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Marcelo Teixeira

O futuro do trabalho: entre o presente e o amanhã

17 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

No compasso acelerado da transformação digital, o futuro do trabalho ganha contornos complexos e surpreendentes. A cada inovação tecnológica, novos horizontes se abrem, mas também surgem desafios que exigem resiliência, adaptação e, sobretudo, uma evolução contínua de competências. Um estudo recente do Fórum Económico Mundial destaca as profissões que irão dominar o mercado de trabalho entre 2025 e 2030, e as habilidades essenciais para quem deseja navegar neste mar de mudanças. Mas, como em toda as revoluções, há uma pergunta crucial: estamos preparados?

 

O mundo está em constante mutação

Vivemos num período de transição, onde as linhas entre o possível e o impossível parecem se desfazer diante dos nossos olhos. A Inteligência Artificial, a automação e a digitalização já não são novidades: moldam a realidade laboral, e a velocidade dessa mudança exige que as pessoas se ajustem rapidamente a um novo paradigma. Assim, o que era essencial para se manter competitivo no mercado de trabalho no passado, hoje é apenas o ponto de partida.

No relatório ‘Future of Jobs Report 2025′, o Fórum Económico Mundial aponta que, dentro de apenas alguns anos, muitas profissões atuais irão ceder lugar a novos campos de trabalho. Embora as profissões ligadas à tecnologia, como especialistas em big data, engenheiros de fintech e especialistas em inteligência artificial, estejam a crescer rapidamente, surpreendentemente, apenas uma profissão tecnológica figura entre as que mais crescerão em termos absolutos: desenvolvedores de software e aplicações.

As outras profissões em destaque incluem trabalhadores agrícolas, motoristas de veículos ligeiros para entregas, trabalhadores da construção civil, profissionais de enfermagem, assistentes sociais e docentes no ensino secundário e superior.

 

Habilidades essenciais para o futuro e oportunidades à espreita

À medida que o mercado de trabalho evolui, as competências exigidas também se transformam. Os empregadores estimam que 39% das habilidades essenciais mudarão até 2030. As competências tecnológicas, especialmente em inteligência artificial e big data, estão no topo da lista.

Além disso, habilidades interpessoais como empatia, inteligência emocional e a capacidade de resolver problemas complexos são atributos cada vez mais exigidos. O profissional do futuro será um solucionador de problemas,  uma pessoa que sabe como pensar fora da caixa e conectar-se genuinamente com as necessidades humanas, um toque que, por mais que a tecnologia avance, nunca poderá ser substituído por algoritmos.

A automatização e a digitalização estão a redefinir o panorama laboral. Enquanto algumas profissões enfrentam declínio devido à automação, como caixas, assistentes administrativos e contabilistas, outras emergem com força. A transição verde e a localização das cadeias de fornecimento são impulsionadores significativos do crescimento do emprego, criando oportunidades em setores como agricultura, comércio eletrónico, construção, saúde e educação superior.

A inteligência artificial: aliada ou inimiga?

A Inteligência Artificial surge como um gigante que tanto ameaça quanto oferece oportunidades. Para muitos, o temor é que a IA substitua as funções humanas, levando à destruição de milhares de empregos. Contudo, a realidade mostra-se mais matizada. A IA é uma ferramenta, não um inimigo, e sua verdadeira força está na capacidade de impulsionar a criatividade humana.

Profissões ligadas à gestão de IA, como engenheiros de software, serão algumas das mais procuradas no futuro próximo. Por outro lado, cargos tradicionais, como atendentes de call center e operadores de fábrica, estão em risco de extinção. Mas, como afirma o estudo, o segredo do sucesso será a capacidade de coexistir com a tecnologia e de usar a IA como aliada no processo de inovação.

 

Preparação para o futuro – não basta esperar

Para navegar nesta maré de mudanças, é imperativo que trabalhadores e empregadores invistam em programas de requalificação e aprimoramento de competências. A colaboração entre humanos e máquinas deve ser equilibrada, garantindo que a tecnologia complemente o trabalho humano. A educação contínua e a adaptação às novas exigências do mercado serão fundamentais para aproveitar as oportunidades emergentes e mitigar as desigualdades.

