos assinalou como bom. Dá-nos aquele conforto que precisamos, como animal social que somos.

Pois bem, no mundo profissional é igual. E o mais curioso é que a esta rede de conhecimentos que vamos colecionando na vida profissional se vai juntar a rede mais “pessoal” – o grupo dos pais da escola, o grupo da ioga ao sábado, o grupo do voluntariado, ….. e todas contam. Quando nos damos conta, temos à nossa volta dezenas (ou centenas) de pessoas, das mais diversas origens backgrounds, expertises, empresas, setores …….que podemos acionar.

Investir em relacionamentos é, pois, a melhor forma de garantir o nosso futuro e, além do mais, também é muito prazeroso. De sublinhar que é importante tratar bem as pessoas, não só por uma questão de gentileza, educação e de respeito, mas também porque nunca sabemos o dia de amanhã e é crucial mantermos boas relações. A vida dá mais voltas do que aquelas que imaginamos e, acreditem, não há pessoas desinteressantes para se conhecer.

À medida que trabalhamos vamos cruzando-nos com muitas pessoas de forma orgânica e também  “forçada”;  quando me dei conta da importância do networking percebi que este poderia não ser natural para mim porque era bastante tímida. No entanto, nessa altura decidi que para aumentar a minha rede de contactos iria a uma conferência por mês para conhecer pessoas.  Estava a sair da minha zona de conforto, mas percebi que tinha que o fazer. Pode parecer assustador, mas estes ambientes têm um cariz tão profissional que não há problema nenhum em iniciar uma conversa. Tratam-se de conversas simples, quase de circunstância, que acabavam com a troca de cartões de visita*, mas o mais importante é que percebi que muitas destas pessoas ficavam gratas pela iniciativa.

Para ter uma boa rede de contatos é importante percebermos que ser útil é uma ótima forma de começar. Ajudar de modo genuíno é a maneira de fortalecer o relacionamento profissional – ex. veja na sua lista quem pode ajudar sem querer nada em troca. É muito provável que essa pessoa jamais se esqueça do seu gesto.

A frase “só é lembrado quem é visto” é uma verdade. E uma das maneiras mais comuns de fazer isso, além dos eventos e conferencias, é nas redes sociais. Mantenha suas redes atualizadas e publique conteúdos interessantes, por exemplo.  Compartilhe ideias e convide pessoas para opinar. Leia, consuma conteúdo, esteja bem informado. E atenção, nunca fale mal dos outros. É só a regra nº1 na gestão de contatos e redes.

Mostre interesse real e verdadeiro pelos outros. Por vezes não apetece ir àquela sessão de uma conferencia – já é tarde, o dia foi cheio e só apetece ir para casa – mas depois de ler este artigo espero que se force a ir –  a sua presença é importante. Aparecer somente na hora que precisa de alguma coisa não é uma boa ideia. Faça por participar ou assistir a eventos que fazem parte da sua rede de relacionamentos, principalmente quando são importantes para o seu conhecido. Garanto que não esquecerá a sua presença.

Fazer networking é muitas vezes subestimado, sendo que a melhor forma de o fazer é sendo autêntico. Aproximar-se de determinadas pessoas com a intenção de ter um benefício não é uma atitude correta e a longo prazo não compensa. Seja fiel e verdadeiro consigo e com os seus contatos. E seja útil sem esperar nada em troca. Se assim for, terá com toda a certeza muitos e bons amigos/conhecidos.

 

* em média, ao fim de uma semana, 88% dos cartões de visita são deitados no lixo.

Arquivado em:Opinião

Tecnologia no foco da resposta à crise humanitária na Turquia e na Síria

27 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

As tecnologias emergentes tornaram-se um elemento básico das equipas de socorro a desastres naturais, e estão em uso desde o início dos anos 2000. O que distingue as equipas de socorro na Turquia e Síria é a escala do uso de sites de código aberto, Inteligência Artificial e redes sociais.

O World Economic Forum partilha sete tecnologias inovadoras que foram usadas após o sismo.

