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Marcelo Teixeira

Como está o clima a derreter a Economia Mundial?

19 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Um novo relatório alerta que as alterações climáticas podem abalar os alicerces da economia mundial. O estudo ‘The Cost of Inaction: A CEO Guide to Navigating Climate Risk’, realizado pela Boston Consulting Group em parceria com o World Economic Forum, revela que os desastres climáticos já provocaram perdas económicas superiores a 3,5 mil milhões de euros desde o ano 2000.

Agora, as projeções apontam para um cenário em que o Produto Interno Bruto global pode registar uma queda significativa, entre 16% a 22%, até ao final do século.

 

Impacto económico e riscos físicos

Os incêndios florestais em 2019 na Austrália, as inundações na Europa central em 2021, ou as tempestades violentas nas Caraíbas o ano passado não são meras tragédias naturais – são sinais de uma economia que pode ficar vulnerável, derretida ou submersa, onde os riscos climáticos se misturam com os financeiros. Os eventos climáticos extremos destroem ativos, interrompem cadeias de abastecimento e reduzem a produtividade.

Esses eventos agem como verdadeiros choques para a economia, podendo ameaçar até 25% dos lucros das empresas num futuro próximo. Além disso, os riscos físicos originam-se de fenómenos que hoje já se mostram cada vez mais frequentes e intensos. Por isso, as empresas enfrentam um ambiente de negócios onde cada passo pode ser decisivo.

 

A oportunidade da economia verde

Contudo, as alterações climáticas também abrem portas para novas oportunidades. O relatório projeta que a economia verde crescerá de forma marcante, perspetivando ultrapassar os 13,4 mil milhões de euros até 2030. Setores como as energias alternativas, os transportes sustentáveis e os bens de consumo ecológicos registam taxas de crescimento anual que superam a média global.

Essa tendência posiciona as empresas que investem em sustentabilidade como verdadeiras pioneiras num mercado em rápida expansão. Assim, a transição para operações com baixas emissões revela-se não só uma necessidade ambiental, mas também uma estratégia de negócio vantajosa.

 

Estratégias essenciais para os líderes das empresas

Manuel Luiz, Managing Director da BCG em Lisboa, orienta os CEOs a integrarem de forma eficaz o risco climático na sua estratégia empresarial. O gestor defende quatro ações essenciais: avaliar os riscos climáticos, sendo que as organizações devem medir os impactos dos riscos físicos e dos desafios decorrentes da transição para uma economia de baixas emissões. Essa análise global permite identificar as ameaças e as oportunidades associadas às alterações climáticas.

Devem saber gerir o portfólio, pois as  empresas precisam adaptar os seus ativos e operações para reduzir a dependência de fontes poluentes. A descarbonização das cadeias de abastecimento e a otimização dos processos produtivos fortalecem a resiliência e asseguram a conformidade com regulamentações emergentes.

Outra das ações fundamentais para por dinamizar o negócio. Os líderes empresariais devem repensar os seus portfólios e investir em inovação. Ao identificar áreas onde práticas sustentáveis podem impulsionar o crescimento, as empresas desbloqueiam novos mercados e ganham vantagem competitiva.

Por último, é crucial monitorizar e comunicar o progresso. Acompanhar continuamente os riscos e reportar os avanços reforça a confiança dos investidores e melhora a imagem institucional. Essa transparência ajuda a criar um ciclo virtuoso de melhoria contínua e adaptação às novas exigências do mercado.

Além disso, investir em adaptação e resiliência pode gerar retornos significativos. Estudos apontam que cada dólar investido pode retornar entre dois e dezenove dólares. Uma transição rápida para um modelo sustentável pode ainda reduzir substancialmente as emissões, minimizando os custos associados à descarbonização.

 

Um futuro em risco e a necessidade de ação

As alterações climáticas representam uma ameaça real e crescente para a economia global. Empresas que ignoram esses riscos correm o perigo de ver os seus lucros e a sua competitividade seriamente comprometidos. Por outro lado, os líderes que se adaptam e transformam o risco em oportunidade abrem caminho para um futuro mais resiliente e sustentável.

A realidade apresentada pelo relatório exige uma ação imediata. Num mercado global onde a sustentabilidade já não é uma opção, as empresas devem agir agora para proteger os seus investimentos e garantir a continuidade dos seus negócios. Assim, transformar desafios climáticos em oportunidades de crescimento não só reforça a competitividade, mas também contribui para um futuro mais seguro e próspero.

Com os riscos a crescer e a urgência de mudanças a tornar-se inadiável, o relatório da BCG e do World Economic Forum convoca os líderes empresariais a repensarem as suas estratégias e a investirem num futuro verde. O tempo de agir é agora.

Arquivado em:Economia, Notícias, Sustentabilidade

Desafio de inovação para startups com foco na segurança rodoviária

19 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A segurança rodoviária é um tema fundamental para a sociedade, e a inovação tecnológica pode desempenhar um papel crucial na redução de acidentes e na proteção de vidas.

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras nesse campo, o Grupo Brisa vai promover o seu primeiro programa de inovação aberta, convidando startups nacionais e internacionais a desenvolver soluções inovadoras para a segurança rodoviária.

