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Marcelo Teixeira

Alerta ransomware: Governo, Indústria e Educação entre os alvos mais atacados em Portugal

27 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Pelo mundo inteiro, a cibersegurança está sob pressão. Em 2024, os ataques de ransomware aumentaram 10% a nível global, e Portugal não ficou imune à tendência. O Governo, a Indústria e a Educação foram os setores mais afetados, segundo o mais recente Threat Landscape Report da Thales S21Sec, um dos principais fornecedores de cibersegurança na Europa.

 

Crescimento alarmante dos ataques de ransomware

No segundo semestre de 2024, registaram-se 2.909 ataques de ransomware em todo o mundo, um aumento significativo face aos 2.175 registados nos primeiros seis meses do ano. No total, 2024 fechou com 5.084 ataques deste tipo, representando uma subida de 10% em relação a 2023.

Os Estados Unidos concentraram a maior parte dos incidentes, com 50,9% dos ataques (2.590 casos), seguidos pelo Canadá, Reino Unido, França e Espanha. Em Portugal, os ataques focaram-se sobretudo nos setores governamental, industrial e educativo, o que levanta sérias preocupações sobre a vulnerabilidade das infraestruturas críticas do país.

O aumento da atividade criminosa também se refletiu na ascensão de novos grupos de ransomware. Em 2024, surgiram 46 novos grupos, um crescimento de 43,75% face ao ano anterior. O Ransombub liderou a lista com 419 ataques, operando sob um modelo de dupla extorsão: encripta os sistemas, exfiltra dados e pressiona as vítimas com pedidos de resgate, ameaçando divulgar a informação roubada na dark web.

 

Tensões geopolíticas e o impacto na cibersegurança

O panorama da cibersegurança transformou-se num verdadeiro campo de batalha, impulsionado por tensões geopolíticas. Ataques digitais foram usados como armas em conflitos políticos e transições de poder. Em 2024, grandes eventos globais foram alvos preferenciais de ciberataques, incluindo os Jogos Olímpicos de Paris, onde hackers atingiram infraestruturas de transportes e telecomunicações, e alegadamente até as eleições presidenciais nos EUA.

A guerra entre a Ucrânia e a Rússia também teve repercussões no ciberespaço. Supostos ataques patrocinados pelo Estado russo focaram-se em infraestruturas críticas da Ucrânia e dos seus aliados, enquanto operações de hacktivismo alvejaram membros da NATO com ataques DDoS e roubo de dados sensíveis.

O especialista Hugo Nunes, Team Leader de Cyber Threat Intelligence da Thales S21Sec Portugal, destaca a ascensão das Campanhas de Operações de Influência, que visam manipular a opinião pública e disseminar desinformação. «Estas campanhas tornaram-se uma ferramenta geopolítica poderosa, desafiando as dinâmicas de poder», sublinha.

 

O crime como serviço: um mercado em expansão

A cibercriminalidade está a tornar-se cada vez mais acessível. Modelos de Crime-as-a-Service estão em crescimento, permitindo que indivíduos sem conhecimentos avançados lancem ciberataques através de serviços como Malware-as-a-Service ou Ransomware-as-a-Service.

Entre as técnicas mais usadas pelos hackers, destaca-se o uso de loaders, ferramentas que facilitam o acesso a sistemas comprometidos e permitem a instalação de malware sofisticado, como Infostealers e Trojans de Acesso Remoto (RAT).

O setor industrial liderou a lista dos mais atacados a nível global no segundo semestre de 2024, registando 986 ataques (33,9% do total). O setor dos Serviços e Consultoria e o Financeiro também foram alvos frequentes, o que obrigou os bancos a reforçar a segurança através de autenticação multifator e campanhas de sensibilização.

Os setores da Energia e da Defesa continuam na mira de hacktivistas e grupos APT (Ameaças Persistentes Avançadas), enquanto as Telecomunicações enfrentam desafios crescentes devido à sua importância estratégica. O setor Aeronáutico e Aeroespacial atrai ciberespiões devido à sua relevância para a segurança nacional, e os Transportes permanecem um alvo de alto impacto económico e social.

A crescente sofisticação dos ataques de ransomware exige que empresas e governos reforcem as suas defesas digitais. A cibersegurança deixou de ser apenas um desafio técnico: é agora um campo de batalha onde está em jogo a segurança económica e estratégica das nações.

