• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Portugal na Europa: um retrato de envelhecimento acelerado e convergência incompleta

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Portugal na Europa: um retrato de envelhecimento acelerado e convergência incompleta

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

suporte

As lições de liderança de Usain Bolt

9 Fevereiro, 2022 by suporte

O que tem em comum o homem mais rápido do mundo e oito vezes campeão olímpico com o líder de uma equipa ou organização? Quase tudo. Persistência, desenvolvimento de skills, determinação e entrega. Talvez a velocidade seja diferente, mas o foco é idêntico. Cumprir e dar o seu melhor.

Mesmo após ter deixado as pistas de corrida e iniciado uma carreira musical, o jamaicano Usain Bolt é o exemplo que o sentido de propósito e trabalho árduo trazem resultados, independentemente das opiniões negativas. “Quando comecei a minha carreira musical as pessoas começaram a dizer ‘ele não está a falar a sério’ assim como fizeram no (início do) atletismo (…) então, é só descobrir que podes ser bom no que fazes, qual a fórmula certa, dedicares-te a trabalhar, e perceber que isso não vai acontecer em um ou dois anos”, refere o ex-atleta olímpico numa entrevista ao CPX 360, evento de Cibersegurança promovido pela Check Point.

A prática e o desenvolvimento de competências são essenciais e influenciam mentalmente o caminho que nos propomos a fazer. Depois de se conhecerem as nossas skills, é necessário treinar e praticar com persistência. A falta de treino e de tempo, a investir nessa preparação, é para Usain Bolt um ponto crítico para que o atleta se sinta mais nervoso e fraco, mas afirma que “o treino ajuda mentalmente a ser melhor”, enquanto identifica a autenticidade como uma ferramenta chave para o bem-estar mental. Embora o nervosismo seja normal, em determinadas circunstâncias, o seu lado autêntico transmitia-lhe confiança para superar as adversidades. No final de contas, quando estamos mais preparados para executar aquilo que já sabemos e para o qual estamos treinados, trata-se unicamente de uma questão de execução.

Apesar do atletismo ser um desporto “solitário”, Usain Bolt aponta a importância do trabalho de equipa para obter melhores resultados globais e individuais. Desta forma, o caminho de um atleta, ou de um líder, nunca é feito individualmente, e há que reconhecer os esforços globais para um objetivo comum: ser e fazer melhor.

O propósito é motivador de avanço e do sucesso que pode chegar também aos outros. Após a sua reforma, Bolt criou a sua Fundação com o foco em ajudar crianças desfavorecidas nas zonas rurais da Jamaica. “Para mim, o facto de poder retribuir e dar às crianças a oportunidade de seguirem os seus sonhos e serem o melhor que podem ser, é uma grande honra”, enquanto realça que dar oportunidades às novas gerações é também investir num futuro próspero.

O homem mais rápido do mundo diz ainda que acreditar e apostar no que se gosta é necessário e influencia a predisposição e o foco: “Não deixes que ninguém te force a fazer algo. (…) Encontra aquilo que amas, dedica a tua vida a isso e não te preocupes. Dá tudo de ti.”.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Por que razão devemos recuperar o controlo dos nossos dados e como fazê-lo?

8 Fevereiro, 2022 by suporte

Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos,
e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso
tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos
medos, o nosso historial médico, e a partilhar tudo isto entre eles.
Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas
sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós – nos nossos dados.
A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela.
Este livro explica-lhe exatamente como o conseguir. Exige o fim da economia de dados e propõe medidas concretas para
alcançar esse objetivo, mediante soluções práticas, tanto para os legisladores como para os cidadãos comuns. Chegou
a altura de desligar a tomada da corrente da economia de vigilância.

Autor: Carissa Véliz

Arquivado em:Livros e Revistas

Promova Talks: As mulheres no associativismo

8 Fevereiro, 2022 by suporte

Ainda há muito a fazer para que se alcance a igualdade de género, e o associativismo é uma área que pode passar despercebida. No estudo “Representatividade dos parceiros sociais e impacto da Governança Económica”, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, as mulheres compõem apenas 19% dos órgãos das Associações empresariais.

