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Denise Calado

Filipe Seixas é o novo People Experience Director da PHC Software

16 Janeiro, 2023 by Denise Calado

A PHC apresenta Filipe Seixas como novo People Experience Director, uma contratação em linha com a visão estratégia de negócio, focada em proporcionar os melhores serviços de software de gestão aos seus clientes.

O novo People Experience Director da PHC conta com mais de 20 anos de experiência na área de RH, entre empresas de construção Tecnovia e Opway, a empresa de Tecnologias de Informação Asseco PST e a empresa de serviços de TI e de consultoria de negócios, CGI. Durante a sua carreira desempenhou e liderou projetos de planeamento e alinhamento estratégico de modelos Gestão de Capital Humano e de Retenção de Talentos, além de ter desenhado estratégias de Onboarding e Talent Acqusition.

Formado em Psicologia Social e Organizacional pela Universidade Independente de Lisboa e Mestrando na mesma área pelo ISCTE, Filipe Seixas tem uma Pós-Graduação em People e Human Capital Management pela Universidade Lusófona e um MBA Exponential Business Administration pela Universidade Nova.

É uma honra juntar-me a uma empresa como a PHC Software, cujo investimento nos recursos humanos e na experiência dos seus colaboradores tem sido uma aposta tão grande nos últimos anos. Abraçar o desafio de integrar uma equipa e uma empresa que tem registado este crescimento e que tem sido reconhecida sistematicamente com uma das empresas mais felizes em Portugal é algo que não encaro com leviandade – mas que estou pronto para continuar impulsionar.

Filipe Seixas, People Experience Director da PHC Software

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Ministro da Administração Interna abordou os desafios nacionais no domínio da Segurança

13 Janeiro, 2023 by Denise Calado

A marcar o arranque do novo ano, foram convidados os grupos de Conselheiros estratégico e Leading Politics do projeto Líder, reuniram-se num encontro no Hotel Marriott, em Lisboa, que contou com a presença de José Luís Carneiro, Ministro da Administração Interna.

A liderança aplicada à Administração Interna serviu de mote à intervenção do Ministro que abordou a “reorganização” do sistema de segurança interna, nomeadamente o processo de reestruturação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Este processo, segundo José Luís Carneiro, trará “ganhos de eficiência operacional”, tendo em conta uma “nova abordagem do fenómeno migratório”, sendo que há 10 anos, Portugal tinha cerca de 100 mil emigrantes, hoje já são mais de 700 mil.

Assim, de uma estrutura “subdimensionada para as exigências do País”, surge uma organização reformada que vem “reforçar os níveis de segurança” e também de acolhimento por via da criação da Agência Portuguesa de Migrações e Asilo.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) ficará com a responsabilidade da segurança da fronteira aérea, a Guarda Nacional Republicana (GNR), assumirá as fronteiras marítima e terrestre, e a Polícia Judiciária (PJ) a criminalidade associada ao tráfico de seres humanos e às redes de migração ilegal.

Tanto a PSP como a GNR terão um período de transição de três anos até assumir inteiramente as operações.

Segundo o Ministro, com esta reconfiguração, a cobertura de proteção do território nacional marítimo passará a ser mais integral, qualificada e robustecida, aumentando o nível de capacidade regulatória das fronteiras.

Perante os “desafios complexos” que o País enfrenta, são exigidas “forças com outra capacidade humana” que vão “fortalecer a capacidade de acolhimento e integração dos emigrantes”, para além de garantir o respeito pelos Direitos Humanos. São mantidas “as competências técnicas dos funcionários e inspetores do SEF, integrados em forças de segurança, que têm assim maior capacidade de resposta”.

A Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo irá trabalhar em conjunto com o Instituto dos Registos e Notariado, ficando as duas entidades responsáveis por questões administrativas respeitantes a cidadãos estrangeiros, nomeadamente a emissão de passaportes e renovações de autorizações de residência.

Estas alterações, significam a separação das funções policiais de controlo e gestão de fronteiras das funções administrativas de acolhimento, integração e asilo de emigrantes.

Vetor estratégico da segurança

“A primeira responsabilidade de qualquer Governo é proteger os seus cidadãos”, refere o Ministro, acrescentando que “nos Estados democráticos, a liberdade e a segurança das pessoas e comunidades, são pedras angulares nas políticas de segurança interna”. O papel da segurança definido como “a primeira expressão do contrato do cidadão com o Estado”. E não é por “acaso” que Portugal está no topo dos rankings mundiais de segurança.

