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Titiana Barroso

Estudo da Universidade Europeia: Os desafios da Gestão de Pessoas em Trabalho Remoto

31 Maio, 2021 by Titiana Barroso

Após um ano de vivência de novos modelos de trabalho, as empresas reequacionam as melhores abordagens, com mais vantagens para empregadores e empregados, e que no conjunto das atuais circunstâncias irão determinar uma nova forma de trabalhar no futuro.

Recentemente publicadas, as principais conclusões do estudo “Desafios da Gestão de Pessoas em Trabalho Remoto 2021”, realizado pela Universidade Europeia, dão continuidade à pesquisa iniciada em 2020 acerca dos desafios que se colocam às empresas na Gestão de Pessoas e agilização do trabalho remoto em contexto da Pandemia COVID-19.

Para além de percecionar o cenário atual foi feita a comparação com os dados recolhidos, em período idêntico, no ano de 2020. A recente pesquisa foi realizada através de um questionário disponibilizado nas redes socias, em abril de 2021, com uma amostra de 970 indivíduos, residentes no Continente e Regiões Autónomas.

Principais Resultados

Em 2021, continua muito expressiva a quantidade de pessoas que se encontra em trabalho remoto, com cerca de 81% dos inquiridos a referir encontrar-se nessa situação. Quanto às repercussões desse modelo de trabalho para os indivíduos, as mais referidas são que o teletrabalho (1) tende a aumentar os níveis de stress, (2) contribui para níveis elevados de cansaço e (3) leva a um número excessivo de horas de trabalho.

Apesar de não ter sido possível perceber se a adesão ao teletrabalho foi uma escolha do trabalhador ou decisão da empresa, a maioria dos participantes (60%), se pudesse optar, preferia não estar exclusivamente nesse regime, com as chefias a reforçar essa posição (67%).

É de realçar que uma percentagem muito reduzida referiu não estar satisfeito com a situação do trabalho remoto, indicando até trabalhar mais e ter maior produtividade, mas não por isso deixar de sentir um afastamento da empresa.

Entre as diferentes vantagens que o teletrabalho pode proporcionar, destaca-se o ganho de tempo, a gestão de horários e melhor qualidade de vida. Por outro lado, as desvantagens do teletrabalho mais reportadas consideram a sensação de afastamento dos colegas, a “mistura” entre a vida profissional e familiar, bem como o sentimento de não ter apoio quando é necessário. Percebem-se diferenças significativas na apreciação da situação, face ao género, à composição do núcleo familiar, à fase do ciclo de vida do trabalhador ou mesmo em relação às condições em que o trabalho é prestado.

Comparação entre 2020 e 2021

Os resultados sugerem uma forte tendência para a adesão ao teletrabalho, se bem que este ano com uma ligeira diminuição passando de quase 90% dos participantes em trabalho remoto para 80% em 2021.

Entre este período, verificou-se um aumento significativo na perceção de que o teletrabalho tende a contribuir para elevados níveis de cansaço e stress. Por outro lado, diminuiu a percentagem que refere os impactos do teletrabalho na promoção de conflitos, na relação família-trabalho e na sensação de isolamento.

O estudo veio também revelar que a transferência para o teletrabalho piorou a relação entre chefia e colaborador, tanto na comunicação, na relação e na imagem que as chefias percebem que têm de si e dos seus colaboradores. No entanto, de 2020 para 2021 houve uma melhoria nessas áreas.

Principais recomendações

De entre um conjunto de sugestões de orientação prática, o estudo identifica algumas recomendações de acordo com os principais resultados.

Salienta-se a importância de que trabalhadores e empresas preparem bem a transição para o teletrabalho, assegurando não só as condições de parte a parte, para que todos beneficiem de uma nova circunstância, como para uma efetiva relação entre trabalhador, trabalho e empresa.

É necessário haver condições ao nível dos tempos de trabalho ou das relações entre pessoas, tendo em atenção os fatores que podem prejudicar a pessoa e o trabalho, realçando formas de cuidar da saúde e bem-estar dos trabalhadores, como garantir períodos de descanso e assegurar o “desligar”.

Há também uma necessidade em preparar as pessoas para o trabalho remoto, particularmente em cargos de chefia, uma vez que liderar à distância exige competências distintas da liderança presencial.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Ricardo Parreira: «A felicidade é lucrativa. Permite reduzir rotação, absentismo e aumentar a produtividade»

28 Maio, 2021 by Titiana Barroso


A PHC Software é a empresa mais feliz em Portugal. A conclusão é do estudo Happiness Works, um reconhecimento que surge num contexto desafiante e que exigiu a todos, gestão e colaboradores, uma especial atenção para conseguirem manter o espírito único que caracteriza os a cultura da empresa, e os elevados padrões de excelência no trabalho com todos, clientes e parceiros.

