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Marcelo Teixeira

Quatro passos para proteger as suas contas no Dia da Internet Mais Segura

10 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

 

Dados recentes indicam que os ataques de ‘ransomware’ cresceram 180% no primeiro semestre de 2025, enquanto mais de metade das pequenas e médias empresas portuguesas sofreu algum tipo de incidente de segurança no último ano, incluindo perda de dados, fraudes financeiras ou ataques DDoS.

Num contexto em que os cibercriminosos utilizam automação e inteligência artificial para criar iscos de phishing cada vez mais sofisticados, proteger credenciais e acessos digitais é crítico. Para reforçar a segurança, a Sophos recomenda:

  • Manter os dispositivos atualizados – computadores, portáteis, smartphones, tablets e routers Wi‑Fi.

  • Usar uma ferramenta de gestão de palavras‑passe, garantindo unicidade e complexidade automáticas.

  • Reforçar a proteção com autenticação multifator (MFA), como aplicações que geram códigos temporários no smartphone.

  • Adotar ‘passkeys’, autenticação baseada em biometria, dispensando a palavra-passe tradicional.

John Shier, Field CISO Threat Intelligence da Sophos, alerta:

«Os atacantes estão a utilizar automação e IA generativa para aumentar massivamente a velocidade e o volume dos seus ataques. A melhor abordagem é adotar uma postura de defesa proativa. Os criminosos visam cada vez mais as pessoas, não os dispositivos, e a IA cria iscos de phishing altamente detalhados.»

Hoje assinala-se o Dia da Internet Mais Segura, um lembrete anual para reforçar a proteção digital e a consciencialização sobre práticas seguras online — um esforço que se torna ainda mais urgente face ao aumento constante de ciberataques em Portugal e no mundo.

Arquivado em:Cibersegurança, Notícias

Casa do Marquês nomeia Cláudia Poças como diretora-geral e inicia novo ciclo estratégico

10 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Nova liderança com foco comercial e operacional

Na nova função, a gestora passa a liderar as áreas de Vendas, Produção/Eventos, Decoração, Comunicação e Marketing, bem como a prospeção e desenvolvimento de novos mercados. O objetivo passa por potenciar oportunidades comerciais, reforçar relações estratégicas e ampliar a presença da empresa no setor dos eventos e hospitalidade.

Mais de duas décadas na Federação Portuguesa de Futebol

Antes de integrar a Casa do Marquês, Cláudia Poças esteve ligada durante mais de 20 anos à Federação Portuguesa de Futebol (FPF), onde desempenhou recentemente funções como diretora coordenadora. Entre as responsabilidades assumidas estiveram a direção e gestão da Cidade do Futebol e a liderança das áreas das Seleções Nacionais, Responsabilidade Social e Eventos Corporativos e Sociais.

Ao longo desse período, coordenou operações integradas das 28 seleções nacionais, supervisionou eventos institucionais e corporativos e liderou projetos de impacto social, num contexto de elevada complexidade operacional e exposição pública.

Experiência em hospitalidade e eventos premium

Paralelamente ao percurso na FPF, desenvolveu experiência nos setores dos DMC’s, hospitalidade e turismo, com foco na conceção e gestão de serviços premium, corporate hospitality, áreas VIP e guest service, tanto em contexto nacional como internacional.

Empresa aposta em continuidade e crescimento

Em comunicado, o CEO da Casa do Marquês, Miguel Seijo y Seijo, afirma que a escolha foi «natural», destacando a capacidade de liderança e execução da nova diretora-geral. Já Cláudia Poças refere que o desafio passa por «dar continuidade à cultura da empresa, assegurando consistência operacional, qualidade da experiência e atenção ao detalhe».

Segundo a organização, a nomeação reflete a aposta numa liderança experiente e alinhada com a visão futura da empresa, que procura reforçar a sua posição no mercado e acompanhar a evolução das exigências do setor.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Apagões, estradas cortadas e casas a cair: o país tenta sobreviver às tempestades. Mas quem protege quem não consegue trabalhar?