Em suma, o futuro do trabalho apresenta um horizonte repleto de desafios e oportunidades. Tal como um rio que encontra o seu caminho através das paisagens, aqueles que se adaptarem e evoluírem estarão melhor posicionados para prosperar neste novo cenário laboral. O futuro do trabalho não é um conceito distante. Ele está à porta, pronto para nos desafiar.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Formação inclusiva nas empresas portuguesas ganha novo impulso em 2025

17 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O CRPG –  Centro de Reabilitação Profissional vai lançar ao longo do ano um plano renovado de formação para empregadores portugueses que procuram uma gestão mais inclusiva. Juntamente com novas modalidades e um leque alargado de conteúdos, o programa arranca já em fevereiro, oferecendo ferramentas essenciais para integrar e reter trabalhadores com deficiência ou incapacidade.

 

Inclusão além das quotas

A fiscalização da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) tem apertado o cerco ao cumprimento das quotas de emprego para pessoas com deficiência, mas a inclusão laboral vai muito além da simples contratação. Criar um ambiente de trabalho acessível e sustentável exige preparação, conhecimento e estratégias eficazes.

Além disso, qualquer empresa está sujeita a lidar com incapacidades temporárias ou permanentes dos seus trabalhadores. Doenças e acidentes fazem parte da realidade humana, e uma gestão eficaz dessas situações pode ser decisiva para a produtividade e coesão das equipas.

Os números confirmam a urgência do tema. Em 2022, 54% das horas não trabalhadas tiveram como causa uma doença ou acidente, segundo dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho. Ao mesmo tempo, 21% da população empregada declarou ter limitações no desempenho das suas funções devido a problemas de saúde (INE).

 

O que traz a nova formação?

O programa do CRPG cobre áreas fundamentais para um ambiente de trabalho mais inclusivo, incluindo:

  • Criação de uma cultura organizacional que valorize a diversidade;
  • Enquadramento legal aplicável às empresas portuguesas;
  • Estratégias para acompanhar o absentismo e facilitar o regresso ao trabalho;
  • Modelos de recrutamento e seleção inclusivos;
  • Etapas para a implementação de uma gestão eficaz da diversidade funcional.

Todas as formações são gratuitas e desenvolvidas numa ótica de serviço público.

 

Adesão em crescimento

A procura por este tipo de capacitação tem vindo a aumentar. Até agora, mais de 570 profissionais e 210 entidades participaram nas ações promovidas pelo CRPG. Para Mónica Salazar, diretora do centro, os motivos são claros: «Os empregadores reconhecem que investir nas suas pessoas e na melhoria das condições de trabalho fortalece o clima organizacional, retém talentos e assegura o cumprimento das exigências legais».

Nesse sentido, com um mercado de trabalho cada vez mais atento à inclusão e à responsabilidade social, as empresas que se anteciparem a estas mudanças estarão mais preparadas para os desafios do futuro.

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Portugal entre os países com maior escassez de talento

14 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A crise de talento em Portugal está a atingir níveis históricos. Segundo o Global Talent Shortage Survey 2025, do ManpowerGroup, 84% dos empregadores nacionais enfrentam dificuldades em recrutar, colocando o país no terceiro lugar mundial da lista negra da escassez de talento. Apenas a Alemanha (86%) e Israel (85%) estão pior.

O fenómeno não é novo, mas intensificou-se nos últimos anos. A transformação digital, os novos modelos de negócio e a transição verde estão a reformular o mercado de trabalho a um ritmo que a formação não acompanha. Rui Teixeira, Country Manager do ManpowerGroup Portugal, alerta que  «o ciclo de renovação de competências não acompanha a velocidade das mudanças do mercado». Porém, algumas alternativas estão a ser adotadas. «As empresas estão a apostar no reskilling e upskilling, além de melhorar a retribuição e oferecer maior flexibilidade para atrair talento», concluiu.

