• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Portugal na Europa: um retrato de envelhecimento acelerado e convergência incompleta

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Portugal na Europa: um retrato de envelhecimento acelerado e convergência incompleta

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Marcelo Teixeira

EY Portugal nomeia Carla Baltazar para liderar a área de Managed Services

20 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Carla Baltazar é a nova Partner da EY Portugal, assumindo a liderança da área de Managed Services. Com mais de 24 anos de experiência em gestão de projetos e outsourcing de processos de negócio, terá a responsabilidade de desenvolver esta área nos mercados de Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde.

A área de Managed Services engloba a gestão de operações e tecnologia externalizadas por clientes, como infraestruturas, segurança, redes e aplicações, promovendo transformação digital e eficiência operacional.

Carla Baltazar reforça o objetivo de aliar tecnologia à otimização de processos, destacando a importância de impactar positivamente as empresas e os seus colaboradores.

Antes de integrar a EY, Carla Baltazar foi Managing Director na Accenture, liderando projetos nacionais e internacionais em setores como telecomunicações, consumo e seguros. Foi também COO da Brighten Consulting e mantém atividade académica em gestão de operações e tecnologia.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Idiomas, finanças e exercício: as metas que definem os portugueses em 2025

17 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Início de ano é sinónimo de renovação de objetivos, e em 2025 os portugueses demonstram um compromisso firme com o desenvolvimento pessoal e profissional. De acordo com um estudo da plataforma de ensino online Preply, 85% dos inquiridos declararam estar empenhados em aprender algo novo ao longo dos próximos doze meses.

Entre as prioridades, destacam-se a aprendizagem de novos idiomas (45,9%), o aprofundamento em educação financeira (39,8%) e o investimento na saúde física (38,2%). Esses resultados refletem uma tendência crescente de valorizar áreas que promovam equilíbrio e qualidade de vida.

 

O idioma como prioridade

A liderança dos idiomas no ranking de metas é significativa. A escolha por aprender inglês, francês ou espanhol, que dominam as preferências, destaca a importância da comunicação global no cenário atual. Além disso, as línguas asiáticas surgem como novas apostas, sinalizando um interesse em expandir horizontes culturais e profissionais.

 

Arrumar a carteira com literacia financeira

A educação financeira destaca-se como prioridade para 39,8% dos portugueses em 2025, refletindo a crescente consciência sobre a importância de gerir recursos de forma eficaz. Num contexto económico desafiador, aprender sobre poupança, investimentos e planeamento tornou-se essencial para garantir maior segurança e independência financeira.

 

Saúde física também é foco

Não menos relevante, 38,2% dos inquiridos colocaram as atividades físicas entre as suas prioridades. Esta escolha reflete uma preocupação crescente com a saúde e o bem-estar, mostrando que o equilíbrio entre o corpo e a mente está no centro das resoluções para este ano.

 

Os desafios para concretizar metas

Apesar da determinação, o estudo revela os principais obstáculos que podem dificultar a realização dos planos. Entre eles, a falta de tempo é o mais citado, afetando 55,6% dos inquiridos, seguido pelas dificuldades financeiras (51,6%) e pela falta de foco (34,7%). Estes fatores representam desafios significativos num mundo cada vez mais exigente e sobrecarregado.

 

O peso de 2024 e as expectativas para 2025

Os resultados do estudo, que inquiriu 400 pessoas de todas as regiões do país, também apontam para um esforço consciente em levar a experiência de 2024 para o novo ano. Este balanço reflete a intenção de encarar 2025 como um período de crescimento sustentado e não apenas como uma lista de objetivos idealizados.

