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Marcelo Teixeira

Tecelãs da vida, as abelhas geram entre 11 e 15 mil toneladas de mel em Portugal

28 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

Tecelãs da vida, as abelhas desempenham um papel fundamental para o equilíbrio dos ecossistemas e da biodiversidade. Sobre essa dança colorida, já no século IV a.C Aristóteles descrevera as abelhas como animais altamente organizados e políticos, que coletam mel de fontes externas e que vivem em comunidades estruturadas (História dos animais). Hoje, a partir do néctar das flores e das plantas, há desafios pela frente num comércio de toneladas e muitos milhões.

Segundo dados de um relatório da Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) são produzidas anualmente em Portugal entre 11 e 15 mil toneladas de mel. Um volume de negócios que ronda os 100 milhões de euros. Mas estas quantidades podem ser condicionadas por diversos fatores.

Por exemplo, no documento da FNAP ficou demonstrado que os anos de 2022 e 2023 foram maus para o setor devido à seca extrema que assolava o país. Para este ano, as previsões são mais animadoras. Numa entrevista concedida em maio ao jornal de Negócios, Paulo Casaca, secretário-geral da FNAP, previu 2024 «um ano bom para a produção de mel a nível nacional».

O mel na União Europeia

No que diz respeito à União Europeia estima-se ser o segundo maior produtor de mel do mundo, apontam dados do Eurostat. Todos os anos, 600 000 apicultores e 17 milhões de colmeias produzem cerca de 250 mil toneladas de mel. No entanto, a produção não satisfaz a procura interna.

Os estados membro da UE compraram 163.700 toneladas de mel a países terceiros no ano passado, num total de 359,3 milhões de euros. Mais de um terço desse mel é adquirido à China. Quanto às exportações, a UE vendeu a mercados externos 24.900 toneladas, num valor de 146 milhões de euros, sendo o Reino Unido o maior destinatário.

Quando comparado com os outros produtores estrangeiros, os apicultores europeus enfrentam custos de produção relativamente elevados. O preço médio do produto exportado também é mais elevado que a média do preço do mel importado. Em 2017, o quilo de mel importado custava em média 2,23 euros. Já o quilo de mel exportado para países terceiros valia em média 5,69 euros. Portugal é o quinto país da UE que mais importa mel e está entre os dez primeiros no que toca à exportação.

Desafios em marcha de um alimento ancestral

A Associação Europeia de Apicultura (EBA) divulgou recentemente um comunicado que dá conta de 50% do mel presente no mercado europeu ser fraudulento. A semana passada, em Espanha, foi detectada uma espécie de vespa ainda mais prejudicial que a asiática, pôde-se ler em vários jornais nacionais. Para ajudar os profissionais da área a combaterem as dificuldades, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) criou um mecanismo com apoios e diretivas para o setor.

O Programa nacional de apoios à apicultura, para o quinquénio 2023-2027, está assente no Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), o qual inclui os dois fundos agrícolas da PAC. O Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER).

Os horizontes passam pela modernização do setor através da promoção e da partilha de conhecimentos. Consubstancia-se pela inovação e a digitalização na agricultura e nas zonas rurais, fornecendo meios para um avanço tecnológico conjunto e eficaz.

Também alude à contribuição para travar e inverter a perda de biodiversidade. Outro aspeto determinante será o reforço da orientação para o mercado e aumento da competitividade das explorações agrícolas. Por último, o melhoramento da resposta dada pela agricultura às exigências da sociedade no domínio da alimentação e da saúde.

Para a Organização Mundial de Saúde são mais de 70 as propriedades encontradas no mel e que são importantes para o organismo dos seres humanos. Para os consumidores é um néctar ancestral e a cura para algumas maleitas. Para os mais de 12 mil apicultores portugueses é o seu sustento e uma forma de vida.  Além disso, são as abelhas que conectam o céu e a terra, nutrindo a biodiversidade e garantindo a renovação do ciclo vital.

 

Arquivado em:Economia, Notícias, Sustentabilidade

Mais de um terço dos europeus deseja comprar o primeiro automóvel elétrico

27 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

Mais de um terço (38%) dos compradores de veículos de luxo considera adquirir o primeiro automóvel elétrico nos próximos 12 meses.

