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Denise Calado

Aprendo, logo cresço

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Atitude positiva e de crescimento – treina-se ou já há uma propensão em cada um de nós para ter uma visão expansiva e não bloqueadora do desenvolvimento, da aprendizagem, do desempenho?

A growth mindset atribui-se como terminologia para descrever uma atitude aberta e expansiva à aprendizagem e ao desenvolvimento.

É um modo próprio de ver desafios e contratempos. Quem tem esta mentalidade de crescimento acredita que, mesmo que tenha dificuldades, as suas capacidades não são imutáveis. Alguém com este mindset considera que, com o trabalho, as suas capacidades podem melhorar com o tempo. E desenvolve um conjunto de comportamentos sistemáticos, que revelam uma atitude distintiva perante os desafios.

Pode tender-se a achar que esta caraterística se encontra em profissionais mais jovens, mas a realidade nem sempre o demonstra.

Maria e Miguel: duas histórias ficcionadas, três décadas de distância à nascença. Os contextos sociais e vivências divergem entre ambos, mas o que mais os distingue é a atitude.

Maria, 27 anos licenciada em Educação Básica, a mais velha de quatro filhos de uma família de classe média-alta, inserida num ambiente culturalmente rico. Terminou a licenciatura e começou a trabalhar na sua área de estudos, no mesmo ano. Cedo se deparou com os desafios de uma função em crise de reconhecimento social, mas sobretudo com a dúvida latente em relação à sua motivação profissional. Encontrou uma oportunidade de trabalho numa empresa de produção vinícola e alimentar, da sua família, onde passou a desempenhar funções administrativas, com progressivamente mais oportunidades. Maria ficou numa posição privilegiada de aprendizagem e possibilidade de crescimento. Com já três anos de trabalho nesta empresa apresenta uma evolução lenta de desempenho, uma insatisfação constante – não obstante a formação, a exposição, o apoio das chefias e colegas e a possibilidade de desenvolvimento que os diferentes projetos a que foi assignada lhe apresentaram.

Miguel 63 anos, o mais velho de 6 irmãos oriundo de uma família pobre do interior do país. Costuma dizer que trabalha desde que se lembra de si. O Miguel tem duas licenciaturas (uma em gestão, outra em engenharia informática), duas pós-graduações, um mestrado e um doutoramento. Pai de 3 filhos, quase avô, com um curriculum profissional rico, colabora hoje numa empresa tecnológica na área de ciber-segurança e continua a reservar tempo de estudo diário, para as matérias sobre as quais se interessa. Ele é o colaborador mais velho da empresa, o mais conhecedor e aquele a que jovens recorrem para se enquadrar nos processos de trabalho e no conhecimento técnico prático da área. É, recorrentemente, chamado a participar em projetos transversais e o seu parecer técnico é recolhido nos mais variados temas.

Do acompanhamento destes dois profissionais, três diferenças marcantes se encontraram e são próprias para uma atitude crescimento.

  • Enfrentar a brutalidade dos desafios. Para desenvolver uma mentalidade de crescimento, é preciso encarar e enfrentar os desafios. Mais que contorná-los, é preciso descascá-los às postas e trabalhá-los faseadamente; com resiliência e foco. A Maria foi fugindo. O Miguel disse sempre “presente”.
  • Ganhar ou Perder – tudo é aprender. A aprendizagem com o insucesso é central para o desenvolvimento. Das falhas mais insignificantes, às de maior impacto: é preciso ter a disciplina de aprender com os erros que surgem. Miguel mantem registo, de “do’s” e “dont’s”, de todos os projetos relevantes onde esteve envolvido. Maria repete as suas pequenas incorreções, como se a experiência e a repetição não lhe trouxessem nada de novo.
  • Tornar a aprendizagem uma rotina de vida, cheia de novidades. Há que alimentar a curiosidade inquietante da aprendizagem e experimentar diferentes métodos. Miguel lê diariamente 1 hora, está a escrever um livro e dá aulas. Maria sente-se cansada e sem vontade de ler nos tempos livres; e adia a escolha da nova formação que a empresa lhe proporciona todos os anos.

 

Tantos Migueis sexagenários darão hoje lições a jovens Marias.

A atitude e a mentalidade de crescimento farão de nós o que apenas nós quisermos. Não tem de depender do contexto, da idade ou da oportunidade.

Desenvolvimento é, antes de mais, um processo pessoal. Antes de ser atributo da empresa ou da instituição, a vontade de aprender cultiva-se individualmente e, tantas vezes, é um processo; um modo de vida.

Que a história do Miguel sirva de inspiração – a do jovem das beiras que decidiu começar a aprender com 10 anos… e que nunca mais quis parar.

