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Titiana Barroso

Liderança, Sustentabilidade e Formação Contínua

21 Abril, 2021 by Titiana Barroso

Liderança, Sustentabilidade e Formação Contínua são conceitos inter-relacionados e incontornáveis atualmente. A Liderança é sem dúvida o mais antigo e com maior tradição. É chave para o sucesso no mundo dos negócios, alvo de muita atenção e estratégias de desenvolvimento. Desde a ancestral liderança autocrática até ao servant leader, muitas escolas de pensamento influenciaram as práticas de liderança.

A sustentabilidade nas suas variadas vertentes: económica, social e ambiental impôs-se de forma esmagadora nas nossas vidas. Os desafios provocados pelas alterações climáticas, a urgência de alcançar a neutralidade carbónica, promover a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável são temas que inflamam paixões e marcam as agendas políticas mundiais. Os consumidores, progressivamente mais sofisticados, cognoscentes e ativistas forçam o mundo dos negócios a encontrar soluções e a afirmar um propósito socialmente útil e comprometido com o futuro. A sustentabilidade vem assim acelerar a necessidade de atualização permanente de skills.

Por seu turno, a Formação Contínua (lifelong learning) emergiu fruto da voragem da mudança que enfrentamos diariamente e que requer empresas e profissionais ágeis, capazes não só de ultrapassar os desafios quotidianos, mas de pensar mais além, surpreender, inovar e superar expectativas. O upskilling e o reskilling ganham assim uma importância acrescida, pois se há algo certo ao longo da carreira é que teremos de nos reinventar constantemente para que possamos manter relevância profissional. Aliás, aprender em si é uma competência e a aprendizagem intencional é crescentemente valorizada e uma fonte de vantagem competitiva em termos de carreira. Por outro lado, para além da satisfação individual, a aprendizagem contínua apresenta imensos benefícios, promovendo a saúde e os relacionamentos sociais.

Uma liderança forte e decidida é fundamental para alcançar os objetivos de sustentabilidade. O poder do exemplo é lendário. A aprendizagem contínua é essencial para nos mantermos relevantes no mercado de trabalho e para um sentido de realização pessoal. Liderança e sustentabilidade são áreas que devem ser trabalhadas desde tenra idade, pois delas depende a nossa sobrevivência enquanto espécie.

A pandemia da COVID-19 desviou momentaneamente a nossa atenção desta tríade, mas nas grandes rodas da engrenagem da vida, a liderança, a sustentabilidade e a formação contínua prosseguem o seu caminho inexorável e são indissociáveis para a construção de um futuro risonho para a humanidade.

As escolas de negócio encontram-se numa posição privilegiada quanto a estes três temas: a formação de executivos assenta no lifelong learning e visa proporcionar em cada momento as competências necessárias para uma boa performance profissional.

A liderança integra estas competências core. A sustentabilidade é uma disciplina emergente, mas que urge embeber a nível de desempenho dos campi e dos conteúdos programáticos. A este respeito, o ISEG foi pioneiro nos programas não conducentes a grau em Portugal com o lançamento em 2011 de uma Pós-Graduação em Sustentabilidade e em 2020 de um Programa de Sustainable Finance.


Por Filipa Cristóvão, Diretora do ISEG Executive Education

O artigo foi publicado no especial Formação de Líderes para a Sustentabilidade na edição de primavera da revista Líder.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

A Pandemia da Solidão

21 Abril, 2021 by Titiana Barroso

De há um ano para cá, a vida tomou novas rotinas, o trabalho e a escola adotaram a linguagem virtual e assim, ganhando tempo para o desenvolvimento de vacinas e controlo dos serviços e recursos de saúde, o mundo foi vivendo múltiplos estados de confinamento, entre a solidão e o isolamento, com efeitos inequívocos sobre o modo como sentimos. O que antes era visto como um problema social principalmente associado aos mais velhos, e ao processo de envelhecimento, foi enquadrado como um problema de saúde pública que poderia afetar pessoas de qualquer idade.

As consequências e os efeitos psicológicos deste tipo de isolamento/quarentena já foram alvo de estudos no passado e esta Pandemia veio enfatizar os pré-existentes níveis elevados de solidão e isolamento social. Ansiedade, stress, angústia, solidão, medo e tristeza são alguns dos sintomas mais comuns identificados pela comunidade médica e científica entre as pessoas que passam pelo processo.

