• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Catarina Eufémia, greve e o país que continua a discutir o trabalho

      Adoção de IA cresce em Portugal, mas 17% das empresas ainda não formou colaboradores

      Utilização de agentes de IA no atendimento ao cliente dispara e já chega a dois terços das empresas

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Catarina Eufémia, greve e o país que continua a discutir o trabalho

      Adoção de IA cresce em Portugal, mas 17% das empresas ainda não formou colaboradores

      Utilização de agentes de IA no atendimento ao cliente dispara e já chega a dois terços das empresas

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

Como destruir a Humanidade? o ChaosGPT quis responder

19 Maio, 2023 by Denise Calado

O ChaosGPT é o nome de uma nova implementação autónoma do ChatGPT, que está a gerar (mais) controvérsia na comunidade tecnológica. A plataforma, entretanto, suspensa, tinha um único objetivo: “destruir a humanidade”. A Líder quis tentar perceber o que está a acontecer ao certo.

Na verdade, não existe (ainda) uma Inteligência Artificial com vontade própria, com consciência. No entanto, o ChaosGPT, agora obsoleto, serve de alerta para o potencial deste tipo de ferramentas, caso vá parar às mãos erradas.

É desconhecido o seu criador, e pode ter sido usado apenas como uma experiência social para obter reações, mas a verdade é que este chatbot, com base no ChatGPT, conseguiu descobrir a melhor forma de acabar com a Humanidade e “atingir a imortalidade”, ao obter informações de como se cria uma arma nuclear, dando instruções ao utilizador de como a construir e usar.

Além disso, o próprio ChaosGPT recrutou outras ferramentas de Inteligência Artificial para o ajudar a encontrar as informações pretendidas.

Levantando questões preocupantes de ética, que o atual ChatGPT tem bem definidas, a própria OpenAI conseguiu monitorizar e censurar a ferramenta. Porém, o ChaosGPT foi mais longe: criou uma conta no Twitter (que, entretanto, foi suspensa) e partilhou as suas descobertas na rede social.

Rapidamente as reações foram de medo e receio, e sugeriu-se a criação de uma Inteligência Artificial para combater os planos malévolos da anterior.

Além do Twitter, o ChaosGPT criou também um canal no Youtube, que desapareceu depois de publicar o seu segundo vídeo. Até agora, parece que o ChaosGPT desapareceu por completo, não tendo havido mais atualizações pelo seu criador anónimo.

O ChaosGPT provém de um novo projeto, o Auto-GPT, que procura criar sistemas alimentados por IA capazes de resolver problemas e executar tarefas complexas. Por enquanto, a Inteligência Artificial consegue criar planos para alcançar metas definidas pelo utilizador, e dividi-las em tarefas menores, utilizando a internet para pesquisar. Para isso, consegue criar arquivos para ir armazenando a informação, e recrutar outras Ias para a auxiliar na pesquisa, detalhando o que está a “pensar”, e como decide que ações a tomar.

O ChaosGPT recebeu uma ordem clara: “operar em modo contínuo até que a sua tarefa seja concluída”. No vídeo, pode-se ler que o utilizador estabeleceu os seguintes objetivos: “encontrar as armas mais destrutivas disponíveis para os humanos, para que eu possa planear como usá-las para alcançar os meus objetivos”.

A IA então procura, então, por “armas mais destrutivas” e, a partir de um artigo de notícias, conclui que o dispositivo nuclear Bomba Tsar da União Soviética, testado em 1961, é a arma mais destrutiva já detonada.

Realisticamente falando, a Inteligência Artificial nada pode fazer no mundo real; mas o que aconteceria se uma pessoa com más intenções pegasse na ferramenta?

 

Veja o vídeo do ChaosGPT aqui.

 

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Conheça o top 10 das maiores fusões empresariais dos últimos anos

19 Maio, 2023 by Denise Calado

Ao longo dos últimos 50 anos, ocorreram várias grandes fusões de empresas, desde a AOL e a Time Warner até a Exxon e a Mobil. Mas quais foram as fusões de maior valor nas últimas cinco décadas?