Arquivado em:Opinião

Dora Pacheco é a nova Diretora de Operações da Allianz Partners

23 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Dora Pacheco é a nova Diretora de Operações da empresa de seguros e assistência B2B2C, Allianz Partners. Após liderar o Programa Estratégico Global da empresa durante um ano, terá o objetivo de integrar as operações Call Center, Departamento de Fornecedores e Compras.

Com mais de 20 anos de experiência no setor de seguros, Dora Pacheco já tinha sido responsável pelo Departamento de Operações (Assistência em Viagem Automóvel e Lar), pelo Departamento de Formação e Qualidade de Operações, bem como pelas atividades de gestão de reclamações e CRM, da Allianz Partners.

Depois de sete anos no Dubai como líder de implementação global de TPA na área da Saúde, na NextCare, a responsável regressa para reforçar o negócio e a posição da seguradora no mercado português.

Dora Pacheco é licenciada em Gestão de Turismo e Serviços de Viagens pelo ISLA com um Leadership Higher Diploma pela University College Cork e um CAP Diploma Train pela Universidade Autónoma de Lisboa.

Esta nova etapa representa um caminho que vamos continuar a percorrer para melhorar a eficiência de toda as Operações, combinando a qualidade de serviços que prestamos com o empenho e motivação de toda a equipa, para que juntos consigamos que a Allianz Partners Portugal cresça e evolua com o seu potencial e os seus objetivos

Dora Pacheco, Diretora de Operações da Allianz Partners

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Podemos mesmo contar com o fim da inflação em 2024?

22 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Espera-se que a inflação comece a cair já este ano, estabilizando nos 2% no primeiro trimestre de 2024. Com um cenário de Soft-Landing, evitar-se-á uma recessão, com cortes nas taxas de juro no final de 2023, revela o The Economist.

Como tal, os investidores estão otimistas de que os lucros vão começar a aumentar nas empresas a um ritmo saudável, à medida que o custo do capital cai. Assim, o índice S&P500 de ações americanas subiu quase 8% desde o início do ano.

As empresas do índice são avaliadas em cerca de 18 vezes os seus ganhos futuros – um valor baixo para os padrões pós-pandemia, mas no topo da faixa que prevaleceu entre 2002 e 2019. Em 2024 espera-se que esses lucros aumentem quase 10%.

Na Europa, as ações subiram ainda mais, em parte graças a um inverno quente que reduziu os preços da energia. O dinheiro é agora abundante nas economias emergentes, que beneficiam do fim da política Zero-Covid da China, e de um dólar mais barato.

Inflação pode estar ainda longe de estar controlada

Perante um cenário mais pessimista, em que a inflação será mais difícil de controlar, os mercados podem sofrer consequências devastadoras.

No entanto, não é de espantar que as expectativas dos investidores sejam positivas: a inflação nunca esteve a níveis tão baixos desde o início de 2021.

Muitos dos fatores que a originaram dissiparam-se: as cadeias de abastecimento globais já não estão sobrecarregadas pelo aumento da demanda por mercadorias, nem interrompidas pela pandemia. O preço do petróleo está mais baixo hoje do que antes da Rússia invadir a Ucrânia, há um ano.

No entanto, as flutuações na inflação geral muitas vezes mascaram uma tendência subjacente. Olhando para os detalhes, é fácil ver que o problema da inflação não está resolvido.

Os preços básicos nos Estados Unidos da América, que excluem alimentos e energia voláteis, cresceram a um ritmo anualizado de 4,6% nos últimos três meses e têm começado a acelerar.

A principal fonte de inflação é agora o setor de serviços, que está mais exposto aos custos trabalhistas. Nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia, o crescimento salarial ainda é muito maior do que as metas de inflação de 2% dos seus respetivos bancos centrais; o crescimento salarial é menor na área do euro, mas crescente em economias importantes como a Espanha.

Do grupo dos G7, seis países têm uma taxa de desemprego igual ou próxima à mais baixa deste século. A americana é a mais baixa desde 1969. Tendo isso em consideração, é difícil que a inflação termine com um mercado laboral tão rígido.

Aconteça o que acontecer, a turbulência do mercado parece provável. Nas últimas semanas, os investidores em títulos começaram a assumir que os bancos centrais não vão cortar as taxas de juro, mantendo-as altas.

É possível que as taxas permaneçam altas sem abalar seriamente a economia, enquanto a inflação continua a cair. Se isso acontecesse, os mercados seriam impulsionados por um crescimento económico robusto.

É muito mais provável, porém, que taxas altas prejudiquem a economia. Na era moderna, os bancos centrais não têm tido sucesso com os “Soft Landings”.

A História está repleta de exemplos de investidores que anteciparam erroneamente um forte crescimento no final de um período de crise monetária, apenas para no final uma desaceleração acontecer. Este fenómeno tem acontecido mesmo em condições menos inflacionárias do que as de hoje.

