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Marcelo Teixeira

TEDxMarvila chega em março ao Convento do Beato para debater ideias e o futuro

11 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O TEDxMarvila chega a Lisboa para estimular a reflexão e o debate sobre o que significa ser humano no mundo atual. No próximo dia 1 de março, o Convento do Beato recebe a primeira edição deste evento, que reunirá pensadores, empreendedores e criadores para explorar desafios e transformações sociais, culturais e tecnológicas. Sob o tema ‘A Arte de Ser Humano’, o encontro promete abrir novas perspetivas sobre o presente e o futuro.

Um espaço para reflexão e debate

O TEDxMarvila propõe-se a ser um ponto de encontro para a partilha de ideias e perspetivas inovadoras. Entre os temas em discussão estarão o impacto da tecnologia na sociedade, a evolução dos valores humanos e a criatividade como motor de inovação. O evento pretende fomentar o pensamento crítico e abrir novas possibilidades de interpretação sobre o presente e o futuro.

A lista de oradores inclui cientistas, artistas e empreendedores que abordarão questões como a influência da narrativa na construção da história, a relação entre tecnologia e emoção e o fracasso como elemento essencial na aprendizagem e reinvenção. Entre os nomes já confirmados estão Gisela João, Joana Nobre, Pedro Santa Clara, Jonny Thomson, Simon Court e o produtor musical Moullinex.

O evento conta com o apoio de várias entidades, entre elas VIC Properties, Martinhal Resorts, Delta, Monchique, Boca do Lobo e a Câmara Municipal de Lisboa. A realização do TEDxMarvila reflete um crescente interesse por espaços de debate e pensamento crítico na cidade.

A organização prevê que esta não seja uma iniciativa isolada, mas o início de uma série de edições que acompanhem a evolução das ideias e dos desafios contemporâneos. O evento propõe-se não apenas a disseminar conhecimento, mas a gerar impacto e incentivar novas formas de colaboração e inovação.

Para mais informações consultar o site oficial.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Oligarcas na política

10 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Tem sido grande a comoção causada pela associação de Donald Trump a um grupo de oligarcas americanos: Bezos, Musk, Pichai, Zuckerberg. Compreende-se: a sobreposição de interesses entre o Estado e os negócios é uma história com potencial para desenlaces muito infelizes. Podemos confirmá-lo por cá, sem precisarmos de ir aos Estados Unidos.

Deste conluio nasce a ideia de que há magnatas mais poderosos do que os Estados. Esse é o tema, por exemplo do livro Mais Poderosos do que os Estados, de Christine Kerdellant (Edições 70). De novo: a preocupação é compreensível. Estes conúbios geram um capitalismo de compadres que não é bom para o Estado nem para o capitalismo – apenas para os compadres e normalmente apenas durante algum tempo. Por outro lado, no advento da inteligência artificial, a possibilidade de estas empresas poderem adquirir um poder totalizante não deve ser descurado. Essa é uma hipótese considerada por Kissinger, Mundie e Schmidt em Génesis (Dom Quixote).

 

Todavia, como recordou John Thornhill no Financial Times, os oligarcas devem ter em conta que a política é um jogo perigoso que eles não dominam. Apenas a título de exemplo, os oligarcas russos que se meteram com Putin perderam. Na China o poderoso Jack Ma foi metido no seu lugar. Um juiz brasileiro mostrou os limites a Elon Musk. Como explicou Thornhill, montar o tigre da política como se fosse um cavalo pode ser um jogo perigoso. Mesmo para quem se acha muito poderoso.

 

 

Arquivado em:Opinião

O fim da globalização? A nova geometria do comércio internacional

10 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O comércio internacional está a passar por uma profunda transformação. O mundo globalizado, que durante décadas seguiu um modelo de integração crescente, assiste agora a um realinhamento das cadeias de abastecimento e a novas dinâmicas comerciais impulsionadas por tensões geopolíticas e rivalidades estratégicas. De acordo com a atualização de 2025 do relatório Geopolítica e a Geometria do Comércio Global, do McKinsey Global Institute, a dependência mútua entre países continua a ser um fator essencial, mas os padrões de comércio estão a ser redefinidos, criando novos blocos comerciais e alterando a distribuição de fluxos económicos.

