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Três cenários para Portugal em 2030

21 Fevereiro, 2022 by suporte

Num exercício de prospetiva social, económica, financeira, tecnológica, política e demais reflexão acerca do desenvolvimento do país, a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta o projeto “Foresight Portugal 2030”, para se pensar o futuro em torno de três objetivos:

  1. Retomar o crescimento do País, após décadas de quase estagnação.
  2. Contribuir para a mitigação e a adaptação às alterações climáticas, sem travar o crescimento.
  3. Promover a coesão e a mobilidade sociais, num contexto de mais forte solidariedade intergeracional.

Perante estas premissas foram elaborados três cenários, que servem de instrumento de orientação das decisões quanto à visão estratégica a seguir para responder, simultaneamente e de forma integrada, a múltiplos desafios.

O exercício de cenarização assenta em três incertezas cruciais cuja resolução pode assumir diferentes configurações: Inserção Geoeconómica; Valorização do Território, Especialização Internacional, Agenda Digital e Infraestruturas, e Modelo Económico e Social. Considerou-se ainda um Wild Card – acontecimento plausível que parece hoje pouco provável, mas que se ocorrer pode modificar aspetos importantes dos cenários. E para este projeto foi o seguinte: “E se a dívida pública à UE fosse objeto de uma reformulação?”

O Foresight Portugal 2030 pretende assim contribuir para uma reflexão e debate aprofundados na sociedade e instituições portuguesas, tendo em vista mudar a trajetória de Portugal das últimas décadas. Pretende-se que o país chegue a 2030 capaz de crescer e prosperar, respondendo em paralelo aos desafios climáticos e de coesão e mobilidade sociais.

O projeto considera 3 volumes de estudo:

  1. Cenários de evolução para Portugal (continuidade, ajustamento e reposicionamento)
  2. Enquadramento mundial e europeu
  3. Portugal: ponto de partida

José Félix Ribeiro foi o coordenador do projeto e autor de vários dos documentos preparatórios que foram produzidos, especialmente os relativos às condições e oportunidades económicas e sociais de Portugal. Nuno Severiano Teixeira e Carlos de Medeiros Gaspar, respetivamente presidente e membro do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), colaboraram na produção de textos relativos ao enquadramento mundial e europeu. Miguel Poiares Maduro, que, enquanto presidente da Comissão Científica do Fórum Gulbenkian Futuro, acompanhou a realização do projeto.

Arquivado em:Economia, Notícias

O guia necessário para uma vida melhor

18 Fevereiro, 2022 by suporte

Adam Smith, fundador da economia política moderna, dá-nos conselhos valiosos sobre como viver uma vida melhor.
Este livro permite aos leitores de hoje verem Adam Smith sob uma luz completamente nova – e aprenderem o que
verdadeiramente significa viver uma vida boa.

Arquivado em:Livros e Revistas

Nova loja iServices no Fórum Castelo Branco

18 Fevereiro, 2022 by suporte

A marca eleita “Escolha do Consumidor 2022” na reparação de smartphones e tablets abre a sua 37ª loja, no Fórum Castelo Branco, dando continuidade ao plano de expansão da iServices, em Portugal.

A nova loja iServices em Castelo Branco não foge ao padrão da marca e disponibiliza uma ampla e diversificada oferta de serviços de reparação multimarca e produtos de marca própria que fazem parte do quotidiano de todos os portugueses, sejam cabos, capas, películas e outros acessórios diversos. Para além do core business na área de reparação de equipamentos, a empresa tem aumentado as vendas de equipamentos recondicionados nas suas lojas físicas e na loja online.