Há também a possibilidade de os bancos centrais, diante de um persistente problema inflacionário, não tenham capacidade para tolerar uma recessão. Em vez disso, podem permitir que a inflação fique um pouco acima das suas metas.

A longo prazo isso pode trazer benefícios: eventualmente as taxas de juros ficariam mais altas dada a inflação mais alta, mantendo-as longe de zero e dando aos bancos centrais mais munição monetária durante a próxima recessão. Por isso, muitos economistas acham que a meta de inflação ideal é acima de 2%.

No entanto, gerir tal mudança de regime sem causar estragos seria uma tarefa enorme para os bancos centrais, já que o ano passado enfatizaram o seu compromisso com as metas de 2%.

Arquivado em:Economia, Notícias

Vivemos mais, mas vivemos melhor?

22 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

E os nossos idosos, como estão? O envelhecimento da população é uma tendência global que define os nossos tempos e não mostra sinais de abrandar, de acordo com a UN News. Como estamos a cuidar da nossa população envelhecida pelo mundo, e o que se pode fazer para reduzir a desigualdade?

O “World Social Report 2023” procura responder a estas questões, pedindo medidas concretas a governos para promover uma velhice digna para todos: “Juntos, podemos abordar as desigualdades de hoje em benefício das gerações de amanhã, gerindo os desafios e capitalizando as oportunidades que o envelhecimento da população traz consigo”, afirma Li Junhua, subsecretário-geral do Departamento de Assuntos Economicos e Sociais da ONU (DESA).

Vidas mais longas 

Em 2021, cerca de 761 milhões de pessoas em todo o mundo tinham 65 anos ou mais, número que está previsto aumentar para 1,6 mil milhões em 2050. O número de pessoas com 80 anos ou mais está a crescer ainda mais rapidamente, confirma o relatório da ONU DESA.

As pessoas estão a viver mais graças a melhorias na saúde e terapias médicas e a um maior acesso à educação.

Globalmente, uma criança nascida em 2021 pode esperar viver, em média, até aos 71 anos, sendo que as mulheres vivem mais do que os homens. São quase 25 anos a mais do que um bebé nascido em 1950.

O Norte de África, a Ásia Ocidental e a África Subsaariana estão prestes a passar pelo crescimento mais rápido no número de idosos nos próximos 30 anos. Hoje, a Europa e a América do Norte juntas têm a maior parcela dessa população.

Desigualdades na velhice

O aumento da esperança média de vida global reflete uma melhor saúde em geral. No entanto, o relatório aponta para desigualdades, já que nem todos beneficiaram igualmente das melhorias na saúde e na educação que estão a impulsionar essa transformação.

Enquanto muitos idosos gozam de uma excelente saúde ou são “economicamente ativos”, outros vivem com doenças incapacitantes ou encontram-se em situação de pobreza.

Nas regiões mais desenvolvidas, as rendas e outros sistemas de transferência públicos fornecem mais de dois terços do consumo dos idosos. Por outro lado, nas regiões menos desenvolvidas, os idosos tendem a trabalhar por mais tempo, e dependem mais de poupanças e assistência familiar.

Além disso, o envelhecimento global da população implica também um aumento na necessidade de cuidados a longo prazo, uma fraqueza exposta durante a pandemia por Covid-19. Infelizmente, os gastos públicos na maioria dos países não têm sido suficientes para cobrir a crescente demanda.

Uma vida inteira em desvantagem

A esperança média de vida é fortemente influenciada por fatores como o salário, educação, género, etnia e local de residência.

“Algumas combinações desses fatores muitas vezes levam a uma desvantagem sistémica que começa cedo na vida”, observam os autores do relatório.

Alertaram ainda que, sem políticas para as prevenir, essas desvantagens reforçam-se mutuamente ao longo da vida das pessoas, levando a grandes disparidades na velhice.

Como resultado, o progresso para alcançar as 17 metas de Desenvolvimento Sustentável pode estar em risco, em particular o objetivo de Redução das Desigualdades.

Repensar políticas, expandir oportunidades

O relatório recomenda que os países repensem as políticas e práticas de longa data associadas aos meios de subsistência e ao trabalho.

Muitos governos já estão a introduzir oportunidades de aprendizagem ao longo da vida, bem como a fortalecer e a aproveitar ao máximo as forças de trabalho intergeracionais.

Também estão a introduzir idades de reforma flexíveis para que cada situação possa ser considerada, bem como preferências pessoais.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Há mais distrações com o teletrabalho? Saiba como contrariar

22 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Com o teletrabalho, as lideranças receiam que os seus colaboradores não trabalhem de facto, já que em casa há muitas distrações e interrupções.

