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Rita Saldanha

João Barros é o novo COO da Nutrium

25 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

A Nutrium, startup portuguesa que desenvolveu o programa de alimentação saudável “Nutrium Care”, anunciou a contratação de João Barros como Chief Operating Officer. Nas novas funções, o profissional irá coordenar a expansão global do programa de alimentação saudável dirigido a empresas, nomeadamente em Espanha e no Brasil.

João Barros conta com um percurso de 20 anos entre a Google, Amazon e a Farfetch, nesta última onde exerceu funções de Senior Director of Fulfilment, tendo liderado a estratégia global da empresa na área de Logística. É licenciado em Engenharia Informática e tem um MBA pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD).

É com uma grande vontade que abraço este desafio. A Nutrium é já uma referência na área de HealthTech, e a minha prioridade é levar os seus valores de excelência mais longe, expandindo e consolidando os seus serviços a nível internacional. Vejo um enorme potencial neste projeto

João Barros, Chief Operating Officer da Nutrium

Estamos muito entusiasmados com este novo passo, que se alinha com um dos maiores momentos de evolução e expansão internacional que a Nutrium já viveu. A experiência trazida pelo João vai ser vital para esta nova fase, assegurando que aproveitamos novas oportunidades e continuamos a avançar a passos largos para o nosso maior objetivo: mudar o futuro da nutrição e assegurar que todas as pessoas do Mundo têm acesso a hábitos alimentares saudáveis

André Santos, CEO da Nutrium

Arquivado em:Notícias, Pessoas

WTW: «Há um risco silencioso que a inflação vem trazer e para o qual as famílias não estão atentas»

24 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

O mundo vive a um ritmo de mudança que exige adaptação constante. Prever essa mudança é um dos papéis da WTW (Willis Towers Watson). Nuno Arruda é o CEO da empresa global em consultoria, corretagem e soluções empresariais, que juntamente com Elsa Carvalho, Head of Business Development, receberam a imprensa para um pequeno-almoço, em Lisboa, onde apresentaram os planos para 2023 e partilharam as principais conclusões da análise “2022 in review: 8 leadership lessons”.

A apresentação foi também uma oportunidade para divulgar a expansão do atual Hub de Lisboa, que prevê contratar 300 novas funções ao longo dos próximos dois anos, com um investimento estimado em 15 milhões de dólares.

A visão do risco mudou nos últimos três anos 

“Os mapas de risco que desenvolvemos hoje têm de ser mais dinâmicos do que já foram”, declara Nuno Arruda, acrescentando “os riscos estão interligados, já não estão em silos e é difícil dissociá-los”.

COVID e confinamento trouxeram impacto no trabalho. Para a retenção, “as empresas mais do que nunca têm a necessidade de olhar para o seu mapa de risco, rever e pensar de uma forma sistematizada” e reforça, “ou há uma abordagem contínua sobre o risco, ou as empresas podem estar perante problemas de sobrevivência”.

Uma das grandes tendências e temas de discussão nas organizações é comprovada pelo facto de existirem mais Chief Risk Officers do que há 4 anos.

Oito lições de liderança

O documento “2022 in review: 8 leadership lessons”, partilha oito tendências/ lições a considerar nas organizações: Risco e performance; Experiência do colaborador e cultura; Great Resignation e escassez talento; Quiet quitting; Inflação; Modelos de trabalho; ESG e Wellbeing.

Elsa Carvalho partilhou a sua visão sobre os desafios das lideranças organizacionais. “A experiência do colaborador e a cultura, mais do que nunca, devem estar presentes e são importantíssimas de ser trabalhadas”. Flexibilidade, diversidade e inclusão serão os grandes desafios para as empresas no que respeita à Gestão de Pessoas a nível global.