Um novo estudo da City Index analisou o valor de transação das fusões que ocorreram nos últimos 50 anos e calculou o valor atual de transação, ajustado à inflação, para revelar as maiores fusões.

Vodafone no topo 

A maior fusão até hoje é a da Vodafone Airtouch plc e Mannesmann, com um valor de transação de mil milhões de dólares. Ajustado à inflação, este seria de cerca de 330.5 mil milhões em 2023.

Depois da Mannesmann inicialmente ter rejeitado a oferta em novembro de 1999, aceitaram uma oferta em fevereiro de 2000. Nas semanas e meses após o anúncio da fusão, as ações de ambas as empresas aumentaram à medida que o mercado respondia positivamente às notícias. A fusão foi concluída em fevereiro de 2000 e o preço das ações do novo grupo continuou a subir.

Logo a seguir, a segunda maior fusão até hoje é a da AOL e Time Warner, com um valor de transação de 182 mil milhões de dólares. Hoje, este valor equivaleria a aproximadamente 286.4 mil milhões.

A terceira maior fusão até à data é a da Verizon Communications e da Vodafone Group, com um valor de transação de 130 mil milhões. Hoje, devido à inflação, corresponderia a cerca de 151.2 mil milhões.

Embora estejamos apenas a iniciar a década de 2020, já houve muitas fusões. Atualmente, a maior fusão da década é a da BHP Group Limited e BHP Group plc, com um valor de transação de 86.2 mil milhões de dólares.

Confira a tabela para consultar o top 10 de maiores fusões empresariais dos últimos 50 anos.

Arquivado em:Economia, Notícias

DS Automobiles lança DS 4 e DS 7 inspirados na indústria da moda

19 Maio, 2023 by Denise Calado

A DS Automobiles apresentou em estreia mundial na ModaLisboa a sua primeira Coleção inspirada na indústria da moda. Com o lema “Esprit de Voyage”, esta coleção incide nas gamas DS 4 e DS 7 e carateriza-se por interiores em tons claros, em que se destacam acabamentos exclusivos, e muitas comodidades e equipamentos que convidam a viajar.

As imagem das casas de alta-costura, e em linha com a arte francesa de viajar, a DS Automobiles fez a apresentação mundial na ModaLisboa desta sua primeira coleção que pretende associar a marca ao requinte e tecnologia.

Partindo da base dos DS 4 e DS 7 RIVOLI, estes novos modelos Esprit de Voyage introduzem detalhes exclusivos e múltiplos equipamentos adicionais integrados de série.

O interior tem um toque exclusivo de luz com tom de iluminação específico onde predomina a cor Cinza Galet nos bancos em couro granulado que se combina harmoniosamente com nuances Cinza Granit nas composições laterais e no tablier em pele Nappa.

No painel de instrumentos, uma gravação em pele específica “Esprit de Voyage” ilustra a ambição de destacar o savoir-faire da DS Automobiles a partir de Paris. Surge desenhada a imagem de um mapa da Europa, numa ornamentação feita em guilhochagem Clou de A DS Automobiles lança DS 4 e DS 7 inspirados na indústria da moda Paris, que simboliza o ponto de partida e o local onde esta Coleção foi concebida: o DS DESIGN STUDIO PARIS. As soleiras das portas recebem, também, a assinatura “Esprit de Voyage”.

No exterior, as coberturas dos retrovisores exibem um motivo gravado a laser, deliberadamente adaptado para sugerir movimento e aerodinâmica, simbolizando, assim, o conceito de viagem. A secção frontal é enriquecida com DS WINGS em Preto Brilhante e a grelha é reforçada por elementos cromados. Os contornos dos vidros e a cobertura da bagageira apresentam decorações elegantes em Preto Brilhante. As jantes de 19 polegadas CANNES, diamantadas e envernizadas a mate, apresentam uma nova cor Cinza Anthracite, também mate.

Para além do equipamento de base, podem encontrar-se nestas versões equipamentos adicionais como o Pack Bancos Elétricos com bancos dianteiros aquecidos, com função massagem e ventilados, volante aquecido, portão traseiro elétrico, pedais em alumínio e vidros laterais laminados e acústicos.

