• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

Prémios Heróis PME abrem candidaturas

10 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Estão a decorrer até ao dia 6 de março as candidaturas para os Prémios Heróis PME que distinguem startups e projetos diferenciadores nas áreas da sustentabilidade, transformação digital e internacionalização.

A participação é gratuita e aberta a todas as pequenas e médias empresas, com exceção da categoria Startup Revelação, cujos participantes devem cumprir os requisitos da definição de Startup determinada pelo regulamento.

A iniciativa da Yunit Consulting, conta nesta 5ª edição com duas novas categorias, Internacionalização e Startup Revelação e destaca Paulo Pereira da Silva, CEO da Renova, como embaixador.

Categorias e Avaliação

Serão selecionadas as cinco histórias que tenham a maior pontuação, na categoria Geral Heróis PME. Nas categorias Factor S (Sustentabilidade), Transformação Digital, Internacionalização e Startup Revelação serão selecionados 3 projetos finalistas.

Na categoria Factor S (Sustentabilidade) serão avaliados os critérios ESG, sustentabilidade financeira do projeto, assim como a sua escalabilidade e potencial de inovação.

Relativamente à categoria Transformação Digital, os critérios Inovação e Estratégia, Tecnologia, Processos e Clientes serão a base de avaliação da maturidade do processo de digitalização da empresa.

Na categoria Internacionalização, os critérios capacidade exportadora, prospeção e projeção internacional e resultados e impacto servirão de base para a análise dos projetos portugueses que fazem sucesso no mercado internacional.

Por último, no grupo Startup Revelação será avaliada a pertinência da ideia para a economia, o potencial de crescimento através do modelo de negócio escalável e baseado em tecnologia, a visão diferenciadora que procura explorar uma oportunidade de negócio numa área inovadora ou desaproveitada, a qualidade do pitch, assim como a diversidade e recursos humanos.

Os Prémios Heróis PME representam o investimento das nossas empresas e demonstram a mudança de paradigma no nosso país, que cada vez mais aposta em ideias inovadoras e projetos pioneiros. Desempenhar o papel de embaixador da edição deste ano representa um compromisso para com todos os empresários, que investiram, ao mais alto nível, as suas competências e conhecimento

Paulo Pereira da Silva, CEO da Renova

 

O crescimento que temos testemunhado dos Heróis PME é o reflexo do nosso esforço em acompanhar e orientar as PME nacionais, que constituem a maior parte dos negócios no nosso país. A criação de duas novas categorias revela a expansão e inovação crescentes, pretendendo fortalecer a parceria que estabelecemos com estas empresas, numa perspetiva cada vez mais customizada e eficiente

Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting

 

Mais informações aqui.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Pedro Penalva é o novo CEO de Enterprise Clients da Aon para a região da EMEA

10 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Pedro Penalva é o novo CEO de Enterprise Clients para a região da EMEA – Europe, Middle East and Africa da Aon, tornando-se membro do Enterprise Client Group Leadership Team e do EMEA Leadership Team.

O profissional iniciou as suas funções na Aon em 2010 e atualmente, após ter ocupado o cargo de CEO em Portugal, estava responsável pela regiões de Ibéria, África e Israel e era CEO do Segmento de Clientes Multinacionais da EMEA. Pedro Penalva tem mais de 25 anos de experiência profissional, tendo trabalhado em empresas globais de serviços financeiros, seguros e consultoria. Antes de iniciar na Aon, Pedro Penanlva foi CEO da AIG em Portugal e membro do Comité Executivo Europeu da AIG.

É licenciado em engenharia pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa, tem um Advanced Management Program pela Kellogg Business School, Northwestern University e pós-graduação em Gestão pelo IESE.