O fenómeno Great Resignation que nasceu nos EUA e chegou também a Portugal, é transversal. “As pessoas procuram um significado para o que fazem, se as empresas onde trabalham, estão alinhadas com o significado das suas vidas, há um matching cultural. Se existe um desalinhamento, o mercado acaba por ser dinâmico e as pessoas procuram outras alternativas”.

Como é que se lida com este fenómeno que afinal não é utópico? “Fala-se também no Quite Quitting, algo que sempre aconteceu, mas apresenta-se de certa forma exacerbado. Como é o caso do presentismo, em que as pessoas estão nos seus trabalhos, mas não estão alinhadas com os objetivos da empresa e com aquilo que fazem”.

Inflação 

À importância do papel dos líderes e dos gestores, acresce agora o contexto da pandemia, da situação económica, do isolamento do trabalho remoto.

O tema que mais preocupa e “tira o sono” de qualquer gestor, é a inflação. Segundo Nuno Arruda, “as necessidades das empresas muitas vezes não são coincidentes com as dos colaboradores. Não estamos com outlook positivo, não sabemos se os clientes vão dar continuidade às relações comerciais, as condições de financiamento não são as mesmas”.

O CEO dá ainda conta que a maior parte das empresas não fizeram o trabalho de atualizar os seus capitais seguros a nível de património. “A implicação de tudo isto no momento de um sinistro pode ter um impacto brutal na resiliência das famílias, mas também das empresas. Há um risco silencioso que a inflação vem trazer e para o qual as famílias não estão atentas”.

Wellbeing e Sustentabilidade 

Para Elsa Carvalho, outra das grandes discussões para 2023 são os modelos de trabalho. “Contacto com muitas empresas e muitas ainda estão a decidir que modelos vão adotar até porque é possível trabalhar remotamente, mas nem sempre é desejável. E chega a ser um desafio de atração e da própria retenção”.

No que diz respeito à ESG [Environmental, Social and Corporate Governance], esta sigla veio para ficar. “As empresas devem ter um papel mais ativo na sociedade e não exclusivamente gerar lucros. A verdade é que as empresas começam a fazer um pushback ao ESG, porque não sabem como fazer e porque fazer”, declara Nuno Arruda.

Criar equipas de Sustentabilidade, de Governance de ESG e segmentar as áreas de forma a criar políticas mensuráveis a curto e médio prazo, deve ser uma prioridade. “Três quartos das empresas tem indicadores de ESG como KPIs de medida de remuneração dos seus boards. Este é o grande passo para o futuro”, afirma.

Outro aspeto que torna um local de trabalho mais atrativo é o wellbeing. “Há três funções críticas nas empresas e com uma importância acrescida: Risco, People e Sustentabilidade. Nos próximos três anos, 75% das empresas estão a pensar rever e customizar os seus processos de wellbeing para atrair talento. Saúde e bem-estar são componentes fundamentais para serem trabalhadas nas empresas. E, aqui, não estamos só a falar da saúde física, falamos da saúde mental e da saúde financeira”, reforça Elsa Carvalho.

Nuno Arruda remata especificando o caminho que a WTW quer trilhar: “Queremos ter um papel importante na vida das empresas e da sociedade. O nosso propósito é integrar o mundo do Risco e das Pessoas, enquanto alavanca de crescimento para as empresas e pessoas”.

 

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Ranking de sustentabilidade: Portugal no 18º lugar

24 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

Portugal ocupa o 18º lugar no Índice de Transição Verde (GTI) entre 29 países europeus, que analisa o progresso de sustentabilidade e redução de emissões de carbono com base em sete categorias-chave.

O relatório da consultora Oliver Wyman examina e compara:

  • o progresso na utilização de tecnologias de transição pelas empresas energéticas;
  • o grau de sustentabilidade ambiental do sistema económico de cada país;
  • as emissões da indústria transformadora;
  • a qualidade ambiental dos transportes;
  • a sustentabilidade dos edifícios;
  • o grau de circularidade na gestão de resíduos;
  • o nível de conservação da natureza.

