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Viver ou sobreviver? Uma questão de longevidade

18 Fevereiro, 2022 by suporte

Criar memórias vivas, escrever a sua biografia, preservar a experiência e história de vida em tempo real. Este é o conceito de uma nova app, Biograph, que vem lançar a reflexão sobre a relação do homem com a sua finitude, um tema que desde há séculos envolve as comunidades científica, artística e intelectual. O político e filósofo Francis Bacon lançou a escada para o sonho de o ser humano exercer domínio sobre si próprio, capaz de melhorar e prolongar a vida.

Mais do que lutar contra a morte, numa atitude de sobrevivência, trata-se de prosperar na longevidade, atribuindo-lhe um significado positivo para um final de vida bem sucedido. Aaron Greenberg, cofundador da Biograph, partilha com a Entrepreneur, como podem os líderes prosperar, em vez de unicamente sobreviver:

Qualidade vs Quantidade

A longevidade irá valer pouco se a vida não tiver grande significado para um indivíduo. Greenberg aponta que, antes de se pensar em viver mais tempo, deve-se procurar por maneiras de aperfeiçoar o tempo que temos. Séneca, já há dois mil anos, reconhecia o problema: “Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela”, por outras palavras, desperdiçamos o nosso tempo e isso faz com que a vida pareça mais curta do que se seria se cada momento fosse aproveitado.

Atualmente temos acesso a ferramentas e informação para construir vidas melhores e mais saudáveis, cabe a nós, aprender a administrar o tempo, a priorizar o que nos diz algo, e a valorizar a qualidade sobre a quantidade.

Renovar

Voltando a Francis Bacon, a natureza inspirou-o e deu os segredos de como melhorar a vida, como as árvores capazes de viver séculos e de renovar as suas folhas e galhos. Através deste raciocínio, Bacon acreditou que também os seres humanos podiam rejuvenescer da mesma forma, apenas precisavam de saber quais os processos.

Líderes e empreendedores podem querer estabilidade e expansão, mas antes têm de enfrentar os seus próprios medos e limites, bem como sobreviver ao mercado competitivo e às recessões. Cultivar uma mentalidade de longevidade irá ajudar a superar os desafios. Imagine que pode trazer melhores futuros inovando, e para que tal aconteça, tal e qual um cientista, deve experimentar. É uma questão de evolução e experimentação contínuas, porque é também com os erros que se descobre como a vida funciona. Tal como árvores, é expandir os galhos, as folhas, estar apto a crescer e mudar.

Viver para contar

De que adianta uma vida longa se não partilhar a sua experiência? É uma forma de deixar o seu legado, a prova de que esteve presente e se mantém presente na vida das pessoas. Aaron Greenberg afirma que os empreendedores devem partilhar as suas histórias proactivamente, como uma forma de garantir a continuidade dos valores da sua empresa numa era de aperfeiçoamento tecnológico constante. O segredo está em pensar sempre no futuro, mas viver como se cada dia fosse o último.

 

Arquivado em:Artigos

Precisa de um career coach?

18 Fevereiro, 2022 by suporte

Independentemente da fase profissional em que esteja, um coaching de carreira pode ajudá-lo a escolher o caminho certo. Conheça os cinco sinais que podem indicar estar a precisar de um career coach, partilhados por Marlo Lyons, executiva de RH, na Harvard Business Review:

  • Quando não sabe o que fazer a seguir: Muitas vezes os trabalhos que pode fazer não são aqueles que realmente quer Na altura de restringir escolhas, os círculos mais próximos, como família ou amigos, podem ajudar tendo em consideração o que já fez no passado, ou aconselhar uma carreira “mais fácil”. Mas será isto realmente aquilo que quer ouvir? Se não tem ideia do que pode trazer satisfação profissional, um career coach irá ajudá-lo a considerar outras possibilidades.
  • Não sabe como tornar o currículo mais atrativo e simples: Um bom currículo irá mostrar as competências certas para cada tipo de trabalho. Um coach irá ajudar a dar destaque às suas competências e posicioná-las dependendo da função para qual se esteja a candidatar. Saber simplificar e mostrar o essencial irá atrair a atenção dos recrutadores.
  • Ainda não superou o antigo trabalho: A ideia de que um emprego novo anulará experiências desagradáveis que possa ter tido num antigo trabalho não é tão simples quanto aparenta. Por vezes a sua confiança pode ter sido abalada, e um career coach pode ajudá-lo a rever suposições sobre si mesmo que possam estar a afetar não só a vida profissional como a pessoal.
  • Tem ido a sucessivas entrevistas, mas não consegue o emprego: Se está a ter problemas em ser selecionado ou nunca chega à fase final de recrutamento, talvez precise de ajuda. Um career coach vai guiá-lo para responder a perguntas complicadas, refinar as resposta e aprimorar a sua presença executiva.
  • Não está a subir na carreira: Os coaches podem ajudá-lo a perceber a razão pela qual não está a avançar na carreira e serão capazes de descodificar comportamentos que precisa de ajustar para fortalecer o crescimento contínuo.