 

Vendas, IT e Recursos Humanos: os profissionais mais procurados

As empresas portuguesas procuram, acima de tudo, profissionais de Vendas e Marketing (23%), IT e Data (22%) e Recursos Humanos (21%). Engenharia (21%) e Operações & Logística (20%) também estão no topo das prioridades.

Curiosamente, a procura por especialistas em IT caiu quatro pontos percentuais face a 2024, enquanto a escassez em Vendas e Marketing subiu dois pontos. Reflexo da economia digital e das novas exigências do mercado, que procuram profissionais não só com competências técnicas, mas também com forte capacidade de comunicação e adaptação.

A necessidade de profissionais qualificados é transversal, mas há um padrão evidente: os setores que mais cresceram na última década são também os que mais sofrem com a falta de mão de obra qualificada.

 

Setores mais afetados: Saúde e Indústria no limite

Se há setores onde a falta de profissionais está a tornar-se um verdadeiro pesadelo, são a Saúde e Ciências da Vida (91% das empresas reportam dificuldades), a Indústria Pesada e Materiais (88%) e os Bens e Serviços de Consumo (87%).

Os desafios variam conforme o setor. Na Saúde e Ciências da Vida a maior carência pertence a funções de Relação com o Cliente (23%), Operações & Logística (20%) e Administração (20%). Já na Indústria Pesada e Materiais ocorre uma procura elevada por Engenheiros (35%) e profissionais de Produção (28%). Nos Bens e Serviços de Consumo há uma forte necessidade de especialistas em Vendas e Marketing (37%) e Recursos Humanos (24%).

Os setores de Transportes & Logística (85%) e Finanças & Imobiliário (81%) também enfrentam desafios sérios, embora a Tecnologia e Comunicação (77% e 76%) apresentem melhorias.

 

Empresas e regiões mais afetadas

As grandes empresas são as que mais sofrem (87%), seguidas das médias (86%). Regionalmente, o Centro do país lidera o ranking da escassez (87%), seguido de perto pela Grande Lisboa (86%). O Grande Porto (82%) e a Região Norte (80%) sentem o impacto de forma ligeiramente menos intensa.

 

Como as empresas estão a reagir

Para combater a crise de talento, os empregadores estão a investir em estratégias mais agressivas. Tais como programas de requalificação e formação interna (31%); aumentos salariais (27%), ajustados ao custo de vida;  horários flexíveis (18%) e maior liberdade no local de trabalho (16%). E também a exploração de novas bases de talento (18%).

O estudo do ManpowerGroup abrangeu 40.413 empregadores em 42 países. Os resultados completos podem ser consultados aqui.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Negócio ou amor? Um dilema para os empresários de PME

14 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Gerir uma Pequena ou Média Empresa (PME) pode ser um desafio não só profissional, mas também pessoal. De acordo com um estudo da DPD Portugal, realizado pela OnePoll, 53% dos empresários inquiridos admitem ter dificuldade em manter relações amorosas. A pressão do trabalho, os horários exigentes e a falta de compreensão dos parceiros figuram entre os principais fatores que desgastam a vida a dois.

 

Quando o trabalho pesa mais que o amor

O impacto vai além das queixas: mais de um terço (35%) dos inquiridos revelou que já terminou uma relação devido às exigências do trabalho. Entre os motivos mais apontados, 38% dos entrevistados confessam que estavam demasiado ocupados para se comprometer e 30% admitem ter cancelado planos com tanta frequência que a distância tornou-se inevitável. Além disso, um terço (33%) refere que o(a) parceiro(a) não compreendia o peso das responsabilidades do negócio.

O estudo também revela que os desafios se estendem àqueles que ainda mantêm uma relação. Quase um em cada dez (9%) diz discutir com o(a) parceiro(a) pelo menos duas vezes por semana devido ao trabalho, enquanto 19% assumem que passam pouco tempo com a cara-metade. A pressão financeira surge como um dos principais desafios enfrentados pelos empresários (35%).

