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Home Entrevistas Leading People Ouvir o corpo, instinto e técnica – o perfil de uma atleta de elite

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Ouvir o corpo, instinto e técnica – o perfil de uma atleta de elite

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30 Dezembro, 2021 | 8 minutos de leitura

Patrícia Mamona, atleta portuguesa de triplo salto e vencedora da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 (em 2021), é o exemplo da construção de um caminho na alta competição, pleno de desafios e obstáculos, com o foco numa performance exímia. Ambição e força mental, consistência. O talento é importante, mas é apenas […]

Patrícia Mamona, atleta portuguesa de triplo salto e vencedora da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 (em 2021), é o exemplo da construção de um caminho na alta competição, pleno de desafios e obstáculos, com o foco numa performance exímia. Ambição e força mental, consistência. O talento é importante, mas é apenas uma parte, tudo o resto constrói-se a partir do trabalho e dedicação. Apesar de se definir como perfecionista, diz que não pode haver medo de errar, há que experimentar e testar os caminhos. Um líder não se faz sozinho, mas Patrícia Mamona não se vê como líder. As conquistas são resultado de persistência e paciência, centímetro a centímetro, e do suporte de uma equipa que criou com o seu treinador, o mesmo há 20 anos, composta por um biomecânico, um nutricionista, um médico, dois psicólogos e um fisioterapeuta. Estudou Ciências Médicas na Universidade de Clemson, na Carolina do Sul, e está a tirar a segunda licenciatura em Engenharia Biomédica. Nesta entrevista à Líder fique a conhecer a atleta que saltou muito além dos 15,01 metros que a levaram ao pódio, e que acredita que as pessoas têm de ser sobretudo mais humanas, independentemente de serem homem ou mulher.

Por Rita Saldanha

Fotos Direitos reservados

A caminho dos 33 anos, a Patrícia está no seu melhor momento, reflexo de 20 anos de entrega e total dedicação ao atletismo. No início, o incentivo eram os donuts no final das provas do desporto escolar. Agora, o que a motiva nessa constante superação?

Hoje em dia já não é só um incentivo, é uma responsabilidade. Desde que comecei a representar Portugal, o que faço tem de ser feito com dignidade. Sou uma pessoa que está sempre a procurar a perfeição e preciso de ter um objetivo e uma direção – aquilo que faço tem de ser validado pelos meus resultados, pelos quais batalho muito e onde sei ter dado o meu melhor. Após ter atingido a fasquia dos 15 metros sinto um misto de motivação, em querer ser melhor e ter ao mesmo tempo a responsabilidade de ter um País “atrás de mim”.

Hoje a Patrícia faz parte do grupo restrito de atletas que ultrapassaram os 15 metros. No princípio, disseram-lhe que era baixa para a modalidade e que não tinha perfil. Mesmo depois de recuperar da COVID-19, sagrou-se campeã europeia, ganhou a medalha de prata de Tóquio 2020 e ainda bateu o record nacional. Como se constrói a mentalidade de um atleta de elite entre as adversidades e até os imprevistos?

Acho que tenho muita sorte porque sinto que nasci com uma personalidade muito forte. Se me dizem que não sou capaz de fazer alguma coisa, tento sempre provar o contrário e ter começado a treinar às escondidas dos meus pais, foi prova disso. Não me autorizavam treinar porque diziam que iria influenciar negativamente o meu percurso escolar, mas eu continuei, sem eles perceberem, pois, as boas notas mantinham-se. Acabaram por descobrir porque fui apanhada a andar de comboio sem bilhete! Acredito em mim, tenho uma autoconfiança que vem desde pequena, e quando cresci ficou mais forte e ajudou-me a encarar os desafios, o que me fez evoluir e tornar-me mais robusta. Mas aprendi que muito disso é treinável, não se nasce boa de um dia para o outro. Em competições de alto nível todas as raparigas são muito boas, o que faz a diferença é o trabalho, e ter muita paciência. Acredito que a autoconfiança também se trabalha e se aprende.

Que qualidades a Patrícia reconhece como sendo essenciais num bom líder. Como é que conseguimos auto-liderar e inspirar os outros?

O desporto ensina a sermos líderes da nossa própria vida, aos pouco vamos conquistando desafios e novas valências que podem ser muito úteis, não necessariamente para ser atleta profissional, mas que podem ajudar na vida pessoal.