10 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

A advogada Joana Cadete Pires, coordenadora de Laboral da PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, analisa o vazio legal que deixa trabalhadores vulneráveis, os limites das empresas e os direitos em situações de catástrofe. E deixa um alerta corporativo e social:

«Há pessoas que não perderam a casa, mas vivem rodeadas por destruição, com familiares ou comunidades em risco. Sentem-se obrigadas a ajudar, mas juridicamente estão sozinhas — dependem quase exclusivamente do bom senso das empresas.»

Responde a todas as questões de forma direta, do impacto do teletrabalho à responsabilidade das empresas e do Estado, passando por bancos de horas, férias e proteção de freelancers.

Quando é que a impossibilidade de trabalhar passa a ser legalmente justificada?

Quando existe uma impossibilidade real e objetiva de trabalhar por facto não imputável ao trabalhador — estradas cortadas, cheias, deslizamentos ou risco concreto para a segurança — estamos perante faltas justificadas. Nessas situações, defendemos que não deve haver perda de remuneração. O trabalhador não escolheu faltar: foi impedido por circunstâncias externas. Já situações como a ausência de eletricidade exigem análise caso a caso.

Porquê a distinção entre eletricidade e impedimentos físicos?

Porque a eletricidade não afeta todos os regimes de trabalho da mesma forma. Se o trabalhador exerce funções presencialmente na empresa, a falta de energia em casa pode não impedir a prestação de trabalho. Diferente é quando não há condições físicas ou de segurança para sair de casa — aí a impossibilidade é evidente.

O teletrabalho revelou fragilidades. A lei garante infraestrutura como energia e internet para garantir o trabalho remoto?

A lei obriga o empregador a fornecer equipamentos e sistemas necessários ao trabalho, mas não foi pensada para cenários extremos como apagões generalizados.

Não se pode exigir que o empregador coloque geradores na casa do trabalhador. A legislação não antecipou falhas estruturais desta magnitude.

Sem eletricidade, a empresa pode exigir presença no escritório?

Se houver condições de segurança e mobilidade, sim. O Código do Trabalho permite ao empregador solicitar presença física, geralmente com 24 horas de antecedência. Se o trabalhador não consegue trabalhar remotamente por motivos externos e pode deslocar-se em segurança, poderá ser chamado às instalações.

E quando a zona está em estado de calamidade ou há risco para a segurança física?

Aí muda tudo. Se existe risco para a integridade física ou impossibilidade real de deslocação, a empresa não deve exigir presença. Estamos perante faltas justificadas por facto não imputável ao trabalhador. Nessas circunstâncias, a ausência pode ser considerada remunerada, desde que exista prova da impossibilidade.

Que provas deve reunir o trabalhador?

Desde logo, a declaração oficial de estado de calamidade ou medidas de proteção civil aplicáveis à zona. Mas também fotografias, vídeos, testemunhos ou outros elementos que demonstrem a situação concreta. A lei não define formatos rígidos, o que obriga a alguma flexibilidade.

O Código do Trabalho está preparado para emergências climáticas cada vez mais frequentes?

Não completamente. Muitas respostas resultam de interpretações adaptadas ao caso concreto. A lei não prevê de forma clara situações como teletrabalho forçado por apagões, calamidades ambientais ou impedimentos indiretos.

Há um vazio legal que exige reflexão legislativa. A ausência de proteção para trabalhadores afetados de forma indireta é especialmente preocupante. Pessoas que não perderam a casa, mas vivem rodeadas por destruição, familiares em risco ou comunidades devastadas — sentem-se obrigadas a ajudar, mas dependem do bom senso das empresas. Falta um enquadramento jurídico que reconheça essa realidade.

Que margens têm as empresas em bancos de horas, férias ou licenças forçadas?

