• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

Investimento de 100 milhões na transformação digital de Cabo Verde

3 Abril, 2023 by Denise Calado

Cabo Verde está a “surfar a onda” da transformação digital, e o panorama das organizações está a mudar para a acomodar e fazer uma digitalização de serviços.

De que forma é que as grandes entidades e o governo estão a tornar essa realidade possível? De que forma pode a transformação digital impactar o país? Na Leadership Summit Cabo Verde, na Assembleia Nacional, o debate “A Digitalização das Organizações e das Empresas” tentou dar resposta a estas questões.

Juntaram-se Miguel Monteiro, Presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, Manuel Conde, Customer Transformation Partner da PwC, Victor Andrade, Diretor de Marketing Produtos e Dinamização de Canais da Garantia Seguros e Pedro Barros, com a moderação por Catarina G. Barosa, Diretora Editorial da Revista Líder Magazine.

A transformação digital pode ser a pista de partida para um país mais resiliente

O que implica fazer a transformação digital? Significa mais conhecimento, mais inclusão, e mais ativos: “com a introdução do acesso à internet veio derrubar barreiras no conhecimento” que há muito estavam erguidas, exclusivo a estratos da sociedade, “hoje a internet tornou o conhecimento um ativo económico”, afirma Manuel Conde.

“Mais escala, e mais velocidade” é o que o Customer Transformation Partner da PwC garante que a transformação digital trará para Cabo Verde, e exemplifica: “A Aramco é uma das maiores empresas que produzem petróleo. Depois de investimentos de vários anos conseguiram o recorde de vender um bilião de dólares por dia. No mesmo ano, o Alibaba, uma plataforma de comércio eletrónico, atingiram o recorde de 85 milhões de dólares por dia. Este é o poder da transformação digital; dá-nos escala”

No que toca à velocidade, Conde refere-se ao impacto da economia digital no PIB global: “a previsão para este ano é que atinja 53% do PIB global”.

Nesse contexto, é evidente que em Cabo Verde esse investimento já está a ser feito.

“100 milhões de escudos cabo-verdianos é o montante que o Fundo Soberano tem para garantir operações de financiamento” 

Pedro Barros, o Presidente do Fundo Soberano, assegurou durante a sua intervenção que o governo está alinhado com a agenda da transformação digital, tendo investido um montante inicial de 100 milhões de escudos cabo-verdianos (ECV) no Fundo, “que corresponde a 5% do PIB de Cabo Verde”, afirma Barros.

Acrescenta ainda que “o impacto de 100 milhões ECV representa 5% do PIB, e se a perspetiva no curso prazo passar para 200 milhões ECV, e no prazo, que está à vista de cinco anos, para 500 milhões ECV, o impacto é enormíssimo”

O Fundo Soberano é o agente para as garantias de projetos que precisam de financiamentos, dando prioridade aos projetos e empresas que atuam no digital.

“Cabo Verde tem a ambição de ser uma nação digital, mas para o ser é preciso que existam projetos nesse domínio”, comenta o presidente do Fundo Soberano. 

Já a Bolsa de Valores de Cabo Verde tem também apostado na digitalização e na transformação digital dos seus serviços, potenciando assim os investimentos no país, e melhorando a acessibilidade.

“Desde 2021 que temos estado a implementar um novo plano estratégico, e um dos eixos tem que ver com a digitalização. Implementámos uma plataforma denominada ‘Blu-X’, que permite o ‘listing’ e o ‘trading’ de objetos sustentáveis”, garante Miguel Monteiro, Presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde.

A sustentabilidade deve andar de mãos dadas com a digitalização, sobretudo devido ao impacto das alterações climáticas, que tem atingido Cabo Verde severamente.

“Para Cabo Verde a sustentabilidade não é uma opção, tem de ser uma aposta. Enquanto país sofremos das alterações climáticas, e todos nós sabemos disso” 

Miguel Monteiro, em entrevista à Líder, reforçou também a importância do financiamento sustentável, que a plataforma Blu-X em si encerra.

“Qualquer cabo-verdiano da Diáspora e fora dela pode investir em Cabo Verde através da plataforma.”, comenta Monteiro, “Estamos a aproximar as pessoas”.

O que têm em comum a Robótica, a Inteligência Artificial, a Realidade Aumentada, e os Seguros?

