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Marcelo Teixeira

Fernanda Torres faz história e honra o legado da mãe nos Globos de Ouro

7 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Na madruga de segunda-feira, a cerimónia dos Globos de Ouro de 2025 tomou conta de Beverly Hills. A noite foi marcada por surpresas e celebrações de diversidade cultural, mas foi a língua portuguesa que esteve em pleno destaque. A vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz em Filme de Drama carimba não apenas o cinema brasileiro, mas também a representatividade feminina na indústria global da sétima arte. A atriz brilhou em ‘Ainda Estou Aqui’, um filme que retrata uma história de superação, memórias familiares e resistência à ditadura militar no Brasil. Estreia no dia 16 de Janeiro em Portugal.

Fernanda Torres, visivelmente emocionada, fez um discurso impactante, no qual destacou a importância de honrar as gerações passadas e construir pontes através da arte. Relembrou a influência da sua mãe, Fernanda Montenegro, também ela nomeada ao mesmo galardão há 25 anos, sob a alçada do mesmo realizador, Walter Salles, no filme «Central do Brasil» de 1999. Agora, a filha, dedicou o prémio às mulheres do cinema que abriram caminho para o seu sucesso.

 

Fernanda Torres com a mãe, Fernanda Montenegro. Fotografia: Instagram de Fernanda Torres

 

A edição deste ano foi amplamente celebrada por refletir uma indústria em evolução, que prioriza narrativas diversificadas e inclusivas. Desde histórias sobre identidade de género até reflexões sobre memória e trauma, a cerimónia mostrou que o entretenimento global está mais rico, multifacetado e repleto de coragem.

Com este cenário, as expectativas para a temporada de prémios de 2025 crescem, especialmente para o cinema latino-americano, que ganha cada vez mais destaque e reconhecimento. A vitória de Fernanda Torres, em particular, será lembrada como um momento histórico que reafirma o potencial transformador da arte cinematográfica.

 

Ora veja todas as nomeações e os restantes premiados:

 

Melhor filme em língua não-inglesa

  • “Tudo o que Imaginamos como Luz”, Índia
  • “Emilia Pérez”, França
  • “The Girl With the Needle”, Dinamarca/Polônia
  • “Ainda Estou Aqui”, Brasil
  • “A Semente do Fruto Sagrado”, Irão
  • “Vermiglio”, Itália

Melhor filme de drama

  • “O Brutalista”
  • “Um Completo Desconhecido”
  • “Conclave”
  • “Duna: Parte Dois”
  • “Nickel Boys”
  • “Setembro 5”

Melhor ator em filme de drama

  • Adrien Brody, «O Brutalista»
  • Timothée Chalamet, «Um Completo Desconhecido»
  • Daniel Craig, «Queer»
  • Colman Domingo, «Sing Sing»
  • Ralph Fiennes, «Conclave»
  • Sebastian Stan, «O Aprendiz»

Melhor atriz em filme de drama

  • Pamela Anderson, “The Last Showgirl”
  • Angelina Jolie, “María”
  • Nicole Kidman, “Babygirl”
  • Tilda Swinton, “O Quarto ao Lado”
  • Fernanda Torres, “Ainda Estou Aqui”
  • Kate Winslet, “Lee”

Melhor direção (filme)

  • Jacques Audiard, “Emilia Pérez”
  • Sean Baker, “Anora”
  • Edward Berger, “Conclave”
  • Brady Corbet , “O Brutalista”
  • Coralie Fargeat, “A Substância”
  • Payal Kapadia, “Tudo o que Imaginamos como Luz”

Melhor roteiro (filme)

  • “Emilia Pérez”, Jacques Audiard
  • “Anora”, Sean Baker
  • “O Brutalista”, Brady Corbet, Mona Fastvold
  • “A Verdadeira Dor”, Jesse Eisenberg
  • “A Substância”, Coralie Fargeat
  • “Conclave”, Peter Straughan

Melhor filme de comédia ou musical

  • “Anora”
  • “Rivais”
  • “Emilia Pérez”
  • “A Verdadeira Dor”
  • “A Substância”
  • “Wicked”

