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Marcelo Teixeira

Laura Gonçalves assume liderança da Powerdot na Península Ibérica

13 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Nos últimos três anos, Laura Gonçalves foi responsável pelo crescimento da Powerdot em Espanha, triplicando a rede de pontos de carregamento e consolidando a presença da empresa no país. Com a integração das operações ibéricas, a executiva terá como missão criar sinergias comerciais e operacionais, acelerar a execução regional e reforçar a posição da Powerdot como maior operador independente na região.

«Ao reunirmos Espanha e Portugal sob uma única liderança, vamos tirar partido da nossa posição na Península Ibérica para operar de forma mais eficiente e construir parcerias mais fortes, garantindo uma experiência de carregamento mais fluida para os condutores», afirmou Laura Gonçalves, destacando a importância de gerir a Ibéria como uma única região interligada.

A executiva traz para a Powerdot uma carreira marcada por experiências internacionais e estratégicas. Iniciou o percurso na McKinsey, passou pelo lançamento da Uber e Uber Eats em Portugal e integrou a equipa da Amazon, focando-se no desenvolvimento do retalho e das operações do marketplace.

A mudança de liderança também assinala um novo capítulo para José Maria Sacadura, cofundador da Powerdot e até aqui General Manager em Portugal, que passa a ocupar o cargo de Chief Development Officer (CDO). Nesta função, Sacadura concentrar-se-á em desenvolver parcerias comerciais com fabricantes automóveis europeus, reforçando a experiência de carregamento como elemento central da transição para a mobilidade elétrica.

Em Portugal, Sacadura liderou a expansão da Powerdot desde o início, alcançando cerca de 550 localizações e mais de 2.100 pontos de carregamento, tornando a empresa no maior operador independente de pontos de carregamento rápido e ultrarrápido do país.

O CEO da Powerdot, Luís Santiago Pinto, sublinha que a dupla liderança reforça a capacidade de execução e a ambição da empresa: «A liderança da Laura em Espanha e a experiência estratégica do José Maria no desenvolvimento de parcerias automóveis permitem-nos avançar com ambição e escala, apoiando a transição regulatória em Portugal e reforçando a nossa posição na Ibéria.»

Com esta reorganização, a Powerdot pretende acelerar a expansão, otimizar operações e oferecer uma experiência de carregamento mais eficiente para condutores de veículos elétricos em toda a Península Ibérica, enquanto fortalece a colaboração com fabricantes automóveis estratégicos.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

«Duplicámos área porque o mercado mudou» — Diogo Fabiana, CEO do IDEA Spaces, explica a nova corrida aos escritórios flexíveis

13 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Este novo espaço no Parque das Nações representa uma resposta direta à procura crescente por cowork ou faz parte de uma estratégia mais ampla de crescimento e liderança da marca em Lisboa?

A abertura do nosso novo espaço no Parque das Nações resulta de uma conjugação entre a crescente procura por soluções de cowork e uma estratégia mais ampla de consolidação e liderança do IDEA Spaces em Lisboa. Por um lado, temos registado uma elevada procura e taxas de ocupação superiores a 90%, o que justifica o reforço da nossa capacidade instalada. Por outro, esta abertura integra um plano de crescimento sustentado que tem como objetivo otimizar a oferta e reforçar a experiência da comunidade. O aumento da capacidade, neste caso, o dobro face ao primeiro espaço que tivemos nesta zona da capital, permite-nos também investir em novos produtos e serviços, que acrescentam valor à experiência que já temos vindo a oferecer ao longo dos nossos quase 12 anos de existência.

 Quais os indicadores de mercado e tendências de ocupação que sustentaram o investimento de 850 mil euros nesta unidade?