#1 Redes Sociais salvam vidas

O uso da redes sociais para partilhar informações essenciais e organizar os apoios. Em alguns casos, pessoas que estavam presas nos escombros twittaram mensagens com a sua localização, partilhando-as com utilizadores com uma grande rede de seguidores;

#2 Apps com avisos sonoros

Foi desenvolvido um aplicação de apito agudo, que as pessoas que estavam presas poderiam usar para chamar a atenção das equipas de resgate a partir dos seus telefones;

#3 Verificação de segurança

A Meta disponibilizou um recurso de verificação de segurança que permite que os indivíduos informem familiares e amigos que estão seguros – algo que a empresa já implementou há anos;

#4 Linhas de ajuda no Whatsapp

Equipas de busca e resgate (incluindo a Associação de Busca e Resgate AKUT da Turquia) criaram a sua própria linha de ajuda no WhatsApp para divulgar informações sobre operações de resgate e voluntariado;

#5 Comunidade cripto junta-se para ajudar

A comunidade de cripto juntou milhões de dólares em doações através de uma linha de ajuda financeira em tempo real numa situação em que as operações bancárias tradicionais foram afetadas – embora tenha havido dúvidas relacionadas à sua utilidade no mundo real.

#6 Novos sites e plataformas de apoio

Liderados pelos jovens da região, os developers criaram websites e plataformas em HTML básico (para torná-los mais fáceis e rápidos de carregar) para situações de assistência em crises de código aberto. Entre eles estão a criação de mapas de calor para serviços de resgate, identificando onde os sobreviventes estão enterrados com informações obtidas através de pedidos de ajuda; informações sobre doações de sangue; listas (muitas geradas a partir de muitos dados dispersos, e classificadas usando Inteligência Artificial) daqueles que estão presos nos escombros, bem como daqueles que precisam de assistência humanitária ou médica urgente; e aplicações que juntam pessoas dispostas a ajudar com pessoas que precisam de ajuda.

#7 Imagens de Satélite

A Microsoft Turquia disponibilizou todas as suas tecnologias gratuitamente para os grupos que operam na zona do desastre. Tal como em situações anteriores, imagens de satélite foram usadas para fornecer uma visão mais ampla da área afetada. As imagens ajudaram as organizações de socorro a identificar as áreas mais afetadas, bem como a determinar o estado da infraestrutura, o que é fundamental para garantir que a ajuda seja entregue com eficácia.

Porquê o foco na tecnologia na resposta a esta crise?

O uso da tecnologia tem sido tão prevalente após este terramoto por várias razões.

A primeira é que, pelo menos na Turquia, há uma cenário tecnológico a florescer. Mesmo diante das restrições ao uso de criptomoedas, o país ainda ocupa o 12º lugar globalmente em adoção de criptomoedas e abriga um grande grupo de empreendedores e start-ups de tecnologia.

A Turquia tem a população mais jovem da Europa e, em grande parte, é a geração mais jovem que está a desenvolver a base tecnológica do país.

Não surpreende, portanto, que a juventude do país esteja na vanguarda da ajuda nos postos de socorro, pondo em prática as suas competências tecnológicas, e oferecendo ajuda de formas mais tradicionais.

Além disso, a tecnologia tem desempenhado um papel cada vez maior na resposta, avaliação e gestão das equipas de resgate em desastres naturais nas últimas duas décadas. O que está a acontecer na Turquia é, em parte, uma continuação natural desses processos.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Start-up portuguesa desenvolve ferramentas de simulação complexas acessíveis a todos

27 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

A start-up Inductiva Research Labs foi a vencedora do Prémio Únicos, pelo seu trabalho no acesso simples a ferramentas complexas capazes de prever cenários futuros, para diferentes tipos de situações, sejam industriais, médicas e até ecológicas.

Luís Sarmento, CEO da tecnológica, fala do papel da empresa na tentativa de “democratizar o acesso a ferramentas de simulação”, e que por essa razão arrecadou o financiamento de mais de 150 mil euros, atribuídos pelo Prémio Únicos.