Não quero ser líder, quero ser um veículo para mostrar o meu trabalho. A Patrícia Mamona ganhou uma medalha, mas não se vê a equipa que está por trás, e cada pessoa é fundamental para conseguir o resultado final. Não sou líder do meu próprio destino, tenho uma equipa a quem devo mostrar que temos de trabalhar com o mesmo objetivo comum, partilhado. Depois é ser líder pelo exemplo, em que palavras e atos têm de ser coerentes, por forma a ganhar a confiança da equipa. Há que manter a coesão, tem de haver sinergia entre os elementos, e um líder pode servir de moderador, em que no meu caso tenho falar com o fisioterapeuta, depois com o psicólogo, e o meu treinador. Tem de haver uma ligação e ter a capacidade de identificar o que está mal, comunicar.

Sou conhecida por ser das atletas com a melhor técnica de triplo salto, quase perfeita, como se tivesse sido tirada de um livro. Mas depois percebi que para saltar muito a técnica não chega, tenho de ter free style e muita garra, independentemente de a técnica ser ou não ideal. Foi difícil deixar o perfecionismo de lado e deixar entrar alguma criatividade, pensar fora da caixa. Hoje sinto-me cada vez mais confortável em sair da minha zona de conforto, e voltar ao meu nível base, que já é muito bom, se perceber que não é o caminho certo. Vou buscar coisas novas às minhas adversárias, características que vejo nelas que são importantes e que podem melhorar a minha performance. Não tenho medo de perguntar: “o que fazes para chegar ali?”. Peço conselhos, e descobri que há atletas que querem aprender comigo, e pode haver uma troca de informação que é útil. Depois, no momento chave, é a pessoa sozinha que consegue ligar tudo, canalizando a informação para o que realmente interessa. Pode-se ter o melhor treinador do mundo, mas se o atleta não consegue receber a informação corretamente, de nada vale.

 

Como atleta de alta performance e competição vivem-se os limites ao máximo, do esforço físico e emocional, algumas vezes para além do humano. Que competências físicas e emocionais não se podem perder e qual a real fronteira?

Em primeiro lugar é a capacidade de conseguir ouvir o corpo. Ele dá-nos indícios que está cansado, e devo comunicar isso ao meu treinador, sob o risco de me lesionar. Hoje reparo que o ser humano quer chegar ao espaço, mas temos de estar atentos ao que se passa cá dentro. Ter a capacidade de conseguir perceber o que estou a sentir, comunicar ao meu treinador e fazer os ajustes ao planeamento nesse sentido. A nível físico é muito importante o atleta conhecer o funcionamento do seu corpo.
A nível emocional é ter capacidade de procurar ajuda, não criar tabus, bichinhos na cabeça. Um dos obstáculos é aquilo que pensamos, que muitas vezes não reflete a realidade. Depois é ter a coragem de comunicar, pedir ajuda.

Estes jogos olímpicos ficaram também marcados pelo abandono da tetracampeã Simone Biles em nome da saúde mental, falando nos “demónios” com que tem de lidar quando está em competição. É importante saber quando devemos sair do pódio?

No caso da Simone, eu senti uma grande ligação porque muitas das pessoas não conseguem perceber o quanto a parte mental afeta o lado físico. Por não ter a cabeça no sítio certo, ela teria arriscado uma lesão grave. São movimentos milimétricos de micro segundos, em que um pé mal posto pode acabar com a própria carreira. Nessas provas a pressão mental, em que todos esperam um resultado, é uma pressão que eu gosto, põe-me no meu pico, mas há atletas que não conseguem lidar e perdem a confiança. Mas tudo é treinável, um atleta pode aprender a focar-se e a mostrar os seus resultados nos momentos chave. Aqui a intuição, a experiência e saber ouvir o corpo é fundamental.

Quais são as próximas metas?

São sempre os Jogos Olímpicos, mas também é importante ter metas mais curtas para ter validação, como em blocos de treino, por exemplo. Mas também falo de uma época, como as grandes competições, como o mundial de pista coberta em que a minha melhor marca é o 4.º lugar, o “lugar do morto”! Quero muito aumentar essa marca específica, tenho mundiais de ar livre e campeonatos da europa em que quero estar no pódio e, a nível pessoal, e mais específico, é lutar para melhorar os 15,01 metros, em que sei que tenho margem para melhorar. Mas estou ciente que não é fácil – repeti-lo não é fácil. Entre 2016 e 2021, melhorei um centímetro! Mas sinto que o dia vai chegar e dou o melhor, e se não acontecer sei que durmo descansada porque dei tudo nas pistas, acabei os treinos estafada e a minha equipa deu o melhor.

Esta entrevista foi publicada na edição nr16 da revista Líder.

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