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Kitch: a plataforma portuguesa de entrega de refeições para os restaurantes

10 Fevereiro, 2022 by suporte

A plataforma Kitch, desenvolvida pela startup tecnológica portuguesa, integra todas as apps de delivery num só tablet. O objetivo é permitir que os restaurantes retenham a sua independência nas suas vendas digitais, com uma plataforma tecnológica focada em devolver o controlo, simplificar a operação, e permitir aumentar as vendas enquanto reduz os custos.

A empresa liderada por Rui Bento e Nuno Rodrigues terminou 2021 com uma equipa de 53 pessoas, a trabalhar maioritariamente de forma remota, sediada em Lisboa, mas presente em duas áreas metropolitanas de Portugal (Lisboa e Porto) e em seis áreas metropolitanas espanholas (Madrid, Barcelona, Valência, Málaga, Palma de Maiorca e Vitoria-Gasteiz).

Com mais de 800 mil refeições entregues na Península Ibérica, processadas através da plataforma Kitch, o objetivo para este ano é o de ajudar os restaurantes a entregarem mais de 5 milhões de refeições em todos os mercados que pretende vir a operar.

“Ao longo de 2021, não só facilitámos a vida de muitos restaurantes, mas para aqueles que usaram a ferramenta da loja independente e direta ao consumidor, permitimos que aumentassem os seus volumes de vendas digitais em 20% – facultando o seu próprio canal de vendas, onde a sua comida e a sua marca voltam a estar no centro, e dando o controlo sobre onde os seus pratos são entregues”, explica Rui Bento, co-fundador e CEO da Kitch.

A Kitch tem sido capaz de apoiar restaurantes independentes a prosperar no espaço digital. Hoje, a empresa estima que cerca de 26% do negócio total dos restaurantes que utilizam a sua plataforma agora é digital – e estar dotado das ferramentas certas para simplificar as operações de entrega, aumentar as vendas e reduzir os custos é fundamental para que os pedidos digitais realmente beneficiem os restaurantes.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

As tendências criativas que vão impactar os negócios

10 Fevereiro, 2022 by suporte

Desde 2020 temos assistido a mudanças estruturais na nossa cultura, provocadas, em grande parte, pelo ativismo e por uma pandemia global. Como consequência, as pessoas fizeram com que as marcas se tornassem mais conscientes dos movimentos culturais que acontecem ao seu redor convertendo-as em marcas mais pessoais e mais participativas. No âmbito do marketing, estas mudanças originaram um salto qualitativo na hora de comunicar com o público.

Com o objetivo de detetar quais são as tendências que mais se destacam para os próximos anos (produzidas por estas mudanças que comentamos), na Creative Shop do Facebook analisámos cerca de uma centena de campanhas a nível mundial que representaram uma rutura no mundo digital. Neste sentido, as campanhas foram escolhidas com base em diversos fatores – mas o principal é o seu impacto no negócio.

Deste conjunto alargado, esta análise identificou cinco que representam as tendências que definirão as correntes criativas nos próximos meses:

  • A construção de forma inclusiva

Estes últimos anos implicaram um despertar dos movimentos sociais e culturais em todo o mundo. Desde 2020, as pessoas levantaram a voz para reivindicar uma sociedade que respeita, celebra e vê toda a gente. Isto fez com que as marcas se abrissem a novas formas de criatividade inclusiva que refletem e descrevem as realidades diversas do seu público de forma clara e representativa.

Dentro desta tendência encontramos a campanha da L’Oréal que concebeu o seu festival da beleza adaptado a uma nova era digital e a novos cânones de beleza. Pela primeira vez, a empresa colocou público masculino e feminino em igualdade proporcionando conselhos de beleza para ambos através de plataformas como o Facebook Live. Através destes conselhos, o seu público tinha a possibilidade de comunicar com um grupo de 122 profissionais através do Messenger para receber assessoria especializada.

