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Marcelo Teixeira

A vantagem competitiva que não vem no currículo

20 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Como escreveu William Ernest Henley, «sou eu o senhor do meu destino: sou eu o comandante da minha alma». A ideia aplica-se diretamente ao percurso profissional: o sucesso raramente é fruto do acaso. Constrói-se com planeamento, consistência e responsabilidade individual. Só assim se tem vantagem competitiva.

A imagem pessoal como ativo estratégico

A imagem pessoal não se resume à aparência — é a mensagem que transmitimos através das palavras, atitudes e decisões. Num ambiente corporativo, esta perceção pode determinar oportunidades de crescimento, acesso a projetos estratégicos e reconhecimento interno.

Ser visto como solucionador de problemas, membro fiável da equipa ou agente de mudança diplomático não acontece por acaso. Exige coerência entre comportamento, valores e desempenho.

Autoconfiança: o pilar da credibilidade

A construção de uma postura profissional sólida começa na autoconfiança. Elementos como autoaceitação, valorização de conquistas passadas e um diálogo interior positivo são determinantes para sustentar decisões, assumir responsabilidades e comunicar com assertividade.

Criar um «inventário de sucessos» — registando conquistas e reconhecimentos — pode parecer um exercício simples, mas funciona como âncora psicológica em momentos de pressão ou dúvida. Como defendia Norman Vincent Peale, a imagem mental de sucesso molda o comportamento e reforça a confiança.

Além disso, assumir riscos calculados e encarar novas experiências como oportunidades de aprendizagem — e não como ameaças — contribui para acelerar o crescimento profissional.

Primeiras impressões contam (e muito)

Num contexto empresarial, as primeiras impressões têm peso significativo. Estudos comportamentais mostram que uma parte substancial da perceção inicial é construída a partir de sinais visuais e não verbais.

A apresentação pessoal, a adequação ao contexto e o cuidado com detalhes transmitem profissionalismo — ou o contrário. Vestir-se de forma alinhada com o setor e com a cultura organizacional não é uma questão superficial, mas estratégica. A coerência entre imagem e função reforça credibilidade.

O telefone: um teste imediato à cultura de serviço

A forma como uma chamada é atendida pode fortalecer ou fragilizar uma relação logo nos primeiros segundos. Demoras excessivas, falta de clareza, interrupções ou ausência de empatia geram frustração e afastam clientes e parceiros.

Por outro lado, um atendimento célere, uma escuta atenta e a preocupação genuína em resolver — ou encaminhar corretamente — o pedido demonstram profissionalismo e respeito. No telefone, o tom de voz substitui o sorriso; a disponibilidade substitui o aperto de mão.

Comunicação escrita: a marca que fica

Um e-mail, uma carta ou uma mensagem institucional são mais do que simples ferramentas operacionais — são extensões diretas da marca pessoal e corporativa. Erros ortográficos, respostas apressadas ou pouco estruturadas transmitem descuido e comprometem credibilidade.

Cada comunicação escrita deve ser clara, correta e alinhada com a imagem que queremos projetar. Ao contrário de uma conversa, a palavra escrita permanece e pode ser relida, partilhada e avaliada ao longo do tempo.

Acessibilidade e inteligência relacional

Ser acessível é outra dimensão crítica da postura profissional. Num ambiente corporativo, oportunidades surgem muitas vezes através de relações. Uma atitude aberta, uma linguagem corporal positiva e a capacidade de fazer o outro sentir-se valorizado são diferenciadores claros.

Como afirmou Mary Kay Ash, fundadora da Mary Kay Cosmetics, imaginar que cada pessoa traz um «cartaz» com a mensagem «faz-me sentir importante» é uma poderosa regra de liderança e influência.

No contacto presencial, pequenos gestos fazem grandes diferenças. Um aperto de mão firme, contacto visual, um sorriso genuíno e a capacidade de ouvir mais do que falar criam empatia.