Estou muito entusiasmado com a oportunidade de trazer o meu conhecimento da nossa indústria e experiência, para líderar este relevante segmento de Clientes Multinacionais da EMEA. Adicionalmente o meu conhecimento desta região, irá ajudar-me a identificar as necessidades principais dos Clientes, num ambiente de grande volatilidade e de mudança, e assim ajudá-los a tomar melhores decisões

Pedro Penalva, CEO de Enterprise Clients da Aon EMEA

A nova função do Pedro, como líder do segmento estratégico de Enterprise Clients na EMEA, é uma progressão natural da sua carreira, e baseia-se em anos de sólida experiência como Líder de uma Geografia e de um País. A sua área de atuação atual inclui os mais relevantes Clientes Multinacionais. Ele continuará a ajudar os nossos Clientes a tomar melhores decisões, além de Liderar o Enterprise Client Group na EMEA

Eduardo Dávila, CEO da EMEA da Aon

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Cabo Verde acolhe iniciativas de transformação agrícola

9 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

António Guterres, Secretário-Geral da ONU, esteve em Cabo Verde a percorrer as paisagens da Ilha de Santo Antão onde, após cinco anos de intensa seca, estão a decorrer vários projetos de desenvolvimento para ajudar a transformar o setor agrícola da ilha, relata a UN News.

As iniciativas lideradas por agências da ONU beneficiam cerca de 285 agricultores e esperam contribuir para alimentar mais pessoas e trazer mais sustentabilidade para o planeta.

O desafio da sustentabilidade em Santo Antão

O Vale do Paúl representa um oásis num arquipélago onde apenas 10% da terra é arável. Dessa já pequena área, cerca de 18% foram perdidos entre os anos de 2000 e 2020.

No segundo dia da sua visita ao país, no passado mês de janeiro, o líder da ONU foi recebido por um grupo de agricultores acompanhados pela especialista da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Katya Neves. Testes estão a ser feitos, numa horta experimental, onde se tentam usar novas variedades de plantas e se aprendem técnicas sustentáveis.

Os grãos de café, repolho, tomate, inhame e mandioca são alguns dos poucos produtos que são produzidos localmente, já que Cabo Verde importa cerca de 80% dos alimentos necessários para a sua população. Algumas das plantas que crescem na ilha são um novo tipo de mandioca, que os especialistas esperam que se mostre mais resistente à seca que afeta o país.

Gerir a água em tempos de seca 

O “Gota a gota” é uma das iniciativas e tem vindo a tornar a irrigação por gotejamento mais acessível a centenas de agricultores. “Apenas três mil hectares espalhados pelas ilhas são irrigados, mas estudos mostram que esse número pode aumentar para cinco mil”, explicou a Katya Neves, representante adjunta da FAO.

Angela Silva, que mora nas proximidades, também se encontrou com o Secretário-Geral. É uma das beneficiárias do projeto que espera começar a instalar o sistema de gotejamento em breve.

“Nasci em uma família de fazendeiros: pais, avós, bisavós. Mas até eu me divorciar do meu marido, era ele que cuidava da terra”, explica. Há dois anos, a professora a tempo inteiro decidiu começar a trabalhar nos terrenos que herdou.

Com o novo sistema de irrigação, espera evitar algumas das piores consequências da seca e aproveitar melhor a água durante o ano. Estudos mostram que, mesmo quando chove em Cabo Verde, cerca de 20% da água perde-se por escoamento superficial, 13% infiltra-se e 67% evapora.

Cursos de capacitação da ONU já dão frutos

Esse é um dos desafios de Dairson da Cruz Duarte, uma jovem agricultora local. “Ainda estou a aprender, mas quero saber mais e poder transformar isto numa forma de ganhar dinheiro”, disse. “O meu sonho é transformá-la numa floresta de comida, que possa ser usada pelos meus filhos e netos.”

As suas terras foram ocupadas principalmente pela produção de cana-de-açúcar, uma cultura pouco rentável ou sustentável, então começou a substituí-la por bananeiras, mamoeiros e uma variedade de outras hortaliças. Foi um dos aspetos que aprendeu num curso de capacitação apoiado pela ONU.

