O meio de humanizar uma marca, ou ter uma marca mais “humanizada”, é começar por olhar para dentro da organização, onde muito mais para além de uma estratégia apenas comercial, será necessário ser verdadeiro e persistente. Deve-se poder voltar ao início, aos primeiros momentos de criação e desenvolvimento da marca, e revisitar o que a […]
O meio de humanizar uma marca, ou ter uma marca mais “humanizada”, é começar por olhar para dentro da organização, onde muito mais para além de uma estratégia apenas comercial, será necessário ser verdadeiro e persistente.
Deve-se poder voltar ao início, aos primeiros momentos de criação e desenvolvimento da marca, e revisitar o que a sustenta e identifica, através dos seus valores e visão.
É nestes pilares que, regressando as origens, iremos poder recuperar a essência das equipas e colaboradores enquanto seres humanos alinhados com os interesses comerciais e financeiros da marca, expressando quem são, levantando a sua voz, e defendendo as causas que tenham que ver com aquilo que a marca é, e que também passam a ser as suas. Seja uma grande ação social ou um simples atendimento dedicado e personalizado.
Deste modo é mais fácil o caminho de inspirar as pessoas certas, trazendo-as ou mantendo-as na marca, transformando-as em consumidores ideais através de uma relação recíproca de cooperação e identificação natural.
Como a ilustração indica, de entre todos os valores e princípios, é importante que sejam bem destacados os Core Values.
Por João Teixeira, Diretor Comercial da Fundação Eugénio de Almeida