“As mulheres no associativismo” foi o tema do 10º e último episódio do podcast “Promova Talks”, sob moderação do Jornalista André Macedo, e participação das Vice-Presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) Cristina Antunes, Ana Palmeira de Oliveira, Ana Maria Couras, e a Secretária-Geral da CIP, Carla Sequeira.

A avaliação da representatividade das mulheres nas associações sejam elas setoriais, regionais, culturais ou sociais, não se altera entre as convidadas. Ana Palmeira de Oliveira considera que, embora se verifiquem melhorias desde os últimos dez anos, e em determinadas áreas técnicas, como a das ciências, seja possível encontrar mais mulheres, de um modo geral e transversal, “são poucas as mulheres ainda nos cargos de liderança”, evidenciando-se nas reuniões empresariais.

Cristina Antunes vem acrescentar a insistência de uma cultura tradicional que ainda influencia a representação do homem e da mulher nos cargos de liderança. Embora cada vez mais mulheres estejam envolvidas nos negócios e são tão capazes, ou mais, do que os homens, existe uma falta de ambição assente na cultura tradicional. “Acho que as mulheres precisam de ser mais empreendedoras”, e aponta ser necessário haver formação no empreendedorismo e candidaturas nesta ordem.

Ana Couras lança uma nota de otimismo, constatando que as novas gerações estão mais predispostas à mudança e os papéis estereotipados de género começam a desvanecer: as mulheres tanto estão a ocupar áreas inovadoras científicas de largo investimento, como os homens estão, também eles, a realizar tarefas de lida doméstica que tradicionalmente eram consideradas femininas. “Eu vejo a diferença como o homem, o companheiro, olha para as suas tarefas, em que já não diz tanto ‘eu vou ajudá-la’, mas as assume como suas”, e perspetiva que este seja o passo para que se comece a repensar os papéis familiares.

O associativismo está a sentir alterações e renovações, como a própria CIP que, embora não esteja perto da representação feminina de 50%, está a seguir esse caminho. “Antes entrávamos numa sala onde só havia homens. As únicas pessoas mulheres eram os Secretários Gerais ou Diretores Gerais das organizações, neste momento já não é assim. Já há várias presidências.”, explica Carla Sequeira.

A Secretária-Geral revela que, apesar de o meio estar predisposto à mudança para um associativismo igual para homens e mulheres, é necessário uma mudança de pensamento. Cristina Antunes afirma que falta às empresárias terem a vontade de prestar este serviço público, admitindo ser uma tarefa complicada de gerir devido à insistência do papel tradicional da mulher enquanto mãe e fazedora das tarefas da casa, mas relembra que é “muito importante perceberem que as associações são decisivas para o desenvolvimento da sua região” e, consequentemente, traz benefícios para as suas carreiras e para os seus negócios.

O “Promova Talks” foi criado no âmbito do Projeto Promova, lançado pela CIP, em parceria com a NOVA SBE. Trata-se de um programa de desenvolvimento e formação com o objetivo de promover cada vez mais mulheres em cargos de liderança nas empresas portuguesas. É um podcast mensal, produzido pela CIP em parceria com a Randstad, que visa discutir os desafios da igualdade de género e de oportunidades no emprego para as mulheres. O 1.º episódio tem como tema “O recrutamento sem género”, o 2.º “As mulheres no setor da saúde”, o 3º “As mulheres a tecnologia”, o 4.º “Gerações no Feminino, o que muda?”, o 5.º “Work life balance”, o 6º “Por que razão as mulheres avançam lentamente nas carreiras?”, o 7º “Networking no Feminino”, o 8º “As mulheres na Indústria”, e o 9º “Equidade Salarial”.

Arquivado em:Notícias

Tendências para o trabalho 2022: Individualidade

8 Fevereiro, 2022 by suporte

Ao longo dos próximos dias, com base no relatório “Future of work trends 2022: A new era of humanity”, da consultora em RH Korn Ferry, iremos partilhar as sete tendências que irão marcar o futuro do trabalho.

