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Marcelo Teixeira

Portugal mergulha na inovação azul com novo laboratório apresentado no Japão

29 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

Com um pé firme no futuro e os olhos postos no mar, Portugal apresentou ao mundo o NOVA Oeiras Ocean Analytics Lab — um novo laboratório de inovação e ciência de dados dedicado à sustentabilidade dos oceanos, que foi oficialmente revelado este domingo no Pavilhão de Portugal da Expo Osaka 2025.

Num tempo em que o planeta se estreita e os recursos se esgotam, o oceano surge como esperança e desafio. Foi com essa bússola que a NOVA Information Management School (NOVA IMS) e o Município de Oeiras decidiram lançar um laboratório que une Inteligência Artificial e sustentabilidade, ciência dura e ambição política, conhecimento e território.

Chamaram-lhe NOVA Oeiras Ocean Analytics Lab. Mas o nome não diz tudo. O que está em causa é mais do que um projeto — é uma afirmação estratégica: Portugal quer estar na primeira linha da Economia Azul e das tecnologias que lhe dão corpo.

Com sede na NOVA IMS — única escola em Portugal com um curso inteiramente dedicado à Ciência de Dados — e alinhado com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 da ONU (Proteger a Vida Marinha), o laboratório vai desenvolver ferramentas avançadas para enfrentar os principais desafios do mundo marítimo:

  • Monitorização ambiental e saúde dos ecossistemas;

  • Gémeos digitais do oceano, capazes de simular cenários e prever impactos;

  • Segurança preditiva na navegação e nas praias;

  • Portos inteligentes, mais eficientes e sustentáveis;

  • Gestão pesqueira baseada em dados, para uma pesca que respeita o futuro;

  • Combate a atividades ilegais no mar, com deteção e prevenção tecnológica.

Mais do que investigação pura, o objetivo passa por gerar soluções aplicadas, produtos com impacto real, e formar talento qualificado. Trata-se de aproximar a academia da indústria e do poder público, para que a inovação saia dos laboratórios e entre nos portos, nas praias, nos radares.

«Portugal passa a contar com o seu primeiro laboratório de analítica de dados para os oceanos, unindo Ciência de Dados, IA e sustentabilidade oceânica», afirma Miguel de Castro Neto, diretor da NOVA IMS. «Transformar dados em conhecimento com impacto global – é essa a marca que nos define.»

Para Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, o projeto confirma o que há muito vem sendo construído no concelho:

«Tinha de ter o carimbo Oeiras Valley. Este é o nosso desígnio – estar à frente dos grandes projetos tecnológicos, científicos, com inovação e sustentabilidade.»

Com parceiros como o Fórum Oceano, a Administração do Porto de Lisboa e a Escola Superior Náutica Infante D. Henrique, e com mais entidades a caminho, o NOVA Oeiras Ocean Analytics Lab posiciona-se como a nova âncora da inovação oceânica nacional.

Na Expo Osaka, onde o oceano é tema e metáfora, Portugal leva agora mais do que discursos: leva tecnologia, visão e uma nova forma de pensar o mar — com ciência, com estratégia, e com a urgência que o tempo impõe.

Arquivado em:Inovação, Notícias, Sustentabilidade

Boomers a sair, Geração Z a entrar: estão as empresas prontas?

28 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

A maior saída de talento sénior das últimas décadas já começou — e quase 40% das empresas portuguesas estão a preparar-se para isso. O dado é do mais recente ManpowerGroup Employment Outlook Survey, que aponta que 37% dos empregadores nacionais estão a rever as suas estratégias para responder à reforma da geração Boomer, nascida entre 1946 e 1964.

Em sentido inverso à média global (57%), os números portugueses revelam uma certa apatia ou atraso face ao impacto desta transição demográfica. Ainda assim, há sinais de movimento: 27% das empresas admitem que a saída dos Boomers terá um impacto moderado, e 10% preveem um impacto significativo. Apenas 15% não esperam sentir qualquer efeito.

Setores mais atentos? TI, transportes e finanças

Nem todos os setores andam a dormir. Tecnologias de Informação lidera a preparação (45%), seguido de Transportes e Logística (44%) e Finanças e Imobiliário (43%). Já a Indústria Pesada (26%) e os Serviços de Comunicação (30%) mostram-se menos despertos para o que aí vem.

