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Holmes Place é eleito nº1 na “Escolha do Consumidor”

11 Fevereiro, 2022 by suporte

O Holmes Place conquistou, pelo 5º ano consecutivo, a preferência dos consumidores portugueses, tendo sido eleito a marca nº1 na Escolha do Consumidor 2022, na categoria de Health Clubs.

Na 10ª edição da Escolha do Consumidor, a ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor – deu a conhecer as melhores marcas em Portugal em 2021, e durante o seu processo de avaliação foram realizadas 259.236 avaliações junto de 936 marcas de diversos sectores, nomeadamente em Health Clubs.

Nesta categoria, o Holmes Place voltou a destacar-se face às restantes marcas avaliadas, ao ganhar a confiança e outros atributos exigidos e avaliados pelos consumidores, durante o ano de 2021.

A Escolha do Consumidor premeia as melhores marcas em Portugal, com base na sua performance e através de um processo que envolve a identificação dos atributos mais importantes para os consumidores, e uma avaliação efetiva das marcas de cada categoria, permitindo saber quais as que apresentam maiores níveis de satisfação e intenção de compra ou recomendação.

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

EUCED e Banco de Fomento Internacional estabelecem acordo de cooperação mútua

11 Fevereiro, 2022 by suporte

O EUCED, Agrupamento Europeu de Interesse Económico e Instituição Representativa de Interesses na União Europeia, e o Banco de Fomento Internacional, S.A. (BFI) concretizaram um Acordo de Cooperação Mútua entre ambas as entidades.

O acordo visa a cooperação e a participação em projetos de desenvolvimento económico e sustentável de regiões e setores em crescimento. Em paralelo, ao acordo referido, as referidas instituições concretizaram uma cooperação ainda mais estreita através da inclusão do BFI como Membro Associado do EUCED.

Nas palavras do Presidente do EUCED, Manuel Pereira, “é um privilégio contarmos com Banco BFI, enquanto novo Membro Associado da nossa instituição europeia. São vastas as possibilidades de colaboração mútua com o Banco BFI, instituição com cujos objetivos também nos identificamos, designadamente no âmbito do necessário desenvolvimento económico e social, pelo que o sucesso da nossa parceria se afigura bastante seguro e promissor”.

O CEO do BFI, Luis Rodrigues, reforça: “É uma honra para o BFI tornar-se Membro Associado de uma instituição europeia tão relevante como EUCED e, acima de tudo, poder fomentar a cooperação ora iniciada no sentido de proporcionar o desenvolvimento económico de regiões e setores em franco desenvolvimento. O nosso empenho e entusiasmo é total. Estamos confiantes no êxito desta parceria”.

 

Arquivado em:Notícias

Livros: 10 sugestões em Recursos Humanos

11 Fevereiro, 2022 by suporte

Numa era em que a mudança é constante, os livros na área dos RH ajudam a ficar a par das tendências, expandir a visão de liderança e cultura, e estar mais envolvido com a equipa no local de trabalho.

Aqui fica uma lista de 10 livros que deve considerar ler, este ano, partilhada pela plataforma de recrutamento Betterteam:

  • 1º. “Work Rules! Insights from Inside Google That Will Help You Live and Lead”, de Lazlo Bock – Um guia sobre como atrair talento para o negócio e como orientar a sua equipa. O sucesso da Google é usado como exemplo.
  • 2º. “HR on Purpose: Developing Deliberate People Passion”, de Steve Browne – Através de exemplos, o autor incentiva a abandonar preconceitos e a adotar uma abordagem inovadora de RH.
  • 3º. “Bring Your Human to Work”, de Erica Keswin – A autora incita os líderes de RH a adotar um lado mais humanista, dando como exemplos as práticas de empresas como a Starbucks.
  • 4º. “Belonging At Work: Cultivate an Inclusive Organization”, de Rhodes Perry – Saber como pode a cultura de uma empresa impactar o local de trabalho e promover a inclusão é o propósito deste livro.
  • 5º. “The Essencial HR Handbook, 10th Anniversary Edition”, de Sharon Armstrong e Barbara Mitchell – Um guia para todos os negócios, com dicas e ferramentas para lidar com questões de gestão de pessoas no local de trabalho.
  • 6º. “Unleashing the Power of Diversity: How to Open Minds for Good”, de Bjørn Z. Ekelund – Discute questões culturais, ambientais e sociais, e procura uma linguagem comum que apoie a inovação, diversidade, e promova a confiança a nível global.
  • 7º. “Rituals for Work”, de Kursat Ozenc – A criatividade é uma boa ferramenta para motivar, reforçar bons hábitos e criar vínculos. Com exemplos práticos e rituais para promover e transformar a cultura de uma organização.
  • 8º. “Talent Keepers: How Leaders Engage and Retain Top Performers”, de Christopher Mulligan e Craig Taylor – O livro apresenta estratégias para envolver e reter talentos nos tempos atípicos da atualidade.
  • 9º. “HR From the Outside In”, de Dave Ulrich, Jon Younger, Wayne Brockbank e Mike Ulrich – Através da análise de dados do setor, os autores discutem o papel e o impacto dos RH, na perspetiva de um líder de negócios.
  • 10º. “Generation Z: A Century in the Making”, de Corey Seemiller e Meghan Grace – Como são os trabalhadores da Geração Z? O livro toca assuntos como as suas preocupações sociais, aspirações profissionais, oferecendo aos líderes uma maior compreensão de como os devem supervisionar e liderar.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Mercado imobiliário para 2022: sustentabilidade e flex office