A quinta tendência é a nova e instalada individualidade. O ano 2022 é o ano das pessoas e, se as quiser manter, não só terá de estar a par dos seus valores, como das suas necessidades.

O trabalho híbrido veio demonstrar que é possível trabalhar em qualquer parte, e cada vez mais as pessoas vão lutar por essa flexibilidade, de forma a garantir maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional. E se as suas necessidades não estão a ser correspondidas, estão dispostas a sair. Dá-se valor à conexão com a empresa, colegas, o seu bem-estar e felicidade. Tendo em consideração esses valores, os líderes terão de ter uma abordagem individual e personalizada, para cada trabalhador. A cultura tem de ser mais aberta. Só desta forma é possível perceber como reter, ou contratar.

Em resumo, os líderes devem focar-se nos seguintes pontos:

  1. Ir para além do superficial e identificar o talento com base nos valores e capacidades, não em demografias. Os valores são cruciais, como flexibilidade, bem-estar e progressão de carreira;
  2. Reduzir burocracias e simplificar os processos, de forma a permitir maior flexibilidade sem comprometer a produtividade;
  3. Melhorar a capacidade de entrega. Um sistema centrado no líder depende da capacidade de tomar boas decisões, igualmente essenciais para um manager;
  4. Personalizar as oportunidades de acordo com cada indivíduo. Um modelo global não será eficiente.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Transição energética: os sins, os nãos e os entraves

8 Fevereiro, 2022 by suporte

Cerca de 71% dos Executivos da indústria aponta que a chave para o progresso está na implementação de novos modelos de energia. Quem já fez a mudança, teve um acréscimo de 6% na receita de novos negócios, prevendo-se um aumento de 11% nos próximos três anos. O relatório “Remodeling de future: How energy transition is driving new models in energy and utilities” da Capgemini vem mostrar quais os avanços, desafios e formas de acelerar a adoção dos novos modelos da transição energética.

Estas são as principais conclusões da análise a mais de 500 organizações e entrevistas individuais a Executivos seniores:

  • Há uma urgência para assumir a transição para novas áreas de negócios, sendo que 73% dos executivos entrevistados espera que os novos modelos de energia sejam dos principais negócios nos próximos cinco anos;
  • Apenas 25% das organizações está a implementar plataformas de energia, 19% soluções de armazenamento de energia e 16% serviços de gestão de rede;
  • A maioria (68%) aponta que mitigar o impacto das mudanças climáticas é o principal fio condutor para a adoção de novas energias, enquanto 63% cita a procura por parte dos investidores;
  • A grande maioria dos executivos a nível global (71%) afirma que as empresas que não suportarem os novos modelos serão eliminadas. Esta opinião é mais acentuada nos executivos dos Países Baixos (80%) e Canadá (78%);
  • As organizações que implementaram novos modelos de energia conquistaram uma redução de 4,6% nas emissões de escopo 3 (relacionadas com a aquisição de matéria-prima, viagens de negócios distribuição e transporte, entre outros), e estima-se uma redução complementar de 13% nos próximos três anos;
  • Os maiores obstáculos a enfrentar estão nas próprias organizações. Cerca de 68% debate-se com a falta de experiência e foco em novas tecnologias e 62% afirma não ter as competências necessárias para desenvolver, gerir e vender as novas energias;
  • Apenas 18% tem uma visão global dos planos de estratégia que envolvem a adoção de novas energias, com objetivos bem definidos;
  • De forma a proceder à adoção das novas energias, as organizações vão precisar de requalificar o talento, fomentar em grande escala uma cultura de inovação, estabelecer mecanismos de gestão de suporte e alinhar a estratégia organizacional através de uma abordagem multifacetada, a fim de identificar novos modelos.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

“O futuro de Portugal passa por uma agenda reformadora”, Luís Marques Mendes no encontro Leading Politics

8 Fevereiro, 2022 by suporte

Chegámos a um momento da vida política e económica do País desafiante e verdadeiramente atípico. Quem o afirma é Luís Marques Mendes, convidado de honra do encontro do grupo Leading Politics, dinamizado ao abrigo do projeto Leadership Summit Portugal. Com o objetivo de se refletir acerca do futuro do País, o político e comentador televisivo, é perentório quando afirma que “nunca tivemos tantas incertezas e ao mesmo tempo tantas oportunidades”.

