• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Leonor Wicke

«A IA não é um fim — é um meio para libertar o potencial humano», defende Pedro Campos

17 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

A Inteligência Artificial vai destruir empregos? Esta foi a pergunta que abriu o debate ‘Two Sides: New Rules for the Future of Work’, na Leadership Summit Portugal. A resposta dividiu a audiência e marcou o tom de uma conversa sobre dilemas, oportunidades e competências de um tempo de viragem.

Entre Filipe Seixas, Business Development Director do ISQe, e Pedro Campos, Executive Director e Head of Management Consulting da Devoteam, emergiram duas visões complementares: a da tecnologia como motor de transformação e a das pessoas como a sua verdadeira razão de ser. O momento foi moderado por Rita Rugeroni Saldanha, Diretora de Conteúdos da Revista Líder.

A curto e longo prazo, a prudência divide-se com a visão

O primeiro desafio lançado foi claro: como equilibrar a cautela imediata com a necessidade de preparar o futuro? Pedro Campos reconheceu que o ritmo da mudança varia por setor, mas o dilema é transversal. «Há áreas, como a banca e os seguros, em que a transformação é um desígnio de sobrevivência. Nenhuma quer ser a próxima Blockbuster», explica. Outras, como a indústria ou a logística, vivem um compasso mais lento — mas a pressão acabará por chegar.

O segredo, defende, está em ver a Inteligência Artificial não como um fim, mas como um meio para libertar o potencial humano. Recordando a pandemia, sublinhou a capacidade de adaptação das pessoas: «Quem, em março de 2020, mal usava um computador, em abril já trabalhava em videoconferência. A aceleração vai repetir-se.»

Filipe Seixas concordou na urgência de pensar a longo prazo, mas destacou o papel do talento e das power skills como fator decisivo. «O tema não é o risco imediato, mas a consciência organizacional de apostar nas competências certas — adaptabilidade, visão e pensamento crítico», explicou. A IA, defende, deve ser um acelerador das capacidades humanas, não o seu substituto.

IA: ameaça ou oportunidade?

A segunda questão abordou o centro do debate global: a inteligência artificial vai substituir pessoas ou requalificar profissões? Pedro Campos trouxe os números. «O Fórum Económico Mundial prevê a criação de 170 milhões de novos empregos até 2030, mesmo com 92 milhões em risco. O saldo é positivo», diz. O que está em causa «não é destruição, é requalificação». E acrescentou: «A IA é o nosso copiloto. Liberta-nos das tarefas repetitivas e permite-nos concentrar naquilo que é verdadeiramente humano.»

Filipe Seixas comparou o momento atual à Revolução Industrial: «A máquina não eliminou o trabalho — transformou-o.» O desafio, diz, é aprender a liderar equipas onde humanos e agentes de IA coexistem, cada um com um papel específico. «Os líderes terão de gerir equipas híbridas — pessoas e algoritmos sentados à mesma mesa», explica.

Ambos concordam que o risco maior é não acompanhar a mudança. «Quem não domina as novas ferramentas será ultrapassado por quem as usa», alertou Filipe. Para Pedro, a equação é clara: «Para dançar o tango são precisos dois. Se a empresa quer e o colaborador não, não funciona. E o inverso também não.»

O líder do futuro é humano, digital e corajoso

O debate terminou com as competências que definem o líder do futuro. Para Pedro Campos, três são cruciais: literacia digital, espaço para a experimentação e inteligência emocional. «Os líderes têm de permitir erro, aprendizagem e inovação — e devem ser os primeiros a experimentar.» A confiança, diz, é o terreno fértil onde a criatividade floresce.

Filipe Seixas acrescentou o que chama de growth mindset. «O líder precisa de ver oportunidades no erro, de fomentar o pensamento crítico e o contrafactual — perguntar ‘por que não?’ em vez de ‘porquê?’.» E destacou a importância do GRIT — a resiliência sustentada no tempo, a capacidade de continuar quando o obstáculo parece intransponível.

O futuro da liderança, concluiu, será o da liderança de serviço: líderes que não mandam, servem para potenciar. «Um bom líder é o que identifica o que falta à sua equipa para ela ser melhor — e cria as condições para isso», concluiu.