Numa rápida resposta a esta preocupação iminente de compreensão dos efeitos psicológicos da Pandemia, o jornal científico Lancet publicava em fevereiro de 2020 o artigo de revisão: “The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence”. Foram analisados 24 artigos (de uma base de dados de cerca de 3000) sobre o impacto psicológico da quarentena, que na sua maioria ​​relataram efeitos psicológicos negativos, incluindo sintomas de stress pós-traumático, confusão e raiva. Os fatores de stress incluíam o medo da infeção, frustração, tédio, desinformação, perdas financeiras e estigma. No geral, esta revisão sugere que o impacto psicológico da quarentena é amplo, substancial e pode ser duradouro. Os investigadores do artigo concluem que privar as pessoas da sua liberdade para um bem público geral é frequentemente controverso e deve ser observado com atenção.

Solidão e isolamento social – um novo normal?

Após um ano de vida em estado pandémico são ainda escassos os estudos com peso científico significativo sobre o seu impacto no bem-estar psicológico e a evidência de quais os grupos mais afetados pela solidão e isolamento social. Contudo, alguns estudos começaram a ser publicados no início de 2021, como o liderado pela investigadora Katie Davies e publicado em janeiro no The Lancet Healthy Longevity: “Will the pandemic reframe loneliness and social isolation?”. A investigação usa dados do Estudo Longitudinal de Envelhecimento feito ao longo de 14 anos sobre a população inglesa com mais de 50 anos para mostrar que a solidão e o isolamento social são muito mais complexos e têm uma importância para a saúde e o bem-estar muito maior do que é percecionado. Além de mudar a natureza das ligações sociais, a Pandemia também alterou a perceção de solidão e isolamento social e veio desafiar a visão estereotipada do solitário ou isolado. O artigo refere a oportunidade que existe agora para construir uma maior empatia, compaixão, cuidado e preocupação para com a aqueles que vêm experimentando a solidão e o isolamento social.

Usando um questionário dirigido a uma amostra de 300 adultos, com idades entre os 18 e os 84 anos, o estudo “The effects of social isolation on well-being and life satisfaction during pandemic”, quis perceber os efeitos do isolamento social na população adulta nos EUA. Publicada na revista Nature, em janeiro de 2021, esta investigação documentou a prevalência do isolamento social durante a Pandemia, bem como os vários fatores que contribuem para que indivíduos de todas as idades se sintam mais ou menos isolados enquanto são obrigados a manter o distanciamento físico por um longo período de tempo. A investigação sugere que o isolamento social tem um peso significativo na perceção de qualidade de vida das pessoas, e que as medidas de distanciamento para reduzir a disseminação da SARS CoV-2 tiveram maior impacto nos jovens adultos. O isolamento social foi associado a um nível baixo de satisfação com a vida em todos os domínios, stress relacionado com o trabalho, menor confiança nas instituições como o Governo e organizações, risco de infeção e aumento do uso de substâncias como forma de enfrentar a realidade. As consequências sobre o bem-estar psicológico são significativas, sendo o stress e o isolamento social fatores de risco para a saúde e função imunológica. O estudo refere o prolongamento destes efeitos generalizados enquanto a incerteza do vírus persistir.

Escapar ao isolamento

Cristina Queirós, Professora da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, aponta numa publicação da referida instituição em abril de 2020 que “dar significado ao tempo” é uma estratégia a seguir, assim como a adoção de rotinas. Além de manter uma rotina saudável, a Docente diz que este é um bom momento para fazer as tarefas adiadas no passado: “Aprender alguma coisa que a pessoa gostava de fazer e que agora tem a oportunidade. Estabelecer diferença entre os dias de trabalho e o fim-de-semana. Tentar fazer parte de uma equipa, voluntários da comunidade, para as pessoas sentirem que estão a contribuir, e não ter um impacto psicológico tão grande”. A Sociedade Portuguesa de Psicanálise tem uma linha ativa de apoio nacional que fornece apoio psicológico e psiquiátrico para adultos e crianças, disponível no número: 300 051 920.

Por Rita Saldanha

Arquivado em:Artigos

As rotas para o poder

21 Abril, 2021 by Titiana Barroso

A liderança, em particular no campo político, continua a ser tributária de «arquétipos ancestrais de liderança» das sociedades tribais baseados na ideia do «Grande Homem», típico da savana. Este arquétipo possui raízes profundas e no momento da decisão sobre «quem seguir», continua a preferência pelo protótipo de liderança que obedece ao perfil: homem, alto, mais velho, de boa saúde e, preferencialmente, rico! E de facto, alguns estudos sugerem que os candidatos presidenciais que são «mais altos» sistematicamente ganham mais vezes eleições e os indivíduos «mais altos» são considerados mais atrativos pelas mulheres, copulam mais vezes e têm melhores cargos e remunerações do que os homens «mais baixos».