E esta distinção é um reconhecimento também da visão para a criação de um espaço que permita concretizar a Best Experience at Work, corporizada no novo edifício sede da empresa.

“Este estudo representa uma validação adicional de algo em que acreditamos de forma profunda na forma como encaramos a gestão nesta empresa. Que a felicidade é lucrativa, que permite reduzir rotação, absentismo e aumentar a produtividade”, afirmou Ricardo Parreira, CEO da PHC. “Mas este é um investimento continuado, em que procuramos dar o máximo para podermos pedir o máximo, de compromisso, de responsabilidade e de compromisso. Agradeço a todos e a cada um dos PHC, e dou os meus parabéns a esta excelente organização, espero que possamos continuar a beneficiar da qualidade e oportunidade deste estudo para o futuro”.

No passado mês de abril, a PHC abriu a sua inovadora sede, a House of Digital Business, pensado para ser um local de excelência para criar e trabalhar, desde a biblioteca digital com dispositivos Kindle que se ligam à conta da Amazon da PHC, permitindo o download e leitura de qualquer livro, até à redefinição de todos os aspetos de trabalho da empresa. Esta nova sede pretende potenciar a evolução digital das empresas, criando as melhores soluções de gestão, e proporcionando a todos, colaboradores e parceiros, condições de topo para uma grande capacidade de trabalho.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Empresas com Propósito têm alguma vantagem?

28 Maio, 2021 by Titiana Barroso

Vários “pensadores” organizacionais como Simon Sinek e Zach Mercurio, este último autor do best-seller The Invisible Leader, têm-nos “vendido” a importância de as organizações terem um Propósito.

Além da dúvida de haver ou não vantagem nisso, outra questão é se as empresas usam o Propósito apenas como uma bandeira que fica sempre bem exibir ao lado da missão e visão, ou se, por outro lado, aplicam mesmo o conceito na sua prática de gestão diária com os colaboradores, clientes, fornecedores e sociedade em geral.

É um facto que as empresas com um forte sentido de responsabilidade para com os seus colaboradores e a sociedade têm cada vez mais a preocupação de ter um Propósito e de desenvolverem medidas alinhadas com o mesmo. Para isso, é essencial implementarem ações no âmbito da sustentabilidade ambiental e para aumentarem a felicidade dos seus colaboradores, contribuindo para o acréscimo do seu desempenho profissional e pessoal, o tão desejado work-life balance.

Uma das dúvidas ainda existentes é se a colocação na prática das medidas alinhadas com o Propósito diminui o lucro. Defendo o contrário, ou seja, essas medidas podem ser um catalisador do sucesso pelo reforço da ligação dos colaboradores e clientes à empresa e contribuem para a melhoria da sua vida pessoal e da sociedade em geral.

Para além disso, o mercado de trabalho é cada vez mais constituído pelas novas gerações que são bastante sensíveis a estas questões, as quais otimizam o seu bem-estar, felicidade e participação social.

A certeza da vantagem efetiva de ter um Propósito ainda se torna mais relevante em situações de crise, como a atual pandemia, pois aumenta a diferenciação positiva das organizações que sabem ter e gerir o seu Propósito. O reforço da ligação entre empresas e pessoas torna-se ainda mais crítico face à incerteza e à necessidade de um modelo de trabalho mais descentralizado.

Há, portanto, claras vantagens pela diferenciação positiva das organizações que têm e praticam o Propósito, por as tornarem agentes da sustentabilidade social e ambiental e criarem nas pessoas que lá trabalham, e com quem trabalham, um orgulho e conforto na relação e na participação nesse desígnio.


Por Paulo Loja, Diretor Comercial e Marketing Estratégico da RHmais

Arquivado em:Opinião

reCenter Culture. É a nova agência para o investimento no setor cultural português

28 Maio, 2021 by Titiana Barroso

A cerimónia de lançamento oficial da reCenter Culture juntou vários players nacionais dos setores económico e cultural no jardim do Grémio Literário em Lisboa, no final do dia de ontem [27 de maio].

A nova agência para o investimento no sector da Cultura nacional, parceiro na recuperação da economia e da sustentabilidade social do País, pretende contribuir ativamente para o recentramento do pilar da cultura na sociedade portuguesa, ajudando-o a captar investimento financeiro e conferindo-lhe novas competências na área da gestão, economia e comunicação, bem como novas áreas de intervenção. Também foi tido em conta o facto de este ser o Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável decretado pelas Nações Unidas, o mesmo ano do desenvolvimento do New European Bauhaus pela Comunidade Europeia, e num tempo de pandemia em que o setor da cultura nacional sofre uma das suas maiores crises.