 

Portugal alinhado com a média europeia 

O Índice de Transição Verde situa Portugal na posição 18 em 29, com uma pontuação de 48,0 em 100, quatro lugares atrás da sua vizinha Espanha.

Embora seja evidente que ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar a sustentabilidade total, Portugal destaca-se positivamente nas categorias de Edifícios e de Energia, nas quais surge em segundo e quinto lugar, respetivamente.

 

Contra as expectativas, os edifícios prevalecem 

O GTI verifica que Portugal encontra-se no topo da lista na categoria de Edifícios, juntamente com os Países Bálticos e a Europa Ocidental, destacando-se pela utilização de energias renováveis para aquecimento doméstico (segunda posição, com 57%), e pelo consumo de eletricidade per capita (oitava posição).

Portugal contraria a tendência dos países ocidentais nesta categoria, que têm um fraco desempenho nas energias renováveis, dependendo fortemente dos combustíveis fósseis no aquecimento residencial.

 

Renováveis em destaque 

No que diz respeito à energia, o peso das energias renováveis na produção de eletricidade é também determinante para a boa classificação de Portugal, assim como a dimensão de projetos em tecnologias de transição energética, em relação ao PIB total.

Portugal classifica-se na segunda posição em dimensão de projetos de hidrogénio verde em relação ao PIB (cinco vezes a média dos países europeus em 2021), e a quinta posição em capacidade dos projetos de armazenamento relacionados com baterias. Neste aspeto lidera a Alemanha, com quatro vezes mais capacidade.

No entanto, Portugal não apresenta ainda nenhum projeto CCS (Captura e Armazenamento de Carbono).

 

A gestão de resíduos deixa a desejar 

Relativamente à categoria Gestão de Resíduos, Portugal encontra-se nas piores posições do ranking, com resultados negativos nos três indicadores:

– 27º em termos de resíduos gerados per capita: 0.51 toneladas (22% acima da média);

– 26º em termos de taxa de circularidade: 2% (vs. 20% em países líderes, como a Holanda, Bélgica, França e Itália);

– 26º no que toca aos resíduos depositados em aterros per capita: 265kg em 2020 (81% superior à média).

 

Conservação da Natureza em baixa 

O desempenho de Portugal referente à Conservação da Natureza é semelhante ao dos restantes países do sul da Europa, com uma performance excecionalmente baixa no indicador de áreas marinhas e terrestres protegidas, ocupando o último lugar com apenas 3% de território protegido da área total do país, sendo a média europeia de 17%.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Manuel Aires Mateus diz o que espera para Portugal em 2023

24 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

Vivemos tempos de exceção, de uma “tempestade perfeita”, entre a guerra na Europa, a pressão económica, uma crise sanitária que persiste e a fúria da natureza sempre sábia. Mas também vivemos dias extraordinários, em que a tecnologia se uniu ao Homem, a ciência e a medicina trouxeram esperança e as novas gerações levantam vozes e colocam o dedo nas feridas da discriminação e do estigma.

Manuel Aires Mateus, vencedor do Prémio Pessoa, em 2017, é um dos arquitetos portugueses mais reconhecidos e autor de dezenas de projetos da mítica Casa da Areia, na Comporta, à sede da EDP, em Lisboa.

Aqui ficam as suas respostas:

 

Que mundo queremos ter? Um mundo livre.

Qual o caminho para um novo renascimento? Educação.

Que lideranças precisamos? Justa e inteligente.

Como nos reerguemos do caos? Pela cultura!

Arquivado em:Liderança, Notícias

Tornámo-nos mais digitais ou mais smart?

24 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

Vivemos num mundo globalizado em que as organizações são vistas como “redes vivas” capazes de gerar uma identidade única para a sua cultura organizacional, onde as pessoas são o grande fator que faz a diferença na concorrência entre as diferentes organizações e onde o compromisso e a qualidade profissional são essenciais para o sucesso das organizações.