Não de forma automática. O banco de horas exige formalização prévia — não pode ser criado de um dia para o outro. Se já existir e houver horas acumuladas, pode ser utilizado. Quanto às férias, dependem de acordo. A marcação unilateral pelo empregador só pode ocorrer, regra geral, entre 1 de maio e 31 de outubro. Fora desse período, como em fevereiro, a imposição é ilegal salvo consentimento do trabalhador. Para trabalhadores independentes, o Decreto-Lei n.º 31-C/2026 criou apoios extraordinários recentemente, um avanço relevante para profissionais historicamente mais vulneráveis nestes cenários.

Quem suporta o risco económico e quais são os erros mais comuns?

No regime geral não existe mecanismo que transfira automaticamente o risco para o Estado. Muitas situações ficam numa zona cinzenta que exige soluções negociadas e análise jurídica caso a caso. O principal risco é ignorar a segurança e o bem-estar das pessoas em nome da continuidade operacional. As empresas precisam de funcionar, mas não podem exigir comportamentos que coloquem trabalhadores em risco. Por outro lado, trabalhadores devem documentar bem as suas situações para evitar conflitos futuros. É um equilíbrio delicado, que exige bom senso e empatia institucional.

Faz sentido integrar mecanismos automáticos de resposta a desastres no Código do Trabalho?

Sem dúvida. O aumento de eventos extremos exige protocolos permanentes. O lay-off simplificado poderia estar já previsto para situações de calamidade, evitando decisões avulsas e atrasos.

Um quadro legal mais estável daria segurança a trabalhadores e empresas.

 

Arquivado em:Entrevistas

Muito otimismo, pouca IA: o retrato das empresas portuguesas para 2026

10 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

As conclusões constam do mais recente barómetro C-Suite da Forvis Mazars, divulgado esta semana em Lisboa, que analisa as prioridades estratégicas e os desafios enfrentados pelos líderes empresariais nacionais num contexto global marcado por incerteza económica e crescente concorrência.

Crescimento com prudência

Apesar do ambiente externo volátil, o estudo revela um sentimento positivo entre os gestores portugueses. O Índice de Confiança situa-se nos 20%, com um em cada cinco executivos a declarar-se «muito confiante» na capacidade de gerir as principais tendências que afetam o negócio.

A expansão internacional, a entrada em novas categorias de produtos ou serviços e a reestruturação com redução de custos surgem como prioridades estratégicas. Em paralelo, 58% das empresas planeiam aumentar o investimento, sobretudo em áreas já testadas, como aquisição de clientes, sistemas de TI e digitalização e planeamento da continuidade do negócio.

IA lidera agenda tecnológica — mas investimento é reduzido

A Inteligência Artificial destaca-se como a principal prioridade em termos de transformação tecnológica, apontada por 47% dos executivos, seguida do crescimento das receitas e do reforço de parcerias internas e externas. Ainda assim, menos de metade dos líderes afirma ter definida uma estratégia clara de transformação tecnológica para 2026.

Em termos de retorno esperado, os executivos mostram maior confiança na IA, na automatização e nas soluções de cibersegurança e gestão de risco. Contudo, os níveis de investimento permanecem baixos: apenas 2% das empresas portuguesas investem mais de um quinto do orçamento em IA, uma diferença significativa face aos 15% registados a nível global.

Impacto nas equipas e preocupações éticas

A adoção da Inteligência Artificial já começa a alterar a estrutura das organizações. Segundo o estudo, 15% dos líderes afirmam que a IA substituiu funções existentes, enquanto 38% indicam que a tecnologia contribuiu para a criação de novos papéis. Três em cada cinco participantes referem ter reestruturado equipas para integrar soluções baseadas em IA.

Mais de metade das empresas utiliza a tecnologia para previsões, eficiência interna, criatividade e aquisição de conhecimento, sobretudo para otimização operacional e melhoria da tomada de decisões. Ainda assim, persistem reservas: quatro em cada cinco executivos reconhecem preocupações éticas, sendo que um terço considera essas questões particularmente relevantes.

Incerteza económica e concorrência como riscos

Entre as tendências externas com maior impacto nos negócios em Portugal, os executivos apontam a IA, o aumento da concorrência, as novas tecnologias, a agitação social e a evolução dos modelos de trabalho. Estes fatores contribuem para uma postura simultaneamente otimista e prudente por parte das lideranças empresariais.