Segundo o estudo “Europe’s High-End Buyers Rethink EV Ownership”, realizado pela Boston Consulting Group (BCG), esta intenção de compra revela uma oportunidade de recuperação de mercado para os fabricantes europeus de veículos elétricos, sobretudo nos segmentos topo de gama, premium plus e de luxo.

Embora as vendas de veículos elétricos premium tenham diminuído de 22% para 19% entre 2022 e 2023, surge uma nova vaga de compradores qualificados, urbanos e jovens. Este público procura cada vez mais conciliar a sustentabilidade, sem recorrer a combustíveis fósseis, encontrando opções no mercado que também se caracterizem pela qualidade de construção e atenção ao detalhe.

Os principais desafios para o setor da indústria automóvel europeia passa por melhorar a experiência de carregamento, alcançar uma autonomia mais duradoura das baterias, e combater a desvalorização e os custos de manutenção dos carros elétricos. A nova onda de compradores de veículos topo de gama valoriza a experiência digital e exige um acompanhamento personalizado das marcas.

 

Estratégias para os fabricantes europeus

A BCG recomenda cinco estratégias para os fabricantes europeus: ajustar produtos às expectativas, educar o público sobre as inovações, facilitar o acesso à marca, apoiar a revenda, e melhorar a experiência pós-venda com serviços personalizados. Atender a esses requisitos pode reforçar a competitividade dos fabricantes europeus no mercado de veículos elétricos de luxo.

O mercado europeu desta gama ainda está em crescimento, mas há margem para os fabricantes aproveitarem a nova vaga de consumidores de topo de gama para se destacarem e ganharem competitividade. Aqueles que conseguirem responder às exigências destes compradores estarão em melhor posição para competir num mercado dinâmico em expansão.

O estudo está disponível na íntegra aqui.

Arquivado em:Economia, Notícias, Sustentabilidade

Agricultores podem ser «heróis» climáticos

26 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

Devido a catástrofes, nos últimos 30 anos, perderam-se cerca de 3,6 mil milhões de euros em colheitas e gado. O equivalente a 118 mil milhões de euros por ano. Os agricultores, dos mais prejudicados com os impactes negativos das alterações climáticas, desesperam com a situação e as populações sofrem com a escassez de alimentos. Agora, os que trabalham a terra podem ser heróis.

A causa para isso é o The Baku Harmoniya Climate Initiative for Farmers, uma nova rede de partilha de experiências e de facilitação de financiamento e colaboração na agricultura, nomeadamente através da capacitação das comunidades e das mulheres nas zonas rurais.

Esta foi considerada uma das ‘iniciativas mais interessantes’ da COP29, a reunião global do Clima que teve lugar em Baku, Azerbeijão, e onde os países mais pobres lamentaram as verbas anunciadas para o combate às alterações climáticas. Apesar da indignação de alguns, houve progressos.

 

The Baku Harmoniya Climate Initiative for Farmers: oportunidade única

Dados do World Economic Forum mostram que no período de 2008 a 2018 as perdas agrícolas causadas por acidentes naturais, nos países de baixa e média renda, atingiram cerca de 6,9 biliões de quilocalorias por ano. É o mesmo que faltar comida a 7 milhões de adultos.  Além disso, o crescimento demográfico contrasta com a diminuição de produtos alimentares disponíveis para as populações.

Na Ásia, por exemplo, a produção de arroz cairá 50% até ao final do século, enquanto a sua população se manterá praticamente inalterada. Outros números, retirados do World Economic Forum, mostram que as populações de alguns dos países mais pobres e com maior insegurança alimentar sejam as que mais crescerão até 2050. Na América Latina e nas Caraíbas, por exemplo, a perda foi de 975 calorias por dia, ou seja, 40% da dose diária recomendada para um adulto.

No que diz respeito à agropecuária, o The Baku Harmoniya Climate Initiative for Farmers foi criado com o objetivo de ser uma rede de partilha de experiências, identificando sinergias e lacunas. A sua função também é facilitar o financiamento e promover a colaboração na agricultura, nomeadamente através da capacitação das comunidades e das mulheres nas zonas rurais.