 

O fim da hiperglobalização?

Durante décadas, o comércio mundial seguiu uma trajetória de crescente interligação, com países a apostarem na eficiência através de cadeias de abastecimento dispersas pelo globo. No entanto, nos últimos anos, a lógica da eficiência tem sido confrontada com uma nova realidade: a segurança económica. A pandemia, a guerra na Ucrânia e as tensões sino-americanas aceleraram uma tendência de desglobalização parcial, em que os países procuram reduzir vulnerabilidades estratégicas e garantir o controlo sobre recursos e tecnologias críticas.

Este movimento não significa um regresso ao protecionismo absoluto, mas sim um redirecionamento das parcerias comerciais de acordo com alinhamentos políticos. As trocas económicas estão a ser influenciadas por um novo fator: a ‘distância geopolítica’. O relatório da McKinsey avalia essa distância com base em padrões de votação na Assembleia Geral da ONU, demonstrando como países com visões políticas divergentes estão a reduzir a sua interdependência comercial.

 

Os novos blocos comerciais

Os Estados Unidos e a Europa têm reduzido a sua dependência da China e da Rússia, fortalecendo relações com aliados estratégicos. O México e o Vietname emergem como beneficiários desta mudança, uma vez que muitas empresas americanas procuram alternativas à China para a produção industrial. A União Europeia, por sua vez, substituiu parcialmente a Rússia como fornecedor de energia e matérias-primas, diversificando importações de gás natural liquefeito (GNL) e intensificando laços comerciais com os EUA e parceiros no Médio Oriente e Norte de África.

A China, por outro lado, está a reforçar o comércio com economias emergentes. Em 2022, pela primeira vez, a maioria das exportações chinesas teve como destino países em desenvolvimento, e essa tendência só se aprofundou. A América Latina, a África e o Sudeste Asiático estão a tornar-se cada vez mais relevantes para Pequim, numa tentativa de reduzir a exposição ao Ocidente e consolidar a sua influência económica global.

 

As cadeias de abastecimento estão mesmo a mudar?

Apesar do discurso político de ‘desacoplamento’ entre China e Estados Unidos, os dados do relatório da McKinsey mostram que o comércio entre as duas potências ainda se mantém elevado, mesmo com algumas oscilações. Empresas multinacionais continuam a depender de fábricas chinesas, e muitas das supostas relocalizações da produção envolvem apenas um desvio estratégico: em vez de importarem diretamente da China, as empresas americanas recorrem a países como o Vietname ou a Índia, onde as cadeias de produção ainda estão profundamente ligadas à economia chinesa.

Além disso, o relatório destaca que, embora haja um esforço para diversificar fornecedores, muitos produtos críticos continuam altamente concentrados em poucos países. Um exemplo claro é o mercado de minerais raros, essenciais para a produção de tecnologia e baterias elétricas, onde a China continua a ser o principal ator global.

 

O impacte nos consumidores e empresas

As empresas estão a enfrentar um dilema. Por um lado, querem reduzir riscos geopolíticos e evitar sanções ou perturbações nas cadeias de abastecimento. Por outro, reconfigurar a produção e diversificar fornecedores tem custos elevados. O impacte já é visível nos preços de certos bens e matérias-primas, e os consumidores podem sentir o efeito destas mudanças através de um aumento dos custos de produção, menor disponibilidade de alguns produtos e, possivelmente, uma desaceleração do comércio global.

Os governos, por sua vez, estão a utilizar políticas industriais para incentivar a produção doméstica em setores estratégicos, como semicondutores e energias renováveis. Os Estados Unidos lançaram o CHIPS Act e subsídios para produção interna, enquanto a Europa aposta na diversificação energética e na reindustrialização.

 

Portugal: entre a Europa e o mundo Lusófono

Portugal, por sua vez, continua a posicionar-se como um ponto de entrada para o mercado europeu, beneficiando-se da sua localização estratégica e da sua rede de relações históricas, especialmente com o Brasil, os países africanos de língua portuguesa e a China.

A economia portuguesa tem reforçado laços comerciais com os Estados Unidos, alinhando-se com a tendência europeia de reduzir a dependência de mercados como a Rússia. No entanto, as exportações para a China continuam a ter um peso significativo, especialmente em setores como vinhos, cortiça e tecnologia. Por exemplo, 95% dos 100 vinhos mais vendidos na China estão vedados com rolhas de cortiça portuguesa.