Curiosamente, mais de metade (53%) dos inquiridos acredita que teria mais sucesso na vida amorosa se o(a) parceiro(a) também gerisse um negócio. Perante estes resultados, a DPD lançou a campanha ‘The Love Business’, com o objetivo de ajudar os empresários de PME a equilibrar vida profissional e pessoal.

O inquérito contou com a participação de 250 empresários portugueses, sendo a amostra composta por 144 homens, 105 mulheres e um inquirido de género não binário. Os dados foram recolhidos entre 26 de setembro e 8 de outubro de 2024, seguindo os princípios da Market Research Society e da ESOMAR.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

CEOs fora da caixa: como a liderança empresarial está a mudar

13 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Se antes os CEOs vinham quase sempre do mundo das finanças, das operações ou das vendas, hoje o cenário está a mudar. Quem o diz é a firma global de soluções de talento Robert Walters, que acompanha de perto a evolução do mercado de trabalho e confirma uma tendência: as empresas querem líderes com perfis mais variados, capazes de lidar com um mundo em rápida transformação. Recursos humanos, tecnologia, engenharia e marketing entram cada vez mais na equação, mostrando que um CEO de sucesso não precisa de ter começado a carreira com um fato cinzento e uma calculadora na mão.

Os tempos mudam, e as exigências para o topo da hierarquia empresarial acompanham o ritmo. Segundo a Robert Walters, 68% das empresas dão prioridade a soft skills como inteligência emocional, capacidade de liderança e boas relações interpessoais. O que antes era um bónus, agora é essencial. Mas não chega saber gerir pessoas. Quem aspira ao cargo de CEO precisa de uma visão estratégica e um entendimento global do negócio. Afinal, liderar uma empresa não é só saber falar com os colaboradores – é preciso garantir que a empresa não vai à falência no processo.

 

A chave está no upskilling e reskilling

Ainda que um percurso financeiro ou comercial continue a ser um caminho sólido para a liderança, outras rotas têm-se tornado cada vez mais viáveis. Mas há um truque: apostar em upskilling e reskilling. De acordo com a Robert Walters, 60% dos CEOs têm um MBA, o que sugere que a educação formal em gestão pode compensar a falta de experiência financeira ou comercial. Programas executivos, mentoria e networking entram em jogo como ferramentas essenciais para preencher lacunas e ganhar uma visão mais ampla sobre as operações de uma empresa.

 

Liderar pessoas é meio caminho andado

Um CEO sem uma equipa forte é como um maestro sem orquestra – pode gesticular muito, mas ninguém vai tocar. Saber liderar e inspirar é fundamental. Comunicar bem, resolver conflitos e criar uma cultura organizacional robusta fazem parte do pacote de sobrevivência no topo. Para quem vem de recursos humanos ou marketing, estas são competências familiares e podem ser uma vantagem competitiva.

Claro que não basta ser um bom comunicador para chegar ao topo. Quem não tem experiência financeira ou comercial pode compensar com uma abordagem tática: rodar por diferentes departamentos. Trabalhar em projetos multidisciplinares ou assumir funções de gestão de alto nível dá uma visão essencial sobre operações financeiras, vendas, marketing e processos internos. Quem percebe como tudo funciona tem mais facilidade em tomar decisões críticas e definir uma estratégia bem sucedida.

 

Inovação e transformação digital: o novo Santo Graal

Os CEOs do futuro precisam de um olhar atento para a inovação e a transformação digital. Com o mercado em mudança constante, adaptar-se às novas tecnologias e às tendências sociais é crucial. Assim, um líder que compreenda o impacto da digitalização no negócio tem um trunfo na manga. E quem vem de áreas como a tecnologia ou recursos humanos pode ter uma vantagem natural nesta adaptação, integrando soluções inovadoras que impulsionam o crescimento da empresa.