Kaveh Zahedi, Diretor do Gabinete da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) para as Alterações Climáticas, Biodiversidade e Ambiente, descreveu a iniciativa como «uma das mais interessantes a ser lançada na COP29», sendo capaz de representar «uma oportunidade sem paralelo para impulsionar coletivamente soluções climáticas através dos sistemas agroalimentares».

Um dos pontos altos da iniciativa passa por formar agricultores em técnicas sustentáveis, tornando-os em catalisadores de mudança comunitária. Além disso, os olhos estão virados para grupos historicamente excluídos das soluções climáticas. As mulheres, os jovens e os agricultores indígenas, que constituem uma parte significativa da mão de obra agrícola e têm conhecimentos locais inestimáveis, vão ter acesso a programas agrícolas de acordo as suas necessidades. Segundo Zahedi, com a devida ajuda, «agricultores podem ser heróis climáticos». 

Para a sustentabilidade ser alcançada, terão de ser catalisados investimentos de sectores públicos e privados, atraindo os recursos necessários para reforçar os sistemas agroalimentares. Essa ligação entre financiadores, organizações não governamentais, governos locais e organizações internacionais será determinante para encontrar soluções transversais e do interesse de todos.

Fotografia: cop29.az

Arquivado em:Clima, Notícias, Sustentabilidade

Depois das raquetes, Nadal agarra novos projetos e negócios

25 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

O sangue maiorquino corre-lhe nas veias, mas Rafael Nadal Parera pertence ao mundo. À volta do globo, o espanhol brilhou em 22 Grand Slams, ganhou 92 títulos ATP, e arrecadou 14 troféus em Roland-Garros. Segurou sempre a raquete com adorno e a força das suas pancadas deram-lhe o estatuto de gigante. Pelo caminho, assinou contratos com empresas espalhadas pelo mundo. Cresceram em conjunto e deixaram marcas nas enciclopédias do desporto. Terminou a semana passada, aos 38 anos, a carreira de uma lenda.

Há atletas que mudam a história do desporto. Normalmente, são aqueles que transpiram lágrimas, que deixam a pele em campo e que se superam a eles próprios. Nadal é feito dessa casta. Soube sempre dizer não ao que era devido. Não ao cansaço. Não a desistir. Não à derrota. Com os atributos técnicos aliados ao carisma, seduziu desde cedo patrocinadores.

O caso mais marcante é o da Nike, com quem Nadal assinou o seu primeiro contrato aos 13 anos de idade. A empresa norte-americana vestiu-o durante toda a sua carreira e, em 2018, anunciou a sua última extensão em troca de dez milhões de dólares garantidos.

O reconhecimento da marca é perentório. Na sua última atuação no court, durante a Taça Davis em Málaga, a Nike mudou até o seu emblemático logótipo, o “Swoosh”, pelo símbolo de um touro, figura icónica associada ao tenista.

O rei da terra batida, onde somou o maior número de títulos (63), ajudou os patrocinadores a ganharem visibilidade. Exemplo disso é a fabricante automóvel de origem sul-coreana, KIA, que nomeou Nadal embaixador mundial em 2006 e com quem o espanhol tinha, inicialmente, um contrato até 2025. Durante este período, o preço das ações da Kia também registou uma subida vertiginosa, valorizando-se em mais de 400%. Mais recentemente, Nadal renovou ainda os seus compromissos com várias das maiores empresas espanholas, como é o caso do banco Santander e da Telefónica.

 

O adeus do tenista ao público, na Copa Davis, em Málaga, o seu último torneio. Fonte: Instagram Rafael Nadal

 

O futuro financeiro de Nadal

Rafael Nadal e o grupo hoteleiro Meliá assinaram uma aliança em que acordaram abrir novos hotéis em conjunto. A lenda espanhola também está a investir no setor imobiliário. Inclusivamente, criou uma empresa imobiliária, chamada Palya Invest, com a qual planeia investir mais de 200 milhões de euros na construção de casas de luxo na Costa del Sol.