O compromisso em aprender, melhorar e equilibrar diferentes áreas da vida revela um otimismo moderado, mas realista. Embora existam desafios, há também a vontade de ultrapassá-los com estratégia e dedicação, características que parecem marcar o espírito com que os portugueses encaram o futuro.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Céu Mendonça assume direção de Global Partner Solutions da Microsoft Portugal

17 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A Microsoft anunciou a nomeação de Céu Mendonça como Global Partner Solutions Director em Portugal, cargo que ocupa desde o início do ano. Nesta posição estratégica, Mendonça lidera a gestão do ecossistema global de parceiros da empresa, reforçando o compromisso em promover inovação e colaboração entre os seus parceiros e a subsidiária nacional.

Reportando diretamente a Andrés Ortolá, Diretor Geral da Microsoft Portugal, Céu Mendonça traz para a função mais de 25 anos de experiência em liderança de equipas e gestão de parcerias. Antes de integrar a Microsoft, destacou-se como Mid-Market e Channel Director na SAP, onde impulsionou negócios e agilidade organizacional através de tecnologias avançadas como o Cloud Enterprise Resource Planning (ERP).

A sua carreira inclui ainda passagens como CEO da CIBEN e Sales Director da PHC Software, onde demonstrou liderança e visão estratégica no setor tecnológico.

É com grande entusiasmo que me junto à Microsoft, uma empresa com objetivos e valores com os quais me identifico profundamente. Estou ansiosa por poder trabalhar em Equipa com os nossos Parceiros, para que possamos explorar novas oportunidades que permitam impulsionar a inovação e o crescimento sustentável do nosso Ecossistema, sendo assim possivel adicionar mais valor junto dos nossos Clientes. Vivemos mais um momento rico na disponibilidade de tecnologia, que permite, com as competências certas, desenvolver projetos verdadeiramente impactantes nas empresas portuguesas.

Céu Mendonça, Global Partner Solutions Director da Microsoft Portugal

Arquivado em:Notícias, Pessoas

O futuro é agora: como as marcas devem adaptar-se para vencer

16 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

As marcas já não têm escolha: inovar tornou-se indispensável para sobreviver e prosperar. Em 2025, o cenário do marketing e do retalho será dominado por tecnologias imersivas, personalização extrema e integração digital fluída. Este é o ano em que a Realidade Aumentada (RA), Realidade Virtual (RV) e Inteligência Artificial (IA) deixam de ser apostas e passam a ser pilares estratégicos.

 

Personalização como regra

Os consumidores querem mais do que produtos, exigem também experiências. Em 2025, a personalização será mais precisa, com IA a usar dados em tempo real para prever preferências e adaptar interações. Um estudo da Segment revelou que 72% dos consumidores esperam ofertas personalizadas. Por exemplo, campanhas como «Share a Coke», da Coca-Cola, provam que a personalização cria conexões emocionais poderosas. Agora, as marcas ampliarão essa estratégia, oferecendo recomendações e anúncios desenhados para cada cliente, sempre em tempo real.

 

Imersão total no metaverso

RA e RV estarão em todo o lado. Showrooms interativos e provas virtuais de produtos já são comuns, mas em 2025, estas tecnologias irão mais longe. Empresas como IKEA e L’Oréal estão a liderar a transformação com ferramentas práticas. Um estudo publicado na arXiv da Cornell University indicou que a utilização de Realidade Virtual (RV) no processo de compra reduz o risco percebido pelos consumidores, aumentando a confiança e a satisfação com as decisões de compra. Este ano, espera-se que pequenas empresas também entrem no jogo, democratizando estes domínios e permitindo que o mercado cresça globalmente.

 

Omnicanalidade em alta

A separação entre o digital e o físico desaparece de vez. O consumidor moderno espera uma jornada integrada e fluída. Lojas físicas irão expandir-se para o online e vice-versa. De acordo com a Salesforce, 76% dos consumidores esperam uma experiência omnicanal consistente. Chatbots inteligentes, pré-visualizações de produtos em RA e suporte em RV unificarão os pontos de contacto. Essa consistência será essencial para ganhar confiança e fidelidade.