 

Assista ao momento completo na Líder TV:

Filipe Seixas, Pedro Campos, Rita Rugeroni Saldanha: New Rules for the Future of Work

Aceda à galeria de imagens completa aqui.

Todos os conteúdos estão disponíveis na Líder TV e nos canais 165 do MEO e 560 da NOS.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Peugeot lança a versão mais potente do E-3008 e E-5008

17 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

Os novos E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv são os mais recentes membros de uma oferta 100% elétrica cada vez mais completa e abrangente, reforçando a ofensiva elétrica da Peugeot e proporcionando aos clientes uma escolha adicional de motorização sem emissões locais para as respetivas gamas.  

Os 325 cv e 509 Nm fornecidos pelos dois motores permitem uma aceleração e uma resposta particularmente dinâmicas: o Peugeot E-3008 Dual Motor 325 cv acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 6 segundos (6,5 segundos para o E-5008) e dos 80 aos 120 km/h em 3,8 segundos (4 segundos para o E-5008). 

A tração integral proporcionada pela presença de dois motores elétricos garante igualmente uma utilização adaptada aos mais variados tipos de condução e exigências.  

Tal como acontece em todos os veículos 100% elétricos da Peugeot, os seus tempos de carregamento de 20% a 80% em carregadores super-rápidos são de aproximadamente 30 minutos.  

Estes modelos na versão “Launch Edition” integram a totalidade do equipamento de série da versão topo de gama GT, designadamente a pintura bicolor com tejadilho preto, faróis LED Pixel, portão traseiro elétrico, sistema de infoentretenimento conectado PEUGEOT i-Connect® Advanced, etc. 

Em complemento ao equipamento da versão GT, o E-3008 Dual Motor 325 cv “Launch Edition” conta, de série, com: jantes de liga leve de 20”, estofos em Alcântara, Pack 360° Vision & Drive Assist Plus, teto de vidro panorâmico e sistema Hi-Fi Focal® premium com 10 altifalantes. 

No E-5008 Dual Motor 325 cv “Launch Edition”, o equipamento adicional face à versão GT inclui: jantes de liga leve de 20”, estofos em Alcântara, Pack 360° Vision & Drive Assist Plus: VisioPark 360° com 4 câmaras HD, Drive Assist Plus 2.0 (condução semiautónoma), deteção de tráfego traseiro, espelhos elétricos aquecidos, soleiras das portas iluminadas, carregamento sem fios para smartphone, alarme e portas com supertrancamento e ainda o Pack Sunroof composto por teto de vidro panorâmico com controlo de sombra interior por impulso, Clean Cabin com sensor de partículas no interior e janelas laterais dianteiras laminadas e acústicas. 

O E-3008 Dual Motor 325 cv – Launch Edition está disponível por 52.700€, preço de lançamento, e E-5008 Dual Motor 325 cv – Launch Edition por 54.700€, preço de lançamento. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 31 da revista Líder, cujo tema é ‘Decidir’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leading Cars

Transformação Digital: como a agilidade e a tecnologia estão a redefinir os negócios

17 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

Nos últimos anos, a transformação digital tem vindo a reconfigurar o panorama empresarial, forçando as empresas a adaptarem-se rapidamente para se manterem competitivas perante as rápidas mudanças do mercado. A capacidade de se tornarem mais ágeis e centradas em tecnologia não é apenas uma vantagem estratégica, mas uma necessidade para garantir a sobrevivência e prosperidade num ambiente de negócios em constante evolução. 

 

Metodologias ágeis: flexibilidade e colaboração 

Para responder eficazmente às necessidades do mercado, as empresas estão a integrar metodologias ágeis nos seus processos. Estas metodologias visam promover um ambiente de trabalho mais colaborativo e flexível, essencial para adaptar-se rapidamente às mudanças. Entre as mais populares estão o Scrum, Kanban e SAFe. 

O Scrum destaca-se por uma abordagem iterativa, onde as equipas trabalham em ciclos curtos e definidos (tipicamente semanas), chamados de sprints. Esta metodologia permite às empresas incorporar feedback e efetuar melhorias contínuas, adaptando-se rapidamente às exigências dos clientes. Por outro lado, o Kanban oferece uma visualização clara do fluxo de trabalho, ajudando as empresas a identificar e eliminar gargalos processuais, melhorando a eficiência e reduzindo o tempo de espera. O SAFe, ou Scaled Agile Framework, é particularmente valioso para organizações de maior dimensão, permitindo que práticas ágeis sejam escaladas em toda a organização, promovendo uma visão unificada e colaborativa entre as equipas. 