  • A criação através de “edutainement”

A pandemia global que vivemos fez com que as pessoas procurassem novas formas de obter informação e as marcas que chamaram a atenção da sua audiência foram as que reimaginaram o conceito de aprendizagem. E o mais importante: não o fizeram dando conferências mas, sim, criando experiências relacionadas com o “edutainement” – um cruzamento entre educação (education) e entretenimento (enternaiment) – fazendo com que parecesse fácil.

Com o objetivo de incentivar o autoexame da mama em casa para detetar possíveis sinais de cancro, a associação CoppaFeel! criou a Boob Bot, uma ferramenta de subscrição mensal do Messenger inclusiva, informativa e divertida. Para promover a ferramenta, a empresa criou uma campanha informal que não só se centrou na utilidade do autoexame como também na diversão que pode fazer parte da experiência.

  • A sustentabilidade que chegou para ficar

Com as interações pessoais limitadas desde 2020, os feeds das redes sociais tornaram-se em motores de descoberta de novas ideias e interesses. E, aliás, as pessoas não só analisavam estas ideias como também passavam à ação. As marcas que entenderam esta dinâmica acabaram por concretizar ideias e não só com a finalidade de destacar o negócio como também de gerar uma venda.

Prova disso é a marca de sapatilhas Allbirds. Ao apresentar a sua primeira sapatilha de desporto, a empresa reforçou o seu foco criativo ao combinar mensagens sobre o produto e a sustentabilidade, um dos pilares fundamentais da empresa. Este cruzamento do seu compromisso com os benefícios do seu produto ajudou a que a marca registasse uma resposta direta dos seus consumidores, ao mesmo tempo que aumentava a credibilidade e o awareness.

  • Falar a linguagem da plataforma

Nos últimos meses, as pessoas passaram a expressar-se e conectar-se online o que levou a uma explosão de criatividade que, muitas vezes, implicava deixar de parte o enquadramento normal. As marcas que se destacaram e que ganharam o reconhecimento dos seus seguidores fizeram precisamente isso: falar a linguagem das plataformas digitais através da produção lo-fi (ou seja de baixa qualidade, definição) e do conteúdo criativo.

Aqui encontramos o exemplo da Sweat, uma app de fitness muito conhecida com um novo produto. Para o dar a conhecer, decidiram deixar de lado o que faziam normalmente, empoderando a sua comunidade. Através de uma combinação de lives e da disponibilização de uma série de stickers, a Sweat mostrou ao mundo como os seus membros treinam, permitindo assim à marca criar conexões autênticas.

  • Recompensar a descoberta

À medida que o entretenimento e a curiosidade passaram para o mundo online, os utilizadores meteram-se cada vez mais na toca digital e gostaram daquilo que encontraram. As ações que criam melhor ligação com o utilizador são aquelas que alimentam o seu desejo de exploração online e que lhe permitem descobrir novos caminhos ao seu ritmo.

Este recurso foi utilizado pela Hellmann’s. Com o objetivo de trazer algo novo à sua comunidade de amantes da cozinha, a empresa desenvolveu um bot no Messenger que criava ligações momentâneas entre pessoas que procuravam receitas para aproveitar sobras. Isto permitiu que os utilizadores participassem de forma ativa na planificação de refeições – em vez de consumirem conteúdos de forma passiva – e onde a Hellmann’s era o ingrediente em destaque.

Esta mudança no comportamento da audiência tem origem nos acontecimentos de 2020 e 2021 que, por sua vez, fazem parte dessa mesma mudança. As alterações na cultura, e na forma como se relacionam e se expressam as pessoas, estão para ficar. É necessário não perder de vista esse facto e saber aproveitá-lo da forma mais eficaz.


Por Pepa Rojo, Diretora Criativa da Meta Ibéria

Arquivado em:Opinião

Os perfis mais procurados e mais bem pagos em Portugal

10 Fevereiro, 2022 by suporte

Estes são os perfis estratégicos mais procurados em Portugal para o ano 2022, nos setores de Engineering, Finance, Banking & HR, Sales & Marketing, Lifescience e IT. A compilação é feita pela Adecco Portugal que na análise indica também os números mais relevantes de orientação para o mercado salarial nacional, dentro das respetivas áreas profissionais.