Conversas bem conduzidas assentam na curiosidade autêntica pelo outro. Fazer perguntas abertas, encontrar pontos em comum e terminar de forma positiva e memorável são práticas simples que fortalecem redes e consolidam relações profissionais.

Mais do que aparência, uma mentalidade

Adquirir uma postura profissional não significa criar uma personagem. Significa alinhar comportamento, imagem e atitude com objetivos de carreira e valores pessoais. É uma construção contínua, sustentada em autoconhecimento, disciplina e inteligência emocional.

Num cenário empresarial onde a reputação interna e externa pesa tanto quanto os resultados, a postura profissional afirma-se como um ativo estratégico invisível — mas decisivo — para quem quer assumir o controlo do próprio percurso e destacar-se de forma consistente.

Este resumo foi publicado com base na obra ‘Como Impulsionar a Sua (Próxima) Carreira’ com o consentimento do autor, Dale Carnegie.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Envelhecimento no ativo obriga empresas a repensar modelos de gestão

19 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

De acordo com dados comparados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a proporção de trabalhadores com idades entre 55 e 64 anos aproxima-se de 21% em Portugal, sinalizando uma iminente saída massiva de profissionais experientes nos próximos anos. Além da necessidade de renovar as gerações no ativo, Portugal precisa de trabalhadores, mas não consegue ficar com os seus.

Estes números colocam o país entre as nações europeias com um dos índices mais elevados de trabalhadores mais velhos: segundo relatórios da União Europeia, o país estava em 6.º lugar na UE quanto à percentagem de trabalhadores entre os 55 e os 64 anos em 2023, ultrapassado apenas por países como Alemanha e Itália.

 

Risco de perda de conhecimentos e escassez de talento

A saída de profissionais seniores expõe as empresas ao risco de perda de know-how acumulado ao longo de anos de experiência, especialmente em setores operacionais como logística, produção e indústria, onde a substituição desses perfis é particularmente difícil. «A experiência da Eurofirms junto das empresas mostra que este fenómeno está cada vez mais visível, mas o mercado de trabalho ainda não está preparado para esta transição», afirma Filipe Ramos, líder nacional de outsourcing da Eurofirms Portugal.

Este envelhecimento ocorre num contexto em que o recrutamento de perfis com competências procuradas continua a ser um desafio — um problema que se soma à diminuição da população em idade ativa e a indicadores que apontam para uma força de trabalho menos qualificada comparativamente com a média europeia. Um estudo recente da Randstad Research indicou que 31,5% dos trabalhadores em Portugal têm apenas o ensino básico ou secundário obrigatório — mais do dobro da média da União Europeia, um fator que agrava a pressão sobre a empregabilidade e a competitividade.

 

Outsourcing e planeamento como respostas estratégicas

No relatório divulgado, a Eurofirms defende que o planeamento ativo da força de trabalho — antecipando saídas, identificando funções críticas e preparando sucessões — é fundamental para mitigar o impacto demográfico. Neste contexto, o outsourcing é promovido como uma ferramenta estratégica que pode ajudar as empresas a aceder a uma rede mais ampla de profissionais e a preservar conhecimento crítico.

Além disso, medidas de requalificação (upskilling e reskilling) são apontadas como respostas sustentáveis à escassez de talento e à necessidade de adaptar competências às exigências atuais do mercado laboral.

 

Ligação a tendências mais amplas no mercado de trabalho

Esta análise do envelhecimento da população ativa surge numa fase em que outras tendências laborais também merecem destaque e podem ser ligadas à discussão. Por exemplo, a Eurofirms publicou  relatórios sobre o crescimento de talento em setores específicos, como o das tecnologias de informação e comunicação (TIC), que teve um crescimento de mais de 60% no número de profissionais desde 2019 e pode continuar a expandir-se até 12% em 2025 — uma dinâmica que indica oportunidades de emprego, mesmo num mercado marcado pela escassez de mão de obra em geral.

