• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Leonor Wicke

Era ‘job hugging’: 64% dos trabalhadores quer ficar nas empresas, mas 60% procura de oportunidades

27 Abril, 2026 by Leonor Wicke

Segundo o estudo, 64% dos trabalhadores pretendem permanecer na organização atual, mas esse número não significa fidelização: 60% continuam disponíveis para novas oportunidades. A tendência indica que a retenção pode ser mais aparente do que real, com profissionais a optarem por ficar por prudência, sem abdicar de procurar alternativas.

O estudo analisou mais de 13.900 trabalhadores em 19 países,

Do ‘Great Resignation’ ao ‘job hugging’

O job hugging surge como uma evolução da tendência conhecida como Great Resignation, que marcou os últimos anos com elevados níveis de mobilidade laboral.

Agora, o comportamento mudou. Como explica Daniela Lourenço, Brand Lead da Manpower: «O job hugging não é sinónimo de resignação. É uma resposta a um contexto de maior incerteza económica e tecnológica, em que a mudança deixou de ser apenas uma questão de ambição e passou também a ser uma decisão de risco.»

Este novo cenário traduz uma lealdade baseada na segurança, e não necessariamente na satisfação profissional.

Empresas enfrentam novo desafio na retenção de talento

Com trabalhadores a permanecerem por cautela, as empresas enfrentam um novo desafio: transformar permanência em compromisso real. «Para fidelizar os profissionais, as empresas precisam de lhes dar razões claras para querer ficar, respondendo às suas expectativas de desenvolvimento e evolução», acrescenta Daniela Lourenço.

Neste contexto, o ManpowerGroup identifica três prioridades estratégicas.

1. Transformar retenção em compromisso

Num cenário de permanência por segurança, as organizações devem apostar em engagement efetivo.

Isso implica:

  • Criar oportunidades de evolução interna;
  • Promover mobilidade dentro da empresa;
  • Desenvolver programas de rotação e projetos temporários.

Quando os colaboradores conseguem reinventar-se internamente, diminui a necessidade de procurar novas oportunidades fora da organização.

2. Fechar o gap de competências

O estudo revela um desalinhamento entre transformação tecnológica e desenvolvimento de competências.

Apesar da crescente adoção de inteligência artificial:

  • 56% dos trabalhadores não receberam formação recente;
  • 57% não tiveram acesso a mentoria.

Ao mesmo tempo, aumenta a incerteza sobre a capacidade de adaptação às novas exigências.

A aposta em formação – especialmente em IA e competências digitais – surge como essencial para:

  • Reforçar a confiança dos profissionais;
  • Aumentar a produtividade;
  • Evitar exclusão no mercado de trabalho.

3. Tornar a progressão interna mais clara

A transparência na evolução de carreira é outro fator crítico.

As empresas devem:

  • Comunicar planos de carreira claros;
  • Valorizar competências e não apenas funções;
  • Promover conversas estruturadas sobre desenvolvimento.

Este alinhamento permite transformar a permanência cautelosa em compromisso com crescimento interno.

Arquivado em:Internacional, Notícias

Três novos livros portugueses

27 Abril, 2026 by Leonor Wicke

Um é A Mente Criminosa de Paulo Finuras. Este docente do ISG tem desde há anos realizado uma obra consistente e valiosa, que nos alerta para a importância do ‘animal’ humano. Somos criaturas biológicas e a biologia conta. Neste caso, o autor traz-nos uma discussão sobre o crime e como o compreender, explorando diferentes literaturas, da criminologia à psicologia social. A biologia, lembra-nos Finuras, é mais que uma construção social.

Chega também Manual de corporate governance, de António Gomes Mota e Pedro Fontes Falcão, uma importante dupla de professores do ISCTE que tem publicado sobre este tema em importantes revistas, incluindo a prestigiada Harvard Business Review. Aqui trazem-nos uma abordagem empresarial deste tema. Porque em Portugal nem sempre (aliás, raramente) damos importância às questões da governança, este é um livro importante e oportuno.

Finalmente, noutro quadrante, Sérgio Azevedo publica O que sempre quis saber sobre música clássica e teve medo de perguntar. Fiz um curso sobre música clássica com este docente e é fácil gostar de música clássica com um guia tão apaixonado. Este livro é um cartão de admissão no mundo fascinante da clássica, e uma forma divertida de nos cultivarmos com gosto.

Estes livros não são bons por serem portugueses. São bons e são de autores de cá. Demos-lhes a atenção merecida. Vai compensar.