11 Fevereiro, 2022 by suporte

A descarbonização e o fortalecimento dos princípios ESG estão no topo da agenda da indústria imobiliária europeia, a par da crescente exigência dos ocupantes por edifícios com elevadas credenciais ambientais. A conclusão é avançada pela análise European Themes 2022, da consultora imobiliária Savills, que reconhece nesta reconfiguração oportunidades de investimento em 2022.

A intensificação das preocupações ambientais, a sua transversalidade multissetorial e a força cada vez maior dos princípios ESG (Environment, Social e Governance) têm levado o mercado imobiliário a eleger como umas das prioridades de topo a descarbonização do setor. Ter um edifício com uma certificação internacional em Sustentabilidade como o BREEAM ou o LEED, já é considerado um requisito obrigatório.

Em Portugal, o primeiro país do mundo a assumir o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica até 2050, os edifícios são responsáveis por cerca de 30% do consumo final de energia. Numa Europa onde uma parte significativa do stock de edifícios é anterior à implementação de medidas de sustentabilidade energética, alcançar essas metas é uma tarefa árdua.

A melhoria do desempenho ambiental dos edifícios, a adoção de princípios de circularidade, a potenciação da eficiência de recursos, o uso de materiais reciclados de base biológica e a promoção de estruturas verdes, são algumas das medidas que integram os planos de sustentabilidade energética do mercado imobiliário português.

No topo da lista dos melhores investimentos de valor acrescentado no âmbito desta “revolução sustentável” do mercado imobiliário, a análise considera as seguintes categorias de ativos: instalações laboratoriais localizadas em hubs de investigação e desenvolvimento; residências para estudantes em grandes cidades universitárias com pouca oferta de alojamento estudantil com gestão profissional; lares para a terceira idade e hospitais; data centers; parques de retalho e ativos de hospitality de alta qualidade em destinos turísticos consolidados.

O segmento imobiliário das Ciências da Vida, pela escassez de oferta em zonas chave e aumento da procura, continuará a ser um foco de investimento.

Pelo crescimento acentuado da atividade comercial online, é esperado uma maior procura por espaço de armazenamento, com cerca de metade dos operadores de logística e dos retalhistas a preverem crescimento da capacidade de armazenamento até 2025. E, segundo a consultora, Portugal encontra-se na lista dos cinco países europeus que conseguem atrair mais investimento para o setor logístico, ficando apenas atrás de França, Alemanha, Espanha e Itália.

A atenção dos investidores continuará também a incidir sobre o segmento de multifamily, ao passo que as residências para estudantes (PBSA – Purpose-Built Student Accomodation) e instalações para a terceira idade continuarão a crescer.

No mundo laboral, a atração de talento para formatos de trabalho remoto e flexível, acompanhada por uma legislação favorável, faz prever a dinamização da procura para a ocupação de escritórios em países com condições laborais atrativas, com as empresas a explorar o conceito de flex office. Escritórios em localizações prime com boas infraestruturas de transportes e fortes certificações energéticas deverão estar no centro da procura.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Uma relação “win win”

11 Fevereiro, 2022 by suporte

O que pode contribuir para:

  • que os colaboradores se sintam mais valorizados pela empresa, pois conseguem ver um investimento real no seu desenvolvimento profissional?
  • o desenvolvimento de profissionais com habilidades para cargos de liderança, de acordo com as necessidades da empresa?
  • o aumento do nível de satisfação dos colaboradores e o seu comprometimento com a organização?
  • favorecer a transmissão da cultura da empresa e dos principais valores, conferindo nos profissionais a identidade da organização?
  • desenvolver líderes mais atentos às necessidades dos seus colaboradores, tornando-os mais comprometidos com as suas equipas?

 

Falo-vos de uma metodologia de desenvolvimento individualizada, através da qual uma pessoa com mais experiência e conhecimento, chamado mentor, apoia outra com menos experiência e conhecimento ou no início da carreira, denominado de mentee, a progredir na vida da organização, contribuindo para o seu bem-estar pessoal e profissional. Podemos dizer que o objetivo não é o de “dar o peixe”, mas o de “ensinar a pescar”.