Outro tema que se conecta com a pressão demográfica é a persistente desigualdade de género no trabalho em Portugal, evidenciando que, apesar das mulheres representarem 50% da força de trabalho, ainda enfrentam um gap salarial de cerca de 12%, especialmente em cargos de gestão e direção — uma questão que pode influenciar a composição da força laboral e as oportunidades de retenção de talentos.

Numa altura em que Portugal também figura entre os países da União Europeia com uma das menores proporções de jovens, o desafio de equilibrar uma força de trabalho envelhecida com a necessidade de renovar competências e atrair talento torna-se cada vez mais urgente.

Arquivado em:Notícias, Sociedade, Trabalho

Bioenergia quer liderar próxima fase da transição energética

19 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Segundo o relatório anual mais recente da Associação de Bioenergia Avançada (ABA), os biocombustíveis avançados — líquidos e gasosos — permitem reduções de emissões superiores a 90% face aos combustíveis fósseis convencionais, posicionando-se como uma solução estratégica sobretudo para setores de difícil eletrificação, como a mobilidade pesada, o transporte marítimo e a aviação.

«A bioenergia avançada é uma solução-chave para a descarbonização de setores onde a eletrificação não é, para já, plenamente viável. Contribui para uma transição energética segura, competitiva e alinhada com as metas climáticas», afirma Ana Calhôa, secretária-geral da ABA.

Quatro desafios estruturais

A associação identifica quatro áreas críticas onde a bioenergia avançada já oferece respostas concretas, com maturidade tecnológica e enquadramento alinhado com os objetivos nacionais e europeus de neutralidade carbónica.

Transformar resíduos em recursos

Produzida a partir de subprodutos agrícolas, alimentares, florestais e urbanos, a bioenergia avançada permite dar uma segunda vida a resíduos que, de outra forma, seriam descartados ou encaminhados para aterro. Esta lógica circular reduz a pressão sobre os sistemas de gestão de resíduos e reforça a eficiência ambiental e económica, convertendo desperdício em energia utilizável.

Reduzir a dependência energética externa

Num cenário geopolítico marcado por instabilidade e volatilidade de preços, a dependência de importações energéticas voltou a evidenciar fragilidades estruturais. A produção de biocombustíveis a partir de recursos endógenos contribui para reforçar a autonomia energética e a resiliência económica do país.

A ABA defende que o reforço do investimento em biorrefinarias de segunda geração será determinante em 2026 para consolidar esta trajetória e criar condições mais estáveis para o desenvolvimento industrial sustentável.

Valorizar os territórios de baixa densidade

A produção descentralizada de bioenergia, nomeadamente através de unidades de biometano e outros biocombustíveis instaladas fora dos grandes centros urbanos, pode gerar emprego qualificado, estimular a economia local e mitigar assimetrias territoriais. Para a associação, trata-se de uma solução energética que também responde a desafios demográficos e de coesão regional.

Impulsionar inovação tecnológica

A crescente procura por matérias-primas residuais tem acelerado a investigação e o desenvolvimento tecnológico no setor. Processos de produção mais eficientes e soluções industriais mais sustentáveis têm reforçado a competitividade da bioenergia avançada, contribuindo para a evolução contínua da fileira e para a modernização da economia.

Papel estratégico na política climática

Num momento em que a sustentabilidade assume centralidade na agenda governativa, a bioenergia avançada é apontada como um dos instrumentos mais relevantes para acelerar a transição energética sem comprometer segurança de abastecimento ou competitividade económica.

