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Marcelo Teixeira

Recomeço estratégico: 5 conselhos para reacender a energia das equipas após as férias

4 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Setembro chega sempre com o mesmo peso simbólico: o fim das férias, o regresso às rotinas e a necessidade de voltar a dar corpo às ambições que ficaram suspensas no verão. Para as empresas, este é o momento do recomeço estratégico. Uma oportunidade rara para redefinir prioridades, reforçar a motivação das equipas e preparar o terreno para o último trimestre do ano.

Num contexto em que se exige rapidez, visão e uma liderança cada vez mais humanizada, a rentrée empresarial não pode ser encarada como simples regresso ao expediente. É um ponto de viragem. É aqui que se decide se a energia das férias será desperdiçada na inércia ou transformada em combustível para o futuro.

O Clan, empresa de gestão de recursos humanos, reuniu cinco conselhos que podem ajudar líderes e gestores a transformar este regresso num impulso coletivo.

1. Fazer balanços e alinhar planos futuros

O fim do verão é o momento certo para parar e olhar para trás. Rever os últimos meses, perceber o que correu bem e o que pode ser corrigido antes do ano fechar. Mas não se trata apenas de um exercício de auditoria: é também um momento para celebrar conquistas, valorizar o esforço coletivo e alinhar objetivos que deem às equipas um horizonte claro até ao Ano Novo.

2. Organizar tarefas e prioridades

As caixas de entrada e os chats de equipa regressam sempre cheios após semanas de descanso. Aqui, o papel da liderança é determinante. Cabe ao líder separar o essencial do acessório, indicar prioridades e garantir que ninguém se perde no caos. Transparência é palavra de ordem: todos devem regressar sabendo quais são as decisões tomadas em sua ausência e de que forma podem retomar o fio ao trabalho com confiança.

3. Estimular a inovação e a criatividade

As férias são mais do que descanso: são também fonte de novas perspetivas. Uma viagem, um livro, um encontro inesperado podem gerar ideias frescas. O regresso é, por isso, terreno fértil para a criatividade. Promover sessões de brainstorming e abrir espaço a novas propostas ajuda a canalizar essa energia para os projetos em curso, ao mesmo tempo que suaviza a transição de volta à rotina.

4. Reforçar a coesão das equipas

Setembro também é reencontro. O regresso ao trabalho deve ser ocasião para fortalecer laços, criar momentos de partilha e cultivar um ambiente positivo. Um simples almoço de rentrée fora do escritório, onde se trocam histórias de férias e se alinham prioridades, pode ter um efeito surpreendente na união e na motivação das equipas.

5. Promover o bem-estar e a flexibilidade

Nem todos regressam com o mesmo ritmo. Para alguns, a adaptação é difícil. Por isso, cabe às lideranças criar condições para um retorno sem stress desnecessário. Horários mais flexíveis, possibilidade de teletrabalho nos primeiros dias e atenção ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional podem ser medidas simples, mas eficazes, para prolongar a energia positiva do verão.

Um regresso que prepara o futuro

O mês de setembro é mais do que uma data no calendário. É uma fronteira simbólica que separa o descanso do verão do esforço necessário para fechar o ano em força. Saber gerir este recomeço estratégico é um dos grandes testes de liderança: transformar o regresso numa oportunidade, não num peso.

Num tempo em que a gestão de pessoas exige cada vez mais visão e sensibilidade, a rentrée é, afinal, um palco perfeito para líderes que querem inspirar as suas equipas — não apenas a voltar ao trabalho, mas a acreditar que o melhor ainda está para vir.

Arquivado em:Corporate, Notícias

Filipa Martins distinguida como ‘Digital Transformation CEO of the Year 2025’

4 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Pelo segundo ano consecutivo, Filipa Martins, CEO da Edenred Portugal, foi distinguida com o prémio ‘Digital Transformation CEO of the Year’, atribuído no âmbito dos European CEO of the Year Awards 2025.

O galardão, promovido pela EU Business News, destaca os líderes empresariais europeus que se distinguem pela inovação, visão estratégica e impacto transformador nas suas organizações e setores de atividade.

 

Liderança na digitalização dos benefícios sociais

A distinção reflete o papel de Filipa Martins na transformação da Edenred Portugal, hoje uma plataforma multibenefício de referência no mercado nacional. Através das suas soluções digitais, a empresa conecta mais de 700 mil utilizadores, 20 mil empresas e 41 mil estabelecimentos parceiros, consolidando uma rede que alia conveniência tecnológica a valor social.

