• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      5 lições das startups que as empresas tradicionais devem aprender para competir na era da IA

      Num mundo com quase 118 milhões de deslocados, a Europa muda as regras da imigração

      Nem mensagens nem vídeo: 79% dos trabalhadores preferem a voz quando é preciso agir depressa

      As alterações climáticas estão a mudar o mercado da habitação em Portugal

      Da Adraga à Arrifana: estas são as melhores praias de Portugal em 2026

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lei da Nacionalidade: «A perceção de incerteza pode afetar a confiança global no país enquanto destino para investir», explica Catarina Almeida Garrett (AGPC)

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      5 lições das startups que as empresas tradicionais devem aprender para competir na era da IA

      Num mundo com quase 118 milhões de deslocados, a Europa muda as regras da imigração

      Nem mensagens nem vídeo: 79% dos trabalhadores preferem a voz quando é preciso agir depressa

      As alterações climáticas estão a mudar o mercado da habitação em Portugal

      Da Adraga à Arrifana: estas são as melhores praias de Portugal em 2026

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lei da Nacionalidade: «A perceção de incerteza pode afetar a confiança global no país enquanto destino para investir», explica Catarina Almeida Garrett (AGPC)

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Titiana Barroso

Jorge Carvalho é o novo Diretor Geral do Burguer King Portugal e Espanha       

16 Abril, 2021 by Titiana Barroso

Jorge Carvalho, até aqui Diretor de Operações para Portugal, assume agora a função de Diretor Geral para o mercado ibérico.

Com cerca de 15 anos de experiência no setor, o Diretor ocupou diferentes cargos de responsabilidade dentro da cadeia de Restauração e tem como principal objetivo consolidar o plano de crescimento da marca no mercado ibérico. Em Espanha o Burger King possui mais de 800 restaurantes (500 com entrega ao domicílio) e em Portugal são 138 restaurantes, dos quais 73 com entrega ao domicílio.

“Portugal é um mercado estratégico do Burger King e vamos continuar a trabalhar intensamente para implementar o nosso plano de expansão. Temos crescido através de novas aberturas, novos canais de venda e de novos lançamentos como é o caso do King Selection, sempre com o objetivo de melhorar a experiência do cliente”, afirma Jorge Carvalho.

Licenciado em Economia pela Universidade do Porto e desenvolveu toda a sua trajetória profissional associada à marca Burger King em Portugal e Espanha. Iniciou a sua carreira como controller na Ibersol, o principal franchisado do Burger King em Portugal. Depois de passar pela área de negócio, incorporou o franchisado Lurca em Madrid, onde ocupou o cargo de responsável de operações e home delivery entre 2012 e 2017. Em 2017 incorporou a RB Iberia, onde desempenhou a função de Diretor de Operações do Burger King até hoje. Durante este período o número de restaurantes em Portugal cresceu 55% e o serviço de delivery cresceu na ordem dos 700%. Jorge foi também responsável pelo plano de aberturas próprias da RB Ibéria em Portugal, que se iniciou em 2019 e que atualmente conta com 14 restaurantes.

“O nosso fator diferencial é que somos operadores e conhecemos as marcas desde o seu interior. Estou convicto que a grande experiência do Jorge, que tem liderado com grande sucesso a área de operações do Burger King nos últimos anos, vai contribuir para consolidar a liderança da marca nos próximos anos”, afirma Gregorio Jiménez, Presidente da Restaurant Brands Iberia.

Borja Hernández de Alba, que ocupava a Direção Geral da marca desde 2017, passará a formar parte da equipa da Restaurant Brands Iberia como Diretor Geral do grupo, reportando ao Presidente, Gregorio Jiménez.

O Burger King está em Portugal há 20 anos e abriu o primeiro restaurante no Centro Comercial Colombo em 2021. Atualmente a marca conta com 138 restaurantes em todo o território português (incluindo ilhas) operados pela RB Iberica e pelos franchisings da Ibersol, Food4kings e Area. Para o ano de 2021 está previsto um plano de expansão bastante ambicioso e o lançamento de várias novidades que visam melhorar a experiencia do consumidor.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Smart Work para o bem de todos

15 Abril, 2021 by Titiana Barroso

A Jaba Recordati mudou a sua sede há precisamente um ano. Antevendo um confinamento completo, antecipámos a mudança de instalações prevista para a última semana de março. E ainda bem que o fizemos! Só foi possível através da confluência de um conjunto de boas-vontades de parceiros, fornecedores e, sobretudo, das nossas pessoas!