 

Conexões emocionais e sustentabilidade

Marcas que exploram narrativas emocionais terão destaque. A Lego, por exemplo, utiliza RV para criar histórias imersivas que envolvem o consumidor. Em paralelo, iniciativas sustentáveis — como os mini-jogos em RA da Coca-Cola — ajudam a criar laços mais profundos com gerações preocupadas com o impacte ambiental. Dados da Nielsen indicam que 66% dos consumidores preferem comprar de marcas comprometidas com a sustentabilidade.

 

Capturar a atenção: um desafio urgente

Com uma atenção média dos clientes de apenas oito segundos, as marcas precisam ser diretas e impactantes. Este dado não é apenas alarmante, é uma chamada para a ação. Conteúdos curtos, interativos e que despertem emoções dominarão as estratégias. Não há espaço para mensagens genéricas; cada segundo conta. Num mundo saturado de estímulos digitais, as marcas devem ser rápidas e eficazes em captar e manter a atenção dos consumidores.

 

Tecnologias para ficar de olho

Em 2025, a IA e a RA trabalharão juntas para criar agentes virtuais altamente realistas. Estes assistentes irão interagir diretamente com os consumidores, elevando as experiências para novos patamares. Além disso, a hiperpersonalização e a integração de dados continuarão a moldar o futuro das interações de marca. Uma análise da PwC revelou que 86% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência personalizada.

 

O essencial para liderar

Para liderar, as marcas devem ser ágeis e abraçar as inovações tecnológicas. A capacidade de experimentar e reinventar constantemente será fundamental para o sucesso. Num ambiente de mercado que evolui rapidamente, a criatividade e a autenticidade pautarão a diferença. A adaptação deixou de ser uma opção, tornando-se uma estratégia essencial para garantir o crescimento contínuo e manter a relevância diante da concorrência.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Um passo atrás no combate à desinformação: a dança de Zuckerberg com Musk e Trump

15 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A recente decisão da Meta (Facebook, Instagram, Whatsapp) de abandonar o seu programa de verificação de factos nos Estados Unidos em favor de um sistema baseado em «notas da comunidade» está a levantar um clima de insegurança. Ao invés de manter um esforço de moderação profissional, o Facebook de Mark Zuckerberg parece entregar a responsabilidade da verificação de factos aos próprios utilizadores, à semelhança do que Elon Musk tem implementado no X (antigo Twitter).

Assim, esta alteração convoca a visão de uma dança coordenada entre Zuckerberg, Musk e Trump, três figuras com ideias que, embora divergentes em muitos aspectos, parecem encontrar terreno comum na minimização da moderação de conteúdos. Bailam e movem-se em sincronia no mesmo ritmo da liberdade ilimitada, mesmo que isso signifique um passo em falso no combate à desinformação. Numa nova era do poder digital, há perigos à espreita que podem assombrar as democracias contemporâneas.

 

A mudança de paradigma: sabedoria das massas ou risco de mais desinformação?

Zuckerberg justificou a alteração afirmando que o programa de fact-checking estava cheio de «erros» e «excessiva censura». A alternativa? Confiar na avaliação dos próprios utilizadores, numa tentativa de democratizar a veracidade das informações. Mas será que este modelo, que confia na sabedoria das massas em vez de uma verificação profissional, consegue realmente combater a desinformação de forma eficaz?

Na mudança de paradigma com a aproximação de um novo governo nos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, as plataformas digitais têm sido alvo de críticas recorrentes de aliados conservadores e figuras políticas da direita, que acusam as redes sociais de práticas de censura, especialmente contra vozes que defendem ideais daquele quadrante político. Isso intensifica o debate sobre o papel das plataformas na liberdade de expressão e pressiona o sistema de verificação de factos que tem vindo a ser aplicado nos últimos anos.

Apesar disso, importa as preocupações das pessoas relativamente à desinformação. O relatório da Reuters elaborado no último ano revelou que 72% dos cidadãos portugueses estão preocupados com a veracidade das informações online, especialmente nas redes sociais, que são vistas como a principal fonte de desinformação.