Caso decida por um career coach, siga com a mente aberta, pois ele pode oferecer mais opções do que as que considerava necessitar para alcançar os seus objetivos. Sessões de experimentação podem ajudar a encontrar o profissional mais apto para a sua situação, seja a nível de custos e de serviços, tendo sempre em consideração o currículo de cada um de forma a confirmar a sua legitimidade.

Os coaches têm a função de maximizar o potencial, tanto pessoal como profissional, do seu cliente, porém, se vir que os problemas que está a tentar resolver vão além do profissional, optar por um terapeuta irá ajudar a explorar traumas e entender de que forma estes estão a impactar a sua vida.

 

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Ana Claudia Ruiz é a nova Diretora-Geral da Coca-Cola em Portugal

17 Fevereiro, 2022 by suporte

A Coca-Cola tem uma nova Diretora-Geral em Portugal, Ana Claudia Ruiz, responsável pela atividade da empresa no País.

A contratação da profissional está integrada na renovação da equipa para o mercado Português que tem vindo a ser feita ao longo dos últimos meses.

Ana Claudia Ruiz é licenciada em Economia pela Universidade Iberoamericana do México e tem um MBA pela “London Business School”. Iniciou a sua experiência profissional no México, de onde é natural, na área da banca e finanças.

Entre 2004 e 2018 integrou a multinacional Diageo, primeiro em Espanha e depois em Londres, como Global Business Support Manager. Em 2011 passou a liderar o departamento de Business Development na América Latina e, em 2013, assumiu as funções de Country Director da Diageo Portugal. Desde 2016 assumiu cargos como Continental Europe Transformation Director e Global Commercial Planning Director, com responsabilidades a nível europeu e mundial.

“É um privilégio fazer parte desta grande empresa que tem valores muito sólidos com os quais me identifico plenamente, incluindo a preocupação com a sustentabilidade. Da mesma forma, é um desafio fantástico continuar a fazer crescer a presença da Coca-Cola em Portugal, seja com as marcas que os Portugueses bem conhecem como com a oferta de novos e melhores produtos e experiências aos consumidores. É com grande satisfação que assumo a liderança nesta nova etapa da Coca-Cola em Portugal, um país que já sinto como meu”, acrescenta Ana Claudia Ruiz.

A Coca-Cola Portugal trabalha em articulação com a Coca-Cola Europacific Partners (CCEP), parceiro responsável pela produção e comercialização dos produtos da The Coca-Cola Company no mercado Português, com fábrica instalada em Azeitão e representada no País pelo seu VP & Country Director, Rui Serpa.

O negócio da Coca-Cola, formado pela Coca-Cola Portugal e pela Coca-Cola Europacific Partners, está presente em Portugal desde 1977.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Os sete sentidos da formação virtual

17 Fevereiro, 2022 by suporte

Há 60 anos que os filmes do James Bond continuam a cativar o público. O enredo é o mesmo, mas a tecnologia, os feitos visuais e especiais e a forma como a ação se desenrola mudam. No treino e formação passa-se a mesma coisa. Stephan Melchior, fundador da consultora M:Pulse, explica a razão do exemplo dos filmes do icónico espião inglês, ao transferir para o contexto da aprendizagem virtual.

Embora o conteúdo continue a ser bastante similar, em comparação há 20 anos, mesmo que atualizado aos tempos modernos, “o que mudou foi a forma como o entregamos”, realça. Seja para ajudar os líderes a manterem-se conectados com as suas equipas, organizações a definir estratégias, ou uma melhor experiência de serviços aos clientes, a intenção é a mesma.

A evolução da tecnologia acompanha a maneira como nos conectamos e aprendemos num meio virtual. A forma de tornarmos a aprendizagem mais envolvente está precisamente no estímulo dos sentidos, no que sentimos ao ver algo. “O nosso cérebro cria memória com base nas emoções”, reforça.

“Todos reparam que as reuniões por Teams, ou Zoom, são diretas ao assunto, muito focadas nas tarefas, tentamos seguir uma agenda, existe pouco tempo para conversar, não há um ‘vamos beber um café depois do trabalho’”, em suma, as conexões pessoais desapareceram. Enquanto formadores virtuais, revelou, o objetivo é trazer essas emoções de volta, pois são “o que mantém as pessoas conectadas e interessadas”.

Stephan Melchior partilha os sete sentidos da formação virtual que sustentam as emoções:

Visão: é necessário ter em consideração e criar elementos visuais que sejam atraentes e se conectem com as pessoas;

Audição: ter a certeza das boas condições de som e ferramentas tecnológicas para imergir o formando;

Sentir: hoje em dia tudo é eletrónico e está num ecrã. Incentivar o formando para realizar coisas mais táteis como escrever num papel, ou fazer um desenho e apresenta-lo à câmara são exemplos de como o envolver na formação. O objetivo é ativar a sensação do toque, da conexão;

Emoção: envolver as pessoas umas com as outras a um nível pessoal. Independentemente do seu background, lembrá-las que têm um objetivo em comum que as une;

Movimento: os formandos procuram por movimento, diferentes perspetivas e ângulos incitam a atenção;

Dimensão: “seja grande, gigante, poderoso”, motivou Stephan Melchior, indicando que o objetivo é mostrar coisas que tenham significado. “Uma fotografia com uma palavra é muito melhor do que 20 pontos a explicar essa fotografia”.