O Brasil é outro parceiro estratégico para Portugal. Com o aumento do fluxo de investimentos entre os dois países, o setor imobiliário e o turismo tornaram-se áreas chave, impulsionadas pelo crescimento do número de brasileiros que escolhem Portugal para viver e investir. O setor tecnológico também tem registado um aumento de colaborações entre startups e empresas dos dois países.

Ao nível da União Europeia, Portugal enfrenta desafios e oportunidades. A transição energética e a digitalização da economia criam novos caminhos para a inovação, mas a concorrência entre blocos económicos significa que o país terá de adaptar a sua estratégia para continuar relevante no comércio global. O investimento em energias renováveis, como o hidrogénio verde, pode ser uma aposta de futuro, permitindo a Portugal posicionar-se como um fornecedor de energia limpa para a Europa e outros mercados.

 

O futuro do comércio global

O comércio mundial não vai desaparecer, mas a sua estrutura está a mudar rapidamente. O que antes era um sistema relativamente uniforme de trocas económicas globais agora parece estar a fragmentar-se em blocos distintos, onde os fatores políticos pesam tanto quanto os económicos.

Para as empresas e governos, isso significa que as decisões estratégicas terão de considerar não apenas custos e eficiência, mas também riscos políticos e a volatilidade de uma nova ordem global. A interdependência comercial continua a ser uma realidade inevitável, mas o seu formato e dinâmica estão a ser reformulados, tornando o comércio internacional um reflexo cada vez mais explícito das tensões e alianças que definem o mundo atual.

Arquivado em:Economia, Notícias

Tech Talent em Portugal: a ascensão dos salários e a revolução nos benefícios

10 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O setor tecnológico português continua a crescer a um ritmo acelerado. O aumento dos investimentos e a  procura crescente de profissionais qualificados impulsionam este progresso. Num mercado altamente competitivo, empresas e candidatos procuram estratégias para se destacarem e responderem às exigências do futuro.

Um estudo recente da Damia Group Portugal, em parceria com a SIXT, traça o retrato do mercado nacional de tecnologia para 2025. Intitulado ‘HTTP: Hiring Tech Talent in Portugal’, o relatório revela tendências salariais, competências mais procuradas e os fatores que determinam a retenção de talento num setor onde os profissionais continuam a ter a vantagem na negociação.

Apesar da incerteza económica global, Portugal mantém-se como um polo atrativo para investimentos tecnológicos. Lisboa e Porto concentram a maioria dos profissionais, mas cidades como Braga, Aveiro e Faro começam a ganhar relevância. O modelo de trabalho híbrido consolidou-se, sobretudo em startups e empresas de médio porte, enquanto as grandes tecnológicas começam a reforçar o regresso ao escritório.

 

Salários disparam no setor

Os salários continuam a crescer. O estudo destaca que engenheiros de backend podem atingir os 110.000 euros anuais, enquanto líderes de engenharia ultrapassam os 150.000 euros. Tecnologias como Python (backend e fullstack) e React (frontend) mantêm-se no topo das preferências das empresas, enquanto áreas emergentes como Inteligência Artificial e Machine Learning registam um aumento exponencial na procura de especialistas.

Para além da remuneração, os profissionais valorizam cada vez mais benefícios não salariais. O relatório aponta que semanas de trabalho reduzidas, seguros de saúde privados, flexibilidade laboral e programas de formação contínua são determinantes na retenção dos melhores talentos.

«O HTTP 2025 é mais do que um relatório. É uma bússola que orienta empresas e candidatos num mercado em constante evolução”, afirma Cláudio Menezes, CEO da Damia Group Portugal.

Baseado em mais de 5.000 entrevistas realizadas nos últimos sete anos, o estudo destaca-se como uma ferramenta essencial para compreender o setor e antecipar os desafios e oportunidades do futuro.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

A Geração Z não quer liderar. O que fazer?

7 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

As empresas enfrentam um problema crescente: os jovens trabalhadores da Geração Z não querem assumir cargos de chefia. Embora sejam motivados e ambiciosos, muitos rejeitam a ideia de gerir equipas. O motivo? Assistiram à exaustão e ao desgaste emocional dos seus superiores, especialmente durante despedimentos em massa. Além disso, a gestão tradicional parece-lhes burocrática e pouco recompensadora.