Arquivado em:Cibersegurança, Notícias

Ucrânia na encruzilhada: a visita europeia e o caminho para a adesão

26 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

No terceiro aniversário do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, deslocaram-se a Kiev para reafirmar o compromisso da União Europeia com a Ucrânia. A visita simboliza a solidariedade europeia e a contínua cooperação com a Ucrânia em tempos de adversidade.

 

Apoio financeiro e militar reforçado

Durante a cimeira internacional de apoio à Ucrânia, Ursula von der Leyen anunciou um novo pacote de assistência financeira no valor de 3,5 mil milhões de euros, previsto para março de 2025. Este montante destina-se a fortalecer as capacidades de defesa da Ucrânia e a apoiar a sua economia afetada pelo conflito. Segundo dados da Comissão Europeia, até à data, a União Europeia e os seus Estados-Membros já forneceram um total de 134 mil milhões de euros em diversas formas de apoio à Ucrânia, pode ler no site oficial da Comissão Europeia.

Além do apoio financeiro, a UE adotou o 16.º pacote de sanções contra a Rússia, incluindo a proibição de importação de alumínio russo e medidas contra navios que tentam contornar as restrições comerciais. Estas sanções visam pressionar a Rússia a reconsiderar as suas ações e promover uma resolução pacífica do conflito.

 

Perspetivas de adesão à União Europeia

Um dos temas centrais da visita de Ursula von der Leyen e António Costa à Ucrânia foi a possibilidade da adesão do país à União Europeia. Von der Leyen afirmou que a Ucrânia poderia tornar-se membro da UE antes de 2030, caso continue a implementar as reformas necessárias «com velocidade e qualidade», destacando a importância de uma integração bem-sucedida para a estabilidade da região.

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reforçou que a adesão da Ucrânia seria uma «garantia significativa de segurança para o continente europeu», apontando que a sua entrada na União não só fortaleceria a coesão interna da UE, mas também enviaria uma mensagem clara de resistência à pressão externa. Contudo, ambos reconhecem que o caminho até à adesão será desafiante, exigindo reformas profundas e o cumprimento de critérios rigorosos em várias áreas, incluindo a justiça e a economia.

A Comissão Europeia tem monitorizado de perto o progresso de Kiev, especialmente nas questões de governança e anticorrupção, mas a guerra em curso continua a ser uma grande variável que complica o processo. A adesão da Ucrânia, portanto, dependerá de uma resolução estável do conflito, além do fortalecimento das suas instituições internas, sendo um projeto que poderá reconfigurar não apenas a Ucrânia, mas também o próprio equilíbrio da União Europeia nas próximas décadas.

 

Impacto humano e territorial do conflito

Até fevereiro de 2025, os números de vítimas continuam a subir, com mais de 40.000 mortos e 100.000 feridos registados nas estimativas mais recentes. A ONU indica também que cerca de 14 milhões de pessoas foram deslocadas internamente ou forçadas a fugir para outros países devido à violência, criando uma das maiores crises de refugiados da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

O impacto no território ucraniano tem sido devastador. Além das perdas humanas, o conflito resultou na destruição de infraestruturas chave, como hospitais, escolas e redes de transporte, com mais de 2.000 edifícios de valor histórico ou cultural danificados. As estimativas das Nações Unidas indicam que a reconstrução de áreas mais afetadas pode levar décadas, dependendo da evolução do conflito e da ajuda internacional.

Este impacto territorial não é apenas físico, mas também económico, já que os cofres ucranianos sofreram uma retração de cerca de 30%, com o PIB a cair drasticamente em 2022 e 2023. As sanções internacionais contra a Rússia também têm gerado consequências económicas globais, particularmente nos mercados de energia e alimentos, afetando as economias da UE e de países em desenvolvimento, segundo dados do FMI.

Esses dados evidenciam a gravidade e a complexidade do conflito, com consequências profundas que ultrapassam as linhas de frente e afetam diretamente a vida de milhões de pessoas, tanto na Ucrânia quanto além das suas fronteiras.

 

Encontro entre Macron e Trump: um novo caminho?

Paralelamente, o presidente francês, Emmanuel Macron, reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, para discutir possíveis soluções para o conflito. Macron sugeriu que uma trégua entre a Rússia e a Ucrânia poderia ser alcançada nas próximas semanas, criando uma janela de oportunidade para negociações de paz, como noticiou a Fox News. Trump expressou otimismo, afirmando que, com abordagens inteligentes, a guerra poderia terminar em breve.