O desafio, que começou na segunda-feira, tem como objetivo aprimorar a proteção dos condutores e dos trabalhadores das autoestradas, abordando questões cruciais que podem salvar vidas e otimizar a fluidez do trânsito.

 

Comunicação eficaz com os condutores: um novo rumo na segurança

O programa foca-se, principalmente, na segurança dos condutores. O Grupo Brisa pretende encontrar soluções que melhorem a comunicação entre as infraestruturas e os automobilistas. O objetivo passa por criar ferramentas que permitam alertar rapidamente os condutores sobre acidentes, objetos na via, ou trabalhos em curso. As startups são desafiadas a desenvolver sistemas de aviso que sejam não só rápidos, mas também eficazes, garantindo que os motoristas recebam informações vitais, como mudanças de circulação e perigos iminentes.

Além disso, as propostas deverão incluir medidas que ajudem na educação dos condutores, promovendo práticas de condução seguras e aumentando a consciencialização sobre a importância de reduzir a velocidade, evitar o uso do telemóvel ao volante e prevenir manobras perigosas.

 

Proteção dos trabalhadores das autoestradas: reduzir riscos e melhorar a eficiência

A segurança dos trabalhadores nas autoestradas é outro ponto central deste programa. O Grupo Brisa está à procura de soluções que reforcem a proteção destes profissionais e minimizem o tempo e a exposição ao perigo durante as operações nas vias. As startups deverão apresentar inovações em instrumentos de proteção individual, melhoria da visibilidade e sinalização, além de desenvolver barreiras de proteção mais eficazes. O objetivo é reduzir riscos e tornar as operações de manutenção nas estradas mais rápidas, seguras e eficientes.

 

Candidaturas abertas até março: o caminho para a inovação

As candidaturas para este programa de inovação aberta estão em vigor até o final de março. Após a seleção preliminar dos projetos em abril, as startups finalistas terão a oportunidade de apresentar as suas soluções num evento marcado para o dia 29 de maio. Durante o evento, o Grupo Brisa selecionará as propostas mais inovadoras, que terão a chance de ser implementadas e desenvolvidas, contribuindo para um futuro mais seguro nas estradas.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Inteligência Artificial: Bruxelas subiu a bordo, mas será que já é tarde para o voo?

18 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A União Europeia acaba de lançar um ambicioso plano de investimento de 200 mil milhões de euros para inteligência artificial (IA). O objetivo é simples, mas hercúleo: recuperar terreno numa guerra tecnológica onde os Estados Unidos já construíram impérios digitais e a China avança a passos largos.

Parte desse montante será canalizado para um fundo europeu de 20 mil milhões, destinado à criação das chamadas ‘gigafábricas’ de IA – centros de computação avançada que permitirão o desenvolvimento de modelos próprios, reduzindo a dependência de empresas estrangeiras. Mas a questão que paira sobre Bruxelas é inevitável: este investimento chega a tempo, ou a Europa está condenada a ser um regulador de um jogo que os outros jogam?

 

A velha rivalidade: Airbus vs. Boeing, Gigafábricas vs. Silicon Valley

A disputa tecnológica entre a Europa e os Estados Unidos não é nova. Nos anos 70, o lançamento da Airbus desafiou a supremacia da Boeing, mostrando que o velho continente ainda tinha engenho e força para rivalizar com a indústria americana. Agora, a luta repete-se, mas num terreno bem mais complexo, como é o da inteligência artificial. Se antes a disputa era pelos céus, hoje é pelos dados, algoritmos e modelos de machine learning que moldarão o futuro da economia global.

No entanto, há uma diferença fundamental. Enquanto a Airbus conseguiu consolidar-se e tornar-se um rival sólido para a Boeing em apenas duas décadas, a batalha da IA coloca a Europa a competir com gigantes como OpenAI, Google e Microsoft, que já dispõem de biliões investidos, infraestruturas de computação colossais e acesso privilegiado aos melhores talentos da área. A questão, portanto, não é apenas de regulamentação ou financiamento, mas de tempo e capacidade de inovação.

A UE não quer apenas jogar na defesa, criando regras para controlar gigantes estrangeiros. O objetivo é também estimular campeões europeus da IA, como a francesa Mistral AI ou a alemã Aleph Alpha, que tentam construir modelos competitivos frente ao ChatGPT ou Gemini da Google. No entanto, a grande questão permanece: conseguirão estas empresas competir com as colossais estruturas de computação da OpenAI ou da Microsoft? O dinheiro e as regras podem dar alguma vantagem, mas a inovação exige mais do que subsídios. Precisa de um ecossistema vibrante, talento e, acima de tudo, tempo.

Bruxelas aprendeu a lição com o domínio esmagador das big techs americanas na era da internet. Empresas como Google, Amazon e Facebook emergiram sem qualquer concorrência europeia à altura, deixando o bloco dependente de plataformas estrangeiras. Agora, com a IA, a UE quer evitar o mesmo erro e garantir que o futuro digital europeu não seja decidido em Silicon Valley.