Com mais esta inauguração, a iServices perfaz um total de cinco lojas inauguradas, num espaço de apenas dois meses, procurando uma maior proximidade com todos os seus clientes. Em 2021 a marca abriu 11 novas lojas físicas por todo o país, o que reforçou a sua estratégia de presença em Portugal, contribuindo também para a criação de novos postos de trabalho e para uma maior dinamização da economia nacional.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

José Enrique González é o novo responsável da Bridgestone EMIA

18 Fevereiro, 2022 by suporte

A Bridgestone nomeou José Enrique González como Vice-Presidente e Diretor-Geral para a Região da Europa do Sul, em substituição de Stefano Parisi. Este novo cargo junta-se ao que ocupa desde 2018 como Vice-Presidente e Diretor-Geral da Região Sudoeste. As suas responsabilidades em Espanha e Portugal são alargadas a Itália, Roménia, Bulgária, Grécia e aos países do Adriático, com o objetivo de levar a novas cotas de crescimento e contribuir para a consolidação da liderança da empresa no domínio da mobilidade.

José Enrique conta com uma vasta experiência na empresa, onde iniciou a sua carreira em 1997 na Bridgestone Hispania. Ao longo dos últimos 25 anos, ocupou vários cargos tanto na Região Sudoeste como na Bridgestone Europa. Entre 2012 e 2018, liderou a estratégia de expansão do canal da Bridgestone EMEA a partir de Bruxelas, assumindo a liderança da função de aquisições e alianças estratégicas e liderou o programa ‘transformation’ destinado a impulsionar a competitividade da Bridgestone na Europa. Também adquiriu uma vasta experiência em Corporate Governance através da sua participação no Conselho de Administração de seis investimentos feitos pela Bridgestone EMEA em sete países europeus.

“O nosso setor está a viver um momento sem precedentes. Portanto, é uma enorme satisfação e um grande desafio a oportunidade com que a Bridgestone me brinda ao alargar as minhas responsabilidades à Região Sul e poder aportar a experiência que adquiri ao longo dos últimos 25 anos na empresa. O meu objetivo é oferecer aos clientes deste mercado os produtos e soluções mais avançadas que lhes permitam desfrutar de uma mobilidade mais segura, responsável e sustentável”, refere José Enrique González.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

O degelo dos lagos no desequilíbrio do planeta

18 Fevereiro, 2022 by suporte

Até que ponto é presente e consciente nas nossas vidas as consequências do aquecimento global e a importância de limitar o aumento da temperatura a 1.5 graus Celcius? Os lagos estão a perder a sua cobertura de gelo mais rapidamente do que nunca e o World Economic Forum (WEF) relata o panorama atual.

As consequências do degelo trazem impactos culturais para o planeta, para além dos físicos. Segundo o National Geographic no Japão, e para os sacerdotes xintoístas que vivem na cidade de Suwa, proteger a camada de gelo do lago Suwa dita a sobrevivência das tradições espirituais: quando este congela no Inverno, os xintoístas acreditam que o deus Takeminakata atravessa o lago com o seu dragão para visitar a deusa Yasakatome, deixando os seus passos na forma de um cume de gelo apelidado de omiwatari.

Desde 1443, esta é uma celebração anual em que os sacerdotes registam a data precisa do surgimento do cume, e, com base na sua direção, preveem a colheita agrícola para o Verão. Um estudo de 2016 do jornal científico Scientific Reports avança que, nos primeiros 250 anos, o lago congelou todos os anos à exceção de três anos, nos quais se registou uma vaga de fome. Desde a passagem do milénio, o lago congelou apenas sete vezes.

Este não é o único lago que está a ser afetado pelas alterações climáticas, muitos outros do Hemisfério Norte estão a perder a sua camada de gelo. Tendencialmente o gelo está a formar-se mais tarde e a derreter mais cedo, sendo que um recente estudo (setembro 2021) da AGU, a Associação Internacional de Ciência da Terra e do Espaço, avança que, nos últimos 25 anos, a perda de gelo é seis vezes mais rápida do que em qualquer outro período nos últimos 100 anos.

Também a BBC News lança o alerta para cerca de 15.000 lagos que começam a estar livres de camadas de gelo em alguns invernos. Lagos grandes e profundos necessitam de climas frios para arrefecer as águas e permitir a formação de gelo, e levam mais tempo devido à sua massa térmica, por outras palavras, capacidade de reter calor. Lagos mais longos são igualmente suscetíveis a congelar mais tarde por serem mais sensíveis ao vento, que quebra a camada de gelo da superfície.

