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Marcelo Teixeira

Confiança dos investidores na Zona Euro sobe inesperadamente em fevereiro

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O índice Sentix avançou para 4,2 pontos em fevereiro, depois de ter estado em -1,8 em janeiro — muito acima das expectativas dos analistas, que apontavam para uma leitura neutra (0,0). Esta é a terceira subida consecutiva do indicador, que reflete perceções dos investidores sobre a situação económica atual e futura.

Os dados mostram que as expectativas económicas melhoraram de forma significativa, com o componente de expectativas a subir para 15,8 pontos, enquanto as perceções sobre as condições atuais aumentaram para -6,8, de acordo com o relatório. A Alemanha, maior economia da região, também apresentou progresso notável, sugerindo que a recessão técnica que afetou parte da zona euro poderá estar a perder força.

Analistas consideram que esta melhoria na confiança pode traduzir-se em maior propensão ao investimento por parte das empresas e em reforço da atividade económica nos próximos meses, apesar dos riscos externos — incluindo a volatilidade global e tensões geopolíticas — que continuam a dominar o cenário económico.

Arquivado em:Economia, Notícias

Quatro estratégias para manter a produtividade no arranque do ano

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

De acordo com a empresa portuguesa Olisipo, especializada em recrutamento, outsourcing e formação na área das tecnologias de informação, o início do ano representa um momento crítico para estabelecer hábitos que impactam a produtividade ao longo dos meses seguintes. Para apoiar empresas e profissionais neste regresso ao ritmo de trabalho, a organização identificou quatro estratégias essenciais.

Prioridades claras para dias mais produtivos

A definição de prioridades logo no início do dia surge como uma das principais recomendações. Um planeamento realista, que tenha em conta o tempo disponível e o grau de urgência das tarefas, permite organizar o trabalho de forma mais eficiente e reduzir a sensação de sobrecarga.

Tecnologia como aliada da organização

Ferramentas digitais de gestão de tarefas e projetos são apontadas como recursos fundamentais para melhorar a coordenação do trabalho e acompanhar prazos. A utilização consistente destas plataformas facilita a visualização de responsabilidades e contribui para uma organização mais estruturada a curto e médio prazo.

Pausas que aumentam a concentração

Outro fator relevante é a integração de momentos de descanso ao longo do dia. Pequenas pausas permitem recuperar a concentração e manter níveis de desempenho mais estáveis, reduzindo o risco de fadiga e melhorando a capacidade de resposta a desafios profissionais.

Gestão de energia e limites saudáveis

A empresa destaca ainda a importância de gerir o ritmo diário e estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal. Definir horários de início e fim da jornada ajuda a criar rotinas mais equilibradas e a prevenir o desgaste profissional a médio prazo.

Segundo Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo, a produtividade sustentável depende de um equilíbrio entre planeamento e bem-estar. «Definir prioridades realistas, utilizar a tecnologia de forma estratégica e respeitar momentos de pausa são fatores essenciais para manter um desempenho consistente ao longo do ano», afirma.

Crescimento e aposta na formação

Com mais de três décadas de experiência no setor das tecnologias de informação, a Olisipo foi distinguida em 2025 com o selo Great Place to Work, integrando também o top cinco das melhores empresas de TI para trabalhar em Portugal. Atualmente, colabora com mais de 40 clientes nos setores de tecnologia, consultoria e banca, e mantém mais de 160 vagas de emprego abertas.

Através da iniciativa Olisipo Learning, a empresa disponibiliza ainda mais de 300 cursos e certificações, reforçando a aposta no desenvolvimento contínuo de profissionais e organizações.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

O fim dos EUA

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Esse mundo parece ter chegado ao fim. A admiração que merecem países como a Costa Rica, que em 1948 aboliu as suas forças armadas, assemelha-se hoje a um sonho acabado. Mas, pior, podemos estar a chegar ao fim dos EUA como democracia plena. Talvez o país esteja a caminhar, a passos rápidos, para a autocracia. O tema que vários romancistas trataram aproxima-se da realidade.

Acreditámos, ou quisemos acreditar, que o sistema institucional dos EUA, os famosos checks and balances, aguentaria o embate de um presidente bully. Neste momento, é impossível ter a certeza. Trump não respeita as instituições. Desgasta-as. Coloca apaniguados em lugares chave. Usa os poderes presidenciais para fazer o que quer. Ameaça aliados. Rapta presidentes – que, por mais desprezíveis que sejam, não deixam de o ser. Passeia-se com “homens fortes”. Ninguém o para. O que suscita as questões: onde param os contrapesos?  Para onde vão os EUA? Esperemos que isto mais não seja que um sonho mau.