No lançamento da reCenter Culture o primeiro painel foi dedicado à apresentação do projeto, que contou com a moderação de Anabela Mota Ribeiro, Jornalista, e com as intervenções de Guta Moura Guedes Presidente da experimentadesign, Sara do Ó, Board Member da DFK & CEO do Grupo Your, e Vítor Santos, Senior Partner, DFK.

O segundo painel, intitulado “A Economia e a Cultura na Revitalização de Portugal”, contou com a moderação de Pedro Santos Guerreiro, Jornalista, e com as intervenções de Paulo Pereira da Silva, Presidente da Renova, Isabel Costa, Owner e Founder, Burel Mountain Originals, Sofia Campos, Diretora da Companhia Nacional de Bailado, e João Louro, Artista Plástico. O encerramento da cerimónia foi feito por Jorge Portugal, General Manager, COTEC Portugal.

No âmbito do lançamento oficial da agência, foi também apresentada uma linha pro bono de apoio ao sector cultural específica para o contexto pandémico, a SOS Cultura 21, que procura mitigar os efeitos da pandemia e relançar o sector cultural, um dos setores mais atingidos pela presente crise económica. Esta linha propõe-se a maximizar oportunidades de cofinanciamento europeu e nacional e contribuir para a retoma financeira da economia nacional e dos seus diversos setores, indo ao encontro da estratégia adotada pela Comissão Europeia de capacitação financeira das organizações, públicas e privadas, dos Estados-Membros.

Para Guta Moura Guedes, Presidente da experimentadesign, “a agência reCenter Culture responde a duas questões fundamentais para o desenvolvimento de Portugal: primeiro, é urgente apoiar ativamente o sector cultural nacional, que sofreu dramaticamente com a pandemia. Sejamos claros: sem cultura somos menos que nada. Depois, à luz do presente século, é imperativo colocar o sector cultural ao nível de qualquer outro sector da sociedade. Isto significa captar e dirigir mais investimento para a cultura, como fazemos para a ciência e tecnologia, e introduzi-la como fator de recuperação de um futuro que sabemos ter de ser mais sustentável económica, ambiental e socialmente. Cultura é o que nos faz humanos; humanidade é o que nos vai permitir sobreviver num mundo em redesenho”.

Sara do Ó, Board Member da DFK e Founder & CEO do Grupo Your afirma “Sabemos que o setor cultural tem uma diversidade e uma riqueza que muitas vezes não é percebida pela maioria das pessoas. Sabemos também que as práticas de gestão podem tornar os agentes culturais mais robustos. E sabemos também que as empresas podem ter um papel de intervenção na sociedade, também pela cultura, e podem ir mais longe na forma como intervêm na sociedade, e nos projetos que lideram, se enriquecerem os projetos pela via da cultura, da inovação e do design. Não há razão nenhuma para que não criemos mais sinergias entre o sector cultural e empresarial, todos temos a ganhar, e como disse, as competências são complementares.”

Segundo Catarina Zagalo, Head of Communications & Market Relations da DFK, “Há um reconhecimento felizmente já generalizado, que cabe a qualquer empresa um papel além de gerar lucro e criar emprego. Também tem que o fazer, mas não chega. Tem que intervir na sociedade, e tem que contribuir para o desenvolvimento sustentável, em todas as dimensões da sustentabilidade, incluindo, na cultura.”

Por último, Jorge Portugal, General Manager da COTEC Portugal, afirma que “o peso das atividades culturais na economia já é significativo. A cultura tem externalidades positivas com as restantes atividades económicas e para a imagem do país e, por isso, é um impulsionador da produtividade. O que é verdadeiramente necessário agora é passar à ação e transformar esta atividade numa indústria de alcance global. Portugal tem todas as condições para alcançar tal meta e o reCenter Culture, a qual a COTEC Portugal é parceiro, poderá ter uma contribuição relevante.”

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias

Entrevista de emprego: As perguntas que deve saber responder

28 Maio, 2021 by Titiana Barroso

O último ano apresentou-se como um desafio em várias áreas na sociedade, nomeadamente na procura de emprego. Os novos tempos exigem uma maior preparação para a entrevista de recrutamento, com uma informação muito clara do seu perfil, conhecimento do trabalho e da empresa para a qual se está a candidatar.

Atualmente existem certas competências que as empresas procuram nos profissionais, independentemente do setor ou função: gestão de projetos, resolução de problemas, trabalho em equipa, boa comunicação, mentalidade de parceiro de negócios, gestão de equipas, competências e habilidades organizacionais. Aproveite o momento da entrevista para enfatizar a identificação com a cultura, valores e missão da empresa. Reforce o seu interesse, mostrando que pesquisou extensivamente antes da entrevista e está mais do que motivado para fazer parte da história daquela organização.