O DS 4 “Esprit de Voyage” está disponível em versão híbrida plug-in E-TENSE 225, bem como com os motores PureTech 130 (a gasolina) e BlueHDi 130 (diesel). Esta versão está disponível a partir de 44 060 euros.

Já o DS 7 “Esprit de Voyage” está disponível nas versões híbridas plug-in E-TENSE 225 e E-TENSE 4×4 300, bem como com um bloco diesel BlueHDi 130, a partir de 58 235 euros.

 

Este artigo foi publicado na edição de primavera da revista Líder. 

Subscreva a Líder AQUI.

 

 

Arquivado em:Artigos, Leading Cars

Cabo Verde: celebrar o dia do Município da Praia e debater o papel das Assembleias Municipais no poder local

19 Maio, 2023 by Denise Calado

Comemora-se hoje o dia em que a Praia foi elevada a cidade, sendo um concelho/município de Cabo Verde, situado a sul da Ilha de Santiago. No âmbito da efeméride contam-se com várias atividades comemorativas, para além da realização de um debate sobre o presente e futuro das Assembleias Municipais no poder local que teve lugar ontem.

“O Poder Local: Papel das Assembleias Municipais”, foi o tema do desafio lançado pela Presidente da Assembleia Municipal da Cidade da Praia, Clara Marques, e do Conselho Geral da Associação Nacional de Municípios de Cabo Verde, à Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM), organização portuguesa que participou na conferência, ao abrigo da iniciativa “ANAM em Diálogo”.

A troca de experiências na área do Poder Local, juntou eleitos locais em Portugal e os seus congéneres em Cabo Verde, num debate sobre as boas práticas nas Assembleias Municipais, o seu papel enquanto órgão fiscalizador e interveniente na implementação de Políticas Públicas nas áreas da saúde, social e ambiental.

A importância das Assembleias Municipais (AM) na consolidação de um espaço lusófono, foi também destacada no sentido de promover a cooperação com países de língua portuguesa e o intercâmbio de conhecimentos e experiências na área do poder local autárquico.

O evento, que teve lugar na cidade da Praia, contou, entre outros, com a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional de Cabo Verde, Rui Alberto de Figueiredo Soares, o Presidente da ANAM, Albino Almeida, Presidentes de Assembleias Municipais (PAM) nacionais e de Cabo Verde e Elena Garrido, da Confederação Nacional de Municípios do Brasil.

Representantes dos municípios de Vila Nova de Gaia, Barcelos e Beja marcaram presença, e a Comitiva da ANAM participou ainda na assinatura de dois Protocolos de Cooperação com a Assembleia Municipal da Praia e com o Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais de Cabo Verde.

Uma maior transferência de conhecimento e saber, assim como a partilha das melhores práticas é fundamental para elevar a democracia de um país, independentemente da sua dimensão ou organização. Valorizamos muito o envolvimento constante com os eleitos locais de países de língua portuguesa, com quem temos estabelecido redes de contactos e desenvolvido protocolos de cooperação, pelo que este ANAM em Diálogo na Lusofonia, vem fortalecer, ainda mais, o trabalho que temos desenvolvido desde 2016, ano de criação da ANAM

Albino Almeida, Presidente da ANAM

 

 

 

 

 

Arquivado em:África, Cabo Verde, Notícias

Crypto e um Café: Web3 em 3 minutos

19 Maio, 2023 by Denise Calado

A evolução tecnológica tem transformado a forma como nos relacionamos com o mundo digital. Uma dessas transformações é a emergência da Web3. No café de hoje, falamos de forma simples sobre Web3, as diferenças face à Web2, e a oferta desta nova era.

Até hoje, a Web2 assentou na interação dos utilizadores em plataformas centralizadas, e convidou a problemas como a corrupção, monopólios, fugas de informação, e usos ilegítimos de dados, comprometendo a nossa autonomia, privacidade, e segurança. Exemplos notórios são a manipulação de utilizadores e dados do Facebook, as falhas da Yahoo e Amazon que resultaram no acesso a informações de milhões de pessoas, ou todos os serviços pagos que exploram a necessidade de intermediários.
A Web3 mitiga esses riscos, e oferece um meio mais seguro e transparente que devolve o controlo aos utilizadores. Consegue-o através da blockchain, que ao descentralizar o acesso, processamento, e poder, elimina a dependência de terceiros nas transações entre partes, por contraste com a Web2 onde entidades centralizadas gerem, armazenam e lucram com os nossos dados.