O investimento foi sustentado por indicadores de crescimento do setor e de ocupação dos espaços flexíveis. Segundo o relatório “Beyond the Office: Portugal’s Flexible Work Revolution”, realizado pela Savills, Lisboa e Porto concentram 150.000 metros quadrados e cerca de 20.000 workstations em espaços de cowork e flex offices, o que representa uma taxa de crescimento anual superior a 20% desde 2018. O IDEA Spaces também acompanha esta tendência, com mais de 4.000 membros e cerca de 400 empresas, bem como uma taxa de ocupação superior a 90% nas suas localizações, sendo que algumas já estão a 100%. Estes indicadores, aliados ao nosso aumento de 30% em faturação em 2025, justificam este investimento e a expansão da nossa capacidade. Adicionalmente, o aumento do custo dos escritórios tradicionais e a procura crescente por soluções flexíveis que se tem vindo a verificar nos últimos anos têm reforçado a atratividade destes espaços enquanto alternativas estratégicas para empresas de diferentes dimensões, pelo que esta nova localização pretende também criar uma alternativa completa para as necessidades das empresas.

 

Que mensagem pretende o IDEA Spaces transmitir ao mercado e à comunidade empresarial portuguesa com a duplicação da área disponível?

Com a duplicação da área no Parque das Nações, queremos transmitir uma mensagem clara de confiança no mercado português e na evolução dos modelos de trabalho flexíveis. Este investimento reflete a nossa ambição de reforçar a liderança no setor, mas também de continuar a inovar na experiência que oferecemos aos membros, ao criar oportunidades de colaboração, networking e bem-estar no trabalho. Ao ampliar a capacidade e diversificar os serviços e experiências, pretendemos, acima de tudo, ser encarados como um parceiro estratégico das empresas, que acompanha o seu crescimento e se adapta às suas necessidades num contexto de transformação do trabalho. Há empresas que estão connosco desde a fundação do IDEA Spaces, e é gratificante olhar para os seus percursos e ver que, no espaço de poucos anos, duplicaram a equipa e que passaram da mesa partilhada para o escritório particular, sempre nos nossos espaços de cowork.

Como se diferencia o IDEA Spaces face à concorrência direta em Lisboa e à crescente oferta de espaços híbridos?

O IDEA Spaces diferencia-se pela combinação entre infraestrutura premium e a personalização da experiência através da empatia, que nos permite um conhecimento profundo sobre as necessidades, motivações e expectativas da nossa comunidade. Mais do que disponibilizar espaço físico, apostamos em construir e alimentar comunidades ativas e em iniciativas que fomentam o networking, a colaboração e o bem-estar dos membros. A flexibilidade da nossa oferta, com soluções que vão de hot desks a escritórios privados e virtual offices, permite responder a perfis muito distintos, desde freelancers a equipas multinacionais. Distinguimo-nos ainda pelo reconhecimento internacional: fomos considerados um dos 100 melhores espaços de cowork do mundo pelo ranking Tallys, pelo quarto ano consecutivo, sendo que somos a única empresa portuguesa abrangida por esta classificação. Além disso, fomos considerados, pelo segundo ano consecutivo, uma das melhores empresas para trabalhar pela Great Place to Work. Estes reconhecimentos resultam do empenho e dedicação contínuos da nossa equipa e refletem uma cultura que valorizamos profundamente. Mais do que distinções, representam a convicção de que é possível crescer e afirmar-nos como uma empresa de referência sem abdicar da proximidade, do espírito de comunidade e da preocupação genuína com o bem-estar das pessoas que fazem parte do nosso dia a dia.

Apesar do crescimento de faturação em 2025, quais os principais riscos financeiros e operacionais associados à abertura de um espaço de 3 mil m²?

Como em qualquer investimento em infraestruturas de grande dimensão, existem riscos financeiros e operacionais a considerar. Entre os principais desafios estão a volatilidade do contexto económico e geopolítico, que pode influenciar decisões de investimento e expansão das empresas. Do ponto de vista operacional, a gestão de um espaço de grande escala também exige adaptação constante às necessidades de diferentes perfis de membros e manutenção de elevados padrões de qualidade, tecnologia e experiência. Reforçámos, por isso, a nossa equipa e os nossos serviços nesta nova localização. Ainda assim, o histórico de crescimento da nossa marca e a procura consistente por soluções flexíveis mitigam estes riscos e reforçam a nossa confiança na sustentabilidade deste novo projeto.