Os desafios são muitos para a população cabo Verdiana, que enfrenta as consequências das alterações climáticas, mas que tem agora o apoio das Nações Unidas para conseguir ultrapassar as barreiras.

 

Fotografia: UN News

Arquivado em:África, Cabo Verde, Notícias, Sustentabilidade

Conheça os seis novos projetos académicos prontos para o mercado

9 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Mais de 60 empreendedores com projetos académicos que pretendem chegar ao mercado estão a ser apoiados pelo Bfk INNOV@Rise com um investimento de 45 mil euros para o desenvolvimento de protótipos.

Hoje são apresentadas as seis inovações nas áreas da saúde, agroalimentar e gaming que estão já prontas para o mercado, no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, no Porto.

Fique a conhecer os projetos do DemoDay do BfK INNOV@Rise, uma iniciativa da Agência Nacional de Inovação (ANI).

PURR.AI

O processo atual de desenvolvimento de novos fármacos é longo e dispendioso. Em muitos casos, como o das doenças neurológicas (como o Alzheimer) ou cancros cerebrais, o insucesso é multifatorial, levando a situações como a existente, em que não existem fármacos que tratem essas doenças de uma forma eficaz.

A PURR.AI usa uma estratégia multiescala holística baseada em dados inteligentes e algoritmos de “deep learning” para simplificar o processo de desenvolvimento de fármacos.

EARLY

Perante uma audiência de métodos de diagnóstico precoce da doença de Alzheimer bem como de formas de tratar a doença, a EARLY, uma plataforma de bacteriófagos (vírus que infetam bactérias) para o diagnóstico precoce da doença.

ClasDAC

Um serviço de leitura radiográfica automática para diagnóstico e certificação da Displasia da Anca em cães jovens e adultos, uma doença que tem uma elevada incidência em algumas raças (cerca de 50%), implicando tratamento cirúrgico dispendioso (quatro a sete mil euros).

Dar aos veterinários a oportunidade de reagir cedo, para que possam parar a progressão da doença, prevenir o sofrimento dos cães e evitar a eutanásia, é o objetivo desta solução inovadora.

Balvia

A gestão correta de medicamentos é uma dificuldade que assola milhares de pessoas, sobretudo aquelas que utilizam diariamente grande quantidade e diversidade, como os idosos.

Acresce ainda que os serviços de apoio domiciliário acarretam custos elevados, tornando ainda mais complexa a prestação de apoio, o acompanhamento e comunicação com os cuidadores.

O Balvia é um ecossistema inovador para apoio na administração de medicamentos, promoção de qualidade de vida, bem-estar e comunicação.

notEggo

No setor agroalimentar, a notEggo vai apresentar uma alternativa vegetal ao ovo, com forma e consistência semelhantes a um ovo de galinha.

Kendir Studios

Na área de gaming, a Kendir Studios desenvolve jogos e ambientes digitais de apoio à aprendizagem e ensino.

Arquivado em:Academia, Notícias

Quatro razões para adotar o reskilling

9 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Num momento em que as regras de trabalho e de mercado mudaram, a requalificação de competências é cada vez mais crucial para o sucesso das empresas.

A empresa de RH, Eurofirms Group, partilha quatro razões para se considerar o reskiling.

1. Combater o desemprego e procurar empregos sólidos

O ano 2023 será desafiante em termos económicos e de mercado de trabalho, no entanto, existem áreas com falta de mão de obra e com inúmeras oportunidades em aberto, tais como design, programação, cibersegurança.

Segundo o “2020 Future of Jobs Report” (World Economic Forum), nos próximos 10 anos, a tecnologia e a automatização irão desencadear um aumento de novos empregos em profissões emergentes. Muitos empregos existentes poderão tornar-se redundantes, enquanto outros irão sofrer transformações significativas que exigirão novas competências.