Sob a sua liderança, a Edenred tem vindo a redefinir o mercado dos benefícios extrassalariais, apostando em soluções digitais que simplificam o dia a dia das organizações e melhoram a qualidade de vida dos colaboradores.

 

«Prémio é fruto de um esforço coletivo»

Na reação à distinção, Filipa Martins sublinhou o caráter coletivo da conquista:

«É um enorme orgulho estar à frente de uma organização como a Edenred Portugal, cuja visão e compromisso estão profundamente alinhados com o meu propósito. Na Edenred, inovamos para melhorar a qualidade de vida das pessoas, simplificar o dia a dia das organizações e, acima de tudo, criar valor para a sociedade. Este prémio reflete o esforço coletivo de uma equipa que trabalha com paixão e dedicação, e é a eles que dedico esta conquista.»

 

Consolidação de uma referência

Com este novo reconhecimento, Filipa Martins reforça a sua posição como uma das vozes mais influentes da transformação digital em Portugal. Ao mesmo tempo, a Edenred consolida a sua imagem como líder de inovação e excelência empresarial no setor dos benefícios sociais, assumindo-se como protagonista de um futuro cada vez mais digital e centrado nas pessoas.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Economia global supera expectativas com resiliência europeia

3 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A economia mundial tem mostrado resiliência face à incerteza política e ao impacto das tarifas comerciais, contrariando as expectativas mais pessimistas. Apesar disso, os mercados podem estar demasiado confiantes numa rápida descida das taxas de juro, alerta a mais recente análise de economistas da casa de investimento Schroders.

Crescimento acima das previsões

A atividade global manteve-se sólida no primeiro semestre, apesar das tensões comerciais, e deverá acelerar nos próximos meses com condições financeiras mais favoráveis. A Schroders mantém a previsão de um crescimento mundial de 2,5% em 2025 e 2,6% em 2026, acima do consenso de mercado.

Nos Estados Unidos, a economia continua robusta, suportada por um mercado laboral resiliente e consumo forte. Este cenário, aliado a pressões inflacionistas persistentes, torna improvável que a Reserva Federal avance já em 2025 com os cortes de juros que os investidores antecipam. A Schroders prevê que o primeiro movimento de descida só ocorra em 2026, sob pena de uma redução prematura alimentar uma inflação mais rígida.

Europa, China e países emergentes

Na zona euro, a assinatura do acordo comercial com os EUA e a combinação de estímulos fiscais e monetários sustentam uma recuperação cíclica. Porém, esse mesmo dinamismo pode significar o fim do ciclo de cortes de taxas do Banco Central Europeu.

No Reino Unido, a estagnação económica, combinada com pressões inflacionistas, deverá manter a inflação acima dos 3% até meados de 2026. A Schroders antecipa que a taxa diretora do Banco de Inglaterra se mantenha nos 4% por um período prolongado, salvo uma deterioração mais marcada no mercado de trabalho.

A economia chinesa mantém-se condicionada pela crise no setor imobiliário e pela ameaça de deflação. Apesar de um arranque positivo em 2025, impulsionado pelas exportações, os sinais de arrefecimento em julho indicam que o crescimento será cada vez mais difícil de sustentar.

O cenário é mais positivo para outras economias emergentes. A valorização das moedas e a queda da inflação abriram espaço para cortes de juros, que deverão impulsionar a procura interna em 2026. A Índia já iniciou esse ciclo de descida, enquanto o Brasil poderá começar a aliviar a política monetária ainda este ano.

Em suma, a economia global supera expectativas com a Europa resiliente.

Arquivado em:Economia, Notícias

Aumentos salariais estabilizam em Portugal, mas empresas reforçam retenção de talento

3 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Os aumentos salariais em Portugal deverão manter-se estáveis em 2026, com as empresas a preverem uma média de 3,4%, em linha com os valores registados este ano. A conclusão é do Salary Budget Planning Report da consultora WTW, que auscultou 360 organizações no país.

Orçamentos salariais mantêm-se estáveis

Mais de metade das empresas (56%) não registou alterações nos orçamentos face às projeções anteriores. Entre as que ajustaram as previsões, os principais fatores foram: recessão prevista ou resultados financeiros mais fracos (35%); aumento dos custos operacionais (32%); pressão da inflação (23%); escassez de recursos (19%).