Durante o encontro, Macron enfatizou a necessidade de garantir a segurança e a integridade territorial da Ucrânia, alertando que qualquer acordo de paz deve ser rigorosamente monitorizado para evitar violações, lembrando as inconsistências dos acordos anteriores de 2014. França e Reino Unido manifestaram disposição para enviar tropas de manutenção da paz, caso um tratado seja estabelecido.

 

Reflexões sobre o futuro: uma dança delicada

Enquanto líderes mundiais discutem pacotes de ajuda e possíveis tréguas, a realidade no terreno permanece desafiadora. O conflito continua a causar sofrimento e deslocamento de populações, e a reconstrução das áreas afetadas será uma tarefa monumental. A comunidade internacional enfrenta o desafio de equilibrar apoio imediato com soluções de longo prazo que promovam a paz e a estabilidade na região.

A guerra, como sempre, não produz vencedores claros, apenas uma sucessão de promessas e números que pouco consolam os afetados. Como uma dança delicada, onde cada passo deve ser cuidadosamente calculado para evitar pisar os pés do parceiro, as nações envolvidas devem coordenar-se meticulosamente para alcançar uma harmonia que leve à paz duradoura. No entanto, até que todos os dançarinos estejam em perfeita sintonia, o palco global continuará a testemunhar movimentos desajeitados e tropeços dolorosos.

Em última análise, a esperança reside na capacidade dos líderes mundiais aprenderem com os passos em falso do passado e coreografar um futuro onde a diplomacia e a cooperação substituam o conflito e a desconfiança.

Arquivado em:Notícias, Política

Empresas Excelência reconhecidas em cerimónia na Universidade de Santiago em Cabo Verde

26 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A primeira edição da iniciativa Empresa Excelência foi celebrada na passada quinta-feira, 20 de fevereiro, na Universidade de Santiago, em Cabo Verde,  com a entrega dos prestigiados Selos de Reconhecimento, baseados nas operações de 2023. O evento distinguiu 10 organizações que se destacaram pelo seu compromisso com a inovação, sustentabilidade e excelência na gestão,  num total de 19 candidatas.

A cerimónia contou com a presença de líderes empresariais, especialistas do setor e representantes institucionais, que se reuniram para reconhecer as boas práticas adotadas pelas empresas premiadas, destacando o impacto positivo que estas têm no panorama empresarial nacional. O Selo Empresa Excelência premeia organizações que demonstram elevados níveis de desempenho, boas práticas de gestão e um compromisso contínuo com os critérios ESG (ambientais, sociais e de governança).

Durante a entrega dos prémios, foi sublinhada a importância da distinção: «As empresas reconhecidas são exemplos inspiradores de como a excelência na gestão e a inovação podem gerar um impacto significativo e sustentável. Esta iniciativa não só reconhece o mérito dessas organizações, mas também visa incentivar outras empresas a seguir os mesmos padrões de qualidade e responsabilidade corporativa».

Os vencedores do Selo Empresa Excelência deste ano foram:

  • AQUASERVICE
  • EMEP, SA
  • ENACOL
  • FARMÁCIA JOVEM
  • GUIA DE SERVIÇOS
  • INKTONER
  • KHYM NEGOCE
  • MEDISPHARMA
  • SALSS
  • SESIS

 

 

A iniciativa Empresa Excelência reafirma o seu compromisso em valorizar a excelência empresarial, promovendo práticas sustentáveis e responsáveis que elevam o setor e contribuem para o desenvolvimento económico e social do país.

Para mais informações sobre a iniciativa e os critérios de seleção, consulte o site oficial aqui: www.empresaexcelencia.cv.

Arquivado em:África, Cabo Verde, Notícias

Último ano foi histórico no mercado de trabalho português

25 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O mercado de trabalho português atingiu marcos históricos em 2024, com crescimento na população ativa, no número de empregos e na quantidade de funcionários públicos. O ano trouxe resultados positivos em várias frentes, consolidando o desempenho do setor e trazendo novas perspectivas para o início de 2025.

Ao longo do último ano, a população ativa do país continuou a crescer de forma consistente, atingindo um recorde de 5,52 milhões de pessoas disponíveis para o mercado de trabalho no final do ano. Esse aumento reflete não só a recuperação económica pós-pandemia, mas também a continuidade de uma tendência de crescimento da força de trabalho, com mais cidadãos a ingressarem no mercado laboral.