O País continua a apresentar “bons indicadores de segurança interna”, o que a torna um “vetor estratégico na realização de Portugal como Estado e como povo”.

“Estamos a reforçar e garantir as condições de segurança do País”, conclui.

Nas suas notas finais, e uma vez que “o sucesso de qualquer construção de liderança, e de gestão estratégica, requer uma superestrutura conceptual”, o Ministro partilhou a sua visão sobre a criação de um Conceito Estratégico de Segurança Interna. Esta documento será uma “trave-mestra”, numa estrutura de Segurança Nacional, que no futuro irá articular-se com o Conselho Estratégico de Defesa Nacional, que existe no País desde 1986, sendo atualizado de 10 em 10 anos em função das ameaças à escala global.

Por TitiAna Amorim Barroso e Rita Rugeroni Saldanha

 

Aceda à galeria de imagens AQUI.

Arquivado em:Encontros, Notícias, Política

Carolina Afonso: «O Gato Preto foi uma das primeiras marcas portuguesas a explorar o Metaverso»

13 Janeiro, 2023 by Denise Calado

A ambição de Carolina Afonso é tornar o Gato Preto um player global. E para isso quer aumentar a notoriedade da marca, continuar a crescer no e-Commerce e sempre de olhos postos na internacionalização.

Com mais de 15 anos de experiência em Gestão de Marketing e Indústria Tecnológica, Carolina Afonso tornou-se CEO da Gato Preto em setembro último, tendo a seu cargo as 62 lojas em Portugal e Espanha e uma equipa de mais de 500 colaboradores. Ingressou há precisamente dois anos na Gato Preto, como diretora de Marketing, oriunda da Konica Minolta, onde foi diretora de Marketing para o mercado português ao longo dos últimos três anos e membro do board. Antes disso, desempenhou as mesmas funções na Asus.

Carolina é uma das mentoras de toda a estratégia do novo posicionamento da Gato Preto. No último ano, alterou-se o layout das lojas e renovou-se o produto, investiu-se na oferta de mobiliário e começou-se a apostar no desenvolvimento do e-Commerce, melhorou-se a presença física em Espanha e voltou-se a pensar na internacionalização.

O metaverso será o próximo canal de comunicação das marcas, de acordo com alguns estudos. E, sinal da sua reinvenção, a Gato Preto já se posicionou com o lançamento de uma coleção de NFTs (Non-Fungible Tokens) intitulada “New Cats on The Block”.

Colocámos a pergunta: Será o Metaverso a nova dimensão das marcas? Carolina Afonso aceitou o desafio:

«De acordo com a Gartner, o Metaverso é uma das cinco principais tendências e tecnologias emergentes para os próximos anos e a previsão é que o mercado global de AR, VR e MR atingirá aproximadamente 300 mil milhões de dólares até 2024.

As marcas têm sido rápidas em criar estratégias para novas campanhas de marketing. O Metaverso é uma experiência complexa de realidades virtuais e aumentadas onde os utilizadores podem conectar-se, jogar e fazer transações.

O Gato Preto foi uma das primeiras marcas portuguesas a explorar o Metaverso, ainda que de uma forma embrionária. Lançámos uma coleção de NFTs (Non-Fungible Tokens) intitulada “New Cats on The Block” – um conjunto de seis gatos que simbolizam diversos estados de espírito, resultando em várias combinações e dando origem a 50 exemplares limitados e colecionáveis e colocámos à venda no Open Sea.

A aposta nestas abordagens inovadoras de criar produtos digitais representa, igualmente, uma forma de o Gato Preto se reinventar e é também uma oportunidade de alcançarmos um público maior e permitir que a marca envolva mais com os nossos produtos. Adicionalmente, sendo o Metaverso um mundo “em construção” é também uma oportunidade criativa, de fomentar o “test and learn” e nos desafiarmos enquanto marca e pessoas.»

Por TitiAna Amorim Barroso

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

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Arquivado em:Artigos

Foram criadas mais de 48 mil empresas em 2022

13 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Durante o ano de 2022 foram criadas em Portugal 48 404 novas empresas, o que corresponde a um crescimento de 14% face ao ano anterior. Segundo dados da empresa Informa D&B, 2002 foi o segundo melhor ano de sempre do empreendedorismo em Portugal.

