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Rita Saldanha

Um software pode ser um aliado na liderança?

14 Junho, 2022 by Rita Saldanha

É um dado adquirido que a tecnologia é um aliado na gestão e na liderança das organizações, mas quando não é bem aplicada ou selecionada pode gerar o oposto, entropia e, até, comprometer os resultados do negócio.

A escolha da tecnologia deve ter como requisitos base o core do negócio, os custos monetários, de infraestrutura e de tempo, a escalabilidade e usabilidade, aliados à garantia de serviço do fornecedor. Em complemento, deve dar resposta a exigências como as várias formas de trabalho, gestão de pessoas e recursos e, acima de tudo, otimização do tempo. O fator tempo é essencial para quem utiliza o software, mas principalmente para quem lidera, uma vez que necessita de disponibilidade para tomar decisões, responder às necessidades da equipa e estar alerta para o mercado.

O software é um aliado na gestão quando entrega uma visão clara do negócio, simplifica a gestão, o acesso à informação e a colaboração, e está alinhado com o propósito da organização. Um software é mais do que um conjunto de ferramentas, funcionalidades e processos. Este é a base que deve permitir a concentração na análise, planeamento, execução e controlo da estratégia e operações do negócio.

O software é um aliado na liderança quando traz visibilidade e otimiza o tempo de tomada de decisões.

O acesso fácil a dashboards, KPIs e relatórios que garantem a visibilidade, controlo e monitorização sobre o negócio, ao detalhe do planeamento estratégico e da sua execução, bem como à criação de múltiplos cenários comparativos que suportam a tomada de decisões. Por outro lado, a digitalização de processos e informação reduz o trabalho repetitivo e erros que, de outro modo, seriam fatores de desmotivação para as equipas e uma fonte de custos para a organização. A facilidade de acesso, em qualquer lugar e a qualquer hora, reflete-se na libertação das agendas, agilização das respostas, desmaterialização do local de trabalho e, também, numa maior capacidade de resposta, equilíbrio e qualidade de vida.

Os líderes têm cada vez mais consciência sobre a importância das pessoas na cultura e no sucesso das organizações, seja do ponto de vista da motivação, da empatia, da retenção de talento ou da otimização de carreiras. Cada vez mais há uma aposta na introdução de soluções que trazem valor para a organização, seja do ponto de vista da gestão para a melhoria do desempenho, eficiência, produtividade e, consequentemente, resultados do negócio, bem como para a colaboração entre as várias pessoas, otimizando a sua forma de trabalhar e comunicar.

Na InovaPrime acompanhamos os nossos clientes no seu dia-a-dia, na entrega de soluções que os tornem mais eficazes, competitivos, resilientes e preparados para os mais variados cenários do mercado. Esta visão levou-nos a desenvolver o software Governance.Business, que tem o propósito de simplificar a gestão do negócio, permitindo que os nossos clientes dediquem o seu tempo e esforço ao que realmente importa – a gestão do negócio e das pessoas.

Este artigo foi publicado na edição de verão da revista Líder. Subscreva a Líder AQUI.

Arquivado em:Artigos, Leading Tech

Burnout é uma doença produzida pela sociedade

9 Junho, 2022 by Rita Saldanha

“O burnout não é uma doença natural, é produzida socialmente”, quem o afirma é Carla Furtado, durante a talk “Organizações Burnout Free”, no Leading People – International HR Conference “Act now for Human Health”, em que abordou as questões de definição da síndrome e as circunstâncias em que surge.

E as lideranças estão também em sofrimento, não são apenas os colaboradores. “O líder que orquestra a liderança de valor precisa de autocuidado, e isso só acontece se tiver as condições reunidas para o fazer. Só depois entramos nas ações de promoção do bem-estar do colaborador”.