Quando projetámos as novas instalações tivemos em conta dois vetores que consideramos essenciais, a tecnologia e as pessoas. Assim, equipámos todas as salas de reunião com ecrãs que permitem a partilha de conteúdos, assim como a realização de reuniões online. A receção e o espaço de lounge para refeições foram também equipados com TV Corporativa. Alterámos e melhorámos os equipamentos de voz fixos e espelhámos através de aplicação no PC de cada colaborador de forma a ser possível utilizar em qualquer lugar. Optámos também por substituir todos os desktops por laptops de forma a dar mais mobilidade às nossas pessoas. Parecia mesmo que estávamos a adivinhar a chegada desta crise pandémica!

Naturalmente que todas estas alterações facilitaram em muito a adaptação ao Smart Work, felizmente e para o bem de todos. Do ponto de vista da domótica e sustentabilidade, assegurámos que o sistema de iluminação e ar condicionado trabalham apenas quando necessário e requerido, ligando e desligando automaticamente a partir de um horário pré-definido. Caso haja pessoas no escritório, poderão sempre acionar mais tempo a estes recursos. A reciclagem foi outro aspeto tido em consideração, sendo feita a separação do papel, plástico, vidro e orgânico nas instalações. As impressoras foram parametrizadas para impressões frente e verso de forma a deixar menos pegada. Equipámos ainda uma sala de maior dimensão para as reuniões internas e com clientes e dotámo-la com sistema vídeo, áudio e projeção wireless. Colocámos um white board no nosso lounge para que os nossos colaboradores possam deixar mensagens e recados. Criámos um roadmap com a história da Jaba e em simultâneo a história da Recordati e dispusemos em nichos ao longo do escritório várias peças da antiga fábrica com o objetivo de reforçar as nossa história, valores e propósito.

Antes de desenhar este novo espaço fizemos um survey interno onde perguntámos aos colaboradores como pretendiam que fosse o novo espaço, quais as valências mais necessárias e reconhecidas por estes como fundamentais. Depois preparámos uma refeição volante no novo espaço para lançamento da obra e apresentação do projeto. Foi um almoço num espaço completamente amplo e onde foi possível dar imaginação ao que viria a ser, 4 meses depois, a nossa nova sede.

Nunca imaginámos fazer a mudança desta maneira. Literalmente depositámos os materiais no novo escritório e fomos para casa vários meses. Hoje, ainda estamos a aprender a chamar a este espaço “nosso” e nunca voltámos a ter 100% dos colaboradores na nova sede. Mesmo sem estrear o espaço, tivemos de ajustá-lo a esta nova realidade, com todas as alterações e equipamentos de proteção na receção, no lounge, nas impressoras, máquinas de vending, nos postos de trabalho, enfim, foram criadas todas as condições e procedimentos e optámos no fim do passado ano de 2020 por passar pelo processo de certificação COVID Clean. Agora só faltam mesmo as nossas pessoas!


Por Ana Teresa Porfírio, Human Resources Director Jaba Recordati

O artigo foi publicado no especial Escritórios do Futuro Sustentáveis e Humanos na edição de primavera da revista Líder.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Está a pensar contratar ou abrir uma empresa em Portugal? Tem aqui boas razões

15 Abril, 2021 by Titiana Barroso

Uma enorme concentração de talento tecnológico, facilidade em criar novos negócios, clima ameno, praias, preço da cerveja, um povo amigável e uma cultura genuína, fazem de Portugal o lugar perfeito para a contratação de profissionais ou criação de equipas e centros de TI.

O manual “Hiring in Portugal: Why and how to build your tech team in Portugal”, publicado no início deste ano pela Landing Jobs, explica as principais razões por que Portugal é considerado um lugar de excelência entre as empresas tech, a caminho de se tornar num dos top Tech Hubs à escala global para talentos e organizações de tecnologia.

Para quem está a pensar mudar-se ou abrir uma empresa em Portugal, a Landing jobs considera ser este o momento certo, e este Manual dá aos potenciais interessados uma visão completa do cenário empresarial, financeiro e até cultural, explicando o que quer dizer a expressão “engolir sapos” e o facto da pontualidade não ser um ponto forte entre a nossa portugalidade.

Já são muitas as empresas a instalarem os seus centros de excelência profissional de TI ou a contratar talento em Portugal, como a Volkswagen, Sky, Daimler, Hostelworld, Natixis, BMW, Cloudflare, entre outras.