Engineering

Produção, Planeamento e logística, qualidade e procurement, bem como gestão de projetos, são as áreas com um maior dinamismo no mercado. Mais a nível de gestão e de um ponto de vista mais técnico são as áreas de manutenção e logística que se têm mexido mais. Neste enquadramento, os perfis operacionais e técnicos têm vindo a ser os mais procurados pela rotatividade a que o mercado tem assistido, paralelamente com a melhoria das condições salariais e benefícios associados às funções.

Perfis mais procurados:

Project Manager (valor mínimo anual a partir de 25.200 €)

Melhoria Contínua (valor mínimo anual a partir de 18.200 €)

Engenheiro Civil (valor mínimo anual a partir de 21.000 €)

Finance, Banking & RH

A procura de perfis financeiros, nomeadamente em funções de Contabilidade, Controlo, Tesouraria, Direção Financeira e HRBP, tem vindo a ser uma tendência nos últimos meses.

Perfis mais procurados:

Contabilista Certificado (valor mínimo anual a partir de 21.000 €)

Diretor Financeiro (valor mínimo anual a partir de 35.000 €)

Controller de Gestão (valor mínimo anual a partir de 21.000 €)

Analista Financeiro (valor mínimo anual a partir de 23.800 €)

Responsável/Diretor de RH (valor mínimo anual a partir de 21.000 €)

Sales & Marketing

Na área de Sales & Marketing, dentro dos perfis mais procurados, é de destacar o especialismo que começou a ser procurado dentro das funções comercias. Ou seja, os clientes querem perfis técnicos (ex: engenheiros, arquitetos) para assumirem funções comerciais, sendo isto uma forte alteração face ao que acontecia no mercado há uns anos. Quer-se um técnico que conheça bem os produtos e o mercado para melhor argumentar no momento da venda e, de forma mais sustentada, vender e criar negócio.

Perfis mais procurados:

Marketing Digital (web marketing – valor mínimo anual a partir de 21.000 €)

E-Commerce (valor mínimo anual a partir de 40.000 €)

Diretor Comercial (valor mínimo anual a partir de 42.000 €)

Account Manager (valor mínimo anual a partir de 23.800 €)

Lifescience

Dentro da área de Life Science os perfis que continuam a ser os mais procurados são da área comercial e Marketing. À semelhança do que acontece em outras áreas de negócio o cliente procura pessoas com soft skills mais acentuadas, ao nível relacional e de resolução de problemas. Pensar fora da caixa e conseguir alcançar os seus objetivos através de novos caminhos e soluções.

Perfis mais procurados:

Account Manager na Indústria (valor mínimo anual a partir de 28.000 €)

IT

Com a evolução pandémica, não só a nível nacional, mas mundialmente, esta foi, sem dúvida, a área de recrutamento que mais cresceu. As compras online, a consolidação das APP’s, o teletrabalho e a rapidez no acesso a bens e serviços ao nível tecnológico, conduziram à criação de novas áreas funcionais e, por consequência, novas posições.

Perfis mais procurados (valor variável em função de nível de experiência e tecnologias requeridas)

Software Developer   (valor mínimo anual a partir de 35.000 €)

Frontend Developer   (valor mínimo anual a partir de 32.000 €)

Backend Developer    (valor mínimo anual a partir de 35.000 €)

Mobile Engineer (valor mínimo anual a partir de 30.000 €)

Data Analyst    (valor mínimo anual a partir de 40.000 €)

Arquivado em:Notícias, Trabalho

A Inteligência Artificial e as crianças

10 Fevereiro, 2022 by suporte

A Inteligência Artificial está em todas as componentes do nosso trabalho e da nossa vida, e não afeta só os adultos. Um estudo de 2019 da DataChildFutures, projeto que investiga as consequências sociais da tecnologia para o crescimento e paternidade, apontou que 46% dos lares italianos tinham altifalantes com IA, e 40% tinham brinquedos conectados à internet. Embora o estudo esteja focado no contexto de Itália, a tendência é global.