É o exemplo das designadas profissões tradicionais, como eletricista ou mecânico, que estão cada vez mais ligadas à área tecnológica e que necessitam de novas competências.  O reskilling e o upskilling são opções viáveis para aumentar as competências no mercado de trabalho atual. Aumentar o conhecimento e melhorar as capacidades é uma estratégia sólida para qualquer pessoa que tenha em vista uma carreira longa e próspera.

2. Redução de custos

A contratação de novos colaboradores representa um investimento significativo para as organizações que nem sempre é bem medido, pelo facto de envolver bastante mais do que apenas dinheiro – nova contratação, processo de integração, equipamentos, formação geral e específica, tempo de adaptação. Quando acontece saírem da empresa, à margem dos custos de saída, este investimento é também perdido, a par com a propriedade intelectual.

Requalificar os colaboradores com as competências específicas que a empresa precisa permite reter os melhores membros da equipa. É importante lembrar que os colaboradores possuem um conhecimento inestimável da empresa, que lhes permite trabalhar sem assistência, realizar tarefas com mais rapidez e gerar produtos de maior qualidade.

3. Garantir competitividade e crescimento

Os líderes devem identificar os fatores de crescimento cruciais e as competências que o negócio precisa para se manter relevante. Priorizar programas de formação de empregados para enfatizar a requalificação irá ajudar as organizações a permanecerem competitivas e a continuarem a obter resultados positivos em termos líquidos. As empresas devem assegurar o aumento da qualificação da sua força de trabalho crítica – especialmente aquelas que são responsáveis por conduzir os seus principais modelos de negócio. Ter uma abordagem passo-a-passo e investir em competências críticas deve ser uma grande prioridade para qualquer empresa.

4. Retenção de talento

Se um colaborador é fantástico, porquê mandá-lo embora, mesmo que o seu posto de trabalho se tenha tornado desnecessário. Entender as capacidades de um recurso fiável e de alto desempenho, e recolocá-lo noutra área é crucial para não perder o seu valor. Por outro lado, o upskilling ajudar os colaboradores a ter sucesso, a adaptar-se às novas mudanças na indústria, a permanecer confiante e conhecedora na sua área de especialização – mesmo que essa área mude e se desenvolva.

Um colaborador que sente que a sua empresa investe em si, o valoriza e premeia, “veste a camisola” e cria um elo emocional mais difícil de quebrar.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Estas são as tendências para o setor energético em 2023

9 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

A transição energética está no topo da agenda e a urgência por novos padrões de geração de energia irá aumentar este ano, a par da pressão para reforçar a sua segurança na Europa, e da obrigatória redução das emissões de carbono.

A Eaton, empresa de energia, identificou as cinco tendências para o setor dos serviços de energia em 2023.

Tendência #1 = Produção descentralizada de energia

A transição de energia está a esbater as fronteiras da rede. Aqueles que tradicionalmente eram descritos como os que estavam “atrás do contador” – as casas, empresas e indústrias que consomem energia – estão cada vez mais a avançar “para a frente do contador”. Isto porque já estão a gerar alguma da sua própria energia a partir de ativos como os painéis solares, ou mesmo a gerir a sua própria oferta e procura com sistemas de armazenamento de energia.

Este novo grupo, designado por Prosumers – porque produzem e consomem energia -, marca o caminho a seguir num mercado energético que tem de se afastar da forte dependência dos combustíveis fósseis para mitigar as alterações climáticas.

Para as economias nacionais, a energia gerada internamente, mesmo em pequenos pacotes, reduz a dependência das importações, e aumenta a segurança energética. Mas, apesar das vantagens serem evidentes, esta descentralização apresenta desafios para o sector dos serviços energéticos que têm de equilibrar o fluxo variável de energia proveniente dos Prosumers e das energias renováveis comerciais, com uma oferta estável, nomeadamente em alturas de pico de procura na rede.