Quais são então as principais características que tornam Portugal um lugar tão atrativo e especial?

Nível inglês
A fluência da língua inglesa, falada e escrita, coloca Portugal no 7.º lugar da English Proficiency Index 2020, entre 100 países avaliados.

Qualidade de vida
As cerca de 2700 horas de sol por ano e uma temperatura média de 21ºC, fazem de Portugal o lugar ideal para existir um bom equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, ao que se junta a segurança e estabilidade que o nosso país oferece. De acordo com o Índice de Paz Global 2020, Portugal é o 3.º país mais pacífico do mundo e o 7.º politicamente mais estável.

Baixo custo de vida
O custo de vida em Portugal é relativamente baixo, dando como exemplo o preço de uma cerveja (1€ num café) ou ser possível pagar 12€ por um almoço. Reforça-se ainda a ideia de que o melhor de Portugal, como o clima, praias, paisagens e um povo acolhedor, é de graça!

Talento técnico
Segundo a Landing Jobs, estima-se que residam atualmente em Portugal cerca de 120 mil profissionais na área da Tecnologia, com 7 mil novos licenciados e cerca de 5 mil estrangeiros a chegar ao nosso país todos os anos, tornando-o no destino n.º 1 para os nómadas digitais. De acordo com o Índice da Comissão Europeia, Economia e Sociedade Digital, Portugal era em 2020 o 14.º país europeu com mais talento tecnológico.
São várias as razões que colocam o País no topo enquanto potencial mercado de recrutamento e fixação de negócios na área da Tecnologia. Entre o que caracteriza o ambiente económico e financeiro, o Manual considera ainda os principais coworks e escritórios de Lisboa e Porto, apoios e incentivos, impostos e regulamentação, processos de recrutamento, salários, vistos e autorizações de residência, entre outros.

Como Portugal se tornou um paraíso de startups e tecnologia

Portugal está a fazer-se notar a nível europeu como um importante hub de Tecnologia, graças a um espírito de inovação aliado à capacidade bilingue da população e uma rede de apoio local, como a Startup Lisboa, ANJE, Beta-i, entre outras, levaram a uma explosão de startups. Lisboa é considerada a cidade “inevitável”, com um elevado número de empresas e empresários estrangeiros a fixarem-se na capital, sendo o evento da Web Summit a prova dessa atração de talento e negócio. Segundo a publicação Entrepreneur Europe, Lisboa subiu para a 4.ª posição na lista dos melhores lugares para começar um novo negócio, ficando à frente de cidades como São Francisco e Londres.

Segundo o manual “Hiring in Portugal”, Portugal foi recentemente considerado o segundo melhor País europeu do sul para fazer negócios. O Banco Mundial, através do relatório “Doing Business 2020”, classifica Portugal em 39.º lugar (entre 190 países) e 12.º lugar dentro da UE na “facilidade de fazer negócios”. Reforçando esta realidade, é referido ainda que o ecossistema de startups em Portugal está a crescer duas vezes mais rápido do que a média europeia.

A Landing Jobs é uma startup portuguesa que liga programadores a empresas de tecnologia, gerindo uma plataforma de recrutamento online para o setor das tecnologias de informação, com uma comunidade de mais de 150 mil candidatos locais e internacionais.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Conselhos de carreira para o talento sénior

15 Abril, 2021 by Titiana Barroso

41% dos trabalhadores entre os 51 e os 60 anos consideram que não há oportunidades de desenvolvimento profissional disponíveis nos seus locais de trabalho.

72% dos profissionais com mais de 50 anos afirmam não ter oportunidade de promoção nas empresas, de acordo com o novo relatório da Robert Walters, Consultora Global de Recrutamento.

Estes perfis têm mais de 15 anos de vida profissional pela frente, como podem fomentar a carreira tendo em conta a sua experiência e conhecimento? O relatório “Promover a Diversidade no Local de Trabalho” mostra que um terço afirma não saber o que fazer para conseguir uma promoção ou responsabilidades acrescidas. Porém, não é apenas a falta de conhecimento que impede o avanço desses profissionais. Um quinto deles (21%) indica que a falta de formação também é um obstáculo.

“Isto acarreta o risco do potencial deste grupo de talentos seniores ser desperdiçado por mais de uma década ou mesmo duas, já que as suas carreiras estagnam sem valorizar o conhecimento e a experiência adquirida ao longo dos anos”, explica François-Pierre Puech, Country Manager da Robert Walters Portugal.