Melhor ator em filme de comédia ou musical

  • Jesse Eisenberg, “A Verdadeira Dor”
  • Hugh Grant, “Herege”
  • Gabriel LaBelle, “Saturday Night”
  • Jesse Plemons, “Tipos de Gentileza”
  • Glen Powell, “Assassino por Acaso”
  • Sebastian Stan, “Um Homem Diferente”

Melhor atriz em filme de comédia ou musical

  • Amy Adams, “Canina”
  • Cynthia Erivo, “Wicked”
  • Karla Sofía Gascón, “Emilia Pérez”
  • Mikey Madison, “Anora”
  • Demi Moore, “A Substância”
  • Zendaya, “Rivais”

Melhor ator coadjuvante em filme

  • Yura Borisov, “Anora”
  • Kieran Culkin, “A Verdadeira Dor”
  • Edward Norton, “Um Completo Desconhecido”
  • Guy Pearce, “O Brutalista”
  • Jeremy Strong, “O Aprendiz”
  • Denzel Washington, “Gladiador II”

Melhor atriz coadjuvante em filme

  • Selena Gomez, “Emilia Pérez”
  • Ariana Grande, “Wicked”
  • Felicity Jones, “O Brutalista”
  • Margaret Qualley, “A Substância”
  • Isabella Rossellini, “Conclave”
  • Zoe Saldaña, “Emilia Pérez”

Melhor trilha sonora original (filme)

  • “Conclave”
  • “O Brutalista”
  • “Robô Selvagem”
  • “Emilia Pérez”
  • “Rivais”
  • “Dune: Parte Dois”

Melhor canção original (filme)

  • “The Last Showgirl”, “Beautiful That Way” de Miley Cyrus, Lykke Li e Andrew Wyatt
  • “Compress/Regress”, de “Rivais”
  • “Emilia Pérez”, “El Mal”, de Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard
  • “Better Man”, “Forbidden Road”, de Robbie Williams, Freddy Wexler e Sacha Skarbek
  • “Kiss the Sky”, de “Robô Selvagem”
  • “Emilia Pérez”, “Mi Camino”, de Clément Ducol e Camille

Melhor animação em longa-metragem

  • “Flow”
  • “Divertida Mente 2”
  • “Memoir of a Snail”
  • “Moana 2”
  • “Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl”
  • “Robô Selvagem”

Conquista cinematográfica e de bilheteria

  • “Alien: Romulus”
  • “Beetlejuice Beetlejuice”
  • “Deadpool & Wolverine”
  • “Gladiador II”
  • “Divertida Mente 2”
  • “Twisters”
  • “Wicked”
  • “Robô Selvagem”

SÉRIES DE TV E STREAMING

Melhor série de drama

  • “O Dia do Chacal”
  • “A Diplomata”
  • “Sr. and Sra. Smith”
  • “Shōgun” (FX)
  • “Slow Horses”
  • “Round 6” (Netflix)

Melhor ator em série de drama

  • Donald Glover, “Sr. and Sra. Smith”
  • Jake Gyllenhaal, “Presumed Innocent”
  • Gary Oldman, “Slow Horses”
  • Eddie Redmayne, “O Dia do Chacal”
  • Hiroyuki Sanada, “Shōgun”
  • Billy Bob Thornton, “Landman”

Melhor atriz em série de drama

  • Kathy Bates, “Matlock” (CBS)
  • Emma D’Arcy, “A Casa do Dragão”
  • Maya Erskine, “Sr. and Sra. Smith”
  • Keira Knightley, “Black Doves”
  • Keri Russell, “A Diplomata”
  • Anna Sawai, “Shōgun”

Melhor ator coadjuvante em série de TV

  • Tadanobu Asano, “Shōgun“
  • Javier Bardem, “Monstros”
  • Harrison Ford, “Shrinking”
  • Jack Lowden, “Slow Horses”
  • Diego Luna, “La Maquina”
  • Ebon Moss-Bachrach, “O Urso”