Em Cabo Verde a Garantia Seguros, “tem apostado muito no digital, e a nossa estratégia enquanto líderes do mercado vai muito além do negócios”, comenta Victor Andrade Diretor de Marketing Produtos e Dinamização de Canais da Garantia Seguros.

A Garantia tem desenvolvido novas formas de ajudar as pessoas, e a chegar a todos os cabo-verdianos espalhados pelas nove ilhas habitadas do arquipélago. Nesse sentido, a digitalização tem sido fundamental.

Pagamentos online, acesso às carteiras de negócios, participar sinistros, podem agora ser feitos remotamente. Além disso, desenvolveram uma aplicação que junta a robótica, a realidade aumentada e a inteligência artificial para detetar danos em viaturas que estejam em processo de pré vistoria. “As pessoas são sempre o centro de todas as nossas estratégicas”, garantiu Andrade, que demonstrou a importância da transformação digital na vida dos cabo-verdianos.

 

Assista ao Debate e a todas as intervenções da Leadership Summit Cabo Verde 2023, disponível on demand, com acesso universal e gratuito, na Líder TV na posição 165 do MEO e 560 da NOS, a partir do dia 30 de março. Disponível online aqui.

Tenha acesso à galeria de imagens da Leadership Summit Cabo Verde aqui.

 

Arquivado em:África, Liderança, Notícias, Tecnologia

O colapso dos bancos vai levar-nos a uma crise económica mundial?

3 Abril, 2023 by Denise Calado

Há apenas umas semanas acreditava-se que a economia global estava finalmente a avançar; agora, os economistas preocupam-se com uma profunda recessão causada pelas consequências do colapso do Silicon Valley Bank (SVB), e pelo resgate do Credit Suisse, relata o The Economist.

Analistas do JPMorgan Chase dizem que “uma aterragem suave agora parece improvável, com o avião em parafuso (falta de confiança do mercado) e motores prestes a desligar (empréstimos bancários)”.

Qual é o cenário agora?

Evidências anteriores ao recente caos bancário sugeriam que o PIB global estava a aumentar a uma taxa anual de cerca de 3%.

Nos países ricos, os mercados de trabalho estavam em chamas. Até agora, há poucas evidências de uma mudança nos dados “em tempo real” para um crescimento mais lento.

Um “indicador de atividade atual” produzido pelo banco Goldman Sachs, derivado de uma variedade de medidas de alta frequência, parece estável.

Os índices dos gerentes de compras mostraram uma leve melhoria em março. As medidas semanais do PIB produzidas pela OCDE mantêm-se.

O UBS, outro banco, acompanha o crescimento do PIB global precificado pelos mercados financeiros (nos preços do petróleo e das ações cíclicas, por exemplo). Atualmente, indica um crescimento de 3,4%, contra 3,7% antes do colapso do SVB.

O pior ainda está para vir? 

No entanto, ainda não se pode respirar de alívio. Como os analistas da JPMorgan referiram, os economistas têm atualmente duas preocupações.

A primeira é a incerteza: se as pessoas temerem uma crise bancárias e os problemas económicos que a acompanham, podem cortar os consumos e o investimento.

A segunda diz respeito ao crédito: as instituições financeiras, receando perdas, podem reduzir os empréstimos, privando as empresas do capital que é tão necessário.

Felizmente, porém, há motivos para acreditar que a recente turbulência bancária terá menos impacto do que muitos temem.

Uma análise à incerteza

Um estudo publicado pelo FMI em 2013 revela que saltos na incerteza – que foram causados ​​por fatores como a invasão do Iraque pelos Estados Unidos e colapsos de bancos – podem reduzir o crescimento anual do PIB em até 0,5 pontos percentuais, principalmente porque as empresas atrasam o investimento. Se tal impacto se concretizasse, o crescimento global cairia de 3% para 2,5%.

Porém, a não ser que a turbulência continue, é improvável que o impacto seja tão significativo — porque o colapso do banco causou surpreendentemente pouca impressão nas pessoas.

Uma pesquisa da Ipsos concluiu que, do início até meados de março, a confiança do consumidor americano aumentou, mesmo quando as startups da Silicon Valley temiam que o seu dinheiro desaparecesse.

Um “índice de incerteza” derivado da análise de jornais por Nick Bloom, da Universidade de Stanford, aumentou quando as perturbações começaram, mas está a voltar a cair.