Arquivado em:Leading Opinion

Participação resiste, Seguro assume liderança e o mapa político redefine-se

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Apesar das fortes tempestades que castigaram o território nacional, que condicionaram acessos e afetaram a deslocação de eleitores em várias zonas do país, os portugueses foram ontem às urnas na segunda volta das eleições presidenciais. A votação decorreu dentro da normalidade e confirmou a eleição de António José Seguro como novo Presidente da República. «A primeira sondagem dava 6%, é muito bonito», disse aos jornalistas que o esperavam, já acompanhado pela mulher, a caminho do encontro com apoiantes. Ao assumir a vitória, deixou claro o objetivo para o mandato: «Servir os portugueses».

No esperado discurso de vitória, celebrado nas Caldas da Rainha, onde reside, António José Seguro foi direto ao momento: «Não abandonaremos, não esqueceremos, nem permitiremos que burocracias se sobreponham à chegada imediata do dinheiro para a reconstrução das zonas afetadas», referindo-se às tempestades que assolaram o país. Saudou a cidadania, exaltou os valores, e disse que os vencedores daquela noite «eram os portugueses e a democracia».

Falou de um Portugal plural, unido na sua identidade coletiva, agradeceu a quem trabalhou nas assembleias de voto, às instituições que sustentam o Estado, e falou com o coração cheio, com emoção e responsabilidade, recordando de onde veio e o que aprendeu — o valor da palavra e da honestidade dada. «As pessoas merecem sempre melhor», disse, acrescentando que pensa igual, que é um de nós, um português entre portugueses, comprometido com um país moderno, justo e em progresso, que não deixa ninguém para trás.

Houve espaço para elogiar os mandatários, e com afeto sublinhou a ligação íntima e fundamental da família, numa troca de olhares cúmplices e sedimentados. . Reiterou ainda a sua lealdade ao Primeiro-Ministro no que toca ao programa legislativo, garantindo cooperação e respeito institucional. Terminou com a ideia central: «sou livre, vivo sem amarras» e garantiu que «vai tratar todos os partidos por igual». Estará «vigilante» e alertou que «o país não pode desperdiçar os próximos três anos». Os interesses, assegurou, ficam «à porta em Belém», recusando a «narrativa da decadência», porque «o medo paralisa», mas o futuro não se espera, faz-se.

Já André Ventura iniciou o discurso felicitando António José Seguro, desejando-lhe «sucesso, pois significa o sucesso dos portugueses». Apesar das congratulações, reforçou a projeção do Chega, destacando o crescimento do partido ao superar a percentagem da Aliança Democrática nas eleições e afirmando que «o Chega é a direita portuguesa». Com mais 300 mil votos do que em 2025, Ventura sublinhou a convicção no futuro, afirmando várias vezes que se trata de um «movimento imparável», mesmo enfrentando, como disse, «um sistema inteiro contra nós».

Depois da confirmação da vitória de António José Seguro, o primeiro‑ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, emitiu uma declaração pública em que felicitou o presidente eleito e prometeu cooperação institucional no que considerou um «espírito de convergência» entre Governo e Presidência da República, com vista à estabilidade política e à resposta aos desafios nacionais. Montenegro realçou ainda a «grande maturidade cívica» dos portugueses e garantiu que o executivo centrará esforços na continuidade do programa governativo nos domínios da saúde, educação, habitação e mobilidade, trabalhando de forma construtiva com o novo Chefe de Estado.

Por seu turno, o secretário‑geral do PS, José Luís Carneiro, frisou que o resultado eleitoral reforça a importância de defender os valores constitucionais e democráticos, defendendo que votar em Seguro foi também uma forma de «equilibrar os pratos da balança» num sistema político marcado por maiorias de direita, e destacando a confiança depositada no futuro Presidente como garante desse equilíbrio.

As projeções e o perfil

As projeções de saída das urnas colocavam António José Seguro, candidato apoiado pelo Partido Socialista e por um vasto arco de apoiantes de centro-esquerda e centro-direita moderada, com uma vantagem clara e decisiva, situando-se entre 67% e 73% dos votos, segundo sondagens à boca das urnas.
Do outro lado, André Ventura, líder do partido Chega, embora derrotado, consolidou um eleitorado relevante, refletindo a persistência do discurso populista e a sua capacidade de mobilizar setores eleitorais significativos no quadro político nacional.

Os dados provisórios de participação apontavam para uma afluência de cerca de 45,5% até às 16h, valores que, mesmo em contexto de intempéries, não apontam para uma ruptura dramática face à primeira volta nem para um aumento inesperado da abstenção além do estimado. As projeções de abstenção, entre 42% e 49%, refletem tanto o impacto do mau tempo como um quadro global de desinteresse e distância entre o eleitorado e os grandes ciclos eleitorais — um fenómeno recorrente no panorama político português recente.