Em paralelo, o número de pessoas empregadas também registou um crescimento significativo. No quarto trimestre de 2024, o número de trabalhadores empregados subiu em 7,9 mil, alcançando 5,15 milhões de profissionais. Esse valor representa historicamente o maior número de pessoas ocupadas no país e evidencia a força do mercado de trabalho, que continuou a criar oportunidades em diversos setores da economia.

Os dados apresentados são provenientes do estudo realizado no arranque deste ano pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Ministério do Trabalho, Banco de Portugal e Eurostat.

Indústria transformadora e comércio são setores em ascensão

O estudo revela ainda que, do total de empregados, 67,2% possuem qualificações ao nível do ensino secundário, pós-secundário ou superior. As pessoas com ensino superior destacam-se com uma taxa de emprego de 79,1%, o maior índice entre as faixas de qualificação. Já o grupo com ensino secundário e pós-secundário apresenta uma taxa de emprego de 69,6%, uma diferença de 9,5 pontos percentuais. Esse dado reflete a crescente valorização da formação superior no mercado de trabalho português, que se mostra crucial para a empregabilidade.

O setor de maior destaque em termos de criação de empregos foi a indústria transformadora, responsável por 16% do total de empregos gerados. O comércio, com 14,8%, também se destacou, especialmente nos segmentos de comércio por grosso e retalho. No setor de serviços, as áreas de educação e saúde se mantiveram como as que mais empregaram, representando 17,9% do total de profissionais empregados em 2024.

Lisboa e Norte em destaque

A análise regional do mercado de trabalho em 2024 traz algumas diferenças importantes no que diz respeito à concentração de trabalho e à taxa de atividade. Apesar do Norte do país concentrar o maior número de pessoas disponíveis para trabalhar, tanto empregados quanto desempregados (34,6% do total nacional), é na região da Grande Lisboa que se registra a maior taxa de atividade. Em Lisboa, 64,5% da população em idade ativa está inserida no mercado de trabalho. Em contrapartida, a região Centro do país apresenta a taxa de atividade mais baixa, com apenas 57,2%.

Funcionários públicos: um crescimento constante

Outro dado relevante foi o aumento do número de funcionários públicos, que alcançou o número histórico de 753.850 no final de 2024. Esse crescimento refletiu tanto em comparação com 2023, com um aumento de 1% (mais 7,5 mil pessoas), quanto em relação ao trimestre anterior (mais 7,6 mil pessoas, representando também um aumento de 1%). O grupo de assistentes operacionais/operários/auxiliares constitui o maior segmento dentro da administração pública, representando 22,4% do total de funcionários públicos. Destes, 37,2% trabalham nas áreas de saúde e educação, setores que continuam a procurar mais profissionais no âmbito do serviço público.

Teletrabalho em consolidação

Cinco anos após o confinamento imposto pela pandemia da COVID-19, o teletrabalho continua a ser uma realidade consolidada em muitas empresas. De facto, o número de profissionais a trabalhar remotamente aumentou significativamente ao longo de 2024. No quarto trimestre, 460,3 mil pessoas estavam em teletrabalho, o que representa um crescimento de 77% em comparação com o último trimestre de 2020. Entre o terceiro e o quarto trimestre de 2024, o teletrabalho teve um incremento de 7,4%, ou seja, mais 73,3 mil pessoas passaram a trabalhar de casa, alcançando um total de mais de um milhão de profissionais, ou 21,5% do total de empregados.

As regiões de Setúbal e Lisboa destacaram-se por apresentarem taxas de teletrabalho superiores à média nacional, refletindo a tendência crescente de profissionais que optam por essa modalidade, seja por questões de flexibilidade ou por uma maior adaptação às novas necessidades do mercado de trabalho.

Trabalho híbrido: a nova norma pós-pandemia

Apesar da permanência do teletrabalho, a modalidade de trabalho híbrido  estabeleceu-se como o modelo predominante no pós-pandemia. Dados de 2024 mostram que 38% da população empregada adota um regime híbrido, alternando entre o trabalho remoto e o presencial. Desse modo, as  empresas têm optado por um modelo de maior flexibilidade, em que os trabalhadores podem atuar tanto em casa quanto nas instalações das empresas. Assim, este modelo é visto como uma resposta às novas exigências dos trabalhadores por maior qualidade de vida e melhor conciliação entre vida profissional e pessoal.