Se há uma coisa que distingue esta geração das anteriores, é a recusa em aceitar modelos de trabalho que comprometem o seu bem-estar. Enquanto os Baby Boomers cresceram a ver a liderança como um símbolo de status e os Millennials a encararam como um trampolim para melhores oportunidades, a Geração Z vê a gestão como um fardo – um trabalho que, na maioria das vezes, não compensa o esforço.

Mas as empresas não podem simplesmente ignorar esta realidade. Sem uma nova geração de líderes, o futuro da gestão nas organizações está em risco. Roger Philby, senior client partner da KornFerry, lança a questão: como transformar a liderança numa opção desejável para a Geração Z?

O que a Geração Z quer (e o que não quer)

Os profissionais nascidos entre 1996 e 2010 cresceram num mundo em constante transformação digital. São autodidatas, pragmáticos e pouco tolerantes a hierarquias rígidas. Querem um trabalho com significado, flexibilidade e oportunidades para crescer.

Mas quando olham para os cargos de gestão, o que veem? Excesso de trabalho com gestores a acumular tarefas administrativas e responsabilidades que os impedem de se focar na equipa. Falta de autonomia, pois muitas organizações continuam a ter estruturas hierárquicas obsoletas, onde os gestores são meros intermediários. Baixa recompensa, sendo que a compensação financeira e o reconhecimento nem sempre refletem a carga de trabalho adicional. E ainda desgaste emocional, com muitos a assistir a chefias a lidarem com despedimentos e sobrecarga, tornando-se símbolos de stress e instabilidade.

Resultado? Preferem evitar a gestão e focar-se no desenvolvimento das suas competências individuais.

 

Como tornar a gestão atraente para a Geração Z?

Se as empresas querem que os seus talentos assumam cargos de chefia, precisam de repensar o conceito de liderança. O modelo tradicional já não convence. Eis seis mudanças essenciais:

 

1. Redefinir o Papel do Gestor

A ideia de que um gestor deve ser apenas um supervisor ou um burocrata está ultrapassada. Para atrair a Geração Z, é necessário transformar a função num papel mais estratégico e envolvente.

O foco deve estar em coaching e desenvolvimento de talento. Um gestor deve ser visto como alguém que desbloqueia o potencial dos seus colaboradores, promove a colaboração entre equipas e incentiva a inovação. Se a liderança for apresentada como uma oportunidade de crescimento e impacto real, terá muito mais apelo.

 

2. Automatizar Tarefas Administrativas

A tecnologia pode e deve ser usada para aliviar a carga de trabalho dos gestores. Processos como relatórios de desempenho, avaliação de equipas e monitorização de resultados podem ser automatizados, permitindo que os líderes se concentrem no que realmente importa: as pessoas.

Ao reduzir a carga burocrática, a gestão torna-se menos desgastante e mais alinhada com o que a Geração Z valoriza: um papel que agrega valor e promove conexões humanas.

 

3. Formação e Desenvolvimento Contínuo

Muitos jovens profissionais sentem-se despreparados para assumir funções de liderança. A experiência remota durante a pandemia fez com que muitos desenvolvessem mais competências digitais, mas menos habilidades interpessoais.

Empresas que oferecem programas de formação sólidos, com mentoria e desenvolvimento de soft skills, conseguem preparar melhor os futuros líderes. E mais: criar uma cultura de aprendizagem contínua faz com que os jovens vejam a liderança como um passo natural e não como um salto assustador para o desconhecido.

 

4. Mudar os Indicadores de Sucesso

Atualmente, a performance dos gestores é frequentemente medida por resultados financeiros e produtividade. Mas isso pode não motivar a Geração Z.

Um novo modelo de avaliação deve incluir fatores como, o nível de envolvimento e satisfação das equipas, a capacidade de promover inovação e colaboração, o impacto na cultura organizacional. Se a gestão for vista como um papel transformador e recompensador, o interesse pela função aumentará.

 

5. Recompensar o Trabalho de Gestão de Forma Justa

Ser gestor significa assumir mais responsabilidades. No entanto, em muitas empresas, essa carga extra não é acompanhada por uma remuneração adequada.