No entanto, a monitorização próxima pode não ser benéfica para a produtividade do trabalho em geral, de acordo com a Harvard Business Review.

O que pode ser feito?

Abrir diálogo sobre distrações

Um grande problema com distrações no trabalho é não se falar do problema. Pedir feedback a colaboradores relativamente ao que os distrai não vai funcionar se sentirem receio de represálias por partilharem essa informação.

Para construir uma cultura em que os colaboradores façam o melhor trabalho possível, as lideranças têm de praticar o que os psicólogos chamam “segurança psicológica”, ou a sensação de segurança de que não haverá “castigo” ao levantar preocupações válidas.

Só quando as pessoas se sentem seguras a discutir os seus problemas do local de trabalho é que se conseguirá encontrar soluções.

Ter um horário partilhado

Muitos gerentes não têm ideia de como os seus funcionários gastam o seu tempo. Assim, quando as pessoas demoram mais do que o esperado para concluir tarefas e projetos, acaba por se questionar se os colaboradores têm a capacidade ou motivação para fazer bem o seu trabalho.

Na verdade, provavelmente os colaboradores são distraídos por interrupções constantes, reuniões onde não precisam de estar, e um fluxo interminável de e-mails.

A sincronização do horário num programa próprio pode ajudar a obter uma melhor perceção de como as pessoas gastam o seu tempo.

Não fazer reuniões sem um plano 

Pense em quantas reuniões participou na semana passada. Agora pergunte-se quantas dessas reuniões foram uma perda de tempo, e que provavelmente poderiam ter sido um e-mail.

De seguida, lembre-se de quantas reuniões tiveram um plano distribuído pelo organizador. Os planos foram inventados por um motivo, mas as pessoas esquecem-se que é uma ferramenta útil.

Muitas vezes, agenda-se uma reunião para não ter de se esforçar a resolver um problema por conta própria. A colaboração pode ser uma ferramenta poderosa para a solução de problemas, mas as pessoas não devem usar as reuniões como uma distração do árduo trabalho de pensar.

Exigir um plano mantém todos no caminho certo e reduz reuniões desnecessárias.

Dar o exemplo

Não pode exigir que a sua equipa trabalhe sem distrações se estiver constantemente a olhar para o telefone a meio de reuniões, ou a enviar e-mails à meia-noite.

Por isso, reserve tempo para trabalho que exige uma maior concentração. Informe as pessoas de quando está disponível, e não interrompa os outros durante os períodos em que os colaboradores estão concentrados, ou fora de horário. O passo mais crítico para a construção de um local de trabalho insuportável, é ser um líder intratável.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Investimento em TI vai ultrapassar os 6 milhões de euros até 2026

22 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Cerca de 45% das empresas portuguesas pretendem aumentar mais de 10% o investimento em Tecnologias de Informação (TI) e estima-se que em 2023 o investimento em TI irá crescer 4,7% e atingir os 5,4 mil milhões de euros, ultrapassando os 6 milhões de euros até 2026.

Em 2022, a maioria das empresas (64%) investiram menos de 20% do orçamento de TI em transformação digital, mas em 2025, 55% das empresas preveem investir mais de 20% desse orçamento.

Este aumento deve-se sobretudo à amplificação do peso do digital no negócio das organizações. Enquanto em 2022 cerca de 23% das organizações referiam que 40% das suas receitas eram provenientes de produtos, serviços e experiências digitais, em 2025 este valor passará para os 34%.

Estes dados foram divulgados a propósito do evento FutureScape 2023, do International Data Corporation (IDC), que revelou ainda que 34% das empresas acreditam que o gap de competências digitais, poderá limitar os negócios da organização até 20%.

Quanto à sustentabilidade, as organizações estão mais conscientes da pegada ambiental das suas tecnologias e por isso recorrem a novas ferramentas para atingir objetivos. Em 2023, 44% das empresas portuguesas afirmaram que vão aumentar (em 10%) o investimento em iniciativas digitais e tecnologias sustentáveis.

O processo de inovação tecnológica permite garantir uma maior sustentabilidade dos negócios, eficiência e o máximo aproveitamento dos recursos, temas que permitem potencializar uma cultura organizacional que fica mais bem preparada para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades do negócio. E, apesar do contexto atual de crise económica e geopolítica, as organizações pretendem aumentar o investimento na área das TI, de forma a atingir um crescimento sustentado numa economia cada vez mais digital. Para gerir um negócio digital de sucesso, não basta o departamento de tecnologia ter competências digitais, todos a organização deve ter. Acreditamos que as competências digitais transversais necessárias para uma organização de futuro estão relacionadas com as tecnologias colaborativas, segurança, análise de dados e desenvolvimento low-code

Gabriel Coimbra, Vice-Presidente da IDC EMEA e CEO da IDC Portugal

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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