Devem os Mentores saber quais as suas funções? E os Mentees sabem o que devem esperar de um Mentor? Pois, a maior parte dos programas de Mentoring desenvolvidos nas organizações não contemplam a formação nem de uns nem de outros, o que por sua vez deixa muitas dúvidas no que se refere ao papel de cada um de modo a tirar partido do processo. É que um programa de mentoring, em contexto organizacional é um processo poderoso para facilitar a integração, o crescimento, o desenvolvimento e a maturidade dos participantes/mentees, e também é um forte “refresh” para os mentores.

Os Mentores devem, além da sua preparação, ser colaboradores entusiastas, influenciadores, inspiradores, comprometidos e envolvidos com a organização e com provas dadas no exercício da sua função, convidados a integrar o programa. São igualmente aceleradores do processo de mudança. Os Mentees são colaboradores que irão beneficiar da experiência dos mentores no desenvolvimento das suas diversas competências.

Trata-se de uma relação “win-win”,em que ambas as partes saem beneficiadas, não esquecendo os papéis do supervisor e coordenador do programa.

 


Por Maria Duarte Bello, CEO da MDB – Coaching e Gestão de Imagem, Coach PCC & Mentor Senior

Arquivado em:Opinião

Mais mulheres e raparigas na inovação em saúde

11 Fevereiro, 2022 by suporte

Hoje é o Dia Internacional das Mulheres e Jovens na Ciência, momento para assinalar que, segundo o Women in Digital Scoreboard 2021, apenas um terço dos licenciados em Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) são mulheres. E que apesar de não mais do que 15,5% das startups terem fundadoras femininas na sua génese, a verdade é que essas superam a produtividade dos seus concorrentes masculinos.

O alerta é dado pelo EIT Health, a organização que representa uma das maiores parcerias público-privadas da Europa, no campo da inovação em saúde. São muitas as tendências positivas que merecem ser destacadas, mas o caminho ainda é longo e tem obstáculos. Além de menos licenciaturas em STEM, as mulheres também enfrentam dificuldades no acesso ao financiamento. Na Europa Central e Oriental, uma pesquisa recente mostra que apenas 1% do capital disponível vai para startups com fundadoras femininas, e mais 5% para equipas mistas.

Quanto às raparigas, de acordo com um inquérito realizado pela Microsoft junto de 11.500 jovens mulheres em 12 países europeus, entre os 11-12 anos elas estão tão interessadas em temas STEM como os rapazes. No entanto, assim que atingem a faixa etária dos 15-16, esse interesse decresce. Nessa idade, segundo a  OCDE, apenas 5% das raparigas diz esperar ter uma carreira nas áreas de informática ou engenharia, contra 18% dos rapazes.

O EIT Health chama a atenção para a explorar de forma mais consistente o ímpeto empreendedor das mulheres, onde tem havido um crescimento, para além de muitos papéis diferentes ao nível da inovação dos cuidados de saúde, aos quais as mulheres podem rapidamente adaptar-se.

Os cuidados de saúde são, desta forma, umas das áreas promissoras para as profissionais do sexo feminino, uma vez que as mulheres constituem a vasta maioria dos profissionais no continente europeu (entre 70 e 80%). Em Portugal, nos estados bálticos, nos países do Grupo de Visegrado e na Eslovénia, a maioria dos médicos são mulheres, ultrapassando a média da OCDE, que é de 49%.

A sustentabilidade também está em foco para as fundadoras femininas, nomeadamente na indústria da biotecnologia onde podem se mais sensíveis às questões ambientais. De acordo com um inquérito da OCDE, as mulheres tendem a ser mais sensíveis às preocupações ecológicas, mais propensas a reciclar, a comprar alimentos orgânicos e produtos com rótulo ecológico, a envolver-se em estratégias de poupança de água e energia e a utilizar formas de transporte energeticamente eficientes. Isto também pode traduzir-se em ideias sustentáveis mais orientadas para as mulheres.

Em Portugal, Joana Melo é o exemplo de uma jovem empresária portuguesa que participou em programas do EIT Health InnoStars. A sua empresa, a NU-RISE, apoia os médicos nacionais a desenvolver tratamentos por radiação mais precisos, garantindo uma dose adequada no local certo. Outro exemplo é Joana Paiva, CTO e cofundadora do iLof. Ao aproveitar a biofotónica e a IA, a empresa sediada no Porto está a desenvolver uma solução não invasiva para o rastreio de doentes com Alzheimer para ensaios clínicos.

O EIT Health tem vários programas destinados a capacitar as empresárias. Um deles é um Bootcamp de empreendedorismo feminino, que ao longo de cinco semanas liga startups de cuidados de saúde que se encontrem em fase de lançamento, lideradas ou colideradas por mulheres, a uma rede de mentores, com vista a fomentar e apoiar o seu rápido crescimento. A iniciativa, apoiada pela IESE Business School, Instituto Pedro Nunes e NUI Galway, tem as candidaturas abertas até 14 de março.

Mais informações aqui.

Arquivado em:Inovação, Notícias, Saúde

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