Como avaliam a sustentabilidade do modelo de cowork num mercado em que algumas empresas estão a incentivar o regresso ao escritório tradicional?

O regresso parcial ao escritório tem, na verdade, reforçado a relevância dos modelos híbridos e flexíveis. Com a presença no escritório a ser um requisito de muitas empresas, é natural que os colaboradores valorizem ainda mais o ambiente que as rodeia e, consequentemente, que sejam mais críticos quanto às suas condições. Se passamos cerca de oito horas por dia no escritório, esse escritório deve ser um lugar que preze pelo bem-estar, que cultive a proximidade, e que garanta infraestruturas e serviços essenciais. É isso mesmo que as pessoas encontram no IDEA, sendo que também nos veem como um veículo de empatia, que promove uma experiência mais feliz a todos os colaboradores e membros. Assim, muitas organizações, mesmo com modelo totalmente presencial ou híbrido, procuram hoje soluções alternativas em escritórios flexíveis. Além disso, as empresas não optam por espaços de cowork apenas pela integração numa comunidade. Cada vez mais, as empresas reconhecem que estes espaços funcionam como um gestor de várias despesas e necessidades logísticas associadas a um escritório, como infraestrutura tecnológica e manutenção até serviços de receção, limpeza e gestão de correspondência. Esta centralização permite às empresas libertar recursos e canalizar verbas para melhores condições ou para expansão das suas equipas.

Que novos serviços, formatos de trabalho ou experiências pretende testar neste espaço que possam diferenciar a oferta e reforçar a inovação? O novo espaço foi concebido como um laboratório de inovação em termos de serviços e experiências. Além das áreas de trabalho e escritórios privados, inclui um auditório com capacidade para 60 pessoas, lounge, cafetaria e salas de diferentes dimensões que permitem testar novos formatos de eventos, networking e colaboração. Esta abordagem permite-nos ajustar continuamente a nossa oferta e responder às novas dinâmicas do trabalho híbrido e flexível.

De que forma o novo espaço pretende reforçar a comunidade entre os membros e criar experiências colaborativas que vão além do simples espaço de trabalho?

A comunidade continua a ser o pilar central do IDEA Spaces. O novo espaço foi desenhado para potenciar a interação entre membros através de áreas comuns, eventos, programas de networking e iniciativas que promovem não só a colaboração entre empresas, mas também as relações pessoais e sociais, sempre com uma aposta forte na felicidade. Dinâmicas como almoços partilhados, semanas temáticas e eventos formativos são exemplos das iniciativas que vão continuar a marcar presença na nossa programação e que permitem reforçar o sentido de pertença e criação de oportunidades de negócio. O objetivo é que o espaço funcione como um ecossistema interligado, onde os profissionais podem crescer em conjunto e beneficiar das sinergias que os espaços de cowork, de forma natural, criam.

Como está a cultura do IDEA Spaces a evoluir para acomodar diferentes perfis de membros, desde startups até equipas corporativas, e qual o papel da liderança neste processo?

A cultura do IDEA Spaces é a soma de várias partes que permitem personalizar, partilhar e promover a aprendizagem e crescimento mútuos. Atualmente, acolhemos desde freelancers e startups, até equipas corporativas e multinacionais, o que exige uma abordagem flexível e centrada nas pessoas. A liderança tem um papel fundamental ao promover uma cultura de proximidade, escuta ativa e adaptação constante às necessidades da comunidade. Apesar de os nossos espaços já contarem com milhares de membros, fazemos questão de saber os nomes de todas as empresas que trabalham connosco e pedir feedback regular de forma a perceber se podemos otimizar a sua experiência de algum modo. Este foco na experiência dos membros e no equilíbrio entre bem-estar, produtividade e colaboração tem-nos permitido manter elevados níveis de satisfação e fidelização, mesmo num mercado em rápida transformação.

Depois desta abertura, quais são os próximos passos estratégicos do IDEA Spaces: expansão noutras cidades, novos formatos de espaço ou reforço da presença em Lisboa?