Estas metodologias não apenas aumentam a eficácia e a velocidade de criação e entrega de produtos ou serviços, mas também promovem uma cultura organizacional onde a inovação e a melhoria contínua são valorizadas e incentivadas. 

 

Inovação tecnológica: a força motriz da transformação 

A tecnologia desempenha um papel vital na transformação empresarial. Ferramentas como a Inteligência Artificial (IA), Automação Inteligente de Processos, Soluções cloud e Internet das Coisas (IoT) estão a transformar profundamente a forma como as empresas operam. 

A IA tem capacidade para revolucionar a análise de dados empresariais, permitindo que as empresas interpretem grandes volumes de dados em tempo real, obtendo insights cruciais para a tomada de decisões estratégicas rápidas e informadas. Além disso, à medida que as empresas investem em Automação Inteligente de Processos, libertam os colaboradores de tarefas rotineiras, permitindo que concentrem os seus esforços em atividades de alto valor, promovendo a eficiência e a criatividade. 

A adoção de soluções cloud oferece às organizações uma flexibilidade sem precedentes, mediante a disponibilização de recursos escaláveis aos seus colaboradores independentemente da sua localização geográfica, facilitando a colaboração e a inovação. Por sua vez, a IoT abre novas oportunidades ao conectar dispositivos e permitir uma gestão e análise de dados precisas, servindo como base para novos modelos de negócios e serviços inovadores. 

 

Desafios de segurança e confiança na era da IA 

Embora a tecnologia traga numerosas oportunidades, também introduz desafios, especialmente em termos de segurança cibernética. A crescente sofisticação dos ciberataques, muitas vezes potenciada por IA, apresenta riscos significativos. Estes ataques podem comprometer informações sensíveis e interromper operações, tornando a cibersegurança uma prioridade máxima para as empresas. 

O estabelecimento de robustas políticas de segurança e a educação dos colaboradores sobre práticas seguras são fundamentais para mitigar riscos. As organizações devem investir em soluções de segurança avançadas que possam identificar e neutralizar ameaças em tempo real. Além disso, ao integrar IA nos seus processos, é crucial que as empresas promovam a confiança nos sistemas automatizados. Isso implica garantir que as soluções de IA sejam transparentes e éticas, com mecanismos de auditoria integrados, assegurando que são utilizadas de maneira responsável. 

A confiança da IA não só afetará a eficácia operacional das empresas, mas também a sua reputação no mercado. É necessário implementar estruturas de governança para supervisionar e regular a utilização da IA, garantindo que os padrões éticos e legais são respeitados. 

 

Um futuro ágil e tecnológico 

À medida que as empresas navegam na era digital, a transformação em entidades ágeis e tecnológicas é fundamental. A adoção de metodologias ágeis e tecnologias inovadoras não só oferece uma vantagem competitiva imediata, mas também garante resiliência a longo prazo face às incertezas do mercado.

Em conclusão, a agilidade e tecnologia são as chaves para desbloquear um futuro sustentado e promissor para as empresas no cenário global.

As organizações que abraçam estas mudanças estratégicas, culturais e tecnológicas estão mais bem posicionadas para liderar na sua indústria e definir tendências, ao invés de meramente reagirem a elas. As empresas têm agora a oportunidade de se reinventar, redescobrir e liderar, estabelecendo um padrão de excelência para o futuro. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 31 da revista Líder, cujo tema é ‘Decidir’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

James Bond 2.0: MI6 silencioso e seguro

17 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

O Serviço Secreto de Inteligência britânico (MI6) deu um passo inédito no mundo da espionagem internacional: acaba de lançar um portal seguro na dark web, denominado Silent Courier, destinado a facilitar o contacto com potenciais informadores estrangeiros. O objetivo declarado é simples: disponibilizar um novo canal anónimo para que indivíduos com informações relevantes possam colaborar com Londres, sem necessidade de encontros presenciais ou intermediários.