Para que a liderança seja uma opção viável para a Geração Z, é essencial garantir que os gestores são pagos de forma justa. Caso contrário, os talentos simplesmente escolherão outras opções de carreira onde sintam que o esforço compensa.

 

6. Enquadrar a Gestão Como Uma Oportunidade de Crescimento

A Geração Z é inquieta e ambiciosa. Não querem estagnar em funções repetitivas ou hierarquias rígidas. Para que aceitem desafios de liderança, é essencial que vejam a gestão como um caminho de crescimento e não um beco sem saída.

Empresas que posicionam a liderança como um trampolim para novas oportunidades, aquisição de competências e evolução na carreira terão muito mais sucesso na atração de jovens gestores.

 

O futuro da gestão: um novo modelo de liderança

Se as organizações quiserem garantir passos para uma liderança sólida, precisam de agir já. A liderança do futuro será menos hierárquica e mais colaborativa. Em vez de chefes autoritários, veremos mentores e facilitadores. Em vez de um foco exclusivo nos números, haverá um foco real nas pessoas.

A Geração Z não rejeita a liderança – rejeita o modelo obsoleto de gestão. As empresas que compreenderem essa mudança terão líderes preparados para enfrentar os desafios das próximas décadas.

Arquivado em:Corporate, Gestão de Pessoas, Notícias

Desemprego sobe, mas jovens encontram mais trabalho

7 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A situação do mercado de trabalho em Portugal fechou 2024 com um quadro misto. Por um lado, o desemprego registou um aumento de 10,1% no último trimestre, o maior crescimento trimestral dos últimos dois anos. Por outro, o número de empregos continua a bater recordes entre os jovens e nas modalidades de teletrabalho.

Este artigo parte  de uma análise da Randstad Portugal ao relatório do Inquérito Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE) no quarto trimestre de 2024.

 

Maior aumento do desemprego em dois anos

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a população desempregada aumentou em 33.600 pessoas no último trimestre, o que representa o maior crescimento trimestral desde 2022. A taxa de desemprego subiu ligeiramente para 6,7%, mais 0,1 pontos percentuais em comparação com o trimestre anterior. Este aumento reflete, em parte, a dificuldade de adaptação ao mercado de trabalho num contexto económico mais desafiante.

 

Crescimento do emprego jovem e teletrabalho

O aumento do desemprego é, no entanto, contrastado por uma série de indicadores positivos no mercado de trabalho. O emprego continuou a crescer, com um aumento homólogo de 1,3%, traduzindo-se em mais 65.100 pessoas empregadas. O maior crescimento foi observado na faixa etária dos 25 aos 34 anos, com um aumento de 13.900 profissionais (+1,4%).

Outro dado relevante foi o crescimento do teletrabalho, que se consolidou como uma das principais formas de trabalho no país. O número de pessoas a trabalhar remotamente ou de forma híbrida aumentou em 7,2%, somando 73.300 trabalhadores. Este aumento reflete a maior flexibilidade exigida pelos colaboradores, especialmente nas últimas semanas do ano.

Além disso, o setor dos serviços continua a ser o principal impulsionador do aumento do emprego, com um acréscimo de 74 mil profissionais no ano, o que representa uma subida de 2,1%. O teletrabalho surge como uma solução flexível para muitos, uma tendência que se tem reforçado com o tempo.

 

Desaceleração económica e desafios no mercado de trabalho

Em termos económicos, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresceu 1,9% em 2024, o que reflete uma desaceleração em comparação com o crescimento de 2,5% registado em 2023. Embora o emprego tenha aumentado, este crescimento foi inferior ao do PIB, apontando para um aumento da produtividade no país, mas também para um maior desafio no que toca à formação contínua dos trabalhadores.

Isabel Roseiro, diretora de Marketing da Randstad Portugal, salienta que a disparidade entre o crescimento da produtividade e o emprego pode trazer pressão sobre as condições de trabalho. «O aumento da produtividade reflete maior eficiência, mas também coloca desafios. As empresas precisam investir em formação contínua, especialmente em áreas como a inteligência artificial, para manter os trabalhadores competitivos», conclui.

Arquivado em:Economia, Notícias, Trabalho

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