 

A nova Guerra Fria digital: Europa no meio do tabuleiro

A iniciativa da UE surge num momento em que a inteligência artificial se tornou peça central na disputa geopolítica global. Os Estados Unidos, temendo a ascensão tecnológica da China, impuseram restrições severas à exportação de semicondutores avançados e promulgaram sanções contra empresas chinesas do setor. O resultado é uma nova Guerra Fria digital, onde o acesso a hardware de ponta e poder de computação se tornou uma arma estratégica.

A Europa, presa entre dois gigantes, tenta encontrar um caminho próprio. O regulamento europeu de IA, recentemente aprovado, impõe regras mais rígidas para sistemas considerados de alto risco, incluindo a exigência de transparência para empresas que desenvolvem chatbots generativos e outras tecnologias avançadas. Todavía, há receios de que um excesso de regulamentação possa afastar investidores e startups, empurrando o talento europeu para os Estados Unidos, onde o ambiente regulatório é mais flexível.

A situação lembra a batalha pelo domínio da internet nos anos 90 e 2000, quando a Europa tentou regular, enquanto os EUA inovaram e dominaram. O resultado? O velho continente ficou para trás e passou a depender de plataformas estrangeiras. A pergunta agora é se a UE aprendeu com esse erro ou se repetirá a mesma trajetória na era da IA.

A injeção de 200 mil milhões de euros é um passo decisivo, mas a corrida já começou há muito tempo. A história mostra que, na inovação, os pioneiros não esperam pelos reguladores – lideram e impõem as suas regras. Bruxelas pode estar a tentar recuperar terreno, mas na IA, como na aviação, o tempo é um fator decisivo. E talvez a Europa tenha descolado tarde demais.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Porto Business School promove missão estratégica em Angola

18 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A Porto Business School (PBS) lança, entre 17 e 21 de fevereiro, uma missão estratégica em Angola com o objetivo de reforçar a sua presença na comunidade empresarial e académica do país. A comitiva da escola de negócios, composta por José Esteves, Dean da PBS, Ricardo Carneiro, Diretor de Career Services, e Cândida Pinto, Diretora do Africa Futures Center, visa criar pontes de colaboração com importantes stakeholders angolanos.

Inteligência Artificial como foco de debate

No âmbito da missão, a Porto Business School promoverá, no dia 18 de fevereiro, o evento ‘AI for Business’ no Hotel Epic Sana Luanda, uma oportunidade para discutir o impacto da Inteligência Artificial (IA) nos negócios e explorar as tendências emergentes que estão a moldar o futuro das organizações. O evento começa às 08h00 e conta com a participação de líderes e especialistas do setor.

Ainda no horário da manhã, a comitiva da PBS receberá um painel de alumni da escola para partilhar experiências de impacto nas suas áreas de atuação. Moderada por Cândida Pinto, a conversa contará com a presença de nomes como Isaac dos Anjos, Ministro da Agricultura de Angola, Pedro Vieira Santos, presidente da Omatapalo, e Rosália Rodrigues, CEO da Íntegra. O debate será seguido de um momento de networking, que terá lugar às 11h00.

 

Desenvolvimento sustentável e inovação: o papel do Innovation X Hub

Ao longo da missão, a Porto Business School também apresentará o seu Innovation X Hub (IXH), um centro estratégico dedicado à inovação e cocriação interdisciplinar. O IXH conta com cinco ‘Impact Centers’, que abrangem áreas como sustentabilidade, turismo, empreendedorismo, inteligência artificial e o desenvolvimento cross-continental de África, através do Africa Futures Center.

José Esteves, Dean da PBS, salienta que a missão contribui para fortalecer os laços com a comunidade empresarial angolana. «A partilha de conhecimento e colaboração mútua têm o potencial de impulsionar o desenvolvimento sustentável e a capacitação de líderes e organizações em Angola», sublinha.

O Africa Futures Center, em particular, tem como missão fomentar relações transcontinentais entre África e Europa, promovendo a inovação, a inclusão social e o empreendedorismo através de parcerias inovadoras e intercâmbio de conhecimentos.

Para mais informações sobre a Porto Business School, o Innovation X Hub e o Africa Futures Center, consulte o site oficial.

Arquivado em:Angola, Educação, Notícias

Hitler, Verdades e Lendas

17 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática – em si mesma um tema universal.

Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. A edição pertence à Guerra e Paz.

Arquivado em:Livros e Revistas

Um Oceano Ilimitado de Consciência – Respostas Simples às Grandes Perguntas da Vida

17 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Em Um Oceano Ilimitado de Consciência – Respostas Simples às Grandes Perguntas da Vida, o neurologista Tony Nader revisita os ensinamentos da tradição védica para explicar que a ciência está agora a chegar às conclusões que os praticantes de Meditação Transcendental já chegaram há décadas.  David Lynch refere, no prólogo, que esta é «uma leitura obrigatória para todos os que procuram respostas para os mistérios da vida, da verdade absoluta e definitiva».

Um Oceano Ilimitado de Consciência chega às livrarias a 20 de fevereiro com edição do Grupo Bertrand Círculo.

Arquivado em:Livros e Revistas

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