Para o governo que se vai constituir com uma maioria absoluta, a chave está na capacidade de “previsão e antecipação dos problemas”, sendo que os quatro anos que se anteveem trazem consigo desafios que devem ser desde já considerados. “Estou muito expectante, tenho um sentimento positivo, de esperança e confiança”, afirma. No entanto, não deixa de esclarecer que o crescimento do País acima da média da União Europeia, só acontece por essa mesma média ser muito baixa. Já que na competição com as regiões com os quais concorremos, como são os Bálticos e países de Leste, “nós estamos a perder”.

E apesar das “condições políticas excecionais” que é um governo com maioria absoluta, não se pode pensar que “o resto vem por acréscimo”. Para Luís Marques Mendes, o desafio fundamental para os próximos quatro anos é a criação de uma  agenda reformista para o País. E que não se caia no risco de pensar “que a Bazuca tudo resolve”. “Se com esta antecedência não soubermos pensar o futuro, e o futuro de Portugal passa por uma agenda reformadora, não vamos gostar do que vamos ver daqui a uns anos, em comparação com outros países”, afirma o político. E para isso é necessário, para além do apoio financeiro, “vontade, planeamento, capacidade de visão estratégica e coragem para decidir”.

Sabemos também que a atualidade traz consigo várias incertezas, que vão desde a questão geopolítica da Ucrânia, à inflação, para além das fragilidades na UE, nomeadamente no dossier das migrações. Conteúdo que considera “explosivo”, sendo “provavelmente a matéria que mais divide os Estados”. E finalmente, a questão pandémica que ainda irá trazer novas crises.

Contudo, existem oportunidades para as quais devemos avançar. Luís Marques Mendes identifica duas oportunidades que “não temos perdão se não aproveitarmos enquanto País”. Por um lado, os fundos estruturais da UE, que apelida de “oportunidade perfeita”, por força de três programas: Portugal 2020 e 2030, e ainda a Bazuca, que em conjunto representam 61 mil milhões de euros para investimento, modernização e ajuda ao desenvolvimento do país. A segunda oportunidade, decorrente da maioria absoluta, traz consigo as vantagens da previsibilidade, para as pessoas e empresas, responsabilização para governar e coerência de políticas. Não deixando de referir o “risco do autismo” de uma maioria absoluta, que pode significar funcionar em circuito fechado, com uma manifesta falta de transparência.

Mas neste início de um novo ciclo, há um “problema sério” que deve ser ultrapassado. “Nós estamos cada vez mais a caminho da cauda da Europa”, e, segundo Luís Marques Mendes, está-se a passar tempo demais nesta situação. “Nunca é de mais repetir que apesar de Portugal nos últimos anos crescer ligeiramente acima da média europeia, isso para as nossas ambições e para o nosso futuro é muito, muito curto”. Relembra ainda que nos últimos 20 anos tivemos sete países que ultrapassaram Portugal no ranking do PIB per capita da UE, e se seguirmos as previsões da OCDE, vamos continuar a perder posição.

Agora, “a democracia continua mas já não há necessidade de ter como prioridade o voto, a prioridade neste momento é o País”. O momento é de concentrar os esforços numa agenda reformadora e mobilizadora, em que identifica como áreas prioritárias a Administração Pública, Fiscal e Justiça, nomeadamente a económica. Dando como tempo útil de concretização os primeiros dois anos do novo governo, se no final de 2026 essas reformas não forem feitas, “nós não vamos gostar do resultado”, o que irá afetar a “autoestima nacional” e o orgulho dos portugueses.

Pode ver o video do evento na Líder TV, aqui.

Tenha acesso à galeria do evento aqui.

 

 

Arquivado em:Encontros, Notícias, Política

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 13
  • Página 14
  • Página 15
  • Página 16
  • Página 17
  • Interim pages omitted …
  • Página 202
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.