Melhor atriz coadjuvante em série de TV

  • Liza Colón-Zayas, “O Urso”
  • Hannah Einbinder, “Hacks”
  • Dakota Fanning, “Ripley”
  • Jessica Gunning, “Bebé Rena”
  • Allison Janney, “A Diplomata”
  • Kali Reis, “True Detective: Terra Noturna”

Melhor série de comédia ou musical

  • “Abbott Elementary” (ABC)
  • “O Urso” ‘(FX)
  • “The Gentlemen”
  • “Hacks”
  • “Nobody Wants This”
  • “Only Murders in the Building”

Melhor ator em série de comédia ou musical

  • Adam Brody, “Nobody Wants This”
  • Ted Danson, “A Man on the Inside”
  • Steve Martin, “Only Murders in the Building”
  • Jason Segel, “Shrinking”
  • Martin Short, “Only Murders in the Building”
  • Jeremy Allen White, “O Urso” (FX)

Melhor atriz em série de comédia ou musical

  • Kristen Bell, “Nobody Wants This”
  • Quinta Brunson, “Abbott Elementary”
  • Ayo Edebiri, “O Urso”
  • Selena Gomez, “Only Murders in the Building”
  • Kathryn Hahn, “Agatha Desde Sempre”
  • Jean Smart, “Hacks”

Melhor minissérie, antologia ou filme para TV

  • “Bebé Rena”
  • “Disclaimer”
  • “Monstros”
  • “Pinguim”
  • “Ripley”
  • “True Detective: Terra Noturna”

Melhor ator em minissérie, antologia ou filme para TV

  • Colin Farrell, “Pinguim”
  • Richard Gadd, “Babê Rena”
  • Kevin Kline, “Disclaimer”
  • Cooper Koch, “Monstros”
  • Ewan McGregor, “A Gentleman in Moscow”
  • Andrew Scott, “Ripley”

Melhor atriz em minissérie, antologia ou filme para TV

  • Cate Blanchett, “Disclaimer”
  • Jodie Foster, “True Detective: Terra Noturna”
  • Cristin Milioti, “Pinguim” (HBO/Max)
  • Sofía Vergara, “Griselda” (Netflix)
  • Naomi Watts, “Feud: Capote vs. the Swans”
  • Kate Winslet, “O Regime”

 

Fotografia de destaque: GoldenGlobes

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias, Sociedade

Trump e Musk: o início de uma nova era no poder digital

6 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

A relação entre Donald Trump e Elon Musk tornou-se um dos temas mais discutidos no cenário global. Juntos têm moldado de forma estratégica o futuro da inovação tecnológica, criando um ambiente que pode transformar as dinâmicas entre os principais atores digitais.

Em 2025, a aliança entre Trump e Musk tem o potencial de redefinir a forma como as grandes empresas de tecnologia operam, se relacionam com os governos e, principalmente, como impactam a sociedade através de meios digitais. Este artigo da Líder parte de uma análise realizada pela XTB.

 

Musk e a liberdade de expressão: estratégia e alianças conservadoras

Elon Musk tem-se mostrado um defensor intransigente da liberdade de expressão. A sua decisão ao desbloquear a conta de Donald Trump na plataforma X (anteriormente conhecida como Twitter), em 2022, foi um movimento ousado e carregado de estratégia. Musk não apenas restaurou a voz de Trump, como também consolidou a própria imagem junto do público conservador, um grupo que valoriza a desregulação e maior liberdade no espaço digital.

Essa jogada teve, portanto, um caráter estratégico claro. Ao ampliar a discussão sobre os limites da liberdade digital, Musk criou um cenário onde a sua plataforma se tornou um bastião da liberdade de expressão, em oposição às outras grandes redes sociais que enfrentam crescentes críticas com acusações de censura e controlo de conteúdos. A plataforma X, agora mais alinhada com as perspectivas conservadoras de direita, virou um centro de debates acirrados sobre a moderação e a liberdade no ambiente digital, o que aumenta a influência de Musk sobre o discurso público.