A Robert Walters partilha 4 conselhos para os profissionais com mais de 50 anos que desejam o desenvolvimento das suas carreiras:

  1. Informe a sua empresa sobre a sua ambição profissional

Ter em mente que continuar a progredir na carreira é algo que as empresas devem estar dispostas a apoiar. Quer seja ter a oportunidade de aprender novas competências, aumentar o potencial de ganhos ou moldar a direção da empresa por meio da contribuição de novas ideias, o primeiro passo para fazer isto é dar a conhecer à empresa a ambição e o nível de envolvimento.

Isto demonstrará o compromisso com a organização e incentiva a empresa a pensar em formas de aproveitar ao máximo a experiência e conhecimento do profissional. A Robert Walters recomenda que se aborde o tema na próxima avaliação de desempenho, ou mesmo antes, se se sentir insatisfeito e quiser resolver o problema imediatamente.

  1. Descubra quais são as maneiras de progredir

Se o objetivo é ascender a um cargo de maior responsabilidade, é importante falar com a chefia para saber se tem as competências necessárias para exercê-la, ou se, pelo contrário, considera que é preciso mais formação para realizá-lo com sucesso.

Um terço dos trabalhadores com mais de 50 anos dizem que não sabem o que devem fazer para obter uma promoção, por isso é importante conversar com a chefia para descobrir o que é necessário e como pode melhorar. Desenvolver novas competências em gestão de projetos, liderança, competências digitais, formação de equipas ou tomada de decisões, são alguns dos exemplos. É importante não ter medo de perguntar ao seu chefe como pode utilizar os recursos da organização a favor da progressão na sua carreira.

  1. Explore diferentes maneiras de trabalhar

Um modelo de trabalho tradicional das 9h às 17h nem sempre é simples com compromissos fora do trabalho, mas as suas responsabilidades não devem impedir que a sua carreira ou potencial de ganho melhore. As empresas estão a introduzir novas formas de trabalhar para atrair e reter os seus melhores talentos e estão a perceber que os modelos de trabalho precisam de mudar para atender às necessidades das diferentes pessoas que compõem a sua organização.

Portanto, saiba quais os modelos e práticas da empresa que melhor se adequam ao que pretende. Seja trabalhar remotamente ou com horários flexíveis ou um trabalho mais focado em projetos, há muitas maneiras de conciliar o trabalho e os compromissos da vida pessoal. Converse com a empresa sobre como pode mudar o seu estilo de trabalho atual com a missão de atingir todo o seu potencial.

  1. Mantenha as suas opções abertas

Com mais de uma década pela frente para progredir e crescer na carreira, é importante que reserve tempo para refletir se está satisfeito com a empresa e funções atuais. Embora às gerações mais antigas seja reconhecida lealdade, em comparação com os trabalhadores mais jovens, se a sua empresa não lhe está a dar as oportunidades de crescimento que deseja, pense no que o mercado de trabalho lhe pode reservar.

Ao procurar novas oportunidades, lembre-se de que nunca é tarde para mudar a sua situação. O relatório “Promover a Diversidade no Trabalho” afirma que existem alguns setores mais favoráveis ​aos profissionais mais seniores, como tecnologia, serviços e indústria.

“À medida que a expectativa de vida e o número de trabalhadores mais velhos aumenta, as empresas devem garantir que atendem às necessidades dos funcionários de todas as gerações. Os trabalhadores de meia-idade geralmente adquirem habilidades, experiência e conhecimento importantes que podem ser muito valiosos para as empresas. Sem falar no facto de que esta pool de talentos continuará a representar um número e proporção crescentes do mercado de trabalho, por isso não é aconselhável desativar as suas oportunidades de formação e desenvolvimento”, conclui François.

Arquivado em:Artigos, Leading People

A nova campanha da AICEP quer mostrar o melhor dos produtos de origem portuguesa

15 Abril, 2021 by Titiana Barroso

“Made in Portugal naturalmente” é a campanha da AICEP – Agência Portuguesa de Comércio & Investimento direcionada ao mercado americano.

A campanha publicitária internacional será lançada simultaneamente nos Estados Unidos, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Canadá. Dirigida a todas as empresas americanas, apresenta o melhor dos produtos sustentáveis e inovadores de Portugal de várias indústrias: moda para mobiliário doméstico, materiais de construção à tecnologia, ou até mesmo alimentos & bebidas para a indústria de moldes.