Arquivado em:Opinião

Pacote laboral chumbado pela UGT: tudo o que está em causa na nova lei do trabalho

27 Abril, 2026 by Leonor Wicke

As negociações do pacote laboral do Governo, conhecido como ‘Trabalho XXI’, já ultrapassam as 200 horas de negociação e estendem-se ao longo de nove meses, sem acordo à vista.

Esta proposta, uma das reformas mais abrangentes do Código do Trabalho em Portugal, visa alterar mais de 100 artigos da legislação laboral, com o objetivo de modernizar o mercado de trabalho e torná-lo mais competitivo.

O chumbo da UGT junta-se às críticas da CGTP, evidenciando a ausência de consenso sindical em torno da reforma. Por outro lado, as confederações patronais têm defendido a necessidade de avançar com as alterações, sublinhando o impacto na competitividade das empresas e na adaptação do mercado de trabalho.

UGT trava acordo e aponta linhas vermelhas

Apesar das várias versões do documento apresentadas desde julho de 2025, a UGT decidiu rejeitar a proposta final.

O líder da central sindical, Mário Mourão, afirmou que «agora a senhora ministra é que terá de decidir», deixando, no entanto, abertura para novas negociações, caso o Governo apresente uma proposta que permita aproximar posições.

Entre os principais pontos de bloqueio estão matérias como o outsourcing, o banco de horas, a organização do tempo de trabalho e, sobretudo, o regime de despedimentos.

O que é o pacote laboral?

O pacote laboral apresentado pelo Governo representa uma revisão profunda do Código do Trabalho, abrangendo áreas como:

  • Despedimentos;
  • Contratos a prazo;
  • Organização do tempo de trabalho;
  • Outsourcing e externalização de funções.

A ambição do Executivo liderado por Luís Montenegro é clara: adaptar a legislação a uma economia mais digital e flexível, respondendo também às necessidades das pequenas e médias empresas.

Segundo o Governo, estas mudanças são essenciais para aumentar a produtividade e a competitividade da economia portuguesa, historicamente abaixo da média europeia.

Despedimentos e reintegração: um dos pontos mais críticos

Um dos temas mais sensíveis da reforma é a possibilidade de alargar a todas as empresas o direito de pedir ao tribunal a dispensa de reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente.

Atualmente, esta possibilidade está limitada a microempresas e cargos de direção. A proposta do Governo mantém este alargamento, apesar da oposição da UGT, que considera esta medida uma linha vermelha.

Como contrapartida, o Executivo propõe aumentar a indemnização mínima de 30 para 45 dias de retribuição por cada ano de antiguidade, mantendo o limite máximo nos 60 dias.

Contratos a prazo com novos limites e fundamentos

O pacote laboral altera também o regime dos contratos a prazo:

  • Contratos a termo certo passam a poder durar até três anos;
  • Contratos a termo incerto até cinco anos.

Além disso, são introduzidos novos fundamentos para este tipo de contrato, incluindo situações de calamidade formalmente declarada, em linha com propostas defendidas pela Confederação Empresarial de Portugal.

No caso dos jovens, o Governo recua parcialmente e limita o regime a trabalhadores que nunca tenham tido qualquer contrato de trabalho, reduzindo o universo inicialmente previsto.

Banco de horas regressa com novo enquadramento

O banco de horas individual, eliminado em 2019, regressa sob a forma de ‘banco de horas por acordo’, exigindo consentimento direto entre trabalhador e empregador.

O regime mantém limites de:

  • Duas horas adicionais por dia;
  • 50 horas semanais;
  • 150 horas anuais.

Outsourcing e flexibilização após despedimentos

Outra alteração relevante diz respeito ao recurso a outsourcing após despedimentos coletivos ou por extinção do posto de trabalho.

Atualmente, as empresas estão impedidas de recorrer a externalização durante 12 meses. A proposta do Governo reduz esse período para seis meses e apenas para funções relacionadas com a atividade principal da empresa.

Direito a desligar e organização do tempo de trabalho

O pacote prevê também alterações ao chamado direito a desligar, permitindo comunicações fora do horário de trabalho desde que seja explicitado que não exigem resposta.

No que diz respeito à organização do tempo de trabalho, a jornada contínua passa a depender de acordo ou convenção coletiva, sendo aplicável a trabalhadores com responsabilidades familiares específicas.

Férias, formação e outras alterações

A proposta mais recente elimina alterações anteriores relacionadas com dias extra de férias, mantendo o regime atual.

Já na formação profissional, propõe-se:

  • 30 horas anuais nas microempresas;
  • 40 horas nas restantes empresas.

Outras medidas incluem alterações na renúncia a créditos laborais, que poderá passar a ser feita fora de tribunal em determinadas condições, e o alargamento do prazo da ACT para se pronunciar sobre mudanças de categoria.