Este registo assinala uma significativa recuperação após a forte queda durante a pandemia de Covid-19 e coloca este indicador a 2,4% de 2019, ano em que a criação de empresas atingiu o valor mais elevado de sempre. Este foi também o ano com menos encerramentos desde que há registo.

Constituição de empresas 

Quase todos os setores registam crescimento nas novas empresas por comparação com 2021, com destaque para 5 setores que, no seu conjunto, representam 95% do aumento global: Transportes (+2.207 constituições; +111%), Serviços gerais (+1.200 constituições; +22%), Serviços empresariais (+959 constituições; +13%), Alojamento e restauração (+765 constituições; +20%) e Tecnologias da Informação e Comunicação (+631 constituições; +25%).

Retalho, Indústrias e Agricultura e outros recursos naturais são os únicos setores que recuaram no número de novas empresas em 2022.

TIC confirmam tendência de crescimento 

Entre as várias tendências que se detetam nesta evolução, destaca-se o comportamento das empresas do setor das Tecnologias de informação e comunicação (TIC), com o número de novas empresas a aumentar na última década, atingindo em 2022 quase o dobro de registos que no ano 2011 e mais 31% face a 2019.

Depois da quebra registada no ano de 2020, o setor das TIC recupera logo no ano seguinte com mais 474 novas empresas, mantendo a tendência crescente em 2022, com um aumento de 25% face ao ano anterior.

 

Área Metropolitana de Lisboa recupera mais depressa que o Norte

A Área Metropolitana de Lisboa concentra mais de 40% das constituições de empresas em 2022, sendo uma das regiões que mais cresce neste último ano.

A criação de empresas na região Norte registou um aumento de apenas 5% em 2022. Esta é a região ainda mais distante dos valores pré-pandémicos, estando a registar uma recuperação mais lenta depois da quebra registada no primeiro ano de pandemia.

 

Encerramentos com tendência mista e insolvências a descer 

Em 2022 foram encerradas 12 988 empresas e outras organizações, uma descida de 8,8% face ao ano anterior. Apesar de tendências mistas ao longo do ano (subida dos encerramentos em dois trimestres e descida nos outros dois), 2022 foi o ano com menos encerramentos de sempre.

Quanto às insolvências, registaram-se 1 626 novos processos em 2022, menos 17% (-332 insolvências) que no ano anterior, mantendo a tendência decrescente que se verifica desde 2012, com exceção do primeiro ano de pandemia.

Tecido empresarial cresceu 26% nos últimos 7 anos

A evolução positiva na criação de novas empresas, em conjunto com os recuos de encerramentos e insolvências, tem como consequência a expansão do tecido empresarial.

No final de 2022 existiam cerca de 547 mil empresas ativas em Portugal, um valor 26% superior ao que existia há 7 anos.

 

Este aumento na criação de novas empresas mostra a recuperação de setores especialmente afetados pela pandemia, como os Transportes, Serviços e Alojamento e restauração, e a confirmação de outros setores com grande dinamismo, como as TIC. Em conjunto com a queda dos encerramentos e insolvências, o resultado é um aumento significativo das empresas ativas em Portugal, que no final de 2022 são quase 550 mil.

Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D&B

 

Ver o Barómetro completo:

https://barometro.informadb.pt/barometro-tecido-empresarial

 

Nota sobre insolvências

Entidades com processos de insolvência iniciados no período considerado, com publicação no portal Citius do Ministério da Justiça. O Barómetro Informa D&B considera os processos de insolvência de pessoas coletivas. Este Barómetro não analisa os processos de insolvência de empresários em nome individual, de profissionais liberais, ou de particulares.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Livros: fique a par das nossas sugestões na área da política

13 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Aqui ficam algumas sugestões de livros para as Lideranças. Boas leituras!

 

Dentro do Segredo – Uma Viagem na Correia do Norte

José Luís Peixoto – Quetzal

Dez anos depois, uma nova edição do livro da viagem de José Luís Peixoto à Coreia do Norte, com fotografias do autor. Em abril de 2012, o autor participou na viagem mais extensa e longa que o governo norte-coreano autorizou nos últimos anos, tendo passado por todos os pontos simbólicos do país e do regime, mas também por algumas cidades e lugares que não recebiam visitantes estrangeiros há mais de 60 anos. Também nessa ocasião, foi um espectador privilegiado nas exuberantes comemorações do centenário do nascimento de Kim Il-Sung, em Pyongyang, na Coreia do Norte.