“Os Estados Unidos são um dos principais clientes de Portugal, valorizando atributos como sustentabilidade, inovação, qualidade e autenticidade. Valores que diferenciam e promovem a confiança deste mercado nos produtos portugueses, que são, naturalmente, premium, personalizados e projetados para satisfazer clientes exigentes”, afirmou o presidente da AICEP, Luís Castro Henriques.

Vai decorrer ao longo de 2021, apresentando produtos e serviços de clusters selecionados que incorporam os valores fundamentais da campanha.

O cluster Home incorpora os setores de mobiliário, iluminação, têxteis domésticos, utensílios domésticos, cerâmica decorativa, talheres, vidro e cristais. A capacidade do setor de inovar, criar tendências e confiança baseia-se no seu património de artesanato e experiência internacional.

O cluster de Materiais de Construção está comprometido com a inovação e tecnologia, seguindo novas tendências, e proporcionando uma gama de alto desempenho, sofisticado e bem projetado. Este setor inclui pedras ornamentais, cerâmica, madeira, cortiça, metais, cimento, gesso, betão e obras conexas, plásticos, tintas e vernizes, e vidro.

O cluster de moda inclui design de vestuário e calçado & produção. A indústria da moda portuguesa exporta para mais de 200 mercados em todo o mundo. No vestuário, Portugal é o 10.º maior exportador europeu, estando entre os 25 maiores exportadores a nível mundial, com os Estados Unidos como um dos principais mercados. No calçado, Portugal é o 11.º maior exportador do mundo. A Burberry, a Kenzo, a Dior e outras marcas globais confiam na qualidade, inovação e design da indústria portuguesa para o seu desenvolvimento de produtos.

A Comida e Bebida combina o melhor da tradição mediterrânica. Os produtos alimentares portugueses estão a surpreender o mundo com novos sabores e experiências, ao mesmo tempo que encarnam as culturas de cada um dos mercados com produtos e soluções personalizados. Este é o resultado da experiência secular e do know-how, já disponível em mais de 180 mercados em todo o mundo, nos quais os Estados Unidos são um dos principais clientes. É impossível ser indiferente ao mundo do Vinho Português. Portugal é o nono exportador mundial, com vinhos únicos que combinam vinhas antigas com inovação e sustentabilidade, constantemente reconhecidos pelos mais significativos prémios mundiais, ano após ano.

O cluster de TI é um player crucial na transformação digital global e oferece o melhor da indústria, com know-how, experiência e experiência reconhecidas por marcas-chave como Microsoft, INTEL, NASA ou ESA. Com infraestruturas de última geração e população de elevado talento, Portugal já vive a nova era 5G e é o principal parceiro do setor para estratégias de serviços perto da terra.

O cluster Molds é o 3.º produtor de moldes de injeção de plástico na Europa e o 8.º produtor de moldes de injeção de plástico em todo o mundo. Num momento em que a moldagem por injeção de plástico e a impressão 3D vão aumentar para a indústria de dispositivos médicos, considerando o histórico e a qualidade da indústria do molde português. Com uma forte especialização, a indústria automóvel é atualmente o principal cliente da produção de moldes domésticos, incluindo peças de injeção de alta qualidade e consistentes de uma vasta gama de polímeros.

Portugal é assume-se nesta campanha como o País onde a cultura e a tradição coexistem com design, tecnologia e I&D. Padrões de alta qualidade, autenticidade e exclusividade caracterizam a produção de bens portugueses, que são a escolha dos principais clientes e marcas internacionais. Com quase nove séculos de história, Portugal é um país estável, inovador, sofisticado e virado para o futuro, em que a sustentabilidade é uma prioridade.

Arquivado em:Marketing, Notícias

Sorte e Discernimento

14 Abril, 2021 by Titiana Barroso

A sorte dá muito trabalho. Mas também pode ser simplesmente isso – sorte. No percurso de empresas hoje entronizadas, como a Tesla ou a Amazon, a sorte exerceu papel importante. Por sorte entendo a emergência de condições (fora do controlo da liderança) que, se não tivessem ocorrido, poderiam ter resultado na destruição da empresa. Brad Stone, que escreveu sobre a Amazon e Jeff Bezos, ilustrou essa realidade. Não fora o sucesso da emissão de obrigações convertíveis, no mercado europeu, em 2000, a uma supertaxa de 6.9% – a empresa teria provavelmente sucumbido no ano seguinte, após o crash da bolha dot.com. Sem a sorte gerada pelo balão de 672 milhões de dólares, a Amazon poderia ter definhado – e não teria tido a oportunidade de fazer o que veio a alcandorá-la ao trono em que agora é colocada.