Nos últimos anos, Nadal tem também estado intimamente ligado ao setor hoteleiro, que é fundamental para a sua carteira de investimentos. É coproprietário da Tatel, uma cadeia de restaurantes de luxo com filiais em Madrid, Ibiza, Miami e Beverly Hills. Por último, existe a Academia Rafa Nadal, um centro educativo e desportivo de renome mundial, inaugurado em 2016.

Rafael Nadal manteve-se no top 10 do ténis mais de 900 semanas consecutivas, disputando no total de 1308 partidas ao longo do percurso desportivo. Canhoto por opção, é destro no dia-a-dia. Lutador nato, homem de família, foi sempre um exemplo de cavalheirismo no court. Nunca partiu uma raquete ao longo de duas décadas.

Além disso, também é craque fora dos campos. Nadal ajudou a população maiorquina aquando das cheias de 2018, tendo sido mais um a limpar lama das ruas. Na despedida emocionada, considerou-se «um sortudo» por ter conseguido perseguir os sonhos. Demonstração clara da humildade de uma lenda que vai deixar saudades.

 

Imagem destaque: Instagram Rafael Nadal

Arquivado em:Desporto, Economia, Notícias

Seis em 10 colaboradores em Portugal sentem-se confiantes no futuro da sua empresa

25 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

Mais de seis em cada dez colaboradores em Portugal sentem-se motivados no trabalho e confiantes no futuro.  Também acreditam ter as ferramentas certas para realizarem o trabalho. Já em comparação com a realidade europeia, os portugueses apontam a necessidade de melhorias na eficácia com que o trabalho é organizado. Acrescenta-se ainda terem mais incertezas sobre as decisões da direção e a eficácia na gestão das empresas.

São metade (50%) os portugueses que olham para a empresa como uma organização bem gerida e corretamente administrada, valor abaixo dos 54% dos congéneres europeus. Quando questionados se a liderança se esforça por obter contributos, ideias e opiniões dos colaboradores, 51% dos inquiridos nacionais concordam com essa afirmação, perante 54% dos europeus.

Mais de metade (61%) dos inquiridos em Portugal considera que os líderes promovem a comunicação de informações importantes, mesmo que se trate de más notícias. E sobre o futuro, os colaboradores portugueses revelam-se confiantes (78%) e em linha com o valor registado na Europa (76%).

O estudo “Norms Insights 2024” apresenta um conjunto de resultados sobre dinâmicas laborais. Foram ouvidas 956 empresas e 8,4 milhões de colaboradores, sendo apresentada uma análise comparativa das perceções dos colaboradores portugueses face aos europeus em vários subtemas: cultura e liderança; confiança no futuro, relação com as chefias;  cooperação; remuneração e benefícios; diversidade e inclusão e bem-estar dos colaboradores, eficiência operacional; são algumas delas.

Analisando o tópico da eficiência operacional, 69% dos colaboradores portugueses dizem sentir que dispõem das ferramentas e recursos adequados para fazer o seu trabalho corretamente (69% na Europa). Embora apenas
51% dos inquiridos em Portugal considere o trabalho bem organizado no seu local de trabalho (53% na Europa).

 

Apenas 31% dos portugueses considera ser remunerado de forma justa

Quanto à remuneração e benefícios, os colaboradores nacionais são mais favoráveis à remuneração por desempenho (43%) e ao seu pacote de benefícios (68%) do que os seus colegas europeus (41% e 64%, respetivamente). Apesar disso, existe uma grande diferença em termos de remuneração justa: apenas 31% dos portugueses considera que é remunerado de forma justa, face aos 49% de congéneres europeus.

Na relação com as chefias, os portugueses são ligeiramente menos positivos em relação aos seus gestores do que os outros europeus. 71% dos inquiridos em Portugal indica que o seu líder direto dá feedback que ajuda a melhorar o desempenho (72% na Europa). Valor que desce para 68% quando se trata de avaliar se tem apoio no seu desenvolvimento profissional (70% na Europa). Nota para o facto de 73% dos inquiridos nacionais indicarem que podem exprimir as suas ideias e opiniões sem receio de consequências negativas, valor acima do registado na Europa (67%).