Citado no relatório, Sérgio Santos Pereira, Country Managing Partner da Forvis Mazars em Portugal, refere que «o novo ano apresenta um horizonte positivo de crescimento», mas sublinha que a incerteza económica global exige cautela. O responsável destaca ainda que, embora a transformação tecnológica esteja no topo das prioridades, existe «muito caminho por trilhar», refletido no reduzido número de empresas que já alocam uma fatia significativa do orçamento à Inteligência Artificial.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

O verdadeiro impacto de quem lidera

10 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Governa-se, decide-se, comanda-se como se liderar fosse um exercício de afirmação pessoal e não, como deveria ser, um gesto contínuo de responsabilidade pelo outro. Há quem confunda liderança com palco, com vitrine, com vitórias acumuladas em currículos que crescem enquanto as pessoas à volta encolhem, cansadas, invisíveis, substituíveis, reduzidas a funções e não reconhecidas como pessoas.

A grande ilusão do nosso tempo é esta: acreditar que ir longe é ir sozinho. Que chegar primeiro basta. Que vencer é suficiente. Não é. Nunca foi. Porque o que verdadeiramente conta, e isto custa admitir num mundo obcecado por rankings, métricas e aplausos, é o que acontece às pessoas depois de passarem por nós. Se crescem. Se ousam. Se se tornam mais inteiras, mais confiantes, mais livres. Ou se, pelo contrário, ficam menores, mais receosas, mais caladas, mais obedientes do que vivas, aprendendo a sobreviver em vez de aprenderem a ser.

Um líder que se sente ameaçado pelo crescimento dos outros já desistiu da sua própria função, mesmo que ainda ocupe a cadeira. Porque quando alguém da equipa vai mais longe do que nós fomos, não está a trair-nos, está a cumprir-nos. É sinal de que abrimos caminho em vez de o fechar, de que vimos antes, acreditámos antes, segurámos quando era mais fácil largar. Liderar não é colecionar dependências nem fidelidades forçadas, é provocar autonomias, mesmo sabendo que um dia já não seremos necessários, mesmo aceitando que o nosso maior sucesso pode ser deixarmos de ser indispensáveis.

Os triunfos pessoais são sedutores, ninguém o nega. Dão estatuto, dão conforto, dão a ilusão de controlo e de permanência. Mas são frágeis. Passam depressa. O tempo encarrega-se de os relativizar, quando não de os apagar. Já o impacto humano permanece, infiltra-se nas histórias, nos gestos, nas escolhas que outros fazem porque alguém, um dia, lhes disse – sem discursos nem slogans, sem frases feitas – tu consegues, mesmo quando tu próprio ainda não acreditas.

Importa, por isso, perguntar menos até onde fui e mais até onde foram os outros por minha causa. Importa observar se à nossa volta há crescimento ou apenas sobrevivência. Se há pessoas mais livres ou apenas mais eficientes. Porque eficiência sem dignidade é só outra forma de desgaste, e liderança sem cuidado é apenas poder mal disfarçado, incapaz de deixar rasto que valha a pena.

No fim, talvez reste isto, simples e exigente: a verdadeira marca de quem lidera não se mede pela distância que percorreu, mas pela coragem que deixou nos outros para caminharem sem ele. E se, quando já não estivermos, houver quem vá mais longe do que fomos, então sim, teremos feito alguma coisa certa. Não por nós. Mas por todos.

Tem sido assim comigo, e é aí que encontro, sem alarde, um dos lugares mais fundos da minha realização pessoal.

Arquivado em:Opinião

Nunca Lidere Sozinho – Keith Ferrazzi e Paul Hill

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Mais do que ao líder, a responsabilidade cabe à própria equipa. Numa excelente equipa, uns dão feedback aos outros. Numa excelente equipa,
prestam-se contas mutuamente. Este livro vai mostrar-lhe como.

Edição a partir de 26 de fevereiro, da Actual Editora.

Arquivado em:Livros e Revistas

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