Após a abertura do novo espaço no Parque das Nações, o IDEA Spaces pretende continuar a consolidar a sua presença em Lisboa, mas também retomar o plano de expansão para outras cidades portuguesas e, potencialmente, mercados internacionais. Consideramos cidades como Porto, Braga e Aveiro como estratégicas pela dinâmica empreendedora e capacidade de atração de talento, mas também estamos atentos ao crescimento do segmento além-fronteiras, em cidades como Valência, Madrid ou Paris. Em paralelo, pretendemos continuar a investir em inovação tecnológica, como é o caso do desenvolvimento da app IDEA, a nossa aplicação interna que centraliza vários serviços, e também explorar novas experiências que respondam às evoluções do trabalho híbrido, sempre para reforçar o nosso posicionamento enquanto referência nacional no setor do cowork.

Arquivado em:Entrevistas

Portugal doente? O retrato de um sistema de saúde à beira da exaustão

13 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Embora o número total de queixas tenha aumentado apenas 2,12% face ao ano anterior, a análise qualitativa revela uma mudança profunda na natureza do descontentamento: o sistema público é criticado pela qualidade e acesso aos cuidados, enquanto o setor privado enfrenta críticas crescentes relacionadas com custos, faturação e tempos de espera.

Reclamações mantêm-se elevadas e expõem problemas estruturais

Em 2025 foram registadas 5.446 reclamações relacionadas com serviços de saúde. O setor privado concentrou quase 72% das queixas, enquanto o setor público representou pouco mais de 28%. Ainda assim, os especialistas alertam que a diferença deve ser interpretada com cautela: no público, a reclamação tende a surgir em situações críticas ligadas à prestação clínica e ao acesso a cuidados essenciais; no privado, surge sobretudo associada a expectativas contratuais e financeiras.

Lisboa destacou-se como o principal foco de descontentamento, concentrando mais de um terço das queixas, seguida pelo Porto e pelo distrito de Setúbal — este último particularmente afetado pela crise das urgências obstétricas.

SNS em sofrimento: qualidade do atendimento e urgências no centro das críticas

No Serviço Nacional de Saúde, mais de metade das reclamações esteve relacionada com a qualidade do atendimento clínico, incluindo denúncias de negligência percebida, falhas de acompanhamento e desumanização dos cuidados. Casos relatados por utentes apontam para problemas estruturais, como rácios insuficientes entre profissionais e doentes e falhas nos mecanismos de supervisão.

A crise das urgências obstétricas marcou profundamente o ano, com encerramentos rotativos e picos de reclamações durante o verão. Em agosto, o volume de queixas no setor público aumentou mais de 70% face ao ano anterior, refletindo episódios mediáticos de grávidas obrigadas a deslocações entre hospitais e partos fora de unidades de saúde.

A fragilidade tecnológica também ganhou destaque com o apagão informático do Hospital Amadora-Sintra, que suspendeu consultas e cirurgias e obrigou ao regresso temporário ao registo clínico em papel, expondo a vulnerabilidade das infraestruturas digitais do SNS.

Privado sob pressão: custos, faturação e urgências saturadas

Apesar de continuar a absorver grande parte da procura, o setor privado revelou sinais de desgaste operacional. Cerca de um quarto das reclamações esteve relacionado com cobranças consideradas indevidas ou inesperadas, refletindo a complexidade das relações entre seguradoras, subsistemas e prestadores.

O conflito entre grandes grupos hospitalares e a ADSE agravou a tensão junto dos utentes, com ameaças de suspensão de convenções e alterações nas tabelas de preços a gerarem confusão e aumento de queixas.

Ao mesmo tempo, as urgências privadas registaram um crescimento significativo da procura, sobretudo durante períodos de maior pressão no SNS, levando a tempos de espera prolongados e degradação da experiência do doente — uma realidade que contraria a perceção tradicional de rapidez associada ao setor.

Greves e instabilidade laboral amplificaram a insatisfação

O clima de contestação laboral teve impacto direto na prestação de cuidados. Greves de médicos, enfermeiros e técnicos de emergência resultaram em adiamentos de consultas e cirurgias, bem como atrasos no socorro pré-hospitalar. As paralisações refletiram reivindicações ligadas a condições de trabalho, segurança clínica e valorização profissional, mas também contribuíram para o aumento do número de reclamações.