O sentimento empresarial alemão continuou a melhorar inesperadamente em março. As pesquisas globais no Google por termos relacionados a “crise bancária” aumentaram no início de março, mas também caíram novamente.

O problema do crédito

Muitos economistas têm-se preocupado mais com o problema do crédito. Se as empresas não conseguem obter financiamento, não podem crescer tão facilmente.

A 22 de março, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, referiu-se a uma “grande quantidade de literatura” quando questionado sobre a conexão entre condições de crédito mais restritivas e atividade económica.

Nos anos após a crise financeira global de 2007-09, os mercados de crédito quebrados impediram tanto a recuperação económica a curto prazo, como o crescimento da produtividade de longo prazo.

Após o colapso do SVB, os mercados de capitais praticamente congelaram. De 11 a 19 de março, as empresas americanas não emitiram novos títulos com grau de investimento, tendo emitido uma média diária de cinco mil milhões de dólares em janeiro e fevereiro, o que gerou um descontentamento generalizado.

A Brown-Forman, que fabrica o whiskey Jack Daniel’s, e a NiSource, uma grande empresa de serviços públicos, levantaram grandes quantias de dinheiro nos mercados de dívida.

Embora os spreads dos títulos corporativos tenham subido um pouco após o colapso do SVB, estes também caíram nos últimos dias. As empresas podem ter adiado brevemente a emissão de novas dívidas para verificar se a barra estava limpa. Parece provável que março de 2023 seja um mês bastante mediano para a emissão de dívida corporativa.

Danos ao sistema bancário serão mais consequentes. Desde o início de março, os preços das ações dos bancos globais caíram um sexto. Evidências académicas sugerem que a queda dos preços das ações tende a afetar o crescimento dos empréstimos. Os bancos também podem reduzir os empréstimos se observarem saídas de depósitos ou se precisarem levantar capital porque os investidores duvidam da sua segurança.

O impacto nos empréstimos bancários implica um arrasto de crescimento de cerca de 0,4 pontos percentuais nos Estados Unidos e na zona Euro, de acordo com um novo estudo do Goldman Sachs.

A turbulência pode ter atingido mais os bancos americanos, mas a economia da zona Euro depende mais dos empréstimos bancários. Isso poderia reduzir ainda mais o crescimento global, de 2,5% para algo próximo dos 2%.

Efeitos não catastróficos

Embora o recente caos bancário não seja uma boa notícia, é improvável que leve a economia mundial ao limite. É verdade que a situação ainda se pode deteriorar. A descoberta de outro banco em falência pode causar uma espiral descendente. Os bancos levarão tempo para reconstruir os balanços e obter empréstimos. O aumento das taxas de juros continuará a impedir o crescimento.

Mas também existem forças a trabalhar na outra direção, sendo uma delas a recuperação da China. Os economistas esperam que a segunda maior economia do mundo tenha crescido mais de 7% ano a ano no segundo trimestre do ano. Enquanto isso, as disrupções da cadeia de abastecimento praticamente desapareceram e os preços da energia caíram. Não será de surpreender se a resiliência da economia mundial prevalecer.

Arquivado em:Economia, Notícias

Campanha de Sensibilização em Cibersegurança: Guia em 5 passos

3 Abril, 2023 by Denise Calado

A sensibilização para a ciberhigiene dos colaboradores é essencial para a resiliência de uma organização relativamente às ameaças no ciberespaço. Se tem a responsabilidade por essa matéria numa empresa, encontra de seguida um guia em cinco passos que o ajuda a montar uma campanha de sensibilização junto dos colaboradores, de modo a reforçar a capacitação na proteção contra incidentes de cibersegurança, de acordo com o Centro Nacional de Cibersegurança em Portugal.

  • Estude as ameaças e o papel do risco humano na sua organização.

Identifique as principais ameaças no ciberespaço que afetam o contexto nacional, o seu tipo de organização em particular e o setor onde esta atua (por frequência e impacto potencial das ameaças), considerando relatórios públicos sobre este tema e o histórico da organização. Selecione, dessas ameaças, aquelas que mais utilizam as fragilidades do fator humano para concretizarem os seus fins. Considere essas ameaças como as que devem merecer especial atenção na sua campanha de sensibilização.

  • Caraterize o público-alvo, as mensagens a enviar e as metodologias a aplicar na campanha.