A solução permite às pessoas não têm conhecimentos profundos em computação, usar ferramentas sofisticadas de simulação, através de uma API, aplicada aos estudos de caso de cada empresa.

O Prémio Únicos veio dar um boost à Inductiva Research Labs: “Quando falamos com um investidor ou com outra start-up que nos dá feedback positivo, isso deixa-nos mais confiantes no nosso percurso. Este prémio é isso, mas multiplicado por mil, e dá-nos muita confiança para continuarmos a ser ambiciosos e a acreditar que vale a pena arriscar”, comenta o CEO.

Para Bernardo Correia, Country Manager da Google Portugal, as start-ups “são, por definição, um poderoso motor de transformação digital e também por isso a economia            tecnológica portuguesa atravessa um excelente momento: no pelotão da frente da Europa, Portugal conta com um unicórnio por cada milhão e meio de habitantes”.

“O nosso papel na Google é apoiar as start-ups portuguesas a escalar rapidamente e chegar a novos clientes dentro e fora de Portugal”

A iniciativa, promovida pela Google e pela Shilling, em parceria com o The Next Big Thing, pretendem ajudar start-ups a integrar uma nova geração de organizações portuguesas que são líderes ou candidatas a líderes nos mercados globais onde atuam.

Democratizar o acesso ao conhecimento – As Masterclasses Únicos

No âmbito da iniciativa Únicos, ao longo das próximas semanas serão divulgadas onze masterclasses no site do The Next Big Idea onde serão partilhadas as experiências de empreendedores de sucesso.

As masterclasses são conduzidas por Rute Sousa Vasco jornalista e uma das fundadoras da MadreMedia, empresa responsável pela produção do The Next Big Idea.

“Democratizar o acesso ao conhecimento foi o propósito comum que nos uniu neste projeto e o desafio que a Google e a Shiling nos fizeram no ano do nosso 10. º aniversário, de convidar um conjunto de startups todas com uma vocação e exposição global, para partilharem connosco o seu percurso foi totalmente ao encontro do que queremos fazer como media” refere Rute Sousa Vasco.

Arquivado em:Inovação, Notícias

Stresse e problemas de saúde psicológica em Portugal custaram 5,3 mil milhões de euros

27 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Estima-se que os trabalhadores faltem até 8 dias por ano devido ao stresse e a problemas de saúde psicológica. O absentismo custou 1,8 mil milhões de euros em 2022 às empresas em Portugal. Já o presentismo (quando os trabalhadores vão para o seu local de emprego, mas funcionam abaixo das suas capacidades por motivo) teve um custo de 3,5 mil milhões de euros. No total registou-se uma perda de produtividade de 5,3 mil milhões de euros por ano.

Os dados constam do documento “Prosperidade e Sustentabilidade das Organizações – Relatório do Custo do Stresse e dos Problemas de Saúde Psicológica no Trabalho”, divulgado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), com o objetivo de contribuir para a reflexão sobre o impacto dos Riscos Psicossociais, nomeadamente o stresse e os problemas de Saúde Psicológica, na realidade laboral portuguesa.

Perda de produtividade pode custar às empresas até 1,4% do seu volume de negócios

Nos últimos anos, os desafios colocados pela Pandemia COVID-19 e a crise socioeconómica dela decorrente, têm desencadeado profundas e rápidas mudanças laborais que agravaram os riscos psicossociais pré-existentes e colocaram em evidência a relevância da Saúde Psicológica e do bem-estar dos/das trabalhadores/as e organizações.

A perda de produtividade devida ao absentismo e ao Presentismo, causados por stresse e problemas de Saúde Psicológica pode custar às empresas portuguesas até €5,3 mil milhões por ano – o equivalente ao que o governo gastou em 2021 em medidas para mitigar os impactos da pandemia COVID-19.

Estima-se que, em Portugal, os/as trabalhadores/as faltem, devido ao stresse e a problemas de Saúde Psicológica até 8 dias por ano e o presentismo possa ir até 15,8 dias. É de notar que este cálculo refere-se apenas a custos indiretos. Os custos diretos do stresse e problemas de Saúde Psicológica no trabalho não estão contabilizados, bem como diversos Riscos Psicossociais (tais como os conflitos laborais).