Eis porque a preferência por candidatos «masculinos», «agressivos» ou «dominadores» é tão antiga nos seres humanos que tendem habitualmente a favorecer estes líderes sempre que se sentem «ameaçados» ou em cenários de forte «incerteza». É uma das nossas heranças de primatas.

De resto, é sabido que no caso dos primatas não-humanos a dominância pela força e a intimidação é praticamente a única «rota para o poder» como no caso dos chimpanzés e dos gorilas. A «rota do prestígio» para o poder, provavelmente, só terá surgido ao longo do tempo como uma alternativa à «rota da dominação» por causa da extrema importância das informações culturalmente transmitidas por alguns, o que sugere que seria benéfico distinguir, reconhecer e seguir aqueles que denotavam possuir conhecimentos ou quaisquer capacidades «especiais», «diferentes» e «superiores» ou alguma experiência «única» ou mais aconselhada e adequada para certa posição ou situação social.

Mas atenção: qualquer das estratégias ou «rotas» para o poder» têm sido e continuam ainda a ser praticadas e bem-sucedidas, para o bom e para o mau, em todas as sociedades humanas.

Alguns investigadores[1] acrescentam mesmo que pode ainda haver mais um fator nesta equação da conquista do poder e que é, de resto, surpreendente. Por vezes, alguns indivíduos que são marcadamente «dominantes» nas suas estratégias de «ataque» também conseguem alcançar o estatuto que necessitam porque, mesmo que não o sejam, tendem a «parecer» competentes.

Quando os indivíduos conseguem transmitir convicções muito fortes e apresentar-se com confiança e de forma assertiva, conseguem também a adesão de muitos outros indivíduos, mesmo que a sua convicção e confiança, por muito fortes que pareçam, não sejam verdadeiras ou a sua aparente autoconfiança e assertividade em nada acrescentem valor às ideias que defendem.

É a sua postura de dominância, ameaçadora e intimidatória, apoiada apenas na sua confiança e assertividade, que é por vezes suficiente para obter uma forte adesão por parte dos outros, o que é reforçado se o candidato for, homem, alto, saudável e…rico!

Convém por isso lembrar que, como Nietzsche dizia, a força de uma crença só atesta a sua força, não a sua veracidade.

[1] G. Kilduff, Gavin, Adam D. Galinsky , Edoardo Gallo, James Reade,2016, Whatever it takes to win: Rivalry increases unethical behavior. Academy of Management Journal, AMJ-2014-0545.R2, pp.2-62.


Por Paulo Finuras, Ph.D e Professor Associado Convidado ISG – Business & Economics School

NOTA: Partes deste artigo foram extraídas, com alterações, do livro Da Natureza das Causas, 2020, do mesmo autor, Edições Sílabo

Arquivado em:Academia

Ver para além do COVID-19. Aceita viajar no tempo?

21 Abril, 2021 by Titiana Barroso

O Global Technology Governance Summit, promovido pelo World Economic Forum, realizou-se de 6 a 8 de abril. Entre as conclusões deste encontro, Mike Bechtel e Ruth Mickin deixam algumas das ideias sobre futurismo e a capacidade de projeção das empresas para um novo amanhã pós-Pandemia.

A crise provocada pelo COVID-19 colocou o foco no enorme desafio que os líderes enfrentam em planear o futuro entre um clima de imensa incerteza. Paralelamente, as novas tecnologias da 4.ª Revolução Industrial, como a inteligência artificial (IA), soluções em cloud e robótica, estão a mudar a forma como vivemos, aprendemos e fazemos negócios, a um ritmo sem precedentes na história da Humanidade. Essas mudanças sugerem que agora, mais do que nunca, os líderes precisam de ferramentas para conseguir compreender o futuro para além do curto prazo.

Como começar?

  1. Comece por olhar para trás

Para traçar as linhas de tendência que ajudam a determinar o curso em direção ao que pode estar por vir, é necessário olhar para o que foi feito até ao presente.

Linear: essas tendências são território de estrategas e analistas tradicionais. No futurismo, é tentador seguir as linhas de tendência lineares por serem intuitivas e caraterizarem fenómenos de considerável dimensão.