Mas, o que reflete a nível global esta perda da camada de gelo? Ao remover-se esta “tampa”, as taxas de evaporação podem aumentar, afetando a disponibilidade da água, e o potencial de evaporação vai, por sua vez, aumentar durante todo o ano. Uma quebra desta camada mais cedo do que previsto também conduz a temperaturas mais quentes da água no Verão, e à diminuição do nível de oxigénio nas águas mais profundas, colocando em risco a vida de muitos peixes e incentivando a proliferação de algas nocivas.

A Agência Espacial Europeia adianta que somos os principais responsáveis pelas alterações climáticas e pelo declínio global da cobertura de gelo, desde o aumento das emissões com a Revolução Industrial. É altura de pensar que os nossos atos e aqueles que os nossos antepassados tomaram tiveram repercussões que comprometeram a nossa existência e cultura. Para muitas comunidades, o gelo é a sua forma de subsistência, de assistir e prestar homenagem a culturas e crenças, e que a instabilidade da cobertura de gelo contribui para o aumento de afogamentos fatais no inverno, sendo que as comunidades indígenas do Norte estão em maior risco.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

A urgência da igualdade no trabalho

18 Fevereiro, 2022 by suporte

A temática da igualdade em ambiente laboral está na ordem do dia. O setor dos Recursos Humanos (Adecco e Manpower Group) aborda o assunto de forma sistemática para que se passe a uma ação imediata dentro das organizações e equipas de trabalho.

Criar espaço para o progresso é fundamental e possível através da mentoria certa e o ManpowerGroup aponta o estudo da Qualtrics e theBoardlist, realizado durante o período pandémico, que revelou que apenas 9% das mães em teletrabalho foram promovidas, face a 34% de homens. As percentagens revelaram-se igualmente baixas para os trabalhadores de minorias raciais cujo trabalho evoluiu para funções de liderança (9%). É feito o alerta para o facto de ainda se considerar que uma maior produtividade está ligada à presença do trabalhador, o que é prejudicial para as mulheres, dado que os homens são os primeiros a ser convocados a trabalhar presencialmente.

Já o Grupo Adecco, chama a atenção para a urgência de se assumir a igualdade no trabalho como um ponto crítico das organizações e deixa algumas pistas:

  • Não ignorar sinais: A pandemia forçou o trabalho híbrido, fechando muitas pessoas nas suas casas. Os stakeholders não devem desviar a atenção perante evidências ou sinais de violência, e verificar com amigos e colegas dos trabalhadores a sua situação;
  • Combater a discriminação nos RH: Em muitos casos os grupos marginalizados são excluídos com base em atributos pessoais, afetando a fase de recrutamento, gestão, promoção e reconhecimento. É fulcral salientar as competências e qualificações de um candidato, não o seu género, raça ou etnia, e as tomadas de decisão devem visar a igualdade de representação, tanto nas empresas como no governo;
  • Reformular: sistemas, políticas e instituições contra a desigualdade baseada no género, com maior transparência e responsabilização. Intensificar a luta contra a economia paralela e tornar direitos sociais mais acessíveis numa variedade de posições aos trabalhadores é uma das ações a considerar;
  • Responsabilizar: proibir qualquer forma de discriminação baseada na etnia, crenças religiosas, género, sexualidade. Esses valores deverão refletir-se não apenas nas instituições governamentais e empresariais, como também nos currículos escolares;
  • Denunciar: Os empregadores podem ter um papel mais ativo, fornecendo linhas seguras e anónimas de denúncia nas suas empresas para que os seus trabalhadores possam relatar abusos. É fundamental que grupos marginalizados tenham o apoio que necessitam para terem igualdade de oportunidades;
  • Ser um todo: O ambiente deve ser de aceitação, igualdade e respeito. Cada um deve estar atento ao seu impacto, tanto no local de trabalho como fora dele, promovendo a inclusão, não esquecendo de erguer a voz contra a discriminação sempre que for observada.

Arquivado em:Notícias, Sociedade, Trabalho

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