Além disso, a nível global, no conjunto dos 47 países estudados, 59%, dos mais de 90 mil respondentes, dizem-se preocupados com o que é real e falso online. Para se ter uma ideia dos perigos da desinformação, quase 90% da população brasileira admite ter acreditado em conteúdos falsos, segundo uma pesquisa do Instituto Locomotiva divulgada pela Agência Brasil.

 

Desafios na União Europeia: a tensão com o Digital Services Act

A recente mudança da Meta, que substituiu o seu programa de verificação de factos por um sistema de notas da comunidade, pode entrar em conflito com o Regulamento dos Serviços Digitais (DSA) da União Europeia. Esta entidade exige moderação rigorosa de conteúdos e combate eficaz à desinformação.

O comissário europeu Thierry Breton já alertou as plataformas para a necessidade de cumprirem a legislação. A rede social de Zuckerberg enfrenta agora escrutínio sobre se o novo sistema está em conformidade com as regras da UE. A Comissão Europeia enviou uma solicitação à Meta, a pedir informações detalhadas sobre as suas práticas de moderação.

Se a Meta não se ajustar aos requisitos, estará eventualmente sujeita a multas elevadas. Este é um teste crucial para a empresa poder garantir que os conteúdos nocivos não sejam amplificados nas redes sociais. Este momento define não apenas o futuro da Meta, mas também a capacidade da União Europeia de impor normas que protejam a integridade da informação no espaço digital. 

 

A dança entre Zuckerberg, Musk e Trump: é esta a direção certa?

Ao assumir esta postura mais permissiva, Zuckerberg parece caminhar na mesma direção de Musk e Trump, que têm sido críticos ferozes da moderação de conteúdos. Ao mesmo tempo, esta abordagem coloca em questão o papel das plataformas digitais como responsáveis por criar um espaço seguro para o debate democrático.

Será que dar mais liberdade aos utilizadores vai resultar num ambiente mais saudável ou apenas ampliar as bolhas de desinformação e polarização?

Uma investigação publicada na arXiv analisou o impacte de políticas de moderação mais restritivas na plataforma Parler, tendo observado uma diminuição significativa na toxicidade do conteúdo após a implementação de medidas mais rigorosas. Este estudo sugere que a moderação eficaz pode reduzir a disseminação de conteúdo prejudicial e melhorar a qualidade das interações online.

Além disso, uma análise de mais de 100.000 comunidades online revelou que aquelas com viés político mais acentuado tendem a compartilhar fontes de notícias mais polarizadas e com menor rigor. Este comportamento contribui para a criação de câmaras de eco, onde os utilizadores são expostos principalmente a informações que reforçam as suas crenças preexistentes, exacerbando a polarização.

Olhar para o futuro 

O futuro da verificação de factos nas redes sociais parece estar a tornar-se mais complexo. Com a Meta a adotar uma abordagem mais flexível, as questões que importam são as seguintes: as plataformas estarão a perder o controlo sobre a qualidade da informação partilhada? Ou será que, como defendem Musk e Trump, as redes sociais devem ser locais livres onde cada utilizador tem o poder de moldar a realidade à sua maneira?

O impacte dessa mudança será sentido especialmente na Europa, onde a desinformação tem sido um tema central nas discussões políticas. Será que a Meta terá de repensar a sua decisão, ou será esta uma nova normalidade no ecossistema digital? A seguir, ficará claro quem vai dançar o ritmo da desinformação – ou se, eventualmente, os efeitos dessa dança serão compassados em direção a uma maior responsabilidade das plataformas digitais.

Arquivado em:Legislação, Notícias, Tecnologia

No coração dos eventos: as regras que estão a redefinir as experiências das marcas em 2025

15 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Se 2025 fosse um evento, seria aquele onde todos querem estar: cheio de inovação, criatividade e transformação. As marcas não mais se contentam apenas em oferecer um simples espetáculo – o público quer conexão, significado e experiências memoráveis. Para este ano, estas são as cinco tendências que já estão a moldar o futuro das experiências e a redefinir a forma como as marcas se ligam às pessoas.