 

Para uma História Política da Raça 

Jean-Frédéric Schaub – Tinta da China

A questão do racismo voltou ao centro da arena política quer nas sociedades europeias, quer nos Estados Unidos da América. É por isso fundamental compreender o conceito de raça e o fenómeno do racismo. Mas será que de facto os compreendemos? Numa abordagem simultaneamente provocadora e original, o consagrado historiador Jean-Frédéric Schaub demonstra que não, e que precisamos de reequacionar o pressuposto de que o racismo é essencialmente uma forma moderna de discriminação baseada na cor da pele e noutras diferenças visíveis.

 

Um Socialista Associal

George Bernard – Quidnovi Editores

Reflexo de uma opção ideológica de Bernard Shaw, o título, publicado pela primeira vez em 1884, é uma divertida e irónica sátira social, tido como o mais ambicioso romance de Shaw. O herói, Sidney Trefusis, foge da sua amada e atraente mulher, Henrietta, e renuncia à sua fortuna e à sua classe social para se poder dedicar de corpo e alma à promoção do socialismo. Mas, Sidney Trefusis é um homem sem rumo, um marxista ateu, adúltero, anarquista e mentiroso, com um comportamento nem sempre coerente com os princípios que defende.

 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

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Arquivado em:Notícias

Estas cidades estão a promover espaços sem carros

13 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Cada vez mais os carros estão a ser afastados das cidades, abrindo espaço para melhorar a qualidade do ar, promover os transportes públicos e, fundamentalmente, tornas as urbes mais verdes. A Bloomberg partilha três cidades que se tornaram mais amigas do ambiente e dos peões.

Paris: Rue de Rivoli 

Esta via principal de ligação oeste-este, que liga a Place de la Concorde com a Câmara Municipal de Paris, foi transformada numa autoestrada de bicicletas. Em 2021, a sua nova configuração, com apenas uma faixa para autocarros, táxis e veículos prioritários, tornou-se permanente.

O resultado é algo que muito defensores da atividade física sonham: uma avenida histórica verde e movimentada com uma quantidade de ciclistas provando que, se criarmos a infraestrutura, os ciclistas aparecerão. A proibição de carros também foi altamente controversa, com acusações de gerar mais engarrafamentos na cidade e, de uma forma mais ampla, de frustrações por parte dos parisienses.

Isso, porém, não fez com que a rua fosse um fracasso, já que estes são os problemas normais que surgem ao transformar estradas em ruas para peões e ciclistas. Mas como prova uma das mais visíveis transformações das ruas de Paris, a Rue de Rivoli tornou-se um exemplo do que é possível alcançar e do ressentimento que a adaptação pode gerar.

Milão: Piazze Aperte 

Há 15 anos, Milão tinha uma das mais altas taxas de propriedade de carros na Europa, poluindo o ar da cidade com partículas e tornando praças em carrosséis de trânsito. Muita coisa mudou desde então: primeiro, uma taxa de congestionamento foi introduzida em 2012 e, desde 2018, foram esquematizadas mais de 40 intervenções projetadas para desviar o tráfego e transformar as praças da cidade em espaços de relaxamento ao ar livre.

O plano “Piazze Aperte” (Praças Abertas) visa dar a cada bairro a sua própria praça para pedestres até 2030. Menos de cinco anos depois do início do programa, a cidade criou já 22 mil metros quadros de espaço para peões, transformando estacionamentos, em espaços animados, com calçadas coloridas, bancos e arbustos.

Nova Iorque: 34th Avenue em Jackson Heights

Desde 2020 que uma rua principal, num dos bairros com maior diversidade cultural de Nova Iorque, se transformou num corredor pedonal e num ponto de encontro da comunidade.

Cerca de 2,1 km da Avenida 34 em Jackson Heights, Queens, está fechada ao trânsito das 7h às 20h todos os dias. Crianças, famílias, idosos e todos os que habitam a cidade podem passear, andar de bicicleta e fazer várias atividades. A rua acolhe também a distribuição regular de alimentos e roupa, aulas de ginásio e inglês, aulas de arte, apresentações e eventos comunitários.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

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