Tendência #2 = Flexibilidade do lado da procura

À medida que os Prosumers se familiarizam com a geração de energia, também começam a perceber como podem monetizar toda a produção e capacidade de armazenamento. Este novo contexto representa um grande desafio para os operadores de rede distritais (DNOs) que estão a ter dificuldade em ajustar-se à realidade emergente de terem de lidar com fluxos de energia bidirecionais, em redes desenvolvidas para fluxos unidirecionais de apenas alguns geradores para muitos consumidores.

Os DNOs terão de se aproximar dos District System Operators (DSOs) para conseguirem otimizar a gestão de questões como o congestionamento da rede que os grandes fluxos de produção descentralizada de energia podem causar. Durante 2023, o debate sobre a estrutura dos DNOs e dos DSOs irá cristalizar. De acordo com um novo estudo da DNV, publicado pela SmartEn, desencadear a ativação total da flexibilidade dos edifícios, veículos elétricos e indústria em 2030 reduziria os custos de investimento na rede de distribuição em até 29,1 mil milhões de euros por ano.

Também poderia poupar aos consumidores até 71 mil milhões de euros por ano, evitar 15,5 Terawatt-Horas de limitações da eletricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis, 2,7 mil milhões de euros correspondentes à geração de picos, e evitar 37,5 milhões de toneladas de emissões anuais de gases com efeito de estufa.

Tendência #3 = Digitalização

Um modelo energético complexo que engloba muitos pontos de fornecimento e consumo variáveis deve ser gerido digitalmente, mas os serviços públicos estão divididos entre o progresso da digitalização das suas redes e a atualização da infraestrutura existente.

Um estudo internacional concluiu que o sector das empresas de serviços públicos está num ponto crítico de transição. É desafiado a manter a rede e os níveis de serviço atuais, apesar das crescentes exigências e do envelhecimento da infraestrutura existente, enquanto enfrenta a necessidade de mudar os modelos de serviço e aplicar a informação extraída da análise de dados para otimizar as operações. Em 2023 a pressão para escolher será maior do que nunca.

Tendência #4 = Cibersegurança 

A descentralização e a digitalização envolvem o processamento de um grande volume de dados, algo que desencadeia muitas preocupações em termos de cibersegurança – quanto mais dados existirem num sistema, mais vulnerabilidades existirão. Há uma responsabilidade coletiva em preparar a rede para a transição energética, e assegurar que nenhum ciberataque pode comprometer os edifícios.

Este ano, os sectores da energia e da cibersegurança têm de trabalhar em conjunto para salvaguardar a rede e garantir que as ambições net zero não sejam frustradas por ciberataques. Também os governos devem trabalhar em estreita colaboração com o sector energético para este fim, de modo a garantir a robustez de toda estratégia. Isto deve envolver a adoção de investimento privado e de novas tecnologias inovadoras que preparem o caminho para melhores processos e estruturas de gestão de risco.

Tendência #5 = Comutador livre de SF6 

A UE, e outros países europeus, incluindo o Reino Unido, estão decididos a proibir o uso de gás SF6 de aquecimento global em comutadores de média tensão a partir dos meados desta década. Os serviços públicos, juntamente com os muitos outros sectores que usam este tipo de comutadores, terão de escolher alternativas para projetos futuros. A proibição do gás SF6 em comutadores irá provavelmente aumentar o custo das recargas e do descomissionamento e reciclagem em fim de vida.

Uma rede descentralizada de alta renovação vai exigir mudanças mais frequentes, algo que vai promover o crescimento do mercado europeu de equipamentos de comutação – quer para novos equipamentos, quer para substitutos.

A decisão de abolir o SF6 não é difícil e deve ser tida em conta este ano. A tecnologia de comutadores de média voltagem sem SF6 está madura, e amplamente disponível na gama até 24kV, inclusive. A sustentabilidade é um dos temas fortes e transversais a todas as indústrias este ano.

Acompanhar as tendências e aproveitar os desafios para criar novas oportunidades será crucial este ano.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 65
  • Página 66
  • Página 67
  • Página 68
  • Página 69
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.