A Professora e autora do livro “Feliciência – Trabalho e Felicidade da Era da Complexidade”, define os três grandes aspetos reconhecidos como característicos da síndrome de burnout:

  1. Exaustão física e emocional. “Esta exaustão advém de um stress agudo e crónico que o indivíduo já não tem capacidade de gerir”, esclarece.
  2. Negativismo e cinismo em relação ao trabalho
  3. Perda de perceção da autoeficácia

Porém, reduzir o burnout a três características seria estar a simplificar muito um problema que afeta tantos milhões de colaboradores: “assim, estamos apenas a ver a ponta do iceberg”, declara a autora.

“Portugal, na comunidade europeia, está entre os países com maior risco para o desenvolvimento de burnout”, na sua perspetiva a posição das organizações é meramente reativa, em que os colaboradores apresentam sintomas, e as empresas tentam remediá-los.

No entanto, para entender na sua totalidade do que se trata esta síndrome, é crucial fazer uma análise mais detalhada do que, de facto, tornou o burnout uma doença socialmente produzida.

Baseando-se na Teoria U do MIT, Carla Furtado apresenta três grandes ruturas que contribuíram para o aparecimento do burnout foram:

– Rutura ambiental: os interesses da economia foram privilegiados e o ambiente ficou para trás, e que se verificou ser insustentável. “Dados pré-pandemia já nos mostravam que se continuarmos com estes padrões de consumo, vamos precisar de um planeta e meio. Com estes hábitos de consumo, o planeta não se consegue regenerar”, acrescenta.

– Rutura Social: “A ideia de que podemos sustentar um planeta em que 1% da população detém a mesma riqueza que 90% da população mundial é irreal”, esclarece, acrescentando que há uma grande incoerência nas pessoas, em que uns têm muito, e outros morrem à fome.

– Rutura Espiritual: “O momento em que o individuo rompe consigo mesmo. A crise do sentido do trabalho, qual é o propósito?” Aqui, a rutura são todos os transtornos de ansiedade, depressão, chegando até ao suicídio.

Ainda assim, o problema é mais complexo. O que acontece agora é um sofrimento social, daí ser tão importante o ambiente no trabalho não ser tóxico. A proposta da autora é um crescimento de valor, e não um crescimento ilimitado que não se preocupa com as pessoas. “Precisamos de entender o bem-estar de uma forma mais ampla, para não corrermos o risco de algumas narrativas das organizações”, acrescenta. O bem-estar psicológico é fundamental no local de trabalho, e para isso é necessário que as empresas tenham um sentido de propósito.

“Precisamos de entender quais são os valores presentes no dia-a-dia e na realidade das empresas, não o que está afixado nas paredes ou escrito nos sites”, alerta.

 

Assista à Talk aqui.

Tenha acesso à galeria de imagens da Leading People – International RH Conference aqui.

Por Denise Calado

 

Arquivado em:Artigos, Saúde

Transição Florestal sabe o que é?

9 Junho, 2022 by Rita Saldanha

As florestas têm vindo a ser destruídas pelos humanos há milhares de anos. No final da última idade do gelo, estima-se que 57% das zonas habitáveis do planeta fossem floresta. Segundo o World Economic Forum, a área florestada desceu de 6 mil milhões para 4 mil milhões de hectares, o que significa que os nossos antepassados destruíram um terço das florestas do mundo.

E mais: cerca de 63% da destruição da floresta da Amazónia é motivada pela necessidade de terreno para a criação de gado. Ou seja, quanto mais carne comermos, mais incentivamos a desflorestação.

A chave para combater a desflorestação é a Transição Florestal, o que significa não só acabar com a desflorestação, mas expandir e voltar a dar vida às florestas que foram já destruídas. Muitos países conseguiram combater a desflorestação e inclusivamente reabilitá-la, sendo os mais notórios a Inglaterra, França, Escócia e Japão, de acordo com o Our World in Data.

Na Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP26) em Glasgow, os países que detêm cerca de 85% das florestas do mundo declararam que até 2030 iriam parar a desflorestação.