Ao conjugar redução significativa de emissões, valorização de resíduos, inovação tecnológica e impacto territorial positivo, o setor procura consolidar-se como peça fundamental de um mix energético mais diversificado e resiliente — numa fase em que a transição energética deixa de ser apenas um objetivo político para se tornar uma exigência estrutural da economia.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Nova iniciativa aposta em literacia digital para reduzir a lacuna entre gerações no uso da IA

19 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

A Fundación José Antonio Llorente lançou esta terça-feira, em Lisboa, o ‘Ponte al dIA’, um programa e boletim informativo mensal que tem como objetivo reduzir a diferença entre gerações no uso da inteligência artificial (IA) e das tecnologias digitais. O projeto visa fornecer a pais, educadores e organizações ferramentas, dados e conhecimentos atualizados para melhor acompanhar os jovens num ambiente tecnológico em rápida transformação.

A necessidade de iniciativas como esta é refletida em números recentes: nos Estados Unidos, 74% dos adultos com menos de 30 anos dizem usar IA para procurar informação, em comparação com 60% da população adulta em geral — e apenas cerca de 20% dos que têm mais de 60 anos o fazem regularmente, apontando para um abismo de adoção entre gerações mais jovens e mais velhas.

Jovens lideram adoção da IA, adultos ficam para trás

O boletim ‘Ponte al dIA’ inclui análises de especialistas, notícias relevantes e conteúdos sobre uso ético da IA, saúde mental em ambientes digitais e tendências emergentes. A primeira edição integra um vídeo de Luis Martín, diretor de Soluções de IA na LLYC, que analisa a recente decisão do governo espanhol de restringir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, debatendo se esta será a forma mais eficaz de proteção.

Segundo Albert Medrán, diretor-geral da Fundação, o programa surge para colmatar a dificuldade sentida por muitos adultos em orientar os jovens num ecossistema digital que desconhecem. Irene Rodríguez, presidente da instituição, sublinha que compreender as aplicações e tendências utilizadas pelas novas gerações é essencial para promover uma liderança responsável e construir um ambiente digital mais seguro e humano.

Criada em 2016, a Fundación José Antonio Llorente dedica-se ao desenvolvimento de projetos com impacto social, com especial enfoque na juventude, literacia digital e inclusão, reforçando com esta iniciativa o seu compromisso com uma cultura digital mais consciente e informada.

Arquivado em:Inovação, Notícias

Liderar em contextos de alta exigência: o que o desporto revela às empresas

19 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O exercício da liderança é avaliado diariamente. O erro é visível, o desempenho é mensurável e a pressão é permanente. Assim, liderar não se resume a definir estratégia ou alinhar pessoas em torno de objetivos, implica tomar decisões consistentes sob incerteza e pressão. Contudo, manter a clareza quando os resultados falham é, talvez, o maior desafio. A pressão prolongada gera desgaste nos tecidos invisíveis de uma organização: a confiança e a coesão. É por isso que o desporto constitui um laboratório particularmente relevante para compreender a liderança em ambientes complexos.

Uma das principais lições que o desporto oferece às empresas é que a performance sustentável não depende apenas de competências técnicas ou cognitivas. Depende da gestão integrada da energia física, emocional, mental e do sentido de propósito. Esta ideia, amplamente estudada no contexto do chamado corporate athlete, mostra que líderes e executivos enfrentam exigências prolongadas que, em muitos casos, superam as dos atletas profissionais — com a diferença de terem menos tempo para treinar, regenerar e recuperar.

É precisamente aqui que muitas organizações falham na transferência das “lições do desporto”. Importam o discurso da resiliência e da preparação, mas ignoram a importância da recuperação. Valorizam a dedicação total, mas normalizam a exaustão. Falam de compromisso, mas descuram o impacto que líderes emocionalmente sobrecarregados têm no funcionamento das equipas. No desporto, sabe-se há muito que a ausência de recuperação compromete o desempenho e aumenta o risco de colapso. Nas empresas, este princípio continua a ser frequentemente subestimado e negligenciado. Esta “miopia organizacional” cria um paradoxo: as empresas exigem a performance de um atleta de elite, mas oferecem a infraestrutura de uma máquina de produção contínua. No desporto profissional, a recuperação não é vista como “tempo morto”, mas como uma fase ativa do treino.