Defina o perfil do público-alvo na sua organização que deverá ser sensibilizado e segmente-o, considerando as funções desempenhadas (ou outros aspetos sociodemográficos que considere relevantes, tais como género, idade e tipo/nível de formação). Identifique as pessoas que mais lidam com informação sensível ou que estão mais expostas às ameaças, priorizando-as em relação às outras, se necessário. Defina as mensagens que devem ser passadas a cada segmento do público-alvo, considerando as principais ameaças que podem afetar o fator humano na sua organização e as funções desempenhadas pelos colaboradores em questão (em alguns casos, pode ser mais positivo não segmentar a mensagem, nomeadamente quando a organização é pequena ou as funções dos colaboradores são muito semelhantes) – uma mensagem é mais eficaz se for centrada nas ações a realizar, em forma de tutorial, do que se for baseada apenas no instigar do medo. Escolha os canais mais adequados para cada caso (sessões presencias ou online, cursos online, conteúdos de boas práticas enviados por e-mail, cartazes nas instalações, plataformas de gamificação, simulações de phishing) – a diversidade de canais e a interatividade das ações podem ser vantajosas porque permitem uma comunicação mais completa e com envolvimento. Planifique a melhor forma de fazer chegar as mensagens aos colaboradores, através dos canais e tipologias de conteúdos escolhidos, considerando um período temporal específico e os objetivos desejados.

  • Realize as ações de sensibilização através dos canais escolhidos e no calendário previsto.

Promova as ações planeadas junto do público-alvo e facilite as inscrições caso estas se justifiquem. Lance as mensagens de forma organizada, com sentido, destacando o que é mais importante e dirigindo-as a quem tem mais responsabilidades. Paralelamente, mantenha os canais de comunicação ativos com o público-alvo, de modo a realizar chamadas de atenção para ameaças do momento (por exemplo, alertas sobre campanhas de phishing que estejam a ocorrer).

  • Análise os resultados, mediante o estudo dos efeitos no público-alvo.

Defina um momento a partir do qual é razoável verificar a alteração de comportamentos depois de realizada uma campanha ou um período de envio de mensagens – é importante permitir que o público- -alvo tenha tempo para assimilar e aplicar as boas práticas. Analise os resultados nesse momento através de inquéritos, entrevistas, observação (se aplicável), simulações de phishing e/ ou considerando os dados sobre incidentes recolhidos pela equipa responsável pela segurança informática na organização ou o SOC (Security Operations Centre), caso exista. Avalie o grau de sucesso das ações empreendidas de forma crítica para que se realizem os ajustes necessários no próximo passo.

  • Atualize as ameaças, os conteúdos e as estratégias de sensibilização

Periodicamente (por exemplo, anualmente), atualize os conteúdos e as estratégias com base nas ameaças mais importantes na atualidade – relativamente a ameaças emergentes resultantes de contextos inesperados, pode ser necessário desenvolver novos conteúdos e estratégias de resposta imediata. Atualize também os conteúdos e as estratégias tendo em conta os resultados produzidos na etapa anterior (passo 4) – podem existir insuficiências na transmissão das mensagens que devem ser corrigidas. Recomece o processo no primeiro passo, assumindo as atualizações e percorrendo os restantes passos de novo.

 

Este artigo foi publicado na edição especial da revista Líder Cabo Verde.

Subscreva a Líder AQUI.

 

Arquivado em:Artigos, Leadership

Novo curso de literacia financeira pretende formar jovens

3 Abril, 2023 by Denise Calado

Foi lançado um Clube Financeiro gratuito em Portugal para jovens entre os 15 e os 19 anos pela Inspiring Girls, em parceria com a BlackRock, uma empresa de gestão de ativos.

Pretende-se promover a literacia financeira, dotando as alunas de conhecimentos básicos que as ajudem a planear as suas finanças pessoas, e familiarizar-se com o mercado, graças à experiência de mulheres com funções relevantes em entidades do setor.

Ao educar as jovens desde cedo com estes conhecimentos, prevê-se o aumento de contratações femininas no setor e em funções de responsabilidade, a promoção do papel da mulher no mundo financeiro e o trabalho em prol da igualdade de direitos entre mulheres e homens.

As aulas, a serem lecionadas por diversas profissionais do setor financeiro português, vão acontecer na Católica Lisbon School of Business & Economics (CATÓLICA-LISBON). O Clube Financeiro será composto por cinco módulos, a acontecerem entre o dia 30 de março e 11 de maio, entre as 18h e as 19h30.