 

O caminho não precisa de ser o tradicional

Se antes o trajeto até ao cargo de CEO era quase sempre o mesmo – finanças, vendas, direção-geral, topo – hoje a história é outra. Há vários caminhos para chegar ao cimo da cadeia alimentar empresarial. Upskilling contínuo, uma mentalidade aberta para aprender, experiência diversificada e uma boa dose de líderança podem transformar qualquer profissional no próximo CEO. E com o mercado em mudança, quem sabe? Talvez o próximo líder da sua empresa tenha começado como engenheiro, especialista em marketing ou até em recursos humanos. Afinal, o mundo corporativo é de quem souber adaptá-lo ao futuro.

Arquivado em:Corporate, Notícias

Da inteligência artificial à telemedicina, as novas fronteiras da saúde

13 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A saúde está a mudar a um ritmo acelerado, impulsionada pela tecnologia e pela necessidade de adaptação a desafios cada vez mais complexos. Em 2025, quatro grandes tendências prometem redefinir o setor: a escassez de profissionais e a urgência de otimizar a força de trabalho, a ascensão da inteligência artificial (IA), a consolidação da telessaúde e o crescimento das terapêuticas digitais e dos wearables. A Teleperformance (TP) Portugal aponta o caminho para o futuro da saúde.

 

A falta de profissionais exige soluções rápidas

A escassez de profissionais de saúde continua a colocar pressão sobre hospitais e clínicas em todo o mundo. Com uma população cada vez mais envelhecida e uma procura crescente por cuidados médicos, o setor precisa de respostas eficazes para evitar colapsos. A solução passa por otimizar o trabalho das equipas, automatizar tarefas administrativas e recorrer à externalização de funções não clínicas. Além disso, modelos operacionais mais ágeis podem aliviar a sobrecarga dos profissionais, garantindo um serviço mais eficiente.

 

Inteligência artificial: o novo aliado do diagnóstico e da gestão

A inteligência artificial já deixou de ser uma promessa para se tornar uma peça-chave no setor. Em 2025, a IA vai desde a deteção precoce de doenças até à personalização do atendimento, passando pela otimização de processos administrativos. Ferramentas avançadas permitem diagnósticos mais rápidos e precisos, ao mesmo tempo que reduzem a burocracia e libertam tempo para os profissionais se focarem no que realmente importa: os pacientes. No entanto, o sucesso desta transformação depende da qualidade dos dados, da adaptação dos fluxos de trabalho e da formação contínua dos profissionais de saúde.

 

Telessaúde: um caminho sem volta

A pandemia acelerou a aceitação da telessaúde, mas agora o desafio é consolidar essa evolução. Consultas online já são uma realidade comum, mas o futuro exige plataformas mais intuitivas e seguras, capazes de garantir uma experiência fluída para médicos e pacientes. A aposta na integração com outras tecnologias será fundamental para tornar a telessaúde numa solução permanente e de alta qualidade.

 

Wearables e terapêuticas digitais: personalização do tratamento

Os dispositivos vestíveis e as terapêuticas digitais estão a revolucionar o acompanhamento de doenças crónicas. Relógios inteligentes, sensores biométricos e apps médicas permitem monitorizar os pacientes em tempo real, melhorando a adesão aos tratamentos e os resultados clínicos. No entanto, o sucesso desta tendência depende de um forte investimento na educação dos utilizadores. Sem confiança e compreensão, mesmo a melhor tecnologia pode falhar.

Para Manuel Lacerda Cabral, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios da TP Portugal e Industry Lead para a Saúde e Ciências da Vida na região EMEA, a tecnologia não pode ser dissociada do fator humano: «A inovação só faz sentido quando melhora a experiência do paciente e torna os cuidados de saúde mais eficientes. A combinação entre tecnologia e um serviço centrado nas pessoas será essencial para garantir um futuro mais sustentável para o setor».

O futuro da saúde passa pela tecnologia, mas também pela capacidade de adaptação. O desafio já não é saber se estas mudanças vão acontecer, mas sim como os profissionais e as instituições de saúde as vão integrar para garantir melhores cuidados para todos.

Arquivado em:Notícias, Saúde, Tecnologia

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