 

Trump de volta à presidência: políticas comerciais e tecnológicas

A reeleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos traz novas perspectivas e desafios para o setor tecnológico. Com um histórico de políticas protecionistas, como a guerra comercial com a China, Trump pode remodelar as cadeias globais de fornecimento de componentes essenciais para a indústria tecnológica. Empresas de tecnologia, que dependem de uma rede globalizada e da produção de componentes em países como a China, podem enfrentar novos obstáculos e adaptações forçadas pelas políticas de Trump.

Além disso, a postura de Trump contra regulamentações mais rígidas para as plataformas digitais pode beneficiar diretamente empresas como o X de Musk. A resistência de Trump a políticas de supervisão mais severa sobre as grandes plataformas tecnológicas estimula um ambiente favorável para as empresas que operam de forma mais livre.  A ideia de um mercado digital livre de amarras, uma visão que muitos em Silicon Valley apreciam, pode ser mais intensificada com esta reeleição de Trump, promovendo uma agenda mais liberal para o setor tecnológico no que a isso diz respeito.

 

A concentração de poder e os desafios e controvérsias no setor digital

No entanto, a aliança entre Trump e Musk não está isenta de controvérsias e riscos. Musk, com a sua habilidade de influenciar o debate público através da plataforma X, levanta questões sobre a concentração de poder no setor tecnológico. A simples capacidade de um empresário privado em moldar o discurso político e público, utilizando uma rede social com milhões de usuários, torna-se um ponto de reflexão sobre os limites da influência privada num espaço tão crucial.

A centralização de poder nas mãos de Musk pode ser preocupante, especialmente se considerarmos que ele já comanda várias indústrias além do setor digital, como a Tesla e a SpaceX. Essa concentração pode reduzir a diversidade de vozes e opiniões no debate público, algo que muitos críticos veem como um risco para a democracia digital. A possibilidade de haver um poder tecnológico tão forte e concentrado nas mãos de uma única pessoa pode gerar um desconforto crescente, especialmente em tempos de polarização política.

O mercado tecnológico em volatilidade e as decisões económicas no horizonte

Apesar de um otimismo inicial, o setor tecnológico também enfrenta desafios significativos, com as recentes flutuações do mercado deixando claro que a situação pode não ser tão estável quanto parece. Após a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que indicou um número reduzido de cortes nas taxas de juros, o mercado de tecnologia experimentou momentos de volatilidade. As flutuações nos mercados financeiros, aliadas às incertezas políticas, podem gerar um ambiente de instabilidade para empresas tecnológicas, especialmente aquelas que dependem de um financiamento acessível para sustentar as suas operações e inovações.

O aumento das taxas de juros pode prejudicar as perspectivas de crescimento de empresas como a Tesla e a SpaceX, que já enfrentam desafios no cenário atual. O aumento no custo do financiamento pode tornar mais difícil para essas empresas expandirem as suas operações ou investirem em novos projetos. Além disso, a volatilidade do mercado pode impactar diretamente as avaliações das grandes empresas de tecnologia, que são altamente sensíveis a mudanças nas condições económicas e financeiras.

 

O futuro da tecnologia sob a influência de Trump e Musk

A relação entre Donald Trump e Elon Musk vai configurar um novo capítulo para o setor tecnológico, isso é claro. Por um lado, a postura de desregulação de Trump e as decisões ousadas de Musk podem criar um ambiente mais livre para a inovação e crescimento. Por outro lado, a concentração de poder no debate público pode gerar um ambiente de maior polarização.

Além disso, o setor tecnológico não está imune a fatores externos, como mudanças nas taxas de juros e a volatilidade económica que podem afetar perspectivas de crescimento. As decisões políticas e económicas serão determinantes para o futuro do mercado digital e o regresso de Trump à presidência poderá reforçar a desregulação ou exigir novas abordagens regulatórias.

O futuro da inovação tecnológica depende de como essas dinâmicas se desenrolam. A aliança entre Trump e Musk certamente moldará o setor, mas o caminho a seguir permanece incerto, e as consequências das suas decisões vão além das fronteiras da tecnologia, afetando a política e a economia mundial.