Ontem, portanto, testaram-se as forças das instituições no seu momento mais exigente desde há décadas, a medir a confiança dos cidadãos nas instituições políticas e a confrontar, nas urnas, duas visões distintas de futuro para o país — uma centrada na estabilidade democrática e outra na afirmação de discursos mais disruptivos e polarizadores.

Freguesias por apurar no próximo domingo

Cerca de 36.852 eleitores não votaram este domingo nas eleições presidenciais devido às tempestades que afetaram várias regiões do país nos últimos dias.

As cheias, os cortes de estradas e os problemas de acessibilidade levaram as autoridades a concluir que, em algumas localidades, não estariam reunidas as condições de segurança necessárias para a realização do ato eleitoral. Estes cidadãos participarão numa votação suplementar no próximo domingo, 15 de fevereiro, enquanto, no restante território nacional, as eleições decorreram conforme previsto.

António José Seguro — do interior à Presidência

Infância e formação

António José Martins Seguro nasceu a 11 de março de 1962, em Penamacor, uma vila no interior de Portugal, no distrito de Castelo Branco. Desde cedo envolveu‑se na vida cívica e política: participou em jornais escolares e foi ativo em organizações juvenis. Licenciou‑se em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e frequentou o mestrado em Ciência Política no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE‑IUL).

Ascensão política e experiência europeia

Ainda jovem, Seguro destacou‑se na Juventude Socialista, da qual foi secretário‑geral entre 1990 e 1994, e presidiu o Fórum da Juventude da União Europeia — posição que o colocou em contacto com líderes de toda a Europa e consolidou uma carreira que sempre procurou conciliar política interna com visão europeia.

Foi eleito deputado à Assembleia da República em 1991 e, em 1995, integrou o Governo de António Guterres como Secretário de Estado da Juventude e depois Secretário‑de‑Estado Adjunto do Primeiro‑Ministro. Entre 1999 e 2001, representou Portugal no Parlamento Europeu, onde co‑assinou relatórios sobre o futuro da União Europeia e participou no debate sobre o Tratado de Nice.

Parlamento e liderança do PS

De regresso ao Parlamento português, Seguro assumiu posições de relevo, incluindo a presidência de comissões parlamentares e a liderança da bancada socialista. A sua carreira culminou em 2011, quando foi eleito Secretário‑Geral do Partido Socialista com cerca de 68% dos votos dos militantes, sucedendo a José Sócrates num período difícil para o partido após derrotas eleitorais.

Durante o mandato, procurou reposicionar o PS no centro‑esquerda e adotou uma postura crítica, mas construtiva, em temas como o Orçamento do Estado — uma estratégia que gerou debate interno sobre prioridades e direção política.

Afirmação como figura pública e regresso à política

Após deixar a liderança do PS em 2014, Seguro continuou ativo como deputado, comentador e professor universitário, lecionando disciplinas de teoria política e relações internacionais em universidades portuguesas.

A sua carreira ganhou novo impulso em 2025, quando anunciou a candidatura à Presidência da República, apresentando‑se como uma opção moderada e suprapartidária, capaz de unir diferentes sectores do eleitorado em defesa da democracia e das instituições constitucionais.

Campanha presidencial e chegada a Belém

Na campanha para as presidenciais de 2026, António José Seguro enfatizou a defesa dos valores democráticos e a promoção da coesão nacional. A sua estratégia de diálogo e moderação conseguiu reunir um eleitorado variado, atraindo apoios que atravessam diferentes setores do espectro político.

Com 66,8% dos votos, António José Seguro registou a maior votação de sempre para um candidato à sua primeira eleição presidencial. O resultado evidencia a sua capacidade de mobilização e a resiliência de um eleitorado que manteve confiança nas instituições democráticas, mesmo perante os desafios políticos e sociais recentes. A eleição reforça o seu perfil de liderança centrada na estabilidade e no rigor institucional, num momento em que o país parece procurar segurança e continuidade.

Hoje, Seguro será recebido por Marcelo Rebelo de Sousa, presidente cessante, às 16 horas, no Palácio de Belém, e tomará posse a 9 de março, assumindo formalmente o cargo de Chefe de Estado.

Arquivado em:Notícias, Política

Boom tecnológico em Portugal acelera — mas falta de talento ameaça travar o setor

9 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

As conclusões constam do Estudo Global HR IT Trends – Portugal, desenvolvido pela Qibit, marca da Gi Group Holding especializada no mercado tecnológico. A análise reúne contributos de mais de 300 profissionais e 60 empresas e traça um retrato de um setor em transformação acelerada, impulsionado pela consolidação da Inteligência Artificial Generativa e pela crescente aposta em áreas como Big Data, Cloud Computing, Cibersegurança e 5G.

Segundo o estudo, a rápida adoção de soluções baseadas em IA está a redefinir os perfis mais procurados pelas organizações e a intensificar a pressão sobre especialistas altamente qualificados. O resultado é um mercado marcado por forte competitividade entre empregadores e por um desfasamento persistente entre procura e oferta de talento.