Há duas grandes razões para os humanos terem destruído as florestas e continuarem a fazê-lo: a demanda de território e a necessidade de madeira. Precisamos de madeira para muitos propósitos – como material de construção, para o fabrico de papel, e, mais importante, como fonte de energia. Porém, de longe o que mais motiva os seres humanos para a destruição das florestas é a agricultura. A humanidade extermina as florestas para dar espaço para as plantações crescerem e para haver também espaço para a pastorícia.

O consumo de carne tem um grande impacto nas alterações climáticas: o território usado para a produção de carne é muito maior quando comparado ao que é necessário para os alimentos plant-based. A redução do consumo de carne, especialmente de carnes vermelhas, seria um bom progresso para o fim da desflorestação.

A redução da demanda da lenha como fonte de energia deu-se quando fontes de energia modernas se tornaram disponíveis (inicialmente combustíveis fósseis, e mais recentemente energias renováveis e nuclear).

Além disso, o progresso tecnológico fomentou a redução da procura de terreno para a agricultura ao encontrar maneiras mais eficientes de usar o solo. A produtividade da terra graças à tecnologia moderna para a agricultura permitiu que cada vez mais países aliviassem a floresta que, de outra forma, seria arrasada.

Não existe uma única resposta para a pergunta de como acabar com a desflorestação. Há, no entanto, grandes mudanças que podemos fazer para tornar este objetivo uma realidade. Uma agricultura mais produtiva, em vez de extensiva, a redução do consumo de carne, políticas eficientes para a conservação da floresta, e a mudança para as energias renováveis, são fatores que ajudam a atingir o objetivo – não só impede que florestas intactas sejam destruídas, como até podem fomentar o crescimento e expansão das que foram eliminadas.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Quer ser líder do segmento Station Wagon

9 Junho, 2022 by Rita Saldanha

Novo Peugeot 308 SW

Depois do 308 Berlina, a Peugeot lança agora em Portugal o novo 308 SW, a variante da gama que, segundo a marca, deverá chamar a si o maior volume de vendas no nosso País.

É um automóvel que pretende ser inovador, destacando-se pelo estilo expressivo e desportivo com uma secção traseira sofisticada, otimização substancial da eficiência aerodinâmica, bem como por um impressionante arsenal tecnológico, onde se inclui o evoluído Peugeot i-Cockpit, o sistema de infotainment de última geração, e os mais recentes sistemas de ajuda à condução.

O 308 SW é construído a partir de uma evolução da plataforma multienergias EMP2, composta por novos elementos estruturais, oferecendo ainda mais eficiência, segurança, conforto e prazer de condução. Em comparação com a Berlina, o novo Peugeot incrementa a sua distância entre eixos, é mais comprido, mais baixo e mais elegante do que o modelo anterior. As dimensões do novo 308 SW correspondem às expectativas dos clientes do segmento e permitem-lhe oferecer uma das melhores bagageiras do mercado, com um sistema de duplo piso (versões com motor de combustão interna), que garante uma utilização prática e modulável.

Este modelo está equipado com o inovador e evoluído Peugeot i-Cockpit, que garante uma experiência totalmente nova associada a maior ergonomia, design, prazer de condução, qualidade e conectividade, destacando-se o novo volante compacto, o painel de instrumentos digital e o touchscreen central de 10 polegadas com ambiente de utilização semelhante a um smartphone.

O design interior realça a diversidade e a qualidade dos materiais, integrando iluminação ambiente LED em oito cores à escolha que surge por trás do ecrã central, difundindo-se pelo habitáculo.

O comando de reconhecimento por voz “Ok Peugeot” acrescenta segurança e facilidade de utilização, e permite o acesso a todas as funcionalidades do sistema de infotainment. A experiência tecnológica com este sistema é total, uma vez que dispõe de navegação conectada TomTom de elevado desempenho.

Há vários equipamentos disponíveis de série que colocam esta versão ao nível de modelos de gama superior como a porta da bagageira motorizada, vigilância de 75 metros do ângulo morto, alerta de tráfego atrás do veículo, nova câmara de marcha-atrás de alta definição de 180°, ajuda ao estacionamento 360° através de quatro câmaras (dianteira, traseira e laterais), para-brisas aquecido e volante aquecido, chamada de emergência “E-Call+” com informação do número de passageiros e localização do veículo, incluindo a sua direção na via e ajuste automático dos retrovisores ao engrenar a marcha-atrás.