Apesar da estabilidade global, a distribuição dos aumentos tornou-se mais seletiva. «As empresas estão a ser mais criteriosas na forma como alocam os aumentos salariais e na definição dos objetivos estratégicos» sublinha Sandra Bento, Associate Director de Work & Rewards da WTW.

Retenção de talento melhora ligeiramente

A rotação voluntária situa-se nos 5,3% e a involuntária nos 4,9%. Ainda assim, verifica-se uma ligeira melhoria na retenção: a percentagem de empregadores que afirmam não enfrentar dificuldades passou de 18% em 2024 para 25% em 2025.  Além disso, há algumas estratégias além do salário. Entre as medidas mais comuns para apoiar os trabalhadores destacam-se: reforço da experiência do colaborador (49%); aposta na diversidade e inclusão (46%); alterações nos benefícios de saúde e bem-estar (45%); maior flexibilidade laboral.

Assim, algumas empresas recorrem a ajustes na remuneração: revisões salariais globais (26%), aumentos dirigidos a grupos específicos (24%), contratação com salários mais elevados (21%) e subida dos salários de entrada (20%).

Contudo, apesar da legislação em vigor, apenas 6,5% das empresas colocam a equidade salarial como prioridade nos seus programas de compensação.

O inquérito da WTW foi realizado entre abril e junho de 2025, com cerca de 29 mil respostas em 155 países.

Arquivado em:Corporate, Notícias

Guia da Transparência Salarial: como atrair talento e construir confiança

2 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A transparência salarial deixou de ser um mero cumprimento de normas. É hoje um imperativo estratégico: ajuda as organizações a atrair e a reter talento de topo. Promover a justiça e a abertura na política de compensação cria confiança entre a força de trabalho, eleva a satisfação e reduz a rotatividade.

Fazer isto corretamente exige partilhar abertamente informações sobre estruturas salariais, intervalos de remuneração e critérios para aumentos e promoções.

Explore este guia elaborado pela Korn Ferry sobre transparência salarial para perceber como reforçar a confiança, promover a justiça e atrair os melhores profissionais através de práticas consistentes e abertas de compensação.

Benefícios imediatos:

  • Confiança reforçada – quando os colaboradores compreendem como são tomadas as decisões salariais, acreditam mais na justiça da compensação. Esse clima de respeito e valorização fortalece a relação com gestores e líderes.
  • Maior moral e motivação – trabalhadores que se sentem valorizados são mais produtivos. Saber exatamente o que é necessário para ganhar mais motiva a melhorar desempenho e reduz incertezas.
  • Atração de talento de qualidade – num mercado competitivo, candidatos procuram empresas claras e honestas. A transparência é um diferencial poderoso.
  • Competitividade no mercado – organizações vistas como líderes em práticas justas fortalecem a marca, retêm mais colaboradores e reduzem custos com substituições. Além disso, ficam à frente das regulações emergentes, evitando multas e problemas legais.

Transparência salarial: confiança desde o início

Implementar uma política salarial sólida exige atenção aos momentos em que a confiança é mais testada, desde o recrutamento inicial até às promoções internas. Durante a contratação, apresentar intervalos salariais, processos de revisão e pacotes de compensação cria expectativas claras, demonstra respeito pelos candidatos, reduz mal-entendidos futuros e estabelece motivação desde o primeiro dia. Nas avaliações de desempenho, a clareza em torno de aumentos e progressões de carreira é vital para manter a confiança. Os gestores devem explicar criteriosamente os bónus e salários, ligando-os ao desempenho individual, reforçando a ideia de mérito e evitando favoritismos. Nas promoções internas, quando os critérios e faixas salariais são transparentes, os colaboradores percebem que jogam num campo nivelado. Saber o que é necessário para subir na carreira motiva e dá sentido ao esforço diário.

Desafios e reações internas

A abertura salarial nem sempre é linear e pode gerar reações inesperadas. Alguns colaboradores sentir-se-ão valorizados, enquanto outros poderão sentir-se injustiçados ao descobrir que ganham menos que colegas. A chave está na educação e comunicação: explicar como são tomadas as decisões, quais os critérios e quais os passos para progredir. Fóruns abertos, sessões de perguntas e respostas e atualizações regulares ajudam a criar respeito e compreensão. Muitos gestores receiam que a concorrência tenha acesso a informação sensível, mas divulgar intervalos salariais pode, na verdade, ser uma vantagem competitiva. Quando combinada com cultura organizacional, oportunidades de crescimento e benefícios claros, a transparência transforma-se num trunfo.