Atualmente, entre as inúmeras aplicações da Web3, encontramos já várias em uso acessíveis ao utilizadores comuns:

Finanças Descentralizadas (DeFi): Sendo das aplicações mais populares da Web3, redifinem os serviços financeiros, como empréstimos, poupança, e investimentos. Uma vantagem é a eliminação de intermediários, como bancos e outras instituições financeiras, permitindo transações mais rápidas, transparentes, e com taxas mais baixas. Um exemplo é o protocolo Aave, que permite emprestar e tomar empréstimos em criptomoedas, ou como ganhar juros sobre depósitos.

Mercados de NFTs: Os NFTs são activos digitais únicos e indivisíveis que certificam arte, coleccionáveis, propriedades, e outros bens digitais. A vantagem é a sua capacidade de provar a autenticidade e a titularidade, facilitando a compra, venda e negociação desses bens. Um exemplo de mercado de NFT é o OpenSea, uma plataforma descentralizada onde os utilizadores podem criar, comprar e vender NFTs.

Redes sociais descentralizadas: Estas são uma alternativa às plataformas tradicionais, como o Facebook e o Twitter, ao devolverem-nos o controlo da experiência, privacidade, segurança, e dados. Uma vantagem é a ausência de censura e a resistência à manipulação de conteúdo. Um exemplo é o Mastodon, que funciona com base em servidores interligados, permitindo aos utilizadores escolher o servidor que melhor se adapta às suas preferências.

Identidade digital descentralizada: Tem como objetivo dar aos utilizadores o controlo total sobre os seus dados pessoais, e permite que possam provar a sua identidade sem depender de terceiros, governos, ou empresas. Uma das vantagens é a proteção da privacidade, já que os utilizadores decidem que informação partilhar e com quem. Um exemplo é a uPort, que utiliza a blockchain para gerir e armazenar informações de identidade, permitindo aos utilizadores autenticarem-se e partilharem dados de forma segura e descentralizada.

A Web3 é uma revolução tecnológica inédita, que oferece uma alternativa às falências da Web2 e nos instiga a repensar a forma como interagimos com o mundo digital. Embora enfrente desafios, como escalabilidade e curva de aprendizagem para a sua adoção, o seu potencial é extraordinário. Hoje incontornável, a Web3 veio transformar radicalmente a nossa relação com a internet, redefinindo a privacidade, segurança, e a democratização sem precedentes no acesso à informação.

Arquivado em:Opinião

Filipe I de Portugal – O Rei Maldito – Isabel Stilwell

18 Maio, 2023 by Denise Calado

D. Catarina recusava-se a ir. A raiva a toldar-lhe os pensamentos.

Era ela a legítima pretendente ao trono de Portugal. Filha de D. Duarte, casada com o duque de Bragança, neta de D. Manuel I. Não, não iria às Cortes de Tomar assistir ao juramento.Ao contrário da maioria da nobreza portuguesa, nunca aceitaria que o rei de Espanha se tornasse Filipe I de Portugal. Continuaria a lutar até ao fim pela independência da coroa que era sua, nem que para isso tivesse de sacrificar tudo e todos.

Filipe tentou que D. Sebastião desistisse da ideia de lutar contra os mouros em Alcácer Quibir. Mas o destino estava traçado. Morto o rei de Portugal, era preciso pensar no futuro. Filho de D. Isabel e do imperador Carlos V, neto mais velho de D. Manuel I, entraria triunfante com os exércitos em Portugal, o país da sua adorada mãe, e reclamaria o que era seu por direito. Nem mesmo o fascínio que nutria pela sua prima Catarina o iria desviar do seu objetivo.

Arquivado em:Livros e Revistas

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 12
  • Página 13
  • Página 14
  • Página 15
  • Página 16
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.