O World Economic Forum (WEF) estima que, até 2065, a maioria das crianças de hoje (65%) irão trabalhar em cargos que atualmente não existem. A forma como as gerações mais novas estão a crescer de mãos dadas com a tecnologia, traz benefícios mas também riscos. Dar formação tecnológica em ambiente escolar e capacitar as crianças para o pensamento crítico, são a chave para combater o analfabetismo digital, e garantir o seu futuro. E ao que devemos estar atentos agora?

Segundo o WEF devemos reconhecer e desbloquear o potencial da IA, cujas ferramentas de aprendizagem são impulsionadoras da inovação no setor da educação, capazes de monitorizar os níveis de ensino e conhecimento e personalizá-lo consoante a criança e as suas circunstâncias. A IA também tem um papel na melhoria e promoção da saúde das crianças, seja na deteção precoce de autismo, distúrbios genéticos ou sinais de depressão através da fala. A implementação desta tecnologia, por sua vez, tem também garantido a segurança contra perigos online, identificando predadores e restringindo-as de aceder a conteúdos que seriam impróprios para a sua idade.

Porém, há que estar atento aos desafios. Num contexto global, nem todas as regiões estão preparadas, ou confiantes, para introduzir esta tecnologia na vida das suas crianças: o Institute of Eletrical and Eletronics Engineers (IEEE) avançou num estudo de 2019 que 43% dos pais da Geração Millennials dos EUA, e 33% dos do Reino Unido, se sentiam confortáveis em deixar os filhos aos cuidados de uma enfermeira IA durante os serviços pediátricos. Em contraste, a aceitação é maior em países como a China (88%), Índia (83%) e Brasil (63%).

A questão de privacidade e segurança é outro dos grandes temas. Mais concretamente, sobre os dados que dispositivos inteligentes, assistentes virtuais e brinquedos são capazes de recolher sobre as crianças. Um exemplo do mau uso ocorreu em 2017, quando o brinquedo CloudPets foi removido do mercado após uma violação de dados que expunha as informações privadas, incluindo gravações de voz e fotografias, de mais de dois milhões de crianças.

Como nota final, a IA deve priorizar os direitos e bem-estar das crianças e, à medida que a tecnologia começa a estar cada vez mais presente nas nossas vidas, é necessário aplicar políticas e sistemas que certifiquem a segurança, regularizem o uso e incentivem a formação.

Arquivado em:Inovação, Notícias

Covid-19: readaptação dos produtos e criação de um pipeline extraordinário

10 Fevereiro, 2022 by suporte

Diogo Salvi é Chairman e CEO da Timwe, a tecnológica portuguesa fundada em 2002, que hoje está presente em 80 países com uma equipa de 500 pessoas. Durante o período de confinamento, em 2020, entrevistámos 50 líderes/gestores de topo, das mais variadas áreas de negócios, visando encontrar padrões de comportamento suscitados pela pandemia. A questão subjacente foi: quais as respostas das empresas à COVID-19?

A sua entrevista é parte do projeto editorial “Como 50 CEO reagiram à pandemia?”.

O que é que ouviste, quando e como?

Em janeiro fiquei a par da situação na China e, no início de março, percebi que nos tínhamos de preparar, talvez ainda não para uma nova realidade, mas para uma situação extraordinária. E assim foi. A partir de 12 de março fomos todos para teletrabalho, e a 18 a aviação fechou e com isso um dos nossos maiores set backs. Isto porque 80% das nossas vendas incluem viagens. Apesar do grande apoio funcional com os escritórios locais, há sempre pessoas a voar, e é preciso o suporte a essas vendas. Primeiro tomamos decisões em Portugal que depois se estenderam a todos os países: escritórios fechados e todos em teletrabalho. Para mim o dia-a-dia é exatamente igual, só que trabalho de casa e não tenho as pessoas ao pé de mim. Usa-se o Skype e o Zoom, com pouca influência no andar e produção da empresa. Ou não fossemos nós uma empresa digital!

Estavam preparados? Que planos fizeram? Que improvisação?