Os Boomers saem, a Geração Z entra (e com exigências novas)

A substituição geracional está em marcha. Até 2030, a Geração Z deverá representar 58% da força de trabalho. Traz consigo novas prioridades: equilíbrio entre vida pessoal e profissional, saúde mental e progresso rápido na carreira.

Segundo o Global Talent Barometer 2025, esta geração é também a mais exposta ao stress — 52% reportam níveis elevados — e a mais exigente: 76% valorizam oportunidades de formação e 63% querem promoções rápidas.

O risco invisível: perda de conhecimento

A saída dos Boomers traz um risco silencioso: a perda de know-how acumulado. Para travar essa fuga de capital intelectual, as empresas devem apostar em soluções simples e eficazes — programas de mentoria, formação cruzada e uma cultura de aprendizagem contínua.

Reformar não é apenas despedir com festa. É planear, transferir conhecimento e reconfigurar equipas para um novo ciclo. A revolução geracional não está no futuro — está no presente.

Arquivado em:Corporate, Notícias

Pela primeira vez, Lisboa é reconhecida como região ‘Strong Innovator’

28 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

Portugal volta a subir degraus no mapa da inovação europeia. Segundo o European Innovation Scoreboard 2025 (EIS), o país regista uma trajetória consistente de crescimento, fixando-se agora nos 90,7% da média da União Europeia — mais três pontos percentuais do que em 2024, nove acima de 2018. Continua a integrar o grupo dos ‘Inovadores Moderados’, mas com indicadores que revelam um sistema em amadurecimento. Um deles brilha com luz própria: Lisboa.

No retrato regional, é a Grande Lisboa que toma a dianteira. Pela primeira vez, uma região portuguesa é reconhecida como Strong Innovator no Regional Innovation Scoreboard (RIS). E é a única com essa distinção em 2025. Com 109,6% da média da UE, ocupa o 77.º lugar entre as 241 regiões analisadas, num salto de quase 19% desde 2018. Entre vendas de inovação, emprego em TIC e co-publicações científicas, a capital puxa a linha da frente.

Portugal destaca-se ainda em várias métricas-chave: lidera na UE no apoio público à I&D empresarial (185,8%), ocupa o 4.º lugar nas vendas de inovações novas (133% da média europeia) e mostra um crescimento robusto na digitalização e na formação de talento tecnológico.

Todas as regiões do país evoluíram desde 2018. O Centro surge como ‘Moderado+’, ligeiramente acima da média do seu grupo, com 90,1%. O sistema nacional de inovação ganha corpo — mas não sem arestas por limar: falta mais investimento privado, maior valorização das exportações tecnológicas, e músculo na produtividade.

O EIS traça o retrato global. O RIS dá o zoom às dinâmicas locais. E em ambos, Portugal começa a aparecer não só como promessa, mas como presença.

Arquivado em:Inovação, Notícias

Carlos Carvalho é o novo CEO da Futurcabo

28 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

A Futurcabo acaba de anunciar a nomeação de Carlos Carvalho como novo CEO, abrindo uma nova etapa de crescimento e reposicionamento estratégico no competitivo setor das telecomunicações e energia. A escolha sinaliza uma aposta clara na inovação, excelência operacional e transformação organizacional.

Com mais de duas décadas de experiência internacional em empresas como Altice Portugal, TELCABO, KPMG, Accenture e Europcar Mobility Group, Carlos Carvalho traz consigo um percurso sólido, marcado pela liderança de projetos de grande escala em mercados como Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Emirados Árabes Unidos.

Licenciado em Economia, o novo CEO é especialista em programas de transformação, reengenharia de processos, desempenho empresarial e gestão de operações e finanças, destacando-se ainda pela capacidade de liderar equipas multidisciplinares em contextos de elevada exigência.

«Assumo este desafio com ambição e sentido de responsabilidade. A Futurcabo tem uma história feita de proximidade, confiança e excelência, e é nesse legado que vamos continuar a construir. Queremos posicionar a empresa como uma referência no setor, centrada na mais-valia para os nossos clientes e parceiros», afirma Carlos Carvalho.

A nomeação surge também como parte da estratégia do grupo Wellow Network, ecossistema empresarial do qual a Futurcabo faz parte. Para César Santos, CEO do grupo, a entrada de Carlos Carvalho «representa um reforço estrutural da liderança», permitindo acelerar a diferenciação e expansão da empresa no mercado.