Alcançámos uma nova realidade, uma nova linguagem, um novo mundo tecnológico e digital, é caso para questionar se nos tornámos simplesmente mais digitais ou efetivamente mais smart. O que é facto é que a Web 3.0 impulsionou a inteligência artificial, e o que antes era uma rede de leitura passou rapidamente a ser uma ferramenta de análise e partilha de dados.

O recente salto digital trouxe-nos novas práticas de trabalho à distância, entre as quais o home office, e estas têm contribuído para acelerar todas as estimativas sobre a produção e troca de dados cibernéticos, crimes e ameaças virtuais, o que coloca a cibersegurança na lista das prioridades de hoje e indispensável para que as organizações visem impedir a invasão e roubo de dados capazes de comprometer o seu funcionamento e posicionamento estratégico. No ISQe valorizamos a segurança da informação e a privacidade dos dados, por isso somos certificados nas ISO 27001 e 27701. A segurança da informação envolve mais fatores para Ana Diogo Sales & Marketing Specialist, ISQe além da segurança dos sistemas de informação, abrange igualmente a infraestrutura, a proteção legal, a gestão de pessoas e processos. E nesse sentido, a ISO 27001 é relevante porque tem como foco assegurar a qualidade das soluções de defesa. Já a ISO 27701, oferece-nos orientação real sobre como podemos melhorar as medidas de segurança, que políticas podemos aplicar e como podemos reduzir o risco de qualquer incidente, fornecendo assim medidas que o ISQe pode adotar para reduzir qualquer ameaça à segurança da sua informação.

Ao olhar hoje para o digital como impulsionador social e económico, é incontornável mencionar o potencial contributo que o metaverso num futuro próximo trará também ao desenvolvimento do universo corporativo, não só pela crescente utilização das criptomoedas e NTFs, que são uma das bases para o metaverso, mas também, por exemplo, pelas reuniões interativas, reais e virtuais nesta realidade que podem ser mais um suporte para o reforço das competências dos colaboradores e garantir o seu upskilling e o reskilling.

Certo é que, por mais que a tecnologia evolua, o conhecimento será sempre um fator chave e diferenciador, por isso, as plataformas de formação construídas em torno do conceito de LEP (Learning eXperience Platform) terão uma grande notoriedade, uma vez que são estas que agregam conhecimento das mais varia[1]das fontes e que o entregam de forma personalizada e flexível.

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

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Arquivado em:Artigos, Leadership

Conheça as sete tendências da liderança em 2023

24 Janeiro, 2023 by Rita Saldanha

“Human-Centered Leadership” é a principal tendência apontada pelos líderes para 2023, o que considera uma liderança mais autêntica, com foco em políticas de flexibilidade e aposta no desenvolvimento de valor acrescentado.

De acordo com as sete tendências de liderança identificadas pelo estudo global Boyden Leadership Trends, são os líderes mais jovens e em empresas de pequena e média dimensão, quem dá mais importância ao investimento em práticas de liderança mais humanistas, quando comparado com líderes em grandes organizações.

Manter a conexão apesar da distância 

A tendência Freedom-Centric Culture destaca-se na segunda posição em termos de prioridade para 2023 – esta é uma liderança que inspira e encoraja a implementação de formas de trabalho que se adequam aos diferentes estilos de vida e expetativas profissionais e que contribui para o sucesso de cada colaborador.

Cerca de 70% dos líderes inquiridos consideram que implementar e desenvolver uma cultura de liberdade de escolha, passa por ter líderes que promovam uma cultura de responsabilidade individual; e que invistam em ferramentas e processos que promovam a colaboração, a comunicação e o trabalho remoto.

A dificuldade como oportunidade competitiva

Em terceiro lugar, os inquiridos apontam a tendência Beyond Resillience, ou seja, a capacidade de aproveitar os desafios para se diferenciar da concorrência, através de uma maior agilidade e capacidade de adaptação.