Arquivado em:Notícias, Política, Tecnologia

O futuro das empresas: inovação, colaboração e desenvolvimento

3 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Com a chegada de 2025, surgem desafios e novas oportunidades para as empresas e os seus trabalhadores. A adoção de modelos de trabalho inovadores, reestruturações de equipas e a aposta na inovação e empreendedorismo ganham cada vez mais destaque. Aqui estão as principais tendências que irão moldar o ano e impactar as organizações, de acordo com o IDEA Spaces.

 

Sinergias entre empresas: investir no sucesso colaborativo

Num mercado global e interconectado, as parcerias estratégicas ganharão ainda mais relevância. A colaboração em áreas como formação, inovação e partilha de recursos será essencial para otimizar custos operacionais e criar soluções, produtos e serviços mais personalizados, gerando vantagens competitivas para todos os envolvidos.

 

Employee Value Proposition: o pilar do bem-estar organizacional

A valorização da Employee Value Proposition (EVP), que engloba os benefícios e experiências oferecidos aos trabalhadores, será fundamental para fortalecer a retenção de talento. O alinhamento entre a cultura corporativa e as expectativas dos trabalhadores continuará a ser determinante para criar equipas comprometidas e motivadas. Ouvir todas as partes e adaptar políticas internas compatíveis às necessidades de todos que trabalham na organização será a chave para um ambiente de trabalho mais eficiente e satisfatório.

 

Gestão da diversidade: pluralidade como motor da criatividade

A diversidade e inclusão permanecerão no topo das prioridades empresariais. Criar ambientes que acolham pessoas de diferentes origens e com variadas experiências será essencial para responder aos desafios de um mercado globalizado. A diversidade impulsionará a criatividade, a inovação e a pluralidade de vozes nas organizações.

Upskilling e reskilling: preparar as equipas do amanhã

Com a aceleração das transformações tecnológicas, investir em programas de desenvolvimento de competências será crucial para enfrentar os desafios do futuro. Estas iniciativas não só aumentam a adaptabilidade dos colaboradores, como também fomentam uma cultura de aprendizagem contínua, essencial para o desenvolvimento de soft skills e o sucesso num mercado em constante evolução.

Arquivado em:Corporate, Notícias

«Tirado a ferros, já se sabe» – um conto por Beatriz Batarda

2 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O coração batia-lhe acelerado até nas mãos, tudo indicava que a sua intenção era saltar do peito para o mundo. Ela queria acordar, mas o calor tomava conta do corpo impedindo-a de abrir as pálpebras. Esgravatava dentro de si a força necessária para destapar os membros pesados caídos sobre a cama.

Procurava naquele novelo de confusão do sono a ponta do fio que lhe indicaria o regresso ao despertar e assim chegar àquele copo de água por beber à janela. Maldito cansaço. Malditas preocupações. Eram tantos os assuntos pendentes, os pagamentos por executar – já vais com mais de duas semanas de atraso – prazos impossíveis, emails a caírem como corpos exaustos que tropeçam para cima uns dos outros.  

A cabeça dizia-lhe: é stress, há-que descansar. É preciso livrar a cabeça desse ruído que se instalou no meio da noite escura e silenciosa. Falava de si para si, mas nada sossegava a besta que despertara de um instante para o outro. Em menos de um segundo, sem se fazer anunciar, pôs-se o coração a cavalgar desenfreado e nada que pudesse trazer à consciência tinha mão naquilo.

Das obrigações por cumprir, concentra-se em passar a atenção para coisas que ainda gostaria de fazer, como se a vida ainda prometesse mais umas quantas ‘primeiras-vezes’. E ao invés de sonhar cor-de-rosa, surgem em modo pop-ups os arrependimentos, perdas, saudades e culpa. Já não vais dormir hoje. Desiste e abre os olhos por amor a Deus. Saiam do meu jardim! 