O que se segue?

Com o impasse na Concertação Social, o Governo poderá optar por retomar negociações, reformular a proposta ou avançar com a legislação sem acordo.

Imagem: XXV Governo 

Arquivado em:Nacional, Notícias

Céline Abecassis-Moedas: «A longevidade só faz sentido se for vivida com propósito»

27 Abril, 2026 by Leonor Wicke

Aos 54 anos, Céline Abecassis-Moedas, olha para o futuro com uma convicção clara: viver mais só faz sentido se soubermos para quê. É professora da Universidade Católica Portuguesa, diretora do Center on Longevity Leadership e pró-reitora para Inovação e Empreendedorismo, com um percurso académico que não descura a estratégia empresarial. Tem dedicado o seu trabalho a uma das grandes questões do nosso tempo — como transformar a longevidade numa vantagem individual e coletiva.

Entre a reflexão sobre a condição humana, o impacto da inteligência artificial e o papel da liderança num mundo intergeracional, defende que aquilo que nos distingue não é apenas a capacidade de pensar, mas de criar relações, manter a curiosidade e aprender ao longo da vida. Para a próxima geração de líderes, aponta duas competências essenciais: espírito crítico e empatia, num tempo em que liderar implica compreender diferentes gerações e reconstruir confiança.

Céline é uma das Líderes em Destaque da edição nº33 da Revista Líder.

 

O que define a nossa Condição Humana?

A condição humana define-se pela capacidade de criar relações significativas e viver com propósito. Amar, cooperar e aprender continuamente. A curiosidade e a vontade de evoluir distinguem-nos. É essa combinação de vínculo, sentido e aprendizagem ao longo da vida que sustenta uma longevidade plena. 

 

Se vamos viver e trabalhar mais anos, como garantir que essa longevidade tenha sentido?

A longevidade só faz sentido se for vivida com propósito. Teremos carreiras mais longas e múltiplos ciclos profissionais, criando um novo capítulo entre trabalho e reforma. Mentoria, projetos, voluntariado e empreendedorismo sénior serão centrais numa sociedade que valoriza experiência e impacto. 

 

Tudo se tornou mais rápido graças à IA. Como encontra calma na sua rotina?

Procuro rituais de desaceleração: Pilates e Yoga, onde a respiração recentra; cinema, que convida à imersão; e leitura diária de ficção antes de dormir. São momentos de foco profundo que equilibram intensidade digital com presença e reflexão. 

 

A tecnologia está a unir talento intergeracional ou a criar novas formas de exclusão?

A tecnologia pode incluir ou excluir. A IA tende a amplificar enviesamentos existentes, como o idadismo, se não for bem desenhada. Mas também pode capacitar profissionais seniores e aproximar gerações. A diferença está na governança, ética e intencionalidade. 

 

Qual a capacidade humana que considera essencial na próxima geração de líderes?

Espírito crítico e empatia. Num mundo saturado de informação e manipulação, pensar de forma independente é vital. E, numa sociedade mais longeva, liderar exige empatia intergeracional, combate à solidão e capacidade de inspirar confiança e esperança no futuro. 

 

Organização: Universidade Católica Portugesa

Função: Professora, Diretora do Center on Longevity Leadership e Pro-Reitora para Inovação e Empreendedorismo

Idade: 54 

Educação Académica: Licenciatura em Economia e Gestão (École Normale Supérieure e La Sorbonne), Mestrado em Gestão (Université Paris Dauphine), Doutoramento em Estratégia Empresarial (École Polytechnique, Paris), International Director’s Program (Insead)

Tempo livre é para: Pilates, yoga, família, leitura, cinema, caminhadas e cappuccinos com amigos

Livros: Caroline Criado Perez, Mulheres Invisíveis: Expondo o viés de dados em um mundo projetado para homens, Chimamanda Ngozi Adichie. A Contagem dos Sonhos, Elif Shafak, A Ilha das Árvores Desaparecidas, Laura Carstensen, A Long Bright Future, Leila Slimani O País dos Outros

Podcasts: 4-Quarter Lives (Avivah Wittenberg-Cox), Working it (Financial Times), WorkLife with Adam Grant 

Viagem: Gosto de ir a Paris (a minha cidade) e continuar a descobrir a Asia

Líderes que a inspiram: Diane von Furstenberg, Hannah Arendt, Simone de Beauvoir e Simone Veil

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Nacional, Notícias

Estes são os países mais ricos do mundo em 2026 – e a Noruega lidera

25 Abril, 2026 by Leonor Wicke

O índice, que analisa 31 economias avançadas, mostra uma forte concentração de prosperidade na Europa e revela surpresas como a queda do Luxemburgo e a posição modesta dos Estados Unidos.