 

Tecnologia e IA: a fusão do real com o espetacular

Imagine um evento onde a inteligência artificial não apenas responde às preferências do público, mas as antecipa. Em 2025, a IA promete criar momentos tão personalizados que parecem magia – mas é tecnologia. Da realidade aumentada a conteúdos hiper-realistas, a inovação está a elevar o padrão do «uau».

No entanto, surge a questão: o que é real e o que é apenas uma versão digital refinada? Esse dilema ressalta a exigência de autenticidade. Eventos presenciais continuam a ter destaque quando o assunto é criar laços genuínos. Afinal, a emoção de estar em carne e osso é insubstituível.

O segredo está em unir o físico e o digital de forma harmoniosa. No Google Cloud Day 2024, credenciais com tecnologia RFID transformaram a experiência. Desde a monitorização em tempo real das sessões até insights valiosos para futuras edições, o evento provou que a tecnologia pode ser o centro das atenções.

 

Personalização, corte e costura feitos sob medida

Ninguém quer ser apenas mais um num evento. O público deseja experiências que pareçam criadas exclusivamente para si e a personalização tornou-se um item essencial para criar momentos únicos. Quanto mais adaptado às preferências individuais, mais memorável será o evento.

Existem, pois, tecnologias avançadas que ajudam a construir essas experiências. Desde agendas personalizadas até presentes feitos sob medida, o impacto emocional é incomparável. Durante a BTL, num evento direcionado ao turismo, uma companhia aérea criou um ambiente inspirado na aviação, com lounges elegantes e uma loja exclusiva. O uso de materiais sustentáveis e interações digitais reforçou tanto a ligação emocional quanto o compromisso com a sustentabilidade.

 

Sustentabilidade é uma exigência do presente

Hoje, não basta ser esteticamente apelativo; os eventos precisam ser responsáveis. A sustentabilidade tornou-se palavra de ordem e, desde eliminar plásticos até promover práticas de desperdício zero, marcas e organizadores estão a construir um futuro mais equilibrado.

Assim, a reutilização de stands e design regenerativo são o novo normal. Casos como o Sustainable Booth de uma organização turística na Fitur 2023 mostram como criatividade e responsabilidade andam juntas. Esses eventos deixam um impacte positivo no planeta e um rasto de memórias indeléveis.

 

O conteúdo é o coração dos eventos

Em 2025, o conteúdo é a moeda mais valiosa. O público procura narrativas autênticas, momentos emocionantes e participação ativa. Mais do que consumir, as pessoas querem cocriar, participar e desempenhar algum papel nas dinâmicas do certame.

De tal forma que, nos festivais de verão em Portugal, marcas transformaram interações casuais em conexões emocionais. O foco em interatividade criou experiências memoráveis, reafirmando que o conteúdo, bem elaborado, comanda as plateias.

 

Experiências pop-up: emoção no lugar certo

E se a sua marca favorita surgisse de repente num lugar inesperado? As experiências pop-up capturam a atenção e criam momentos exclusivos. Com designs imersivos e interações criativas, essas ativações são um convite irresistível para a adesão das pessoas.

Um exemplo marcante foi o projeto «Takeover Rinascenti», que transformou centros comerciais italianos em exposições que misturavam tradições culturais e sustentabilidade. Essas experiências provam que a criatividade em movimento deixa marcas profundas no coração do público.

Em suma, 2025 é o ano para reimaginar experiências de marca. Tecnologia, personalização, sustentabilidade, conteúdo e pop-ups estão a moldar o futuro. As marcas que abraçarem essas tendências não apenas criarão eventos, como construirão memórias impactantes e duradouras.

Arquivado em:Corporate, Inovação, Notícias

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 165
  • Página 166
  • Página 167
  • Página 168
  • Página 169
  • Interim pages omitted …
  • Página 178
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.