Com esta mudança na liderança, a Futurcabo prepara-se para assumir um papel mais ativo no desenvolvimento de soluções tecnológicas, comerciais e operacionais, com impacto direto na eficiência interna e na qualidade de serviço prestado a empresas e consumidores.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

«Uma liderança inclusiva não impõe, escuta; não nivela, reconhece diferenças», afirma João C. Silva

25 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

No cruzamento entre a visão global e o espírito empreendedor, João C. Silva traça uma rota onde a inovação e a empatia se tornam faróis na complexa travessia do mundo empresarial contemporâneo. CEO da Digital Connection, agência internacional de comunicação e marketing digital que ganhou prémios em Portugal e no Dubai, João é mais do que um gestor: é um arquiteto de conexões — entre culturas, pessoas e ideias.

Desde cedo, percebeu que liderar vai muito além da organização de equipas ou da definição de estratégias. É uma arte que exige escuta ativa e sensibilidade, mas também a coragem de definir prioridades e traçar caminhos em territórios imprevisíveis. Fora do universo corporativo, João é uma ponte viva entre culturas. É Co-founder do Art of Connection, um projeto que promove a conexão de pessoas, empresas, artistas e culturas através da arte. Também exerce diplomacia cultural na International Federation of Choral Music e ajuda a estreitar laços entre Portugal e o Dubai como Secretário-Geral do Portuguese Business Council. Além disso, é ainda Conselheiro da Diáspora Portuguesa no Mundo.

Nesta conversa com a Líder, o português revelou os desafios de construir uma empresa num mercado conservador, o delicado equilíbrio entre exigência e humanidade na liderança, e a importância de preservar a autenticidade num mundo cada vez mais digital e global. João não vê a liderança como um comando, mas como um convite à inspiração — onde o impacto humano se mede em respeito, confiança e conexão genuína.

João, olhando para a sua carreira, como define o papel da liderança no mundo empresarial e digital de hoje?

A liderança assenta em dois pilares fundamentais: a empatia e a organização. Sem empatia não há verdadeira conexão humana; sem organização, não há direção clara. Um líder deve compreender quem está do outro lado — as suas expectativas, motivações e fragilidades — e isso exige presença, escuta ativa e respeito. Ao mesmo tempo, precisa definir prioridades e garantir que cada membro da equipa sabe o que se espera em cada fase do processo, reduzindo frustrações e aumentando a motivação.

No contexto digital, a liderança tornou-se mais visível e exigente. As pessoas comparam estilos, veem outras realidades, e essa transparência obriga os líderes a serem autênticos. Hoje, não basta mandar, é necessário inspirar.

 

Quais os maiores desafios que enfrentou ao criar a Digital Connection?

O ambiente português é um desafio por si só: mercado conservador, resistência à mudança, capacidade limitada de investimento e poder de compra frágil. Fundar a Digital Connection aos 26 anos, com visão, mas pouca experiência, implicou aprender na prática, cometer erros naturais, como decisões precipitadas e uma ingenuidade emocional que me ensinou muito.

Externamente, lidámos com clientes que atrasavam pagamentos, margens baixas e um ecossistema empresarial pouco preparado para apoiar PME’s. Para vencer, tivemos de ser disciplinados financeiramente e pensar desde cedo numa visão internacional — a ambição foi sempre maior que as limitações do mercado. Foi essa visão que nos fez crescer.

 

Em tempos de incerteza e mudança acelerada, como mantém a sua equipa unida e motivada sem sacrificar a autenticidade e o respeito mútuo?

Tratar a equipa como indivíduos, não como um bloco homogéneo, é essencial. Na Digital Connection, temos profissionais de mais de dez nacionalidades, cada uma com valores e formas de comunicar muito distintas. Cada pessoa tem a sua história, o seu ritmo, as suas necessidades. Liderar neste cenário exige promover o respeito e a inclusão, ao mesmo tempo que se garante excelência nos resultados.

É uma dança entre sensibilidade humana e rigor profissional, que só funciona com empatia, clareza e consistência. Essa liderança partilhada com o meu sócio, o Gonçalo Freitas, ajuda-nos a encontrar soluções melhores e a criar um ambiente onde as diferenças coexistem de forma produtiva.