Enche o peito, curva as costas e aperta o corpo de lado. Pareço-te pequena, mas estou sempre a crescer, poderia ser um polvo que cresce em todas as direções, e que com a ponta dos tentáculos avia assuntos e piparota obstáculos. Pareço-te pequena, mas não há nada que não esteja ao meu alcance. Posso tudo. Sou uma mulher. Sou poderosa. Sou mãe-filha-amante-amiga-tia-inspiração. Ah, pois é, sou enorme, estou em todo o lado. E em lado nenhum. 

Esse lado nenhum faz com que abra, finalmente, os dois olhos e fixe um ponto no escuro. Atira a coberta para trás e senta-se com os pés a balouçar. Estica os pés e procura com a ponta das unhas pintadas de vermelho o tapete de lã, mas não chegam lá. É de facto pequena. Levanta-se de um salto, e sai do quarto sem saber para quê.

Sabe que quer sair do quarto, mas não sabe o que poderá fazer para resolver aquela chinfrineira que tomou de assalto a sua pobre e esforçada cabeça. Com a barriga encostada à bancada de mármore fria, enche o copo de plástico da filha com água fresca. Repara na diferença de temperaturas entre o copo e a pedra, e apercebe-se de que está viva. 

Bebia de vez em quando um copito – ou dois ou três – para amolecer o corpo ao final do dia, ajudava a desligar do que o dia não tinha deixado terminar. Eram cada vez mais curtos, os dias. E as noites mais agitadas, ineficazes, cansativas.  

Faltava-lhe qualquer coisa. Também essa preocupação lhe roubava atenção daquilo que era realmente importante. Era preciso fazer qualquer coisa, mas de onde viria o fumo?  

Fazia as chamadas diárias antes do jantar, e a mãe repetia-lhe religiosamente: fazes uma dieta equilibrada? Não te esqueças de beber água. Andarás a abusar do açúcar ou do café? Já sabes que precisas dormir nunca menos de oito horas, senão deprimes. E quando vejo os amigos – perguntava-se acenando pesarosamente a cabeça, a boca apertada. Acena a cabeça pesada e as pálpebras imitam o gesto, enquanto a chinfrineira se organiza dentro de si e grita: estás a falhar! 

Falam, falam, falam, para quê se ela não ouve além da martelada desses malditos assuntos pendentes. Falam o tempo todo, usam as palavras gratuitamente, acusam, insinuam, humilham, pedem, exigem, chamam, interrompem, repetem e repetem as mesmas coisas que não querem dizer nada e só acrescentam ruído e lixo. E o silêncio? Para que serve? Oh não, não falemos de silêncio, isso é espiritualismo feminino, quem quer ouvir falar de silêncio?

Toda a gente sabe que o silêncio revela ignorância, revela incapacidade, revela fraqueza de espírito, toda a gente sabe. O silêncio é uma espécie de doença crónica que ataca os que não aprenderam a usar língua materna, o silêncio é para os pobres, o silêncio é para as minorias, para os oprimidos. O poder está na mão de quem sabe falar, de quem sabe articular ideias com palavras como “inovação”, “iniciativa” e “novo”, e outras palavras da família que prometem um início de qualquer coisa grandiosa, notável.

Sim, o seu poder pode contar connosco, vamos juntar as palavras certas que irão transformar a sua base de dados em resultados, em números, em mais poder. Mas ela já não podia mais com as palavras. Os dedos das mãos saltitavam entre o teclado do portátil e o ecrã do smartphone, deslizavam de baixo para cima, passavam-se quinze minutos e caía mais um email. Nem as quatro horas da madrugada travavam esses malditos emails.  

Caro ……. Os olhos vidrados no corpo do email. Respondo amanhã. Desliza os dedos de baixo para cima, repetidamente, à procura de se livrar das palavras. Pode ser que as imagens tenham esse poder anestesiante e fazer esquecer. O poder das imagens marca e faz esquecer? A tristeza vai-se apoderando dela à medida que o batimento do coração sossega, afundando-se num profundo vazio vertical. Recosta-se no sofá, deixa cair a mão, abre os dedos e solta o telemóvel.