Comércio online e logística: novas fontes de conflito

O crescimento do comércio digital de produtos de saúde trouxe novos desafios. Reclamações relacionadas com atrasos em entregas, produtos sem stock e dificuldades em obter reembolsos aumentaram significativamente, destacando fragilidades logísticas e problemas de gestão no setor farmacêutico online.

Este fenómeno ocorreu num contexto mais amplo de escassez de medicamentos essenciais, que aumentou a ansiedade dos consumidores e intensificou a procura por alternativas digitais.

Eventos mediáticos amplificaram picos de insatisfação

A evolução das reclamações acompanhou acontecimentos mediáticos e crises sazonais. Os incêndios florestais do verão sobrecarregaram os serviços de saúde e contribuíram para um aumento expressivo das queixas. A divulgação semanal de encerramentos de urgências também influenciou o comportamento dos utentes, que passaram a recorrer mais ao setor privado, criando um efeito em cascata de congestionamento.

Reconstruir confiança será o maior desafio para 2026

O relatório conclui que a crise do sistema de saúde em Portugal é, sobretudo, uma crise de confiança. A interdependência entre os setores público e privado tornou-se evidente: quando um falha, o outro é rapidamente sobrecarregado. Além disso, a escassez de profissionais e a exaustão das equipas surgem como fatores centrais para a degradação do serviço.

Para 2026, o principal desafio será garantir previsibilidade e estabilidade no acesso aos cuidados — desde a marcação de cirurgias até à garantia de urgências abertas — num esforço que exigirá reformas estruturais e uma estratégia centrada nas pessoas, tanto profissionais como utentes.

Arquivado em:Notícias, Saúde

Congresso RH regressa a Lisboa para debater o futuro da liderança, da IA e da gestão de pessoas

13 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Mais do que uma conferência, o encontro posiciona-se como um espaço de reflexão estratégica sobre o futuro do trabalho e da gestão do capital humano, num contexto marcado pela transformação digital, pela necessidade de modelos organizacionais mais sustentáveis e pela crescente exigência de culturas corporativas inclusivas e orientadas por propósito.

Entre os temas em destaque estarão a digitalização ao serviço da sustentabilidade, a liderança ética, as políticas de diversidade e inclusão, o impacto da inteligência artificial no desenvolvimento das pessoas e novas abordagens ao bem-estar e à gestão de carreira. O objetivo passa por promover a partilha de práticas concretas e experiências reais implementadas em diferentes organizações, permitindo aos participantes uma visão prática sobre os desafios atuais da função de RH.

O programa contará com intervenções de vários líderes empresariais e especialistas reconhecidos, entre os quais Luís Marçal, Head of Smart Infrastructure and Sustainability da Siemens Portugal, Patrícia de Melo e Liz, presidente da ACEGE, João Antunes, Head of Talent Acquisition & Employer Branding da Inditex, e Daniela Lima, managing partner da SWAIFOR, entre outros convidados que irão contribuir para uma discussão multidisciplinar sobre o papel estratégico dos recursos humanos nas organizações contemporâneas.

Dirigido a profissionais de recursos humanos, gestores e líderes de equipas, o Congresso RH pretende afirmar-se como um ponto de encontro para quem procura acompanhar a evolução das práticas de gestão de pessoas e antecipar tendências que irão moldar o futuro das organizações.

Mais informações e inscrições estão disponíveis em www.congressorh.pt.

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a Editora RH.

Arquivado em:Líder Corner

De projetos-piloto a lucros milionários: o segredo das empresas líderes em IA

12 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O Global AI Report 2026 da NTT DATA revela um dado que deveria soar como um alarme estratégico para qualquer conselho de administração: apenas 15% das empresas podem ser consideradas verdadeiros líderes em inteligência artificial. Mas esse pequeno grupo está a acelerar a uma velocidade difícil de acompanhar. Têm 2,5 vezes mais probabilidade de registar crescimentos superiores a 10% nas receitas e três vezes mais probabilidade de atingir margens iguais ou superiores a 15% através de iniciativas ligadas à IA.