 

Como equilibra a liderança enquanto arte, ciência e responsabilidade moral?

Essa é uma pergunta que levo muito a sério. A liderança não é apenas uma competência — é, acima de tudo, uma responsabilidade social e moral. Liderar é ter consciência do impacto que se tem na vida dos outros. E isso exige sensibilidade, humildade e coerência.

Acredito profundamente que a autoridade sem responsabilidade moral se transforma rapidamente em abuso de poder. E o abuso, mesmo que subtil, mina tudo: a motivação, a criatividade, a confiança. Uma equipa liderada com respeito torna-se naturalmente mais comprometida e mais resiliente. O ponto de partida é claro: respeito pelas pessoas. A partir daí, tudo se constrói.

 

Pode partilhar um momento difícil e o que aprendeu sobre si próprio enquanto líder?

Mais do que um momento, foi um padrão: por muitos anos, tive dificuldade em desligar, sentia que tinha de controlar tudo, o que me levou a exaustão física e mental. Percebi que não podia ser um bom líder para os outros se não cuidasse de mim próprio.

Hoje, priorizo o autocuidado — alimentação, exercício, sono — porque produtividade sem bem-estar é ilusão. Esse equilíbrio é fundamental para a sustentabilidade pessoal e profissional.

 

O que significa para si ‘conectar pessoas’ numa era em que as conexões parecem ser cada vez mais superficiais?

Nunca estivemos tão conectados, seja física ou digitalmente. A facilidade de viajar e comunicar globalmente nunca foi tão grande. Porém, o uso excessivo das redes sociais pode gerar sensação de vazio, sobretudo pela desinformação, fake news e discurso de ódio, que diminuem a tolerância social.

Conectar pessoas, para mim, é ultrapassar essa superficialidade, criando pontes genuínas entre culturas e realidades diferentes — e esse é também o objetivo do projeto Art of Connection.

 

No projeto Art of Connection, a arte une realidades distintas. Acredita que essa união artística pode ser uma metáfora para a liderança inclusiva?

Sem dúvida. A arte é transformação, emoção e reflexão crítica. Como a liderança, ela conecta, desafia e questiona.

Uma liderança inclusiva não impõe, escuta; não nivela, reconhece diferenças.

Tal como a arte, também a liderança deve ser expressão de humanidade e canal de transformação. É por isso que acredito que a arte é uma metáfora perfeita para a liderança inclusiva, ajudando a criar ambientes mais criativos e conscientes.

Também tem um podcast – ‘Our Vision’. Que visão quer transmitir a quem o ouve?

O ‘Our Vision’ nasceu para partilhar uma visão realista e humana do empreendedorismo, marketing e lifestyle no Dubai, desconstruindo preconceitos comuns entre os portugueses sobre a região. É um espaço para dar voz a histórias de pessoas de várias nacionalidades que ali vivem e trabalham.

Também é uma forma de contar a minha própria trajetória, mostrando que é possível construir algo sólido fora da zona de conforto. ‘Our Vision’ é uma visão coletiva e individual que inspira a acreditar na própria visão. Ou seja, se inspirar alguém a acreditar mais na sua visão, é porque já valeu a pena.

 

Qual foi o maior desafio pessoal que o ajudou a crescer como ser humano?

Aprender a respeitar os meus limites foi decisivo. Sempre me entreguei a mil projetos, mas ignorar os sinais de cansaço é um erro. O descanso faz parte da produtividade. Mais do que estar sempre ocupado, é estar verdadeiramente presente que importa.

Liderar não é estar em todo o lado, é estar com qualidade onde realmente faz diferença.

Outro crescimento enorme veio do contacto com culturas diferentes, que me ensinou tolerância e humildade — percebi que o ‘normal’ para mim pode ser estranho para outro, e isso é uma riqueza. Isso abriu não só a mente, mas o coração.

 

Como gere os múltiplos papéis sem perder o contacto consigo próprio?

A coerência interna é o maior ato de liderança. Não vejo os meus vários papéis como separações, mas como extensões do mesmo eu. A terapia e o autoconhecimento foram essenciais para isso — conhecendo bem os meus valores, fica mais fácil decidir mesmo sob pressão.

 

Qual é o papel da humildade, sobretudo num mundo tão competitivo e acelerado?