A parte da preparação estava muito mais ligada às ferramentas que a empresa já tinha de Planeamento e Controlo (PC) e Modus Operandi. Nós temos um PC altamente detalhado, um produto digital/ financeiro com um controlo extremamente apertado. As restantes ferramentas (Zooms, Teams, Skype, etc..) já usávamos. O improvement /improvising veio não só da forma como passamos a agir com o operador móvel, em que a relação passou de física para vídeo, e-mail e telefone e, segundo, uma readaptação dos produtos. Para responder aos pedidos dos clientes, passámos a fazer inovações nos produtos. Em termos financeiros tivemos alguma ondulação, turbulência, na parte das taxas de câmbio. Os resultados sofreram obviamente uma mini crise, mas por outro lado estamos com um pipeline como nunca tivemos na vida. O reajustamento que fizemos à nossa cadeia de produção está ligado aquilo que são as necessidades do operador móvel e essas, nesta altura, são todas digitais. Tudo o que se pretende é perceber como se vai dar a volta à atual crise, e as agências digitais, providers e parceiros como nós, são o apoio ideal.

Primeiras reações e sentimentos?

Sentimos logo o impacto na Ásia e Pacífico, onde temos uma presença de 15 anos e, onde, na prática, as pandemias têm tido uma maior preponderância. Mal houve este awareness, as minhas pessoas da Ásia e Pacífico foram as primeiras a reagir. A partir da sua vivência das situações passadas, começamos a fazer um primeiro diagnóstico. No entanto, de repente, tudo isto evoluiu de uma maneira perfeitamente fulminante e igual para todos.

Decisões em real time?

Na prática, como já disse, não foi só o tema das pessoas irem para casa que antecipamos duas semanas relativamente ao Governo. Mas era uma decisão pacífica porque somos digitais e estamos muito habituados a essa forma de funcionar. Diria que a maior decisão foi a readaptação dos produtos. Extraordinário porque numa situação destas passámos, e volto a realçar, a ter um pipeline como nunca tivemos.

Preocupações estratégicas a curto e longo prazo?

A preocupação é a mesma de todos. O que será uma segunda vaga, mas isso é mais uma conversa estratégica / política que eu gosto muito, mas menos empresarial. Acho que o vírus tem de ser parte da solução, com atenção aos grupos de risco. O que me preocupa em termos humanitários, e também empresariais, é que os países do terceiro mundo não têm possibilidade de prestar os mesmos cuidados médicos do que o mundo ocidental. E em termos de divulgação e acautelar as regras e os bons princípios fundamentais, serão territórios com mais dificuldades de implementação.

Como é que isto vai reequilibrar a hard part e a soft part da empresa que já é basicamente digital?

Não vai mudar absolutamente nada, para além de continuarmos a contratar, e de termos tido, obviamente, uma redução das rendas a nível mundial porque as pessoas não estão lá.

Descobertas mais surpreendentes

O nível de eficiência das pessoas na empresa subiu! As pessoas são mais eficientes agora do que antes do COVID!

O que é que aprendeste. A grande lição?

Eu criei esta empresa do zero, 25 escritórios e 4 projetos de investidores. Para mim não é uma grande lição, é mais um revival. “Where there’s a will there’s a way!”Na prática isto é um bocado “shake the tree” e perceber que afinal o que estávamos a fazer não era tudo bem feito. Mas acho que há sempre um caminho positivo.

O que passas aos teus filhos?

Passei-lhes uns quizes (exceto ao de 4 anos) sobre o que acham de positivo da crise. A resposta foi a melhoria do clima e um maior sentimento de humanização, as pessoas estarem mais próximas dos amigos.

O COVID-19 numa palavra?

Catástrofe! Mas também poderia ser Lição. Na parte ambiental é um grito de alerta.

 

Arquivado em:COVID-19, Notícias

Sete Lições e Meia Sobre o Cérebro

9 Fevereiro, 2022 by suporte

Em sete breves lições (e ainda uma pequena história sobre o modo como os cérebros evoluíram), esta obra acessível
apresenta-nos as descobertas mais recentes da neurociência, entre as quais: como se originaram os cérebros, como se
estruturam e de que modo trabalham em conjunto com os outros cérebros para criar todas as nossas experiências.

Autor: Lisa Feldman Barrett

Arquivado em:Livros e Revistas

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