A medida, anunciada oficialmente no dia19 de Setembro, representa uma tentativa de modernizar as práticas de recolha de inteligência, adaptando-as ao século XXI. Ao incentivar o uso do navegador Tor, de VPNs confiáveis e de dispositivos “limpos”, o MI6 procura proteger tanto os informadores como as suas próprias operações. A promessa é de anonimato e segurança, mas ainda assim, em países com regimes repressivos e autocráticos com vastos recursos tecnológicos, o risco de traceability continua a existir.

Para alguns analistas, esta iniciativa traduz-se numa democratização do acesso ao MI6: qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pode agora fazer chegar informação sem depender de redes pré-existentes de agentes. Em teoria, isto pode ampliar a capacidade do Reino Unido para recolher dados críticos sobre terrorismo, crime organizado ou ações de estados hostis.

Contudo, a abertura de tal canal levanta, naturalmente, relevantes preocupações. A primeira é a da fiabilidade da informação. Ao contrário dos métodos clássicos de recrutamento, que envolvem meses de verificação e contacto pessoal, o Silent Courier pode tornar-se num “íman” para desinformação, sobrecarga de dados irrelevantes ou até tentativas deliberadas de manipulação por parte de adversários. Há ainda quem sublinhe o risco ético: encorajar cidadãos em ambientes autoritários a exporem-se pode colocá-los, a si e às suas famílias, em perigo imediato.

Diplomaticamente, o projeto também não é neutro. Países como a Rússia, frequentemente alvo de operações deste género, poderão interpretar a medida como uma provocação direta, agravando tensões já atualmente existentes.

Por outro lado, defensores do Silent Courier consideram que se trata de uma evolução inevitável. Tal como a espionagem passou das escutas eletrónicas à Cyber Intelligence, o uso da dark web como ferramenta de contacto com fontes é apenas mais um capítulo na longa história da adaptação dos serviços secretos às mudanças e constantes evoluções tecnológicas.

O tempo dirá se o Silent Courier será um sucesso operacional ou se acabará por ser mais uma experiência arriscada, no sempre delicado equilíbrio entre inovação, segurança e ética na espionagem internacional.

Arquivado em:Opinião

PARES nomeia nova Sócia

16 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

Maria Norton dos Reis, que lidera a área de prática de Direito Fiscal desde 2023, é a nova sócia da PARES.

Com uma já longa e consolidada carreira como advogada especializada nas diversas áreas do direito fiscal, Maria Norton dos Reis conduziu esta área de prática a um crescimento e desenvolvimento consistentes, com um claro fortalecimento da respetiva equipa e da carteira de clientes, tanto nacionais como internacionais.

«A passagem de Maria Norton dos Reis a Sócia é um projeto de há meses, cuja concretização nos deixa a todos muito felizes e que, sem margem de dúvidas, enriquece a PARES», refere João Freitas e Costa, Managing Partner da Sociedade, acrescentado que «é o corolário natural da evolução da Maria na Sociedade e constitui mais um exemplo da aposta que temos feito no respetivo crescimento orgânico.»

Separadamente, a PARES informa que António Gaspar Schwalbach, que havia ingressado na sociedade em abril de 2024, saiu da Sociedade neste mês de outubro.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

As decisões que não tomamos

16 Outubro, 2025 by Leonor Wicke

É comum dizer-se que não podemos decidir por quem nos apaixonamos, por quem sentimos atração, ou quais as nossas orientações eróticas e/ou afetivas. E, claro, é verdade que não temos capacidade, nem sistema, para decidir os nossos sentimentos – senão, ninguém se sentiria mal, ninguém teria depressões (mas talvez nos aproximássemos de uma distopia desagradável por causa disso mesmo, como mostra a ficção científica, desde o Admirável Mundo Novo até ao Equilibrium). 

Mas as relações não são feitas de atração ou de orientações – elas começam aí. As relações são feitas de decisões – decidir falar com outra pessoa, decidir passar mais tempo com ela, decidir alimentar esses sentimentos ou, até, decidir combater sentimentos negativos com o ciúme. 