A mensagem é clara: a IA deixou de ser uma ferramenta de eficiência e passou a ser um motor estrutural de competitividade. Quem não a integra de forma profunda arrisca-se a ficar preso num modelo de negócio que envelhece em tempo real.

A diferença está na coragem estratégica

O estudo, baseado em mais de 2.500 executivos de topo em 35 países e 15 setores, mostra que o verdadeiro fosso não é tecnológico. A maioria das empresas já tem acesso às mesmas plataformas, às mesmas ferramentas e até às mesmas consultoras. O que separa líderes de seguidores é a capacidade de assumir decisões estruturais  e assumir riscos reais.

As organizações mais avançadas deixam de tratar a IA como um departamento isolado ou como um laboratório paralelo. Em vez disso, integram-na diretamente na estratégia empresarial e escolhem domínios críticos para redesenhar de raiz. Não aplicam IA como uma camada superficial; reconstroem processos inteiros, da cadeia de valor à experiência do cliente.

Esse redesenho cria o que o relatório descreve como um efeito de ‘flywheel’: sucessos iniciais geram confiança interna, atraem novos investimentos e aceleram a transformação de forma contínua. O resultado? Vantagem competitiva cumulativa.

Da experimentação à governação: o novo músculo das empresas líderes

Outra diferença central está na forma como estas organizações executam a transformação. Em vez de iniciativas dispersas, constroem fundações resilientes: infraestruturas modernas, modelos de governação robustos e lideranças com responsabilidade direta sobre a IA — incluindo a emergência de Chief AI Officers com poder real.

A IA deixa também de ser vista como substituta do talento humano e passa a funcionar como amplificador das competências mais valiosas dentro das empresas. Especialistas experientes tornam-se ainda mais produtivos, equipas multidisciplinares ganham capacidade analítica e decisões estratégicas passam a ser tomadas com níveis inéditos de precisão.

Mas esta evolução exige mudanças profundas na cultura organizacional. A adoção da IA deixa de ser um projeto tecnológico e passa a ser um programa transversal de transformação — com gestão da mudança estruturada para evitar resistências internas e alinhar equipas em torno de objetivos comuns.

O impacto humano: menos romantismo, mais realidade

Enquanto o discurso público sobre IA oscila entre utopias e medos existenciais, o relatório mostra uma realidade mais pragmática: a verdadeira revolução está a acontecer na forma como humanos e máquinas trabalham juntos para gerar valor económico. O foco deixa de estar na substituição e passa a estar na colaboração inteligente.

Essa transformação está a redefinir competências essenciais, modelos de liderança e até expectativas de carreira. Profissionais que conseguem trabalhar lado a lado com sistemas inteligentes tornam-se ativos estratégicos, enquanto empresas que não acompanham essa evolução enfrentam dificuldades crescentes em atrair e reter talento.

Portugal entre a ambição e a execução

Para o mercado português, o desafio é duplo. Por um lado, existe uma crescente consciência estratégica sobre a importância da inteligência artificial. Por outro, muitas empresas continuam presas à fase experimental — projetos-piloto que nunca escalam, iniciativas desconectadas da estratégia central e investimentos dispersos sem impacto claro nos resultados.

Segundo os responsáveis da NTT DATA, a verdadeira diferenciação não está apenas em adotar IA, mas em tratá-la como prioridade estratégica com governação sólida e foco em valor de negócio. Isso implica decisões difíceis: escolher áreas prioritárias, abandonar iniciativas pouco eficazes e assumir uma visão de transformação a médio prazo.

Num contexto económico cada vez mais competitivo, a questão deixa de ser se as empresas vão usar IA  e passa a ser se vão conseguir fazê-lo antes de perder relevância.

A nova linha de fratura empresarial

A história da tecnologia está cheia de ondas de entusiasmo que se desfizeram em promessas não cumpridas. Mas desta vez os números falam por si: a IA deixou de ser uma fantasia futurista e tornou-se uma força real, capaz de moldar margens, receitas e posições de mercado.