Flexibilidade de trabalho: fator crucial na retenção de talento

A Randstad Research também destaca que a flexibilidade no local de trabalho se tornou um dos principais fatores para a retenção de talentos nas empresas. Segundo Isabel Roseiro, diretora de marketing da Randstad Portugal, «a pandemia mudou completamente o paradigma do teletrabalho. Empresas e trabalhadores não abandonaram o trabalho remoto no pós-pandemia e a flexibilidade, no que respeita ao local de trabalho, é um fator cada vez mais importante para os profissionais». De facto, a pesquisa Workmonitor 2025, divulgada no mês passado, revelou que, pela primeira vez em 20 anos, a flexibilidade de trabalho é considerada mais importante do que o salário na escolha de um emprego.

Outros destaques de 2024: constituição de empresas e aumento do desemprego

Em termos de constituição e dissolução de empresas, 2024 registou um crescimento significativo na criação de novos negócios. O ano terminou com 48.968 novas empresas, superando as 21.304 dissoluções. O comércio e reparação de veículos foi o setor com maior variação no número de empresas, tanto pela constituição (7.204 novas empresas) quanto pela dissolução (5.241 empresas).

Por outro lado, o número de desempregados no último trimestre de 2024 aumentou para 368.300 pessoas, um crescimento de 33.600 em relação ao trimestre anterior. Esse aumento representa o maior incremento dos últimos dois anos, e 41% dos desempregados estão à procura de trabalho há mais de um ano, um aumento de 1,3 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

O valor médio das remunerações também apresentou crescimento, alcançando 2.038,30€ em novembro, com um aumento de 5,7% em relação ao ano anterior. Lisboa foi a região com o maior valor médio, 1.616,26€.

Esses dados pintam um quadro de um mercado de trabalho em evolução, com ganhos significativos em termos de emprego e flexibilidade, mas também desafios relacionados ao desemprego e à necessidade de adaptação dos trabalhadores às novas exigências do mercado.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Universidade Católica Portuguesa oferece 14 bolsas de estudo a refugiados

25 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) anunciou a atribuição de 14 bolsas de estudo a refugiados, no âmbito do seu programa de apoio a estudantes em situação de emergência humanitária. Esta é a quarta edição consecutiva da iniciativa, que visa facilitar o acesso ao ensino superior para indivíduos que enfrentam contextos de vulnerabilidade.

As candidaturas estão abertas até 28 de fevereiro e são direcionadas a cursos de licenciatura e mestrado nas unidades da UCP em Lisboa, Porto, Braga e Viseu. Para o Mestrado Integrado em Medicina, o prazo de inscrição será estendido até 12 de junho. Os resultados serão divulgados a 28 de março para as demais candidaturas e a 7 de julho para os candidatos ao Mestrado Integrado em Medicina.

Esta iniciativa surge num contexto em que Portugal tem demonstrado um compromisso significativo com o acolhimento de refugiados. Desde 2015, segundo dados oficiais do governo, Portugal acolheu mais de 72.000 refugiados, entre os quais se destacam 56.041 cidadãos ucranianos que receberam proteção temporária devido ao início do conflito na Ucrânia.

A atribuição de bolsas de estudo faz parte do esforço nacional de acolhimento e integração dos refugiados e alinha-se com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU). Este programa, recentemente distinguido pela ONU, reforça o compromisso da Universidade Católica com a diversidade, a inclusão e a responsabilidade social. Ao isentar os estudantes beneficiários das propinas, a UCP promove a igualdade de oportunidades e contribui de forma ativa para o fortalecimento da inclusão social e educacional no país.

Para efetuar a candidatura a este programa, os candidatos deverão consultar o documento com os cursos disponíveis, conhecer melhor os programas de licenciatura e mestrado da Universidade Católica Portuguesa para escolher aquele ao qual se irão candidatar, e preparar os seguintes documentos:

  • Documento emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF);
  • Documento de identificação;
  • Certificado de conclusão do ensino secundário e exames finais, traduzido em língua portuguesa ou inglesa;
  • Curriculum Vitae;
  • Carta de motivação em português ou em inglês.

Arquivado em:Educação, Notícias

Entre o corpo e a alma: o legado filosófico de Manuel Sérgio

24 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O filósofo e professor Manuel Sérgio, falecido recentemente, deixou um legado inestimável no pensamento português, particularmente no campo da motricidade humana e da filosofia do desporto. Figura incontornável da academia e da reflexão sobre o corpo e o movimento, Manuel Sérgio influenciou profundamente nomes como Jorge Jesus e José Mourinho, treinadores que encontraram na sua obra uma nova forma de compreender o futebol e a atividade desportiva.