O curso é composto pelos seguintes módulos:

30/03/2023–Módulo 1: Gestão de Finanças Pessoais
13/04/2023 – Módulo 2: Mercados Financeiros e Regulamentação
20/04/2023 – Módulo 3: Gestão de Ativos
27/04/2023 – Módulo 4: Financiamento Sustentável e Critérios ESG
04/05/2023 – Módulo 5: Novos modelos de economia (ex. blockchain e cryptomoedas)

 

“Estamos muito felizes por iniciar este Clube Financeiro em Portugal e oferecer às adolescentes e jovens a oportunidade de aprender sobre finanças e carreiras no setor financeiro, juntamente com equipa da BlackRock. Queremos dotá-las com as competências necessárias para tomar decisões financeiras informadas e capacitá-las para atingirem os seus objetivos de carreira“

Joana Frias Costa, Presidente da Inspiring Girls em Portugal.

“Na BlackRock estamos cada vez mais empenhados em apoiar a sociedade a remover barreiras no que diz respeito à literacia financeira. É uma prioridade fundamental ajudar cada vez mais pessoas a obterem o seu bem-estar financeiro e, por isso, estamos muito satisfeitos por contribuir para esta grande iniciativa levada a cabo pela Inspiring Girls em Portugal“

André Themudo, Responsável de negócio para Portugal, BlackRock.

“É um orgulho acolher na Católica o Clube Financeiro. Acreditamos que a literacia financeira é uma competência crítica para as jovens e adolescentes do nosso país e estamos muito satisfeitos por apoiar esta iniciativa que as capacita a assumirem o controlo do seu futuro financeiro, potenciando carreiras promissoras nesta área.”

Alexandra Barreto, Diretora Executiva da Católica Lisbon School of Business & Economics

 

As inscrições podem ser feitas através deste formulário, e todas as informações podem ser encontradas no site da Inspiring Girls.

Arquivado em:Economia, Notícias

Tomás Alonso é o novo Diretor de Marketing e Comunicação da Ericsson para a Península Ibérica

3 Abril, 2023 by Denise Calado

Tomás Alonso é o novo Diretor de Marketing e Comunicação da região ibérica da Ericsson e fará parte dos Comités de Gestão de Marketing e Comunicação da Área de Mercado da Europa e da América Latina e da Ericsson Iberia. O novo responsável é proveniente da Samsung Electronics Iberia, onde desempenhava funções enquanto Diretor de Comunicação Empresarial e Public Affairs.

Tomás Alonso é um profissional com mais de 20 anos de experiência como responsável de comunicações e relações externas em empresas líderes no setor das TIC.

Vivemos um momento empolgante no setor das telecomunicações. O 5G, que é já uma realidade, assume-se como uma plataforma de inovação diferente de tudo o que vimos anteriormente, e oferece aos utilizadores e empresas oportunidades inimagináveis: realidade virtual, Indústria 4.0, robótica móvel, inteligência artificial e outras tendências mais inovadoras, tais como a Internet dos Sentidos. Através da área de Comunicação e Marketing da Ericsson, o nosso objetivo é comunicar e fazer entender o valor que esta incrível revolução tecnológica trará aos nossos clientes, utilizadores e sociedade em geral. Tenho a honra de me juntar a esta empresa, líder europeia em inovação, e a oportunidade de liderar o caminho para um futuro entusiasmante, no qual a Ericsson continuará a desempenhar um papel de protagonismo na condução da digitalização da sociedade e da transformação da indústria

Tomás Alonso, Diretor de Marketing e Comunicação da Ericsson para a Península Ibérica

É com enorme prazer que dou as boas-vindas ao Tomás, o qual vai assumir este papel num momento crucial para a Ericsson e para a indústria, quando avançamos para a realização de todo o potencial da tecnologia 5G. Sob a liderança de Tomás, e aproveitando a sua experiência, vejo uma oportunidade para a Ericsson crescer ainda mais e moldar o futuro do nosso negócio, em Portugal e Espanha, com os nossos principais clientes e parceiros do setor

Andrés Vicente, CEO da Ericsson Iberia

Arquivado em:Notícias, Pessoas

“A liderança digital não é uma opção, é uma necessidade”, diz Janira Hopffer Almada na Leadership Summit Cabo Verde

31 Março, 2023 by Denise Calado

A transformação digital é incontornável e está já a acontecer em todo o mundo. Perante a realidade de Cabo Verde, o que está o Estado a fazer para agilizar o processo e garantir a inclusão digital? No âmbito da Leadership Summit Cabo Verde, que aconteceu a 23 de março, o debate “Oportunidades do mundo digital para os Estados e Municípios” pôs em evidência o progresso do país arquipelágico, bem como o caminho que há pela frente.