No total, a perda de produtividade pode custar às empresas portuguesas até 1,4% do seu volume de negócios. A prevenção e a promoção da Saúde Psicológica e do bem-estar nas empresas portuguesas podem reduzir as perdas de produtividade pelo menos em 30% e, portanto, resultar numa poupança de cerca de 1,6 mil milhões de euros por ano.

De acordo com a OPP, o sucesso e a sustentabilidade das organizações passam imperiosamente pelo investimento na construção de Locais de Trabalho Saudáveis, criadores de Saúde Psicológica e bem-estar, nomeadamente através da avaliação, prevenção e intervenção nos Riscos Psicossociais que afetam o trabalho e os trabalhadores/as.

Atualmente, Portugal enfrenta grandes desafios no que diz respeito à Saúde Psicológica e aos riscos psicossociais no trabalho, sendo que o stresse e a falta de Saúde Psicológica no trabalho não têm apenas um custo humano enorme, mas também um impacto imensurável na sociedade e na economia.

Arquivado em:Notícias, Saúde

Saiba quais as tendências do software no futuro das empresas

27 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

À medida que os requisitos de negócio se alteram, também muda o tipo de software que as empresas precisam de adquirir. Os mercados digitais são o futuro do comércio e para uma grande parte das empresas (41%), nos últimos dois anos, as necessidades de software ou de soluções mudaram significativamente.

Os dados foram revelados na análise “2022 B2B Digital Buyers’ Journey: Forces Shaping the Future of Enterprise Procurement”, realizada pela Futurum Research com o apoio da SAP, tendo em conta as opiniões de cerca de 1.000 decisores da área de B2B, de empresas de pequena à grande dimensão, em nove indústrias.

Principais conclusões

Mudanças de requisitos de negócio implicam mudanças do tipo de software

  • 89% das organizações que responderam afirma que o seu modelo de negócio mudou nos últimos dois anos (sendo que 39% admitiram uma mudança significativa no modelo de negócio).
  • Do total das respostas, 41% diz que as necessidades de software ou de soluções pela sua empresa mudaram significativamente nos últimos dois anos.
  • Deste painel, 78% diz que está à procura da forma de agilizar o processo de abastecimento, enquanto 27% diz que o seu atual processo nunca ou apenas ocasionalmente funciona tão eficientemente quanto no passado.

O futuro do abastecimento é digital

  • A maioria dos profissionais de compras (54%) refere que até 2024 irá conduzir o seu processo de abastecimento principalmente em modo online, quer seja por meio do site do próprio fornecedor ou de um mercado digital.
  • Dos entrevistados, 44% citaram a existência de uma loja única para vários fornecedores como o recurso mais importante num mercado digital.
  • Do total das respostas, 16% esperam comprar pelo menos metade do software que a sua empresa necessita através de um mercado digital.

Quer os gestores como as equipas de compras têm um maior envolvimento no processo de compras

  • Dos entrevistados, 61% diz que os quadros de gestão estão hoje mais envolvidos no processo de abastecimento que há dois anos. Como contraste, o nosso painel de estudo de 2019 indicou que menos de 30% dos executivos eram ativos em qualquer parte da jornada de compras.
  • Das equipas de compras, 51% está agora significativamente envolvida na determinação das necessidades de software empresarial.

Os processos de decisão distribuídos estão a tornar-se no novo normal

  • A maioria das empresas acredita que são necessários quatro ou mais elementos da equipa, por grupo funcional, para finalizar uma decisão de compra.
  • Um quarto das empresas com 50.000 ou mais colaboradores afirma que precisa, pelo menos, de 11 gestores para a assinatura de um processo típico de compras.
  • Das empresas, 34% diz que a falta de consenso do grupo é consideravelmente uma preocupação, impedimento ou risco para a aquisição bem-sucedida de soluções de software empresarial.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

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