Para acompanhar os clientes na fase de transição energética, a marca propõe uma gama variada de serviços como o Peugeot Easy-Charge, para facilitar o acesso dos clientes às diferentes soluções de carregamento, com uma oferta de soluções de carregamento em casa ou no escritório, ou uma oferta pública de carregamento, brevemente disponível através da Free2Move Services.

Sublinhando a história de sucesso da família 308, o novo Peugeot 308 SW prepara-se, assim, para a (re)conquista do seu segmento, com valores a partir dos 27 000 euros.

Este artigo foi publicado na edição de verão da revista Líder. Subscreva a Líder AQUI.

 

 

Arquivado em:Artigos, Leading Life

Jovens Empresários apresentam carta aberta para a transformação do país

9 Junho, 2022 by Rita Saldanha

O Orçamento do Estado para 2022 foi aprovado em votação final global. Ainda que não reflita inteiramente um alívio de impostos para as empresas e algumas medidas de apoio para mitigar os impactos económicos da guerra, temos agora de assegurar uma conjuntura que abra boas perspetivas de transformação económica e social do país, a partir de um modelo de desenvolvimento inteligente, sustentável e inclusivo.

A inflação, por exemplo, já era o principal risco para a economia mundial antes da guerra na Ucrânia. Agravou-se. Para as empresas, a subida da inflação representa um agravamento significativo dos seus custos, obrigando muitas delas a esmagar as margens de lucro, por não conseguirem impor preços mais elevados. Para as famílias, a inflação é um imposto escondido que reduz o seu poder de compra, sobretudo se os salários não são atualizados em consonância com a evolução dos preços.

Os jovens empresários têm seguramente uma palavra a dizer neste processo de transformação do país, na medida em que representam a face mais empreendedora, inovadora e cosmopolita da sociedade portuguesa. Da ANJE e dos seus Associados esperam-se iniciativas que promovam um Portugal moderno e competitivo, como fizemos em diversas ocasiões no passado.

Gostaríamos, pois, que se juntassem a nós num grande esforço de mobilização em torno das propostas públicas da ANJE para a retoma do país. É por aqui que o futuro tem de passar:

  • Incentivos fiscais diferenciados em sede de IRC para empresas que valorizem os salários ou acelerem a transição energética, digital e verde;
  • Redução da burocracia e otimização dos serviços da Administração Pública, através da capacitação dos recursos humanos, da digitalização dos processos e da descentralização de competências;
  • Novos instrumentos de capitalização das empresas; designadamente no quadro do Banco Português de Fomento;
  • Melhores condições, designadamente fiscais, para criação de emprego e aumento dos salários pelas empresas;
  • Escrutínio público, transparência processual, celeridade decisória e implementação desburocratizada na execução dos novos fundos europeus.
  • De acordo com os dados divulgados pelo Eurostat, a energia estava mais cara 39,2% no mês passado na Zona Euro, em comparação com os valores do ano passado. A situação é preocupante e vem juntar-se ao facto de o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) português estar a avançar muito lentamente. É certo que, como já referimos, o futuro terá de passar por um controlo rigoroso da implementação dos projetos. No entanto, é imperativo garantirmos também a agilidade, de forma que os apoios cheguem rapidamente à economia e permitam ao país cumprir os prazos de execução do PRR.

 

A instabilidade causada pela persistência da crise sanitária e, sobretudo, o inesperado eclodir da guerra na Ucrânia não ajudam, por si só, a explicar a baixa execução do PRR. Mas o país precisa de reagir rapidamente. Está em causa um apoio estrutural de grande importância para a recuperação económica após a fase crítica da pandemia e para assegurar um nível de crescimento acima da média europeia, retomando a convergência com a zona euro.