Os portugueses têm opiniões diferentes entre a cooperação na empresa (74%) e a sinergia entre diferentes departamentos (50%), e estão ambas abaixo das pontuações da Europa (77% e 55%). Por sua vez, os colaboradores nacionais sentem-se mais capacitados (75%) do que os seus colegas europeus (72%). .

No que diz respeito ao desenvolvimento da carreira, em comparação com a Europa (77%), os colaboradores em Portugal são mais negativos (72%) quanto à utilização das suas competências e potencialidades profissionais.  Mesmo assim estão mais satisfeitos com os seus percursos (56% face a 52% na Europa) e objetivos de carreira (60% face a 58% da Europa).

 

Portugal está abaixo da norma europeia no que respeita a tratar as pessoas de forma justa

No que concerne à Diversidade, Equidade e Inclusão, Portugal está abaixo da norma europeia no que respeita a tratar as pessoas de forma justa (76% face a 80% na Europa). No que toca a proporcionar um local de trabalho sem discriminação  também cede para a Europa (76% face a 83%).

Na componente de bem-estar dos colaboradores, Portugal está ligeiramente acima da Europa em termos de equilíbrio trabalho/vida pessoal (67% face a 66% na Europa) e carga de trabalho (64% face a 62% na Europa). Está, no entanto, ligeiramente abaixo em termos de stress no trabalho (69% face a 71% na Europa) e de preocupação da empresa com o bem-estar dos seus colaboradores (54% face a 56% na Europa).

 

Arquivado em:Corporate, Gestão de Pessoas, Notícias, Trabalho

Ausências, impasse ecológico e cabeças de dinossauro: eis o que se passou na Cop29

22 Novembro, 2024 by Marcelo Teixeira

A COP29 começou com ambiente de desconfiança. Os principais líderes mundiais, dos países que mais poluem, não quiseram viajar até Baku, Azerbaijão, onde termina hoje a 29ª cimeira pelo clima das Nações Unidas. A ausência de Joe Biden, Vladimir Putin, Xi Jinping ou até mesmo de Ursula Von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, não foi indiferente e o resultado está à vista. Discórdias e impasse ecológico, enquanto o planeta precisa de respostas e  soluções.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, não teve quaisquer dúvidas em afirmar, logo na primeira semana do evento, que os «ricos causam o problema e os pobres pagam o preço mais alto». Basta relembrar a Cop27 que destacou o Chade, a Somália e a Síria como os países mais vulneráveis às mudanças climáticas. Nesse sentido, a atribuição de um montante para defender estes e outros territórios da destruição ambiental continua sem acordo. 

Adonia Ayebare, representante do Uganda e que preside o grupo G77 + China, formado por países em desenvolvimento, disse à agência de informação Reuters existir um sentimento de «frustração». A expetativa era que as nações ricas fornecessem 1,2 milhão de milhões de euros por ano, até 2030, em financiamento público para o clima. Porém, rumores do que se tem passado nos bastidores da cimeira, avançados pela Reuters, apontam que a União Europeia tem em mente uma proposta mais baixa, entre 190 e 280 biliões de euros.

Números informais e que já foram desmentidos pela instituição. Ainda de acordo com a Reuters, o comissário climático da UE, Wopke Hoekstra, justifica que o bloco não está disposto a falar sobre o valor até que tenha mais detalhes estruturais, comparando o momento a um «cesto de compras com um preço sem se saber o que está lá dentro». 

 

Cabeças de dinossauro para quem não tem ambições ecológicas 

A passividade dos encontros também foi posta em xeque pelas organizações ambientalistas. Ainda sem um valor para o “Novo Objetivo Coletivo Quantificado” (NCQG), nome dado ao documento que será a bússola da transição ecológica, os ativistas presentes na conferência das Nações Unidas atribuíram esta quarta-feira à UE o “fóssil do dia”, um prémio satírico que censura o desempenho europeu. Os ambientalistas, agrupados na “Climate Action Network” (CAN, uma rede internacional que junta quase 2.000 organizações), atribuem os “galardões” em cada cimeira climática da ONU. Com os “fósseis do dia”, que têm a forma de uma cabeça de dinossauro, visam os países ou entidades que, na sua opinião, não estão a mostrar ambição nas negociações da transição climática. 