Flexibilidade pesa mais do que salário

Apesar de a remuneração continuar a ser um fator relevante, os profissionais de IT valorizam cada vez mais a flexibilidade laboral, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a participação em projetos desafiantes e oportunidades de aprendizagem contínua. O modelo híbrido consolida-se como dominante no setor, enquanto o trabalho remoto surge como decisivo para captar perfis especializados.

No entanto, os processos de recrutamento continuam a ser um entrave. Procedimentos longos e pouco transparentes levam frequentemente à perda de candidatos para propostas mais ágeis e competitivas, num mercado onde a velocidade de decisão se tornou crítica.

 

Retenção exige novas estratégias

Ao nível da retenção, os profissionais de IT apresentam níveis de satisfação superiores aos de outros setores, mas apontam fontes de stress recorrentes, como a carga de trabalho elevada, mudanças organizacionais constantes e a ausência de percursos de carreira bem definidos. O estudo sublinha, por isso, a necessidade de estratégias centradas no bem-estar, na transparência e no desenvolvimento profissional.

Para além das competências técnicas, as organizações começam também a valorizar cada vez mais as chamadas soft skills, nomeadamente pensamento analítico, adaptabilidade, colaboração e aprendizagem contínua — capacidades consideradas essenciais para enfrentar a velocidade da transformação digital.

«O entusiasmo em torno da tecnologia é real, mas o futuro do setor de IT vai depender menos das ferramentas e mais da capacidade das organizações em responder à escassez de talento e em construir propostas de valor alinhadas com as novas exigências dos profissionais», afirma Mariana Delgado, Head of Qibit em Portugal.

Diversidade continua a ser desafio estrutural

O estudo identifica ainda lacunas persistentes ao nível da diversidade e inclusão, sobretudo no acesso das mulheres a posições de liderança, apontando a necessidade de políticas consistentes e sustentadas para promover uma representação mais equilibrada no setor tecnológico.

As conclusões foram apresentadas no âmbito da iniciativa “Beyond the Hype”, promovida pela Qibit, que procura estimular uma reflexão estratégica sobre o estado real do setor de IT em Portugal e sobre os fatores que deverão moldar o seu futuro: talento, competências e propostas de valor alinhadas com a realidade do mercado.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Empresas reforçam resposta da Cruz Vermelha às populações afetadas pelas tempestades

6 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O agravamento das condições meteorológicas provocou danos significativos em habitações, deslocação de famílias e pressão acrescida sobre os meios de socorro. Em resposta, várias empresas disponibilizaram viaturas, recursos logísticos, campanhas de angariação e apoio operacional, aplicados diretamente nas operações de emergência.

Entre os principais contributos, a Fundação Calouste Gulbenkian financiou a aquisição de cerca de três mil lonas para proteção de casas danificadas, além de uma viatura logística e equipamento para movimentação de cargas e limpeza de vias. Já a Fundação Ageas apoiou a compra de aproximadamente 1250 lonas adicionais, reforçando a proteção de habitações afetadas.

No plano operacional, a Galp assegura o abastecimento de combustível às viaturas da CVP, garantindo a mobilidade das equipas no transporte de pessoas, bens e equipamentos. A Missão Continente contribui com bens essenciais destinados ao apoio a famílias desalojadas e a contextos de acolhimento temporário.

A capacidade no terreno foi ainda reforçada com viaturas cedidas pela Santogal e pela Fly Rent-a-Car, enquanto Auchan, Bricomarché, Worten e Zurich forneceram materiais e artigos necessários às operações e ao apoio direto às populações.

A resposta humanitária integra também o envolvimento de diversas empresas e fundações que lançaram iniciativas solidárias, entre as quais Brisa, FNAC, Darty, Zurich Foundation, Amazon, BP, Central de Cervejas, CGITI Portugal, Coverflex, Cork Supply Portugal, Deloitte, Driscoll’s, Fujitsu, Glovo, Procter & Gamble Portugal e Tabaqueira.

Segundo a Cruz Vermelha Portuguesa, o envolvimento do setor empresarial tem sido um pilar central da resposta, permitindo transformar rapidamente donativos em apoio concreto — desde combustível para manter operações ativas até bens essenciais que asseguram condições dignas às populações afetadas.

A instituição mantém a operação no terreno em articulação com autoridades e estruturas de proteção civil e afirma que continuará a reforçar a intervenção enquanto persistirem necessidades. Os apoios estão a ser centralizados através da plataforma ‘Portugal Precisa de Si’, que pretende garantir transparência e rapidez na aplicação dos recursos em áreas como assistência humanitária imediata, recuperação de meios essenciais e reforço da capacidade operacional.

Arquivado em:Notícias, Responsabilidade Social

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