No palco da Assembleia Nacional, na cidade da Praia, estiveram Janira Hopffer Almada, Advogada e Política, Edna Oliveira, Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública de Cabo Verde, Herménio Fernandes, Presidente da Associação Nacional de Municípios de Cabo Verde, João Mota Lopes, Public Sector Lead na Oracle e Docente no ISEC, numa conversa que contou com a moderação de Marco Rocha, Jornalista da Televisão de Cabo Verde.

Cabo Verde digital – sonho ou realidade?

“A criação de uma empresa de telecomunicações foi um passo importante para termos estabelecido o pilar essencial para garantir a conectividade”, iniciou Edna Oliveira, relativamente aos primeiros passos para garantir a transformação digital. No governo já várias iniciativas foram implementadas para que a transformação digital seja posta em prática, nomeadamente em serviços públicos, e com o lançamento de uma plataforma de contratação pública, atestou a Ministra.

“No setor público as utilizações das tecnologias visam sobretudo melhorar a qualidade dos serviços públicos que são prestados aos cidadãos, e introduzir celeridade e transparência”, garante.

Para Herménio Fernandes o governo local tem também em mãos uma responsabilidade acrescida: “os municípios têm um papel central na dinamização da economia local. Entendemos que não há outro caminho a seguir senão criar em Cabo Verde cidades inteligentes, e municípios inteligentes”.

 

“As nossas lideranças municipais precisam de mudar de atitude, de ser disruptivos, e abraçarem as novas tendências. Temos infraestruturas, temos talento; é preciso ter a coragem para fazer essa mudança”

Ainda antes da transformação chegar ao cidadão comum, João Mota Lopes advoga que ainda tem de se “trabalhar muito naquilo que é o back-office, nas nossas organizações, nas nossas instituições. Para termos o digital temos de trabalhar antes no que está atrás, na parte em que é preciso fazer a transformação digital”

Apesar de tudo, realça Janira Almada, não se pode “falar de digitalização se não aumentarmos a taxa de penetração da internet em Cabo Verde se não reduzirmos os custos de serviços, mas sobretudo se não atendermos à concorrência, que é necessária existir para proteção do consumidor final”.

As metas e objetivos são claros, mas há ainda obstáculos no caminho para a transformação digital do país, nomeadamente a escassez de recursos. “A liderança digital não é uma opção, é uma necessidade. Tendo nove ilhas habitadas, e com a escassez estrutural de recursos que temos, temos de encarar que cada cabo-verdiano, onde quer que esteja, tem direito legítimo a ter respostas às suas expectativas”, destaca a advogada.

“Eu não posso querer que as respostas existam somente na Praia, porque é esta a capital, e para um cidadão que também é cabo-verdiano, mas que vive em São Nicolau, não possa ter essa mesma resposta”

A transparência no centro 

Os avanços tecnológicos vieram também facilitar a transparência para com os cidadãos cabo-verdianos, o que já está a ser implementado pelo governo, que está a implementar uma política de partilha de dados.

“É importante que as tecnologias sejam também um meio para democratizar o Estado, garantindo uma maior participação do cidadão”, assegura Edna Oliveira.

O portal da transparência para a gestão pública e dos gastos permite que qualquer cabo-verdiano esteja mais informado se solicitar a informação, podendo assim “participar na vida política, fazendo críticas e recomendações”, continua.

Janira Hopffer Almada acrescenta, no entanto, que “há de chegar o dia em que o governo partilha a informação sem necessitar de solicitação”, e que “temos de avançar para um integrated state”

 

Assista ao Debate e a todas as intervenções da Leadership Summit Cabo Verde 2023, disponível on demand, com acesso universal e gratuito, na Líder TV na posição 165 do MEO e 560 da NOS, a partir do dia 30 de março. Disponível online aqui.

Tenha acesso à galeria de imagens da Leadership Summit Cabo Verde aqui.

 

 

Arquivado em:Liderança, Notícias

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 35
  • Página 36
  • Página 37
  • Página 38
  • Página 39
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.