Imagens para quê, se posso ter o silêncio. Sem esquecer que há diferentes tipos de silêncio, minha menina, e o silêncio desejado é mais difícil de se deixar apanhar. Escolher o silêncio e chegar até ele, não é para todos. O silêncio escolhido não se apresenta com valores democráticos, ele exige tempo e tempo é dinheiro, toda a gente sabe disso. 

Um silêncio-escolhido é muito diferente do silêncio-ignorante ou do silêncio-envergonhado, do silêncio-oprimido. O silêncio-escolhido é tendencialmente branco e masculino, faz parte de uma estratégia que pertence unicamente às mãos que seguram um Royal Flush. Sim, malta, não vale a pena arrancar cabelos por causa disto, é como é. O seu silêncio-escolhido estava desesperado por nascer, e não havia meio de ver a luz. Vive com outros silêncios, uns mais incómodos que outros.

O silêncio-envergonhado é incómodo e pertence às mulheres, assediadas, abusadas ou violadas, todas elas, sem exceção, porque ainda antes de nascerem já partem do princípio de que fizeram alguma coisa mal, de que estão na origem do equívoco –  ainda que não saibam como o geraram – e é possível que habitar a própria pele livremente, sem considerar a fraca natureza do homem ou coisa do género, seja de facto o pecado original. Peço que me perdoes, sei que não és como os outros, mas sem te dares conta, apadrinhas.

Este meu silêncio-envergonhado tem de morrer para dar lugar ao escolhido, e se me amas deves dar-me a mão e ajudar-me a chegar lá. Porque sem ti, pai, irei conseguir, mas será mais violento. Sim, pai, o silêncio-ignorante é daqueles que deveriam estar atentos no cuidar, mas andam distraídos nas coisas do fazer-se notar. Sim, sim, esse silêncio é tremendo e devastador, minha gente, porque se é verdade que perdemos oportunidades para estarmos calados, também perdemos oportunidades para falar e agir no momento, a quente ou a frio tanto faz.

Não adianta dizer: «ah não percebi, nunca vi esse documento», pois, mas o mal está feito e o teu silêncio valeu a desgraça de uma família. “Mas eu não sabia”, pois não, mas era o teu lugar saber. E nesse silêncio-oprimido instalou-se o mal, a desconfiança, e essa desgraçada só morrerá quando já ninguém souber o significado da palavra fronteira e a crosta for uma só, e de todos os animais. 

À medida que o dia nasce e os raios de luz entram pela sala, lembra-se de que “Para se ser artista, é necessário existir num mundo de silêncio.”, disse-o Louise Bourgeois, artista plástica franco-americana. Esta frase parece-lhe apelativa. E perguntava-se a que mundo de silêncio se referiria ela? Imagina que nesse mundo de silêncio não será perseguida pelas exigências da vida pública, não haverá de prestar contas, a não ser àqueles a quem pertence e ama, e aí nesse mundo de silêncio poderá criar o sonho.

Ela sabe que há quem cumpra essa função de criar O Sonho, para os que vivem agrilhoados possam respirar, possam encontrar momentos de paz, momentos de respiração, momentos de silêncio. Só depois de silenciar o ruído que nos ensurdece poderemos começar a ouvir o nosso próprio ruído: o que quero com isto, isto serve para quê, o que esperam de mim afinal?

Já não sabe quem a valida, quem a reconhece, quem decide se pode ou deve continuar. Continuar só mais um bocadinho. Esticar os membros mais um bocadinho para que, ainda que tirado a ferros, possa acolher nos braços o prometido mundo-de-silêncio. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 28 da revista Líder, sob o tema Silêncio. Subscreva a Revista Líder aqui.

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Joana Carneiro: «O silêncio faz parte da música»

2 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Joana Carneiro é a maestrina portuguesa mais reconhecida internacionalmente e uma figura incontornável da História da música portuguesa. Foi Maestrina Principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro São Carlos, em Lisboa, de 2014 até 2022 e na primavera de 2024, tornou-se membro do Conselho de Estado da República Portuguesa.