E não nos podemos esquecer que é nossa obrigação estar na linha da frente da transformação económica e social do país. Os empresários devem saber aproveitar as oportunidades de financiamento criadas pelos novos fundos europeus e as possibilidades de modernização competitiva abertas pela revolução digital, a descarbonização da economia, os avanços tecnocientíficos e o desenvolvimento do potencial humano.

É este o repto que fazemos a todos os associados, acrescentando que a ANJE não deixará de estar ao lado dos projetos e investimentos que pretendam realizar nos tempos mais próximos. Temos uma nova identidade institucional e vamos lançar novos serviços, canais de comunicação (AppANJE), iniciativas de promoção empresarial e programas de formação.

A nova ANJE vai abarcar toda a cadeia de valor do empreendedorismo: identificação de talento nas escolas, mentoria e aceleração de negócios, formação para executivos, apoios à transição energética, digital e verde das PME e iniciativas para internacionalização de empresas.

O futuro está nas mãos de todos.

 

Por Alexandre Meireles, Presidente da ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários

Arquivado em:Artigos, Leadership

Como lidar com o aumento dos preços

9 Junho, 2022 by Rita Saldanha

Ao longo dos últimos meses saímos do supermercado com a sensação de que comprámos menos coisas com o dinheiro que gastámos. A inflação tem apresentado uma tendência de subida em toda a Zona Euro, e em Portugal, de acordo com os dados Eurostat, atingiu os 5,5% em março, o valor mais elevado em quase 28 anos.

Para ajudar a gerir o orçamento familiar, e a enfrentar a inflação, a Unibanco deixa algumas dicas:

  1. Atualizar o orçamento. O primeiro passo para proteger a sua saúde financeira numa altura em que os preços tendem a aumentar é planear. Procure apontar todos os seus gastos de forma detalhada, para que consiga identificar as áreas onde poderá economizar. Analise os valores alocados a cada área e elabore um orçamento mensal adequado ao contexto atual, tendo em mente os bens e serviços nos quais precisa de aumentar os gastos, e aqueles onde poderá diminuir.
  2. Compras conscientes. Mais do que nunca, a pesquisa e comparação de preços tornam-se ferramentas fundamentais para lutar contra a inflação. Informe-se sobre os preços e as promoções em vigor, e procure perceber que produtos habituais podem ser trocados por opções mais em conta. Se possível, compre produtos não perecíveis em maiores quantidades para armazenar, mas não se esqueça de investir apenas naquilo que realmente irá precisar, evitando gastos supérfluos.
  3. Crédito consolidado. O crédito consolidado trata-se de um instrumento financeiro que consiste na conjugação de vários créditos num só, e que apresenta condições mais vantajosas e uma mensalidade mais reduzida. Para famílias com vários créditos, esta pode ser uma solução de financiamento que permite poupar um valor considerável ao final do mês.
  4. Construção de um fundo de emergência. Se ainda não tem um fundo de emergência, esta é sem dúvida uma boa altura para começar a construí-lo. Idealmente, esta poupança corresponde a seis ou mais meses de salário, que poderá usar para se prevenir e fazer face a situações inesperadas.
  5. Investir com precaução. O contexto atual poderá ser um bom impulsionador para que comece a depositar as suas poupanças em aplicações rentáveis e que façam crescer o seu dinheiro. Procure diversificar ao máximo os seus investimentos e, dependendo dos fundos disponíveis, apostar em diferentes carteiras de ações. Contudo, é importante ter algum conhecimento prévio ou aconselhamento para fazer as melhores escolhas e não ficar a perder.
  6. Apostar em obrigações que sigam a inflação. Algumas obrigações estão indexadas à inflação, o que pode ser uma boa aposta num momento como o atual. Significam ainda assim uma aposta, pois a rentabilidade não depende apenas da inflação atual, mas, e sobretudo, do seu valor à altura do vencimento. Trata-se de mais uma opção na diversificação de ativos.

 

Arquivado em:Economia, Notícias

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