A tese da sorte é incompatível com a crença no mérito. Para quem lidera, pode ser difícil reconhecer que o sucesso também assenta na sorte. Afirmar o papel da mesma pode ser interpretado como sinal de fraqueza e pouca autoconfiança. Mas há quem tenha essa coragem. Numa entrevista recente, Paulo Rosado, fundador e líder do unicórnio luso Outsystems, enfatizou a importância da ambição e do trabalho árduo. Mas também afirmou, pelo menos 13 vezes, que ele e a empresa tiveram sorte. Não conheço Paulo Rosado, nem disponho de evidência suficiente para fazer uma avaliação realista da sua liderança. Mas isso não me impede de sublinhar o ato humilde. Estando na mó de cima, Paulo Rosado poderia simplesmente ter jogado para a mesa das explicações do sucesso da empresa a parafernália de estratégias e esforços que adotou. Ao reconhecer o papel da sorte, demonstrou discernimento.

A realidade é demasiado complexa para se abrir a explicações simplistas. Muitas organizações bem geridas fracassam. E muitas organizações mal geridas florescem. A liderança, embora importante, é apenas um dos fatores explicativos do sucesso. Num livro sobre os autoenganos dos gestores, Phil Rosenzweig, professor no IMD, ajuda a compreender a natureza dessas ilusões. O sucesso de uma organização depende de muitos fatores, e a liderança é apenas um entre eles. O facto de uma organização ser bem-sucedida não significa, necessariamente, que o sucesso provém de uma liderança eficaz ou recomendável. Frequentemente, o processo é inverso: usamos o sucesso da organização para atribuir qualidades excecionais à sua liderança. Porque a equipa ganha, o treinador tem que ser bom – supomos nós. Mas veja-se a quantidade de “bestiais” treinadores que, num ápice, passam a “bestas”. O que muda, nesse curto período, não é a qualidade do treinador – é o resultado alcançado pela equipa, dependendo este do treinador e de numerosos outros fatores. Rosenzweig acaba por argumentar que os melhores gestores têm consciência de duas coisas. Primeira: a fórmula do sucesso duradouro é wishful thinking. Segunda: embora o trabalho árduo e a competência sejam cruciais, a sorte e o azar jogam um papel importante nos resultados da organização. Esses gestores não se desculpam com o azar, nem sacodem a água do capote, quando o insucesso bate à porta. Mas são suficientemente sábios para reconhecer que a vida organizacional é complexa e não assenta apenas na sapiência de quem lidera.

A liderança heroica, suprema responsável pelos grandes feitos das organizações, dos países e da humanidade, é uma ideia apelativa. Permite-nos simplificar a interpretação da realidade. Perante a diversidade e a complexidade de fatores, é cognitivamente económico lançar mão do alegado fator-chave: a liderança. A realidade, a mais sombria ou a mais solar, é bastante mais complexa. As tragédias hitleriana e estalinista foram o resultado de uma teia de fatores, entre os quais a situação política (nacional e internacional) e económica dos dois países, assim como o apoio, mais ativo ou mais passivo, de milhões e milhões de pessoas. A realidade mais solar também emerge da interação de numerosos fatores. Eu próprio me deslumbro com a ação firme e compassiva de Jacinda Ardern, a primeira-ministra da Nova Zelândia que se tem destacado pelo sucesso no combate à COVID-19. Mas não posso ignorar que o trabalho de Jacinda tem sido facilitado pelo facto de o país ser uma ilha e de a cultura neozelandesa valorizar o seu estilo de liderança. Jacinda tem, pois, “sorte” com o país que tem!

Daqui não decorre que devamos subestimar a liderança. O que proponho é que nos esforcemos mais quando analisamos a realidade. Atribuir todos os males e sucessos de um coletivo organizacional à liderança é tão preguiçoso quanto desvalorizar a importância da mesma. O que é preocupante não é que um/a líder reconheça o papel da sorte – inquietante é que atribua todo o sucesso a si mesmo/a e o insucesso ao azar. Igualmente problemático é que fique à espera da sorte.


Por Arménio Rego, LEAD.Lab, Católica Porto Business School

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 42
  • Página 43
  • Página 44
  • Página 45
  • Página 46
  • Interim pages omitted …
  • Página 90
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.