No Colóquio Internacional Professor Manuel Sérgio, realizado em 2017, a diretora de conteúdos da revista Líder, Catarina Barosa, destacou a originalidade e profundidade da obra do professor. «Manuel Sérgio desafiou o pensamento convencional, obrigando-nos a olhar para o desporto como uma ciência humana e não apenas técnica. Explorou a dimensão prática, a dimensão teórica e a dimensão inventiva. Um homem integral. Pelos caminhos da reinvenção, da articulação do homem e da espiritualidade, soube pensar o corpo como expressão do ser e da liberdade». Acrescentou ainda que «o seu contributo intelectual continuará a inspirar gerações, pois soube ligar a filosofia à prática com uma mestria rara».

A influência de Manuel Sérgio no futebol e na formação de treinadores

A influência de Manuel Sérgio estende-se muito além das universidades e dos centros de investigação. O seu pensamento impactou o mundo do futebol, sendo frequentemente citado por Jorge Jesus como um dos seus principais mentores inteletuais. Mas não foi apenas Jesus a beber da sua filosofia. José Mourinho, um dos treinadores mais conceituados do mundo, reconheceu que a sua abordagem ao futebol foi moldada pela visão inovadora de Sérgio. A ideia de que o jogo não se resumia a esquemas táticos, mas sim a uma compreensão holística do atleta e da dinâmica coletiva, deve muito ao pensamento do professor. Mourinho incorporou essa visão na forma como gere as suas equipas, atribuindo grande importância ao fator humano no rendimento desportivo.

Manuel Sérgio defendia que o futebol era mais do que um jogo: era uma expressão cultural e filosófica, onde a inteligência e a emoção se cruzavam de forma única. A sua teoria da motricidade humana transformou a forma como o desporto é entendido, ultrapassando o mero aspeto físico e integrando a dimensão emocional, intelectual e social do atleta. Para o professor, o desporto não era apenas uma prática competitiva, mas um meio de elevação humana, um campo onde os limites do corpo e da mente se encontram e se redefinem a cada desafio.

A perda de um pensador e o impacto duradouro

O seu falecimento representa uma perda significativa para o pensamento português, mas a sua obra perdurará como um testemunho da sua genialidade. A sua visão inovadora do desporto e da motricidade humana continuará a ser estudada e aplicada, assegurando que o seu legado se torne indelével. No futebol, na academia e na vida, Manuel Sérgio será sempre lembrado como um pensador que ousou questionar o óbvio e abrir novos caminhos para o conhecimento.

Nasceu em Lisboa em 1936 e teve uma trajetória académica marcada pela sua dedicação à filosofia e ao estudo do movimento humano. Professor na Faculdade de Ciências do Desporto da Universidade de Lisboa, dedicou-se a explorar a relação entre o corpo e a mente. Casado com a psicóloga e professora Maria de Lurdes, com quem teve dois filhos, Manuel Sérgio manteve sempre uma forte ligação à sua família, que foi o seu suporte ao longo da vida. A sua abordagem ao desporto refletia também o seu compromisso com o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, defendendo que o desenvolvimento do ser humano como atleta deve estar em harmonia com o seu crescimento pessoal e emocional.

A obra de Manuel Sérgio é uma reflexão profunda sobre o ser humano e o seu corpo, que vai muito além das fronteiras do desporto. Como ele mesmo afirmou numa entrevista publicada na revista ‘Desporto e Sociedade’. «O desporto é, antes de mais, um fenómeno cultural e humano. Ele é a expressão máxima da liberdade do corpo e da alma, que se encontram na busca incessante de superação e harmonia.» Essa ideia refletia a sua convicção de que o corpo humano não é apenas uma máquina a trabalhar, mas sim um veículo de expressão da liberdade, da cultura e da emoção. Não via o desporto apenas como uma mera atividade física, mas como um campo onde o humano se revela, onde os limites do corpo são testados e, muitas vezes, transcendidos.

Mesmo após a sua morte, Manuel Sérgio continuará a ser lembrado e a inspirar gerações futuras, não apenas no campo do desporto, mas também em todas as áreas que envolvem o estudo do ser humano. O seu legado permanece vivo nas suas ideias, nos seus alunos, nos treinadores que seguiram os seus ensinamentos, e na transformação da forma como encaramos a motricidade humana. Será sempre lembrado como um pensador arrojado, que não teve medo de desafiar as normas e procurar respostas para as grandes questões da vida e do movimento.

Fotografia: Faculdade de Motricidade Humana

Arquivado em:Desporto, Educação, Notícias

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