Cumprimento legal e melhores práticas

As leis de divulgação salarial diferem de país para país e mudam rapidamente, como demonstra a Diretiva Europeia da Transparência Salarial. Estar atualizado evita riscos e penalizações, exigindo monitorização constante e, muitas vezes, o apoio de especialistas jurídicos. Para além do cumprimento legal, é fundamental integrar a transparência na proposta de valor do colaborador, comunicando-a em anúncios de recrutamento, processos de integração e comunicações internas. Realizar análises salariais regulares, cruzando dados internos com benchmarks de mercado, permite corrigir discrepâncias e apresentar resultados à gestão com recomendações práticas. Definir uma filosofia de compensação clara, estabelecer bandas salariais por função, incluir intervalos salariais em todas as ofertas e formar gestores em práticas consistentes garante decisões justas e comunicação confiante.

O futuro da transparência salarial

Criar critérios uniformes para avaliações de desempenho e aumentos elimina favoritismos e inconsistências, enquanto a revisão periódica dos intervalos salariais mantém os salários competitivos. Reforçar a compreensão de benefícios e implementar programas de recompensas totais, que combinam salário, bónus, seguros, programas de bem-estar, reconhecimento e desenvolvimento, cria equilíbrio entre justiça para os colaboradores e sustentabilidade para a empresa.

Adotar a transparência salarial é, acima de tudo, construir uma cultura de confiança, equidade e crescimento sustentável. Empresas que liderarem esta mudança terão mais talento, maior lealdade e menos custos escondidos. Num mundo em que a dignidade pesa tanto quanto o ordenado, a transparência deixou de ser opção. É estratégia, é cultura, é vantagem. Em suma, a transparência aumenta confiança, satisfação e retenção; deve ser implementada desde o recrutamento até às promoções internas; e as melhores práticas incluem definir filosofias claras, formar gestores e rever intervalos salariais regularmente.

Arquivado em:Corporate, Notícias

Energia e Infraestruturas são os trunfos da Europa na era da IA

2 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A inteligência artificial transformou-se no motor de crescimento mais poderoso de Wall Street. Desde que o ChatGPT foi lançado, em outubro de 2022, o índice Nasdaq 100 não parou de escalar, superando todos os rivais globais. A Nvidia tornou-se o emblema dessa corrida: as suas ações subiram 1.000% em apenas três anos, enquanto outras gigantes, como a Meta, também aproveitaram o embalo. Assim, energia e infraestruturas são os trunfos da Europa

Contudo, a maré não avançou com a mesma intensidade. E é precisamente neste contraste que surge uma oportunidade. O continente não precisa de imitar Silicon Valley. Pelo contrário, pode afirmar-se na era da IA através de setores menos mediáticos, mas absolutamente essenciais: energia, infraestruturas e serviços.

Por detrás de cada pergunta feita ao ChatGPT ou de cada imagem gerada por um modelo de IA, existe um consumo brutal de recursos. Centros de dados do tamanho de estádios de futebol exigem refrigeração avançada, redes elétricas estáveis e gigawatts de eletricidade renovável. Sem estas bases, nenhum algoritmo sobrevive.

É aqui que a Europa pode ganhar vantagem. O continente possui capacidade renovável significativa, ideal para sustentar a nova geração de centros de dados. Além disso, conta com construtoras que erguem infraestruturas críticas, engenharias que automatizam processos industriais e tecnológicas que fornecem software estratégico e semicondutores. Em conjunto, estas peças constroem uma cadeia de valor capaz de tornar a Europa indispensável no futuro digital.

Ao mesmo tempo, é importante lembrar que a revolução da IA não depende apenas de chips. Requer eletricidade em abundância, espaço físico adaptado e soluções de eficiência que mantenham os sistemas a funcionar sem falhas. Nesse terreno, os investidores não precisam de atravessar o Atlântico: há várias empresas cotadas em bolsas europeias que oferecem exposição direta a esta tendência global.

Energia sustentável, infraestruturas e centros de dados

No fim, cada setor cumpre um papel específico. Juntos, desenham um panorama claro: a Europa pode não estar na linha da frente do software, mas tem nas mãos o que garante que essa corrida continue. Energia, infraestruturas e inovação industrial são os trunfos que podem transformar o continente de seguidor em protagonista na era da inteligência artificial.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

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