Para além da preparação para a entrevista, a consultora de recrutamento Robert Walters reuniu algumas das perguntas mais frequentes e as repostas ideias que podem garantir que seja o(a) escolhido(a) para o novo cargo.

O que nos pode contar sobre si?

Esta é uma das principais perguntas cujo objetivo é ter uma primeira impressão, além de quebrar o gelo.

O que responder:  

Comece com uma breve descrição da sua experiência e das posições que ocupou até agora, podendo seguir a estrutura e ordem do seu currículo. Dê exemplos das suas realizações e competências que adquiriu ao longo da sua carreira. Esta pergunta permite ao entrevistador saber muitas informações sobre o candidato, por isso deve haver honestidade e explicar e raciocinar, de forma realista, as suas projeções.

Expresse os seus objetivos e motivações a curto, médio e longo prazo e explique o tipo de trabalho e funções que gostaria de ter. O desenvolvimento das competências nos diferentes empregos e a forma como essas experiências contribuíram para o avanço da sua carreira profissional também devem ser referidas neste momento. Para além disso, deve mostrar ambição e determinação em aproveitar ao máximo cada oportunidade, não perdendo de vista o horizonte: estabeleça sempre um vínculo com o cargo a que se candidata e seja realista na expressão das suas ambições.

 

Quais são os seus pontos fortes e fracos?

Com esta pergunta deve mostrar ao recrutador que é honesto e tem um bom conhecimento de si próprio. Evite o excesso de confiança nem diga que não tem nenhuma fraqueza ou áreas para melhorar.

O que responder:

Forças: Analise bem todos os seus pontos fortes e, acima de tudo, encontre argumentos e exemplos práticos que os ilustrem. Cite as três qualidades ou competências que o tornam a pessoa ideal para o cargo e baseie a resposta com exemplos específicos de contextos profissionais onde, com sucesso, as colocou em prática.

Fraquezas: A melhor maneira de responder a esta pergunta é escolher um ponto fraco que está a tentar melhorar. Se, por exemplo, as suas competências digitais são fracas, indique isso mencionando quanto tempo investiu ou vai investir para as melhorar através de um curso ou formação.

 

Por que quer trabalhar connosco?

No momento de preparação para a entrevista, certifique-se que tem um bom entendimento dos produtos e serviços, da cultura corporativa e qual o futuro que prevê para si dentro da empresa. Utilize essas informações para descrever de que forma os seus objetivos e ambições se alinham com a empresa e a posição para a qual se está a candidatar.

O que responder:

Pense em como os seus objetivos e aspirações profissionais se alinham com a cultura corporativa, e utilize essa informação para formular uma nova pergunta: Que projetos a empresa tem para me oferecer e que vão em linha com os meus objetivos profissionais e de crescimento?

 

Porque o(a) devemos contratar?

Esta é uma forma de convencer os seus entrevistadores a ficar com o emprego, por isso deve explicar por que a sua contratação seria um grande trunfo para a empresa; reveja as suas competências, experiências e/ ou personalidade.

O que responder

Por exemplo: “Tenho uma combinação única de boas competências técnicas e a capacidade de construir relacionamentos a longo prazo com os clientes”, seguido por um exemplo específico de uma conquista durante o trabalho anterior.

 

Qual o salário que tem em mente?

Embora deva evitar mencionar a remuneração que deseja receber, é importante saber qual o seu valor no mercado de trabalho e responder a essa pergunta de forma informada. Muitas vezes surgem problemas quando os candidatos solicitam uma remuneração muito alta ou muito mais baixa daquela que foi definida pela empresa. 

O que responder:

Verifique se essa informação está visível no anúncio de emprego. Se sim, afirme que que esse salário é o valor que tem em mente e por isso, mais uma vez, é a pessoa certa para exercer a função.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Vassili Christidis é o novo Presidente da Comissão Executiva da COSEC

27 Maio, 2021 by Titiana Barroso

O recente eleito Presidente da Comissão Executiva da COSEC, Vassili Christidis substitui Thierry Etheve, que resignou ao cargo em virtude de ter assumido novas funções no Grupo Euler Hermes.

Vassili Christidis tem um percurso profissional ligado à Euler Hermes desde 2013, primeiro como CEO da Euler Hermes Hellas na Grécia, e a partir de 2016, como Diretor Comercial Regional no Mediterrâneo, Médio Oriente e África. Antes de iniciar funções no Grupo Euler Hermes trabalhou em Londres na MK International e Piraeus Bank (Sucursal de Londres) e depois no BNP Paribas na Grécia e na Turquia, no Departamento de Corporate & Investment Banking.

É licenciado em Economia na Universidade da Macedónia (Salónica, Grécia), tem um Mestrado em Negócios Internacionais na Manchester School of Management e obteve um MBA na Cass Business School, na City, Universidade de Londres.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

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