Liderar sob pressão não é resistir indefinidamente, nem exigir mais esforço quando os recursos já estão esgotados. É conseguir regular o próprio estado interno, tomar decisões com clareza em contextos de incerteza e criar condições para que a equipa mantenha níveis elevados de funcionamento ao longo do tempo. A qualidade da liderança mede-se menos pela intensidade do discurso – assente em discursos motivacionais de curto alcance – e mais pela capacidade de influenciar e apresentar resultados consistentes em ambientes de elevada exigência.

Assim, e ao contrário do que muitas vezes parece transparecer, a diferença não está no discurso, mas na capacidade do líder se regular, antecipar o impacto e assumir responsabilidade pelas suas decisões. No fim, a questão não é se as organizações precisam de líderes mais inspiradores — é se estão preparadas para líderes capazes de sustentar excelência sem comprometer a saúde mental das pessoas que tornam os resultados possíveis. Tal como no desporto, é necessário que os líderes criem culturas organizacionais onde o foco está na consistência, não no entusiasmo momentâneo, ou apenas nos resultados de curto prazo. A eficácia é medida pela solidez, e não por picos isolados de produtividade alimentados por retórica motivacional.

Arquivado em:Opinião

Educação emocional ganha força nas escolas e já impactou 11 mil alunos

18 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Promovido pela Associação Mente de Principiante, o programa aposta na integração estruturada de competências como autorregulação, consciência emocional, atenção plena e relação interpessoal no contexto curricular, desde o pré-escolar ao ensino secundário. A iniciativa tem sido implementada tanto através de projetos municipais de âmbito global como por professores, psicólogos e técnicos especializados que aplicam o modelo nas suas turmas, em articulação com a entidade promotora.

Atualmente, a maior expressão do programa concentra-se nas regiões Norte e Centro, embora já esteja presente em todo o território continental e nos Açores.

Parcerias municipais e reconhecimento nacional

O ‘Calmamente’ mantém parcerias ativas com o Município de Valongo, o Município de Santa Maria da Feira e o Pallco – Performing Arts School and Conservatory, no Porto. Ao longo dos últimos anos, foi ainda desenvolvido em colaboração com entidades como a Associação Solidaried’Arte, nos Açores, os municípios de Macedo de Cavaleiros e Vila Nova de Paiva, os Salesianos do Porto, a Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe, o Agrupamento de Escolas Abel Salazar, em Matosinhos, o Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira e a Associação Em Diálogo – Centro Comunitário da Póvoa do Lanhoso.

Um marco relevante no percurso do projeto ocorreu em 2020, quando foi integrado nas Academias do Conhecimento da Fundação Calouste Gulbenkian, reforçando a sua validação institucional e o reconhecimento público da sua abordagem.

Impacto avaliado cientificamente

Os resultados do programa têm sido avaliados por uma equipa do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade da Maia, que acompanha o impacto das intervenções. Paralelamente, são realizadas avaliações regulares de satisfação e perceção junto das escolas, agrupamentos e parceiros municipais.

No primeiro trimestre da intervenção no Pallco, junto das turmas de dança, os resultados foram considerados muito positivos, com níveis elevados de satisfação e reconhecimento do contributo do programa para o bem-estar e desenvolvimento pessoal dos alunos.

Segundo Andreia Espain, presidente da Associação Mente de Principiante e autora do programa, os dados recolhidos sustentam uma expansão contínua e estruturada da iniciativa. «Os resultados consistentes das avaliações de impacto e de satisfação permitem consolidar o Calmamente como uma referência na educação integral de crianças e jovens», afirma.

Num contexto em que as escolas enfrentam desafios crescentes ao nível da saúde mental, gestão emocional e competências sociais, o ‘Calmamente – Aprendendo a Aprender-se’ posiciona-se como uma resposta integrada que procura articular sucesso académico com desenvolvimento pessoal, reforçando o papel da educação socioemocional no currículo escolar.

Arquivado em:Educação, Notícias

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