Cor: as pessoas são atraídas por coisas que sejam grandes e cheias de cor

Na talk “Como envolver os formandos através das sensações no novo paradigma híbrido?”, no encontro “5G Transformation”, promovido pela Blended Training Systems, Stephan Melchior apontou para uma evolução positiva na adoção e aposta na formação virtual durante a pandemia, em que, gradualmente, se começou a reconhecer os benefícios e a incorporar nas estratégias de negócios. Segundo a sua estimativa, em 2022, chega-se a uma quinta onda desta evolução “onde as organizações estão realmente focadas na alavancagem tecnológica. (…) O clássico screen share, ‘consegues ouvir-me? consegues ver o meu ecrã?’ não deverá acontecer mais”.

Por Patrícia Monsanto

Arquivado em:Artigos, Leading Tech

Luz verde para o novo Tratado dos Oceanos

17 Fevereiro, 2022 by suporte

Entre hoje e amanhã, 25 países de todo o mundo vão reunir-se no Oceanário em Lisboa, a convite do Governo português, com o objetivo de encontrar o caminho para um acordo sobre o novo tratado de biodiversidade dos oceanos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros convocou o workshop de Lisboa, em associação com a Fundação Oceano Azul, e outras entidades, a fim de proporcionar uma oportunidade de discussão fora das negociações formais. Este é um momento chave para se concluir com êxito a ronda final sobre o Tratado da ONU para a Biodiversidade Marinha Além da Jurisdição Nacional (BBNJ) a decorrer em Nova Iorque, de 7 a 18 de março.

O Tratado, que assumirá a forma de um novo acordo juridicamente vinculativo à Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS), traz a proteção e jurisdição nacional necessárias. Este encontro é um passo para a conservação dos oceanos antes da segunda Conferência dos Oceanos da ONU, a decorrer em junho, também em Lisboa, e que apoia a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (Life below Water).

Há muito que Portugal assume a gestão sustentável dos Oceanos como uma prioridade estratégica. O encontro em Lisboa surge num momento crucial, pois, tal como afirmou o Ministro dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva, “um novo Acordo de Implementação no âmbito da UNCLOS sobre a Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade Marinha em Áreas Fora da Jurisdição Nacional (BBNJ) poderá não só desenvolver as ferramentas que permitam responder aos problemas emergentes, mas também forjar uma nova mentalidade, baseada no Direito e ajustada às especificidades das áreas fora da jurisdição nacional”.

O alto mar cobre quase metade do planeta, mas são insuficientes as medidas para governá-lo e protegê-lo de forma eficaz, apesar da sua contribuição vital para o funcionamento dos oceanos e do planeta como um todo. Segundo Tiago Pitta e Cunha, CEO da Fundação Oceano Azul: “Concluir um robusto Tratado de Alto Mar é um passo crítico para a comunidade internacional mostrar que tem vontade de enfrentar a crise oceânica. Em outras palavras, o BBNJ é a linha de base da ação oceânica dos membros da ONU.”

 

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Como sair da sua zona de conforto

17 Fevereiro, 2022 by suporte

O clima de incerteza instalado pela pandemia fez perder o foco e motivação. Introduzir novas mudanças pode parecer contraintuitivo, mas também pode criar as ferramentas necessárias para lidar, futuramente, com imprevistos desagradáveis.

Sair da zona de conforto irá ajudar a aprender a lidar com a mudança, e a consultora em RH Korn Ferry explica como o fazer:

  • Decidir onde se quer crescer: Sean Carney, da Korn Ferry, afirma que muitas pessoas já têm ideia em que campos se sentem demasiado confortáveis, e intuitivamente sabem onde é necessário exercer a mudança. “Procure desafios nas áreas importantes da sua vida: mente, corpo, espírito, vida profissional e finanças”, disse;
  • Habituar-se ao desconforto: O medo do desconforto é a principal razão de bloqueio, levando a que as pessoas não sejam capazes de fazer o movimento de saída. Porém, por detrás desse desconforto está a sensação de realização e crescimento, que induzirá a aceitação. Mude a perspetiva, não vendo a mudança como um caminho para a ansiedade ou esgotamento, mas sim para o crescimento gradual;
  • Manter-se responsável pelo progresso: Se estiver neste caminho de mudança com um determinado objetivo em mente, como conquistar maior relevância profissional, anote e foque-se nas ações e competências que o conduzirão até lá. Se fizer sentido, trabalhe com um career coach;
  • Tirar a pressão dos ombros: Centrarmo-nos na perfeição não é apenas um objetivo impossível, é a receita para nunca nos contentarmos com os nossos esforços. Reavalie a pressão que impõe em si próprio, e se esta, de facto, o ajuda a progredir. Reconheça os seus méritos. Desafie-se a cuidar melhor de si, mesmo com pequenos gestos, todos os dias.

 

 

Arquivado em:Artigos, Leading People

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