O estudo mede a prosperidade real dos países, avaliando não apenas a produção económica, mas também a qualidade de vida, a distribuição de rendimento e o impacto da riqueza no dia a dia das populações. O índice combina vários indicadores, como PIB, rendimento real, desenvolvimento humano, desigualdade e pobreza.

Ranking: os 20 países mais ricos do mundo em 2026

De acordo com o HelloSafe Prosperity Index 2026, estes são os países mais ricos do mundo, com base numa pontuação de prosperidade (0–100):

  1. Noruega — 77,65
  2. Irlanda — 75,06
  3. Luxemburgo — 74,39
  4. Suíça — 72,46
  5. Islândia — 72,23
  6. Singapura — 66,43
  7. Dinamarca — 65,78
  8. Países Baixos — 58,17
  9. Bélgica — 54,83
  10. Suécia — 54,62
  11. Qatar — 50,60
  12. Alemanha — 50,41
  13. Emirados Árabes Unidos — 50,22
  14. Finlândia — 49,13
  15. Austrália — 46,24
  16. Áustria — 43,46
  17. Estados Unidos — 43,39
  18. Canadá — 39,44
  19. República Checa — 38,49
  20. França — 38,12

Europa domina ranking global

O ranking evidencia uma forte concentração de riqueza no norte e oeste da Europa. Países nórdicos como Noruega, Islândia e Dinamarca destacam-se por combinarem desempenho económico com elevados níveis de desenvolvimento humano.

A Bélgica sobe posições graças a uma distribuição de rendimento mais equilibrada, enquanto países como Espanha e Estónia aparecem no final do ranking europeu, refletindo rendimentos mais baixos e maior pobreza relativa.

Estados Unidos e França ficam fora do topo

Apesar do peso económico global, os Estados Unidos aparecem apenas em 17.º lugar, refletindo níveis elevados de desigualdade e pobreza relativa.

A França fecha o top 20, com uma pontuação de 38,12, demonstrando um nível de prosperidade sólido, mas distante dos países do norte da Europa.

Porque é este ranking diferente?

Ao contrário dos rankings tradicionais baseados no PIB, este índice mede a prosperidade real através de cinco indicadores:

  • PIB per capita;
  • RNB per capita;
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH);
  • Desigualdade de rendimento;
  • Pobreza relativa.

Esta abordagem permite avaliar não apenas a riqueza económica, mas também como essa riqueza é distribuída e vivida pela população.

Limitações do índice

Apesar da análise abrangente, o estudo reconhece algumas limitações:

  • O PIB pode estar inflacionado em países como Irlanda ou Luxemburgo;
  • Alguns dados de desigualdade são desatualizados em certos países;
  • A pobreza é estimada em várias economias fora da OCDE;
  • As ponderações dos indicadores seguem critérios editoriais.

Ainda assim, o índice mantém consistência nos resultados, com o top 5 estável em diferentes cenários. O ranking de 2026 confirma uma tendência: os países mais ricos do mundo não são apenas os que produzem mais, mas os que conseguem transformar essa riqueza em qualidade de vida e coesão social.

Arquivado em:Internacional, Notícias

Rui Teles assume Vice-Presidência da Accenture em Portugal

24 Abril, 2026 by Leonor Wicke

Esta área estratégica da empresa reúne competências e serve clientes nos setores de telecomunicações, media e tecnologia, indústrias que se encontram no epicentro da aceleração digital e da transformação dos modelos de negócio.

Com 48 anos e licenciado em Informática e Gestão pelo ISCTE, Rui Teles conta com mais de duas décadas de experiência na Accenture. Durante este período, construiu um percurso sólido e diversificado nas áreas de tecnologia, transformação de negócio e serviços geridos.

Nos últimos anos, desempenhou o cargo de Data & AI Lead da Accenture em Portugal, onde se destacou pela liderança de equipas globais e multidisciplinares. A sua vasta experiência abrange o business process design, a estratégia tecnológica, a transformação de serviços de IT e a otimização da experiência do cliente, competências cruciais para o desenvolvimento e inovação no atual cenário tecnológico.

Rui Teles sublinha a importância da IA neste contexto: «A IA está a acelerar a transformação dos setores das telecomunicações e dos media. Nas telecomunicações, reforça a relevância dos operadores nas áreas de conetividade, de infraestrutura e de resiliência; nos media, torna ainda mais valiosos a credibilidade, a veracidade dos factos e o rigor jornalístico.»

Arquivado em:Notícias, Pessoas

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 18
  • Página 19
  • Página 20
  • Página 21
  • Página 22
  • Interim pages omitted …
  • Página 586
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.