Exponencial: o facto é que a maioria dos sistemas não são lineares. Eles são curvos ou, mais precisamente, exponenciais. Em termos simples, as tendências exponenciais começam por ser pequenas mas vão-se reforçando e tornando decisivas. As forças que mais moldaram a sociedade tendem a ser exponenciais: juros compostos, crescimento populacional, lei de Moore, mudanças climáticas, entre outras

Cíclica: quando nos aproximamos tudo parece linear ou exponencial. Ao afastarmo-nos, ao longo do tempo as linhas tendem a diminuir e a fluir. Como é o caso do petróleo, cujo preço flutua não apenas devido à procura cíclica, mas também aos avanços na exploração, extração e refinamento.

Em conjunto, é possível usar estes três tipos de linhas para caracterizar praticamente qualquer tendência natural, social ou tecnológica.

  1. Não preveja um, projete vários futuros

À medida que os dados disponíveis (e as linhas de tendência que podem ser traçadas) aumentam, surge um enigma: um modelo único de “relatividade geral” que contabilize todos os dados históricos e projeções futuras torna-se uma impossibilidade. Em 1971, o economista Herbert Simon argumentou que, à medida que as informações se aproximam do infinito, a nossa capacidade de atenção aproxima-se do zero.

Para resolver esse problema, o uso de um filtro específico pode servir como uma restrição libertadora, reduzindo o ruído e resultando numa projeção mais compreensível e útil.

Estas três ferramentas juntas – linhas de tendência, projeções e filtros – criam o que se chama Longitudinal Emergence Scatterplot (LEnS), uma forma de pensar sobre o futuro em vários domínios.

Para qualquer exercício de previsão, há mais do que um filtro possível. Assim como diferentes modelos de negócios, setores e culturas produzem riqueza e resiliência, os vários filtros fazem-nos ver para além da homogeneidade, em direção a uma melhor compreensão das várias nunces sobre o que pode estar para vir.

  1. Procure o que perdura

Desde o primeiro projeto de um computador elaborado por Charles Babbage e Ada Lovelace, na década de 1840, toda a história da tecnologia da informação tem sido de progresso ao longo de três camadas duradouras: interação, informação e computação, e assim irá continuar.

Simplicidade: embora as tecnologias se tornem mais complicadas, o alcance, a acessibilidade e a usabilidade da tecnologia da informação continuam a crescer exponencialmente. A liderança deve-se preparar para um mundo onde cada interação é mediada por uma interface tecnológica. Os serviços públicos de amanhã irão exigir identificação digital? Usar óculos de Realidade Aumentada? Poderá ser crítico garantir que o acesso às necessidades das pessoas não exija gradualmente a disponibilidade de subtilezas tecnológicas.

Inteligência: A ascensão das máquinas está em andamento e aceleração. A ficção científica conta essas histórias malévolas, de mentes mecânicas a fazerem o papel de super vilões. Na verdade, o software sempre foi neutro, seguindo as ordens de quem os desenvolve. Como é possível desenvolver inteligências artificiais que incorporem os nossos valores financeiros, sociais e éticos? Treinando-as para fazer o que dizemos e não como temos feito.

Abundância: É verdade que os desafios que se enfrentam estão a tornar-se cada vez mais complexos, mas a nossa engenhosidade coletiva evolui ainda mais rápido. A nossa capacidade histórica de criar soluções revolucionárias – desde as ferramentas de pedra à computação quântica – dá-nos uma vantagem na resposta aos perigos emergentes. Os líderes devem considerar a alocação de tempo, conhecimento e dinheiro para projetos moonshot – mais do que viagens à lua, são projetos que podem não ajudar no imediato, mas levam à criação de um melhor amanhã. E isso é liderança.

Arquivado em:COVID-19, Notícias

Holmes Place desenvolve Programa de Reabilitação para combater efeitos de COVID-19

20 Abril, 2021 by Titiana Barroso

O Holmes Place ampliou a sua oferta com um novo programa de reabilitação que visa melhorar a qualidade de vida de pessoas que ficaram com sequelas devido à infeção pelo coronavírus.

O Programa de Reabilitação COVID-19 segue diretrizes nacionais e internacionais, provenientes de estudos de várias entidades norte-americanas e europeias, como a Harvard University, o Karolinska Institute ou o laboratório Novartis. Ao aliar três áreas centrais, os serviços de Fisioterapia, Nutrição e Personal Training permitem realizar um rastreio personalizado, estruturar um programa à medida (consoante as prioridades diagnosticadas), calcular a sua duração inicial e definir a periodicidade das avaliações. É complementado por uma constante monitorização ao nível cardiorrespiratório/muscular, um acompanhamento semanal e uma reavaliação mensal.