Apesar das incertezas, Wopke Hoekstra convergiu com os ambientalistas sobre alguns assuntos. Em conferência de imprensa, considerou, na quarta-feira, o projeto de acordo final «inaceitável» e «insuficientemente ambicioso em matéria de redução dos gases com efeito de estufa», muito devido à oposição dos países produtores de petróleo. Destaque para a presença recorde de pelo menos 1.773 representantes do lobby e indústria petrolífera nesta cimeira.  

 

Apesar das divisões, já há acordos com olhos no futuro 

Centrais a carvão – Mesmo numa senda de divisões e discórdias, há acordos com olhos no futuro. Sobre o carvão, 25 países, a maioria deles ricos, comprometeram-se, nesta quarta-feira, a não inaugurar mais centrais a carvão sem sistemas de captura de CO2. O Reino Unido, que acaba de fechar a sua última central a carvão, Canadá, França, Alemanha e Austrália, um grande produtor de carvão, assinaram esse apelo voluntário durante a conferência da ONU sobre o clima em Baku. China, Índia e Estados Unidos não apoiaram a iniciativa.   

Combustíveis Fósseis – Também houve progressos sobre a eliminação dos combustíveis fósseis. Reino Unido, Colômbia e Nova Zelândia anunciaram a adesão à Coalizão Internacional para a Eliminação Gradual de Incentivos aos Combustíveis Fósseis (COFFIS). A iniciativa, lançada em 2021 durante a COP26 de Glasgow, passa a contar com 16 membros que se comprometem a ir para a próxima COP30 no Brasil com um plano nacional para eliminar gradualmente os subsídios neste setor. 

Emissões de metano – A cimeira da ONU sobre o clima promoveu uma declaração para inverter as emissões de metano provenientes dos resíduos orgânicos, responsáveis por cerca de 20% das emissões do gás. De acordo com a Avaliação Global do Metano do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), para conter o aquecimento global em 1,5°C, o mundo deve reduzir as emissões de metano da indústria de resíduos em entre 30% e 35% até 2030 e em cerca de 55% até 2050.  

Energia Nuclear – Apesar de ser um tema tabu, a energia nuclear começa a ganhar força nas alternativas energéticas. O movimento começou já na conferência climática do ano passado, nos Emirados Árabes Unidos, quando 22 países prometeram, pela primeira vez, triplicar o uso mundial de energia nuclear até a metade do século para ajudar a conter o aquecimento global. Na cúpula deste ano, no Azerbaijão, mais seis países assinaram o compromisso. 

Oceanos – Com o aumento das temperaturas dos oceanos, também estes ganharam protagonismo ao longo da cimeira. A degradação da biodiversidade muito se deve a este flagelo. As funções dos oceanos são determinantes para o bom funcionamento do planeta, dando equilíbrio e vida aos ecossistemas. Está agora em marcha um plano de financiamento para preservar e assegurar áreas marinhas, por exemplo como os Açores. No próximo ano a cimeira da ONU sobre o Oceano terá lugar no mês de junho, em Nice, França. 

Informação – A Iniciativa Global para Integridade da Informação sobre Mudanças do Clima também foi assunto de discussão. Este grupo de trabalho quer mais força no combate à desinformação sobre as alterações climáticas. O Relatório Riscos Globais de 2024, do Fórum Económico Mundial e publicado em janeiro, colocou os eventos climáticos extremos no topo da lista dos 10 principais riscos que as populações globais enfrentarão ao longo da década. Já no curto prazo, a desinformação é apontada como o fator de maior perigo para as economias. 

 

Em discurso nesta quinta-feira, em Baku, António Guterres disse que o “fracasso não é uma opção”, alertando que o resultado da falta de ação poderá ser catastrófico.

Arquivado em:Clima, Notícias, Política, Sustentabilidade

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