Atualmente, é diretora artística da Orquestra Juvenil Gulbenkian, um cargo que ocupa desde 2013. É mãe de quatro filhos, e a terceira de nove irmãos, filhos do ex-Ministro da Educação Roberto Carneiro.

À Líder a maestrina partilha como pode o silêncio servir de instrumento de trabalho a quem opera entre o som da música.

 

Vivemos em canal aberto de ruído, de imagens, mensagens, sinais, alertas. Como se desconecta, sem perder a ligação? 

Pessoalmente, criei limites pessoais de tempo de ecrã, sabendo que a minha gestão de tempo é muito mais eficaz por hoje existir a possibilidade de ligação constante. Para mim, o limite é quando deixo de ter tempo para pensar e para fazer e viver o que considero essencial – o tempo de estar com os outros e tempo para a minha música. 

 

Escuta e silêncio. A qual recorre mais? 

Aos dois. 

 

Entre o ruído e o sossego, como preenche as pausas? 

Com a vida do dia a dia: família, amigos, trabalho, lazer e todas as obrigações que a vida me traz. 

 

Como descreveria o som do silêncio? 

Imaginação, observação, pensamento, emoção, discernimento. 

 

De que forma o silêncio é, para si, uma ferramenta de trabalho? 

O silêncio faz parte da música, definindo a estrutura do discurso musical. Encontramos o silêncio  antes da primeira nota, dentro das frases musicais, entre os andamentos de cada peça e logo após a última nota do que partilhamos. O silêncio exterior também me acompanha na preparação de uma peça, na construção interior de cada peça musical que estudo. 

BIO

Função: Maestrina 

Idade: 48 

Educação Académica:  Licenciatura em Direção de  Orquestra na Academia Nacional  Superior de Orquestra, Mestrado  na Northwestern University,  Estudos de Doutoramento na  University of Michigan 

O que faz quando tem tempo  livre: Família, amigos, atividades  de lazer  

Livros da sua vida: Impossível  escolher, mas neste momento leio  com muito interesse On Becoming  a Person (Carl Rogers) 

Podcasts: E o resto é história (Observador) 

Viagem de sonho: Como tenho a sorte de viajar muito, na verdade  o meu sonho é passar mais tempo  em casa. 

Líder que o inspira: Na música, Esa-Pekka Salonen, o meu mentor 

 

Este artigo faz parte da rubrica “Líderes em Destaque”, publicada na edição nº 28 da revista Líder, sob o tema Silêncio. Subscreva a Revista Líder aqui. 

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Google it: saiba o que mais se pesquisou em 2024

2 Janeiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Todos os anos o motor de busca mais global do planeta lança as tendências e os rankings que resultam de milhares de milhões de pesquisas. 

Veja aqui o TOP 5 do que mais se pesquisou em Portugal e no Mundo. 

 

Portugal 

Geral 

Euro 2024 

Digi 

Jogos Olímpicos 

Eleições nacionais Portugal 

Debates legislativas 

 

Como…?  

 Como votar nas eleições em Portugal? 

Como saber onde votar? 

Como validar faturas 2024? 

Como funciona Revolut? 

Como se faz pão de banana? 

 

O que…?  

O que é mórmon? 

O que é shisha? 

O que é world coin? 

O que é intersexual? 

O que é lobbying? 

 

Personalidades nacionais 

José Castelo Branco 

Ruben Amorim 

Miguel Bravo 

Pedro Nuno Santos 

Diogo Ribeiro 

 

Personalidades internacionais 

Kate Middleton 

Betty Grafstein 

Donald Trump 

Imane Khelif 

Lamine Yamal 

 

Global  

Geral 

 Copa América 

UEFA Championship 

ICC Men’s T20 World cup 

India vs England 

Liam Payne  

 

Pessoas

 Donald Trump 

Catherine, Princess Wales 

Kamala Harris 

Imane Khelif 

Joe Biden 

 

Desporto 

New York Yankees 

Los Angeles Dodgers 

Inter Miami CF 

Bayer 04 Leverkusen 

Boston Celtics 

 

Música 

Diddy 

Usher 

Linkin Park 

Sabrina Carpenter 

Justin Timberlake  

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