Este programa foi pensado especificamente para responder a todos aqueles que sofrem de efeitos secundários da doença, através de um produto personalizado e acompanhamento de uma equipa especializada e multidisciplinar, sob orientação da Médica responsável pela supervisão técnica. Em termos práticos, começa sempre por uma avaliação inicial com um Fisioterapeuta. Segue-se uma consulta com um Nutricionista que irá indicar cuidados alimentares a reforçar, para assegurar as necessidades nutricionais. Após o rastreio, a equipa multidisciplinar define o programa em si, com as especialidades que deve englobar por ordem de prioridade.

Durante este programa vão poder usufruir das instalações dos 21 clubes, com espaços amplos e ambiente seguro, onde dispõem de equipamentos e materiais indispensáveis ao seu progresso. Podem, ainda, utilizar a piscina, presente em todos os clubes, como um complemento para a sua reabilitação. O meio aquático ajuda a melhorar a mobilidade (reduzindo o suporte do peso corporal), trabalha a resistência (uma das sequelas pós COVID mais referidas é a fadiga), promove uma diminuição da perceção da dor (as dores musculares são comuns durante e após a infeção), aumenta a força na fase inicial da recuperação (a perda de força devido à inatividade é referida na maioria dos casos) e o controlo respiratório é trabalhado de forma ativa (a restrição pulmonar é bastante frequente até 12 meses após a alta médica).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem vindo a alertar para os efeitos de COVID-19 a longo prazo, defendendo que “ser fisicamente ativo é fundamental para a saúde e o bem-estar e pode adicionar anos à vida e vida aos anos”. É neste sentido que o Holmes Place, enquanto marca com mais de quatro décadas de experiência no mercado, reforça o seu posicionamento na área da Saúde, do Bem-Estar e da Inovação em Portugal.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Rebranding: inSoul quer posicionar-se como a influenciadora de líderes premium

20 Abril, 2021 by Titiana Barroso

A inSoul, consultora em Desenvolvimento Humano, acaba de anunciar nova imagem e assinatura, assim como soluções e conteúdos focados no exercício da função de Liderança. Em simultâneo, apresenta a criação de um novo website, simples e intuitivo, que tenciona apelar ao contacto direto, de forma personalizada.

Um rebranding que nasce em tempo de Pandemia, como resposta às elevadas e exigentes necessidades e à emergência na mudança do paradigma da Liderança.


Para Maria Julia Nunes, fundadora da inSoul, que conta com uma vasta experiência no universo empresarial nacional e internacional, «o verdadeiro poder dos líderes e o sucesso das empresas, reside na consciência do valor humano, na autenticidade das relações e na agregação destes dois fatores ao propósito do negócio. E a inSoul sabe como potenciar e criar sinergias para que os líderes se elevem ao seu melhor talento, comprometendo as suas equipas ao sucesso de todos. No final de 2021, a inSoul pretende ser conhecida como a melhor influenciadora de líderes premium.»

O atual rebranding visa destacar a maturidade e reputação da inSoul, ao mesmo tempo que reflete as suas competências num segmento frequentemente negligenciado, quando se espera competência, desempenho e produtividade por parte dos líderes, explica a fundadora. «O empoderamento faz-se pelo talento humano, no qual as forças e valores estão de mãos dadas com os sonhos e expectativas das pessoas que exercem funções de liderança», acrescenta ainda.


O novo logotipo tenciona refletir a dimensão holística humana: o coração estilizado representa o centro da vida e é o elemento emocional do compromisso da inSoul com a sua missão de trazer à prática todo o valor inato e o desenvolvimento (insoul) das pessoas e projetos com quem trabalha, através da fusão das cores azul e dourado. O azul emana uma comunicação madura e firme, estável e comprometida aliada ao dourado que transmite a sensação de pertença e valor, brilho, objetivo e excelência. A tipografia quer confirmar o caráter firme e a força de vontade que a marca imprime no seu trabalho.

A assinatura “We Take Care Of Leaders” é o statement da inSoul, a afirmação inequívoca de que fazer emergir o talento, a competência e a performance se faz através do empoderamento do valor de cada pessoa, enquadrado pelo seu propósito e na função que desempenha na vida e na empresa.

A inSoul conta com uma equipa multidisciplinar que quer garantir um match perfeito e coeso, na qualidade e competência das soluções de Consultoria de Desenvolvimento Humano que oferece. Fundada por Maria Julia Nunes em 2004, desde então a empresa tem crescido e expandido, mantendo o ADN nos valores de integridade, criatividade, inovação e agilidade, agregados pela alegria, humor e amor.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

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