A humildade é a característica que nos faz evoluir. Sem escutarmos os outros não progredimos, a humildade é que nos torna mais competitivos, especialmente no mundo em que vivemos, onde as pessoas, no geral, têm muita dificuldade em escutar, em realmente ouvir o outro. Ser humilde não é viver dependente da aprovação externa e, normalmente, a falta de humildade está associada a inseguranças escondidas. Ser humilde é conhecermos as nossas limitações e superá-las.

A humildade não é ausência de ambição — é a sua maturação. É a capacidade de avançar com firmeza, mas sem pisar ninguém no caminho.

 

Que conselhos dá para não perder a visão de longo prazo?

O mais importante é nunca confundir movimento com progresso. Há fases em que estamos muito ocupados, mas não estamos a avançar.

Manter a visão de longo prazo exige pausa, reflexão e foco. Exige saber parar para pensar: ‘Isto ainda me faz sentido?’, ‘Para onde estou a ir realmente?’ Cercar-se de pessoas que desafiam e lembram o propósito inicial ajuda a manter a visão. A visão de longo prazo precisa de persistência, clareza, humildade e alinhamento com valores.

 

Qual o papel do conselheiro da diáspora portuguesa no mundo?

A diáspora portuguesa é uma rede global única, com enorme capacidade de adaptação e resiliência. O papel de conselheiro é ser ponte entre Portugal e o mundo, trazendo novas ideias, projetos e conexões. Num mundo de fronteiras fluidas, o verdadeiro poder está em articular narrativas e gerar impacto além das geografias — e é isso que quero ajudar a construir.

 

Que mensagem deixaria aos futuros empreendedores portugueses?

Ser empreendedor é aceitar ser desafiado todos os dias, é escolher o caminho mais difícil, mas também o mais gratificante. Resiliência, autenticidade e humanidade são as chaves para vencer. E, acima de tudo, acreditar na própria visão mesmo quando o mundo diz o contrário.

Arquivado em:Entrevistas, Leadership, Notícias

Livros Brands: narrar, vender, revolucionar

25 Julho, 2025 by Marcelo Teixeira

Três livros, três formas de provocar mudança: da arte de contar histórias com impacto emocional à ciência da persuasão e à criatividade como ato de rebelião. Estas obras mostram que comunicar bem é mais do que falar — é transformar.

 

 

Storytelling – A Melhor História Ganha – Mark Edwards 

Clube do Autor 

Qual é a melhor forma de comunicar? A argumentação lógica funciona sempre? Na verdade, a capacidade de criar histórias poderosas é a forma de comunicação mais eficaz. E porquê? Porque as pessoas não tomam decisões baseadas na lógica. As pessoas decidem emocionalmente. Para persuadir, influenciar e inspirar, é preciso estabelecer uma ligação emocional. E contar histórias é a melhor forma de o fazer. 

Ao longo de décadas dedicadas ao jornalismo, Mark Edwards criou o seu próprio método para escrever histórias convincentes e apelativas. Neste livro partilha as suas técnicas e afirma que contar histórias nos torna melhores comunicadores. 

 

Vender é Humano – Daniel H. Pink 

Bertrand Editora 

Todos nós somos vendedores; passamos uma parte considerável do nosso tempo (de trabalho e de lazer) a fazer vendas. ‘Vender’ não significa apenas persuadir alguém a fazer uma compra — o verdadeiro alcance do ato de vender é bem mais amplo… 

Vender é Humano oferece uma nova perspetiva sobre a arte e a ciência de vender. Com base nas mais recentes descobertas nas áreas da Economia, da Psicologia e da Ciência, Daniel Pink apresenta revelações surpreendentes sobre o que nos leva a mudar de ideias, o que nos persuade e o que nos motiva a agir de determinada maneira. 

 

 

O Assalto Criativo – José Rocha 

Edição de Autor 

A criatividade não é um dom reservado a poucos – é um ato de rebelião, um assalto ousado às barreiras que nos limitam. 

‘O Assalto Criativo’ é um manifesto para quem deseja libertar-se do medo, questionar padrões e transformar ideias em realidade. Ao longo de sete partes estruturadas como uma jornada, o livro desafia o leitor a demolir bloqueios externos, despertar o olhar interior, estruturar a criatividade sem sufocar a alma e superar o medo da criação. 

Arquivado em:Leading Brands, Livros e Revistas

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