Às vezes é comum pensar-se em certo tipo de relações (a que normalmente se chama ‘não-monogamias consensuais’, NMCs, embora eu tenha algumas reservas em relação a esse termo) como sendo para pessoas ‘indecisas’, que não ‘sabem escolher’, que têm ‘medo do compromisso’. A investigação já provou conclusivamente que esse tipo de crenças é apenas uma forma de estereótipo e discriminação. 

Porém, uma pergunta se levanta, para mim. Por que é que (quase) nunca ouvimos falar de monogamia consensual? Ou seja: por que é que se pressupõe que a monogamia é tão obviamente consensual que tal termo não precisa de ser nomeado, ao passo que o oposto acontece na não-monogamia? (Bem, a resposta direta é simples: a monogamia é hegemónica na nossa sociedade, e desde há séculos, mas está longe de ser comum.) 

E quando pergunto a audiências quantas pessoas é que escolheram explicitamente estar numa relação monogâmica, poucas são as que levantam o braço.

Isso quer dizer que boa parte das pessoas não decide estar numa relação assumidamente monogâmica mas, ao invés disso, simplesmente assumem a relação em que estão como sendo monogâmica.

Assumem que «estamos a namorar» tem lá dentro, invisível, mas omnipresente, a palavra ‘exclusivamente’. 

Isso quer dizer que muitas pessoas, todos os dias, estão a prescindir de decidir como organizar as suas relações, a deixar a tradição, as suas crenças ou apenas uma espécie de ideia sobre o que é ‘normal’ ou ‘esperado’ controlar as suas vidas e, portanto, a potencialmente impedir essas mesmas pessoas de viver uma vida mais plena, e mais de acordo com as suas orientações, gostos e desejos. 

Isso não quer dizer que existem tipos de relações que são melhores do que outras (mesmo que existam, já, discussões académicas sobre se a monogamia é sequer moralmente permissível). Quer só dizer que uma vida vivida em plenitude e consciência é uma vida onde tomar decisões é algo a prezar, não a evitar.  

Seguir a tradição – ou seja, não ter consciência das decisões que poderíamos estar a tomar, mas não tomamos – é uma forma de perder autonomia e, ao mesmo tempo, estarmos sob a ilusão de que não a perdemos. Essa ilusão vem precisamente da ausência de noção – se eu acho que a monogamia é a única forma ‘verdadeira’ de me relacionar, então é como se não existisse nenhuma escolha a fazer, e quaisquer outras possibilidades são tomadas como inválidas, inferiores ou até doentias à partida. 

 

Qual é a alternativa, então?  

Mudar toda a gente para relações não-monogâmicas? Claro que não! O problema seria o mesmo: se a não-monogamia fosse a única possibilidade ‘real’, ou se fosse de alguma forma ‘superior’, então deixaria de haver consciência de uma escolha real, importante, necessária. 

Ao invés disso, é importante pensar no que é a base de qualquer decisão. Para citar um famoso filme, Choice. The problem is choice. Tomar decisões implica necessariamente tomar consciência das escolhas que podemos fazer, das alternativas que, realisticamente, existem perante nós, bem como das consequências associadas a cada uma das escolhas (sempre dentro das nossas limitações cognitivas, e da nossa falta de uma bola de cristal!) e, parte importante, uma capacidade de compreender a razão ou motivação por detrás de cada escolha possível, de cada decisão tomada. 

É por isso que existem ‘ferramentas’ para nos ajudar a ultrapassar as nossas próprias limitações cognitivas e experienciais – coisas como o Relationship Anarchy Smorgasbord. Este tipo de ferramentas não nos diz como fazer as nossas relações – ao invés disso, tal como o menu de um restaurante, mostram-nos as categorias sobre as quais podemos tomar uma decisão, e quais os ingredientes que entram em cada decisão. Ou seja: as escolhas possíveis. 

Claro, no fim de contas as relações são relacionais. Não tomamos decisões sobre relações em isolamento. E é por isso que quanto mais pessoas tivermos ao nosso redor capazes de tomar decisões – conscientes das suas escolhas – mais poder de decidir teremos nós também, mesmo que seja decidir continuar a fazer o que sempre fizemos, ou mudar as nossas decisões radicalmente. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 31 da revista Líder, cujo tema é ‘Decidir’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leadership

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 93
  • Página 94
  • Página 95
  • Página 96
  • Página 97
  • Interim pages omitted …
  • Página 586
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.