«A responsabilidade sobre a IA deve agora ser assumida ao mais alto nível e integrar a agenda estratégica de toda a organização», afirma Yutaka Sasaki, presidente e CEO do NTT DATA Group. «A nossa análise demonstra que este grupo restrito já está a usar a IA para se diferenciar, crescer e reinventar como humanos e máquinas geram valor em conjunto.»

«Quando existe um alinhamento entre a estratégia empresarial e a de IA, a ação mais eficaz consiste em selecionar um ou dois domínios de elevado potencial e redesenhá-los integralmente com IA», acrescenta Abhijit Dubey, CEO e CAIO da NTT DATA, Inc. «Sustentar esta abordagem com modelos de governação fortes, infraestruturas modernas e parceiros de confiança permite transformar projetos-piloto em lucros e assumir a dianteira no mercado.»

Tiago Barroso, Country General Manager da NTT DATA Portugal, reforça: «O estudo confirma que a verdadeira diferenciação não está apenas na adoção da IA, mas em fazê-lo com visão e foco. As organizações que tratam a IA como prioridade estratégica, com governação sólida e foco em valor de negócio, estão a transformar inovação em resultados concretos.»

Silenciosa, longe do hype e das manchetes fáceis, esta linha de fratura já se desenha. E como em todas as revoluções corporativas, só será plenamente visível quando for tarde demais para recuperar o atraso.

Arquivado em:Liderança, Notícias, Tecnologia

Não é Tinder, é trabalho — como um primeiro encontro pode decidir a sua carreira

12 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Num mercado onde o tempo é escasso e a competição intensa, a capacidade de comunicar valor em poucos minutos tornou-se uma competência essencial. Mesmo sem eventos formais consolidados em Portugal, o espírito do job dating já acontece todos os dias: numa conversa rápida num evento de networking, numa chamada exploratória, num encontro informal com um decisor ou até numa apresentação inesperada que abre uma porta profissional.

Esta realidade acompanha uma transformação mais ampla no mercado laboral, com processos de recrutamento mais rápidos, flexíveis e orientados para competências práticas — o que aumenta o peso das primeiras impressões e da capacidade de síntese logo nos primeiros minutos de contacto profissional.

Segundo especialistas da Gi Group Holding, os processos de recrutamento estão a tornar-se mais ágeis e focados, valorizando clareza, autenticidade e capacidade de síntese desde o primeiro contacto.
«Hoje, muitas oportunidades começam com conversas breves. Saber apresentar-se bem em poucos minutos tornou-se uma competência tão importante como o próprio currículo», explica Raquel Gonçalves, Senior Manager da Grafton (Gi Group Holding).

Num mercado que já não espera, estes encontros rápidos — formais ou informais — podem ser decisivos. Tal como num primeiro encontro amoroso, a diferença está muitas vezes na forma como se comunica e na energia que se transmite, mais do que no tempo disponível.

Cinco dicas para conquistar oportunidades no «primeiro encontro» profissional

Tenha o seu pitch afinado
Prepare uma apresentação curta (30–60 segundos) que resuma quem é, o que faz e o que procura. Clareza e objetividade contam pontos.

Foque-se no essencial
Destaque duas ou três competências-chave e sustente-as com exemplos concretos que mostrem impacto.

Mostre motivação — sem exageros
Interesse genuíno pela empresa e pelo desafio é valorizado, mas mantenha um discurso equilibrado e profissional.

Cuide da comunicação não verbal
Postura, contacto visual e linguagem corporal confiante fazem diferença — mesmo em interações rápidas ou virtuais.

Prepare perguntas inteligentes
Um bom job dating é uma conversa. Perguntas bem pensadas demonstram preparação e maturidade profissional.

No fim, a lógica é simples: tal como no amor, o primeiro encontro profissional pode não definir tudo, mas pode decidir se haverá um segundo. E num mercado em constante aceleração, saber causar uma boa primeira impressão pode ser o início de uma nova história profissional.

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