A maioria (70%) refere que é importante melhorar a comunicação e a colaboração, promover equipas autónomas e descentralizar as decisões (56,9%); criar um modelo organizacional e de gestão que promova agilidade (42,5%) e, ainda, promover uma cultura de tolerância ao erro (31,7%).

Reforçar o impacto do desenvolvimento de competências em 2023 

Cerca de 10% dos inquiridos identificou a aprendizagem de alto impacto e valor acrescentado como a sua principal prioridade, aparecendo a tendência Impact Learning como a quarta tendência de liderança para 2023.

O desenvolvimento de programas de coaching e mentoria personalizados e o reforço de competências técnicas e relacionais, são algumas das soluções apontadas pelos líderes para obter maior valor acrescentado e impacto dos investimentos efetuados na área do desenvolvimento.

Em sintonia com a tecnologia e a inovação

A quinta tendência de liderança People-Technology Link, surge como um objetivo transversal às lideranças, e essencial para assegurar a competitividade e o sucesso dos negócios numa era de transformação digital. De acordo com o estudo, as estratégias que mais contribuem para a fluência digital são: o acesso e incentivo de ferramentas de comunicação e colaboração digitais, o treino e capacitação em competências tecnológicas e a atração e desenvolvimento de líderes com competências digitais.

Líderes terão papel decisivo em organizações mais sustentáveis e inclusivas 

Em sexto e sétimo lugares, surgem duas tendências relacionadas com políticas de ESG e DEI – Responsible Businesses e Diverse Leadership Bench, respetivamente. Segundo o estudo, os líderes acreditam na importância de assumir posições de responsabilidade perante um vasto leque de stakeholders, promover a transparência e o propósito com um grande foco na sustentabilidade social, ambiental e financeira, bem como a promoção de uma liderança mais inclusiva.

Um número significativo de inquiridos considera prioritário desenvolver negócios de forma responsável e com um impacto positivo na sociedade e no mundo. Neste caso, são os líderes seniores, provenientes de empresas de grande dimensão da Europa e América do Norte, quem dá mais importância a estas práticas de liderança.

No entanto, mais de 60% dos inquiridos refere que há uma escassez de urgência e de promoção destas políticas por parte da liderança de topo, e, ainda, pouco entendimento sobre os benefícios destas práticas, uma fraca aposta na formação sobre as mesmas, e um desajuste das métricas de diversidade, equidade e inclusão (DEI).

O foco numa liderança humanista e que promova uma maior liberdade de escolha por parte dos colaboradores, foram muito valorizadas no nosso estudo. Durante a pandemia, líderes com maior capacidade de ajustar as suas formas de trabalho às necessidades específicas das suas equipas conseguiram uma valorização do seu papel e uma diferenciação positiva. Curiosamente, a importância de uma cultura centrada na liberdade revela também uma tensão paradoxal com a expetativa de uma liderança humanista. Existe uma necessidade de pertença e conexão, mesmo em contextos de trabalho remoto e virtual. Esta ambiguidade pressiona a responsabilidade individual e traz mais complexidade à liderança.

Katia Pina, Head of Global Center of Excellence da Boyden

É uma oportunidade única conseguirmos recolher uma tão vasta diversidade de insights sobre liderança. Os dados recolhidos neste estudo poderão ajudar os líderes a ter uma percepção mais concreta das necessidades das pessoas e das suas organizações, preparando-se para 2023 e assegurando que conseguem prosperar num contexto de incerteza e constante mudança, mantendo o bem-estar das suas equipas e o sucesso dos seus negócios. Parece haver uma consciência cada vez mais clara dos líderes de que a vocação das suas empresas é, também, a de valorizar as suas pessoas. A capacidade de o fazerem terá um impacto muito positivo no desenvolvimento mais sustentável das suas organizações.

João Guedes Vaz, Partner e Global